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Foram encontradas 50 questões.

3043395 Ano: 2021
Disciplina: Medicina
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Anteriormente, acreditava-se que os distúrbios do sono eram apenas sintomas de transtornos mentais. Atualmente, sabe-se que se trata de uma relação bidirecional. O transtorno mental com maior prevalência de distúrbio do sono é denominado

 

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3043394 Ano: 2021
Disciplina: Medicina
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Em 1908, Bleuler propõe o conceito de esquizofrenia, considerando-o como evolução do conceito de demência precoce proposto por Kraepelin anteriormente. Apesar disso, esse conceitos diferiam: as descrições do quadro de esquizofrenia de Kraepelin eram empíricas, já as de Bleuler eram guiadas por uma teoria, na qual os sintomas fundamentais eram a expressão de uma alteração cerebral e os acessórios, uma reação da personalidade. Assim, segundo Bleuler, os sintomas fundamentais da esquizofrenia são

 

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3043393 Ano: 2021
Disciplina: Medicina
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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R.O.S., 25 anos, masculino, solteiro, cursa graduação em história. Por volta de março de 2020, começou a ficar distante dos seus colegas da universidade, parou de sair com eles e, logo depois, deixou de sair com seus amigos mais próximos. Passou a ficar hostil com a namorada e a família dela. Entre março e abril de 2020, R.O.S. passou a acusar seus sogros de o vigiarem 24 horas por dia, de terem colocado um chip em seu pé enquanto dormia e, desde então, de estarem monitorando seus passos. Segundo R.O.S., seus sogros utilizam as melhores tecnologias para seguirem seus passos por onde anda e para indicarem verbalmente, por meio de um chip nele implantado, o caminho que deve seguir. Afirmou ainda que, por meio desse chip, eles sabiam de que ele se alimentava, se estava dormindo ou não e os escutava planejando seu assassinato. Deixou de ir para a universidade e passava o dia inteiro em seu quarto para se sentir seguro. Com isso, R.O.S. fugiu de casa e ficou distante por alguns dias. Depois de ter sido encontrado por seus familiares, foi levado para o psiquiatra, o qual começou o tratamento.

Entre maio e junho de 2020, R.O.S. passou a se queixar de tristeza, perdeu 5 kg e o autocuidado (Escala Calgary: 18). Nesse período, também ficava muito tempo deitado, acordava já bastante triste, tinha insônia terminal e pensamentos de morte, falava muito devagar e não demonstrava prazer com as atividades sugeridas. Durante esse último período, continuava dizendo estar sofrendo a influência dos sogros e que o chip o incomodava muito. Permaneceu com esses sintomas, ainda que em menor intensidade por 3 meses. Nunca usou substâncias psicoativas. Não tinha outras comorbidades.

Com o tratamento proposto, R.O.S. manteve-se estável entre setembro e outubro de 2020. Porém, nos últimos 6 meses, de maneira constante, havia uma variação da intensidade do seu comportamento descrito entre maio e junho de 2020. Assim, a ideia de estar sendo vigiado constantemente por seus sogros persistiu, incomodando-o. Ele também passou a acreditar que eles o desvalorizavam pelo fato de ouvir, por meio do chip, seus sogros dizendo que ele não prestava para ninguém e que, por isso, deveria tirar a sua vida. Apesar disso, voltou a ficar ativo em casa e não vem apresentando sintomas depressivos. Recentemente, provocou um grave corte no pé, necessitando de intervenção cirúrgica, pois queria tirar o chip. A evolução do quadro clínico de R.O.S. permite-nos fazer o diagnóstico de

 

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3043392 Ano: 2021
Disciplina: Medicina
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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R.O.S., 25 anos, masculino, solteiro, cursa graduação em história. Por volta de março de 2020, começou a ficar distante dos seus colegas da universidade, parou de sair com eles e, logo depois, deixou de sair com seus amigos mais próximos. Passou a ficar hostil com a namorada e a família dela. Entre março e abril de 2020, R.O.S. passou a acusar seus sogros de o vigiarem 24 horas por dia, de terem colocado um chip em seu pé enquanto dormia e, desde então, de estarem monitorando seus passos. Segundo R.O.S., seus sogros utilizam as melhores tecnologias para seguirem seus passos por onde anda e para indicarem verbalmente, por meio de um chip nele implantado, o caminho que deve seguir. Afirmou ainda que, por meio desse chip, eles sabiam de que ele se alimentava, se estava dormindo ou não e os escutava planejando seu assassinato. Deixou de ir para a universidade e passava o dia inteiro em seu quarto para se sentir seguro. Com isso, R.O.S. fugiu de casa e ficou distante por alguns dias. Depois de ter sido encontrado por seus familiares, foi levado para o psiquiatra, o qual começou o tratamento.

Entre maio e junho de 2020, R.O.S. passou a se queixar de tristeza, perdeu 5 kg e o autocuidado (Escala Calgary: 18). Nesse período, também ficava muito tempo deitado, acordava já bastante triste, tinha insônia terminal e pensamentos de morte, falava muito devagar e não demonstrava prazer com as atividades sugeridas. Durante esse último período, continuava dizendo estar sofrendo a influência dos sogros e que o chip o incomodava muito. Permaneceu com esses sintomas, ainda que em menor intensidade por 3 meses. Nunca usou substâncias psicoativas. Não tinha outras comorbidades.

Segundo o DSM-5, a hipótese diagnóstica de R.O.S. é

 

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3043391 Ano: 2021
Disciplina: Medicina
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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J.O.I., masculino, 22 anos, é estudante de artes. Sua história iniciou há cerca de 5 meses, quando começou a ficar incomodado com o barulho causado pelo vizinho durante a noite. Com o passar dos dias, dizia para a mãe que as pessoas da sua rua estavam sabendo sobre as suas atividades dentro da casa, pois as ouvia comentar sobre seus movimentos. Evoluiu afirmando estar sendo vigiado por pequenas câmeras instaladas por vizinhos em seu quarto e na sala de casa. Estranhava, ainda, alguns de seus movimentos, pois, segundo ele, pareciam estar sendo controlados por outras pessoas. Depois de 4 semanas, foi levado para um pronto-socorro, onde começou o tratamento com risperidona 1 mg. Continuou o tratamento, e a medicação foi ajustada até 5 mg, a qual permaneceu por 7 semanas. Apesar de ter ficado mais calmo e parado de sofrer com as influências de controle, J.O.I. continuava muito incomodado com os barulhos dos vizinhos e se sentia vigiado por eles. Passou a ter também dificuldade para manter uma conversa lógica por alguns minutos. Foi feita a troca por aripiprazol até a dosagem de 30 mg, porém, devido à acatisia, foi reduzida para 20 mg, dosagem que permaneceu por 6 semanas. Mesmo usando a medicação regularmente, J.O.I. continuava com melhora discreta, atuando em função da crença delirante.

A melhor conduta medicamentosa para J.O.I. é

 

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3043390 Ano: 2021
Disciplina: Medicina
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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J.O.I., masculino, 22 anos, é estudante de artes. Sua história iniciou há cerca de 5 meses, quando começou a ficar incomodado com o barulho causado pelo vizinho durante a noite. Com o passar dos dias, dizia para a mãe que as pessoas da sua rua estavam sabendo sobre as suas atividades dentro da casa, pois as ouvia comentar sobre seus movimentos. Evoluiu afirmando estar sendo vigiado por pequenas câmeras instaladas por vizinhos em seu quarto e na sala de casa. Estranhava, ainda, alguns de seus movimentos, pois, segundo ele, pareciam estar sendo controlados por outras pessoas. Depois de 4 semanas, foi levado para um pronto-socorro, onde começou o tratamento com risperidona 1 mg. Continuou o tratamento, e a medicação foi ajustada até 5 mg, a qual permaneceu por 7 semanas. Apesar de ter ficado mais calmo e parado de sofrer com as influências de controle, J.O.I. continuava muito incomodado com os barulhos dos vizinhos e se sentia vigiado por eles. Passou a ter também dificuldade para manter uma conversa lógica por alguns minutos. Foi feita a troca por aripiprazol até a dosagem de 30 mg, porém, devido à acatisia, foi reduzida para 20 mg, dosagem que permaneceu por 6 semanas. Mesmo usando a medicação regularmente, J.O.I. continuava com melhora discreta, atuando em função da crença delirante.

Considerando a resposta de J.O.I. ao tratamento e a descrição do seu quadro clínico, trata-se de um paciente com diagnóstico de esquizofrenia

 

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3043389 Ano: 2021
Disciplina: Medicina
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Apesar de pouco questionados, os efeitos da hiperprolactinemia em pacientes tratados com antipsicóticos podem causar importante impacto negativo na qualidade de vida. Amenorreia e disfunção sexual são exemplos de efeitos colaterais. Na situação descrita, o mecanismo responsável por esse efeito colateral é o bloqueio de receptores

 

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3043388 Ano: 2021
Disciplina: Medicina
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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No eletrocardiograma, o intervalo QT reflete o tempo necessário para a repolarização ventricular. Algumas medicações podem provocar o aumento de tal intervalo, gerando a taquiarritmia ventricular, a qual está associada à fibrilação ventricular e à morte súbita. O antipsicótico com maior risco de causar aumento do intervalo QT, quando administrado via oral e em dose terapêutica, é

 

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3043387 Ano: 2021
Disciplina: Medicina
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Em 1901, Alois Alzheimer começou a acompanhar Auguste Deter, a primeira paciente diagnosticada com o que se convencionou chamar de Demência de Alzheimer. Tratava-se de um caso com quadro de síndrome demencial pré-senil. Ao estudar o cérebro da paciente, Alois descreveu, além da presença de perda neuronal, duas características neuropatológicas da Demência de Alzheimer: os emaranhados neurofibrilares e as placas amiloides. Hoje em dia, essas características são basicamente compostas por, respectivamente,

 

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3043386 Ano: 2021
Disciplina: Medicina
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Inicialmente, na avaliação do paciente com suspeita diagnóstica de síndrome demencial, o exame de imagem servia apenas para excluir outras causas que pudessem justificar a sintomatologia. Com o passar do tempo, houve a evolução nos métodos de imageamento cerebral como também o melhor entendimento da fisiopatologia, principalmente da Demência de Alzheimer. Hoje, algumas escalas são importantes para avaliar a ressonância magnética do paciente com síndrome demencial, como, por exemplo, a Escala de Atrofia Medial Temporal de Scheltens (MTA), a escala de atrofia parietal de Koedam e a escala para avaliação de doença vascular de substância branca de Fasekas. Considerando-se um paciente de 70 anos com quadro clínico sugestivo de Demência de Alzheimer, uma possível combinação das escalas apresentadas e compatível com a suspeita diagnóstica é:

 

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