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A imunofluorescência é uma técnica que permite a visualização de espécimes por meio do seguinte tipo de microscopia:
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Aquisições de imagens em células vivas com o uso de um microscópio confocal requerem muito controle nas condições de tolerância da cultura. As condições que devem ser controladas são:
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Para melhor observação do material ao microscópio eletrônico de transmissão, é necessário que os cortes coletados nas grades sejam contrastados. As soluções utilizadas na etapa de contrastação são:
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No processamento de espécimes congelados, a sacarose evita a formação de:
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Após a secagem, para observar o espécime ao microscópio eletrônico de varredura, ele deve ser colocado em um suporte e ser recoberto por um material que melhore o nível de emissão de elétrons e que facilite a construção da imagem. O material que recobre o espécime é:
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Após a inclusão em uma resina resistente aos feixes de elétrons do microscópio eletrônico de transmissão, a amostra será seccionada em fatias ultrafinas. A espessura dos cortes ultrafinos pode ser avaliada pela cor que apresentam ao flutuar na água da cuba da navalha. A opção que apresenta corretamente a relação entre cor e espessura é:
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A principal característica das imagens de um microscópio confocal a laser é a nitidez de estruturas sutis no espécime. O principal elemento que permite a nitidez é:
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A autofluorescência ocorre em vários tipos de tecido e pode interferir na análise de imunomarcações específicas.
Para contornar esse tipo de interferência, deve-se:
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O parafolmaldeído é um fixador indicado para a observação de ultraestruturas celulares por ser:
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A técnica de Contraste de Interferência Diferencial (DIC) é empregada em associação à microscopia confocal quando se deseja relacionar a imunofluorescência a determinados sítios celulares. Isso é possível pela capacidade do DIC de:
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