Foram encontradas 30 questões.
Considere o seguinte trecho de código:
| <parent> |
Este arquivo herda do spring-boot-starter-parent e declara dependências aos Spring Boot Starters. Seguindo boas práticas do
Framework Spring Boot, este conteúdo deveria ser salvo como arquivo
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- Fundamentos de ProgramaçãoAlgoritmosFatorial e Fibonacci
- Fundamentos de ProgramaçãoLógica de Programação
- Fundamentos de ProgramaçãoRecursividade
- LinguagensJava
Considere o código a seguir, que busca calcular o fatorial de um número:
| public static int factorial(int number){ |
Sobre o código apresentado acima, é CORRETO afirmar:
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É um padrão de projeto de categoria comportamental. Utiliza uma classe específica para mudar o algoritmo que executa em uma classe elemento. Desta forma, o algoritmo que executa no elemento pode variar como e quando esta classe específica, que define o nome do padrão, variar também. Estamos falando do padrão de projeto
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No padrão MVC, o modelo consiste em
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Assinale a alternativa com todos os tipos de polimorfismos possíveis em Java:
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Texto 03 - Tecnologia digital não é ferramenta, mas linguagem
Quando jovem jornalista, presenciei a chegada da primeira rede de computadores às escolas estaduais de São Paulo, nos longínquos anos 90. Fui convidado a assistir a uma das primeiras aulas nas recém-instaladas salas de informática. Os alunos se perfilavam ante cada computador. Um por um sentavam-se ao lado da professora que os "ensinava" como ligar e desligar a máquina, via sistema operacional Windows. Assim que a desligavam, o jovem seguinte ocupava seu lugar na cadeira.
Há 25 anos essa cena não me sai da cabeça, pois se tratava de um dos momentos mais inanimados, mecânicos e repetitivos que presenciei em uma sala de aula, em oposição a um momento de vida dos mais inquietos e explosivos de um estudante: a adolescência. Qual descompasso abria essa fenda de melancolia e pessimismo quando eu presenciava aquilo que parecia encenado catastroficamente para satisfazer a uma manchete de jornal? [...]
Não é incomum educadores se referirem (e celebrarem, com certo desprezo) às tecnologias digitais como "ferramentas" ou "instrumentos" para se chegar a algo sim relevante: o conhecimento humano.
Também não faltam metodologias e linhas de pensamento que colocam a internet como um mundo a ser evitado; e quem superá-lo poderá evoluir. A construção de um olhar instrumental é oriunda de uma formação de educadores que não contempla com profundidade a questão; gera medo e desinformação com relação ao desconhecido. Também provém de uma tradução equivocada do termo inglês "tool" que, na verdade, transcende o sentido de ferramenta (como um martelo) e está mais ligado ao que podemos entender como o que nos possibilita transformar ou modificar (uma extensão de nossas possibilidades)". [...]
Fonte: SAYAD, Alexandre Le Voci. Revista Educação. Disponível em: <https://revistaeducacao.com.br/2021/02/09/tecnologia-digital-linguagem/ > Publicado em 09/fev/2021. Acesso em 20/fev/2021.
No enunciado “Também provém de uma tradução equivocada do termo inglês 'tool' [...]" (linhas 19-20), o termo “Também”
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Texto 03 - Tecnologia digital não é ferramenta, mas linguagem
Quando jovem jornalista, presenciei a chegada da primeira rede de computadores às escolas estaduais de São Paulo, nos longínquos anos 90. Fui convidado a assistir a uma das primeiras aulas nas recém-instaladas salas de informática. Os alunos se perfilavam ante cada computador. Um por um sentavam-se ao lado da professora que os "ensinava" como ligar e desligar a máquina, via sistema operacional Windows. Assim que a desligavam, o jovem seguinte ocupava seu lugar na cadeira.
Há 25 anos essa cena não me sai da cabeça, pois se tratava de um dos momentos mais inanimados, mecânicos e repetitivos que presenciei em uma sala de aula, em oposição a um momento de vida dos mais inquietos e explosivos de um estudante: a adolescência. Qual descompasso abria essa fenda de melancolia e pessimismo quando eu presenciava aquilo que parecia encenado catastroficamente para satisfazer a uma manchete de jornal? [...]
Não é incomum educadores se referirem (e celebrarem, com certo desprezo) às tecnologias digitais como "ferramentas" ou "instrumentos" para se chegar a algo sim relevante: o conhecimento humano.
Também não faltam metodologias e linhas de pensamento que colocam a internet como um mundo a ser evitado; e quem superá-lo poderá evoluir. A construção de um olhar instrumental é oriunda de uma formação de educadores que não contempla com profundidade a questão; gera medo e desinformação com relação ao desconhecido. Também provém de uma tradução equivocada do termo inglês "tool" que, na verdade, transcende o sentido de ferramenta (como um martelo) e está mais ligado ao que podemos entender como o que nos possibilita transformar ou modificar (uma extensão de nossas possibilidades)". [...]
Fonte: SAYAD, Alexandre Le Voci. Revista Educação. Disponível em: <https://revistaeducacao.com.br/2021/02/09/tecnologia-digital-linguagem/ > Publicado em 09/fev/2021. Acesso em 20/fev/2021.
Com relação ao enunciado “A construção de um olhar instrumental é oriunda de uma formação de educadores que não contempla com profundidade a questão; gera medo e desinformação com relação ao desconhecido” (linhas 17-19), julgue as assertivas:
I- há um desvio da norma, com relação à concordância em “[...] uma formação de educadores que não contempla [...]".
II- “A construção de um olhar instrumental” é o agente da ação e funciona como sujeito composto.
III- “[...] gera medo e desinformação com relação ao desconhecido” é um enunciado conclusivo que retoma a ideia do que foi dito anteriormente.
É CORRETO o que se afirma apenas em
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Texto 03 - Tecnologia digital não é ferramenta, mas linguagem
Quando jovem jornalista, presenciei a chegada da primeira rede de computadores às escolas estaduais de São Paulo, nos longínquos anos 90. Fui convidado a assistir a uma das primeiras aulas nas recém-instaladas salas de informática. Os alunos se perfilavam ante cada computador. Um por um sentavam-se ao lado da professora que os "ensinava" como ligar e desligar a máquina, via sistema operacional Windows. Assim que a desligavam, o jovem seguinte ocupava seu lugar na cadeira.
Há 25 anos essa cena não me sai da cabeça, pois se tratava de um dos momentos mais inanimados, mecânicos e repetitivos que presenciei em uma sala de aula, em oposição a um momento de vida dos mais inquietos e explosivos de um estudante: a adolescência. Qual descompasso abria essa fenda de melancolia e pessimismo quando eu presenciava aquilo que parecia encenado catastroficamente para satisfazer a uma manchete de jornal? [...]
Não é incomum educadores se referirem (e celebrarem, com certo desprezo) às tecnologias digitais como "ferramentas" ou "instrumentos" para se chegar a algo sim relevante: o conhecimento humano.
Também não faltam metodologias e linhas de pensamento que colocam a internet como um mundo a ser evitado; e quem superá-lo poderá evoluir. A construção de um olhar instrumental é oriunda de uma formação de educadores que não contempla com profundidade a questão; gera medo e desinformação com relação ao desconhecido. Também provém de uma tradução equivocada do termo inglês "tool" que, na verdade, transcende o sentido de ferramenta (como um martelo) e está mais ligado ao que podemos entender como o que nos possibilita transformar ou modificar (uma extensão de nossas possibilidades)". [...]
Fonte: SAYAD, Alexandre Le Voci. Revista Educação. Disponível em: <https://revistaeducacao.com.br/2021/02/09/tecnologia-digital-linguagem/ > Publicado em 09/fev/2021. Acesso em 20/fev/2021.
No enunciado "Quando jovem jornalista, presenciei a chegada da primeira rede de computadores [...]" (linha1), o termo "Quando"
( ) apresenta valor semântico de marco temporal.
( ) indica circunstância de tempo, marcado no contexto como passado pela flexão verbal "presenciei".
( ) enuncia uma circunstância de dúvida, por meio do sentido evocado.
Analise as proposições acima e coloque (V) para verdadeiro e (F) para falso.
A sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses é
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Texto 03 - Tecnologia digital não é ferramenta, mas linguagem
Quando jovem jornalista, presenciei a chegada da primeira rede de computadores às escolas estaduais de São Paulo, nos longínquos anos 90. Fui convidado a assistir a uma das primeiras aulas nas recém-instaladas salas de informática. Os alunos se perfilavam ante cada computador. Um por um sentavam-se ao lado da professora que os "ensinava" como ligar e desligar a máquina, via sistema operacional Windows. Assim que a desligavam, o jovem seguinte ocupava seu lugar na cadeira.
Há 25 anos essa cena não me sai da cabeça, pois se tratava de um dos momentos mais inanimados, mecânicos e repetitivos que presenciei em uma sala de aula, em oposição a um momento de vida dos mais inquietos e explosivos de um estudante: a adolescência. Qual descompasso abria essa fenda de melancolia e pessimismo quando eu presenciava aquilo que parecia encenado catastroficamente para satisfazer a uma manchete de jornal? [...]
Não é incomum educadores se referirem (e celebrarem, com certo desprezo) às tecnologias digitais como "ferramentas" ou "instrumentos" para se chegar a algo sim relevante: o conhecimento humano.
Também não faltam metodologias e linhas de pensamento que colocam a internet como um mundo a ser evitado; e quem superá-lo poderá evoluir. A construção de um olhar instrumental é oriunda de uma formação de educadores que não contempla com profundidade a questão; gera medo e desinformação com relação ao desconhecido. Também provém de uma tradução equivocada do termo inglês "tool" que, na verdade, transcende o sentido de ferramenta (como um martelo) e está mais ligado ao que podemos entender como o que nos possibilita transformar ou modificar (uma extensão de nossas possibilidades)". [...]
Fonte: SAYAD, Alexandre Le Voci. Revista Educação. Disponível em: <https://revistaeducacao.com.br/2021/02/09/tecnologia-digital-linguagem/ > Publicado em 09/fev/2021. Acesso em 20/fev/2021.
O texto apresenta como temática central
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Texto 02 - Por que os foguetes decolam na vertical?
Sair do chão apontando para o céu é o jeito mais eficaz de alcançar rapidamente as camadas mais altas da atmosfera - onde o ar rarefeito oferece menos resistência, o que economiza combustível (afinal, combustível pesa. Quanto mais vazio o tanque decolar, melhor).
Segundos após a decolagem, quando o foguete já ganhou uma altitude razoável, ele começa a se inclinar para o lado. O objetivo agora é ganhar velocidade horizontal, tangente à superfície do planeta. Essa velocidade é o mais importante: se a nave não estiver indo rápido o suficiente para o lado - a velocidade mínima são 7,8 km/s -, ela cai de volta mesmo que tenha subido um bocado. [...]
Fonte: VAIANO, Bruno. Revista Superintessante. Disponível em: <https://super.abril.com.br/blog/oraculo/por- que-osfoguetes- decolam-na-vertical/> Publicado em 15/jan/2021. Acesso em 20/fev/2021.
No enunciado "Segundos após a decolagem [...]" (linha 4), a expressão "segundos após" é um operador que
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