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Caminhos alternativos
Pensar a mobilidade exige alternativas de inserção segura e confortável de todos na dinâmica da cidade.
José Carlos de Souza
Mobilidade urbana é um conceito que essencialmente se refere à ideia de deslocamento de uma pessoa de um ponto a outro da cidade. Numa abordagem mais ampla, ele ainda abrange o conjunto de aspectos que determinam as circunstâncias em que esse deslocamento se realiza: infraestrutura, gestão de trânsito, segurança. No entanto, a forma como esse conceito vem sendo problematizado, em razão do desafio em que se transformou o deslocamento das pessoas nos grandes centros urbanos, exige uma ampliação de seu significado.
O crescimento desordenado das cidades brasileiras, o adensamento populacional dos grandes centros urbanos, a priorização do carro em detrimento das alternativas de transporte coletivo e a falta de investimentos na infraestrutura viária criaram nos últimos anos um cenário caótico no que diz respeito ao deslocamento das pessoas.
Nos últimos dez anos, grande parte da população dobrou o tempo necessário para ir e vir do trabalho. O resultado é menos tempo para o lazer, para a educação, para o convívio com a família e amigos: uma verdadeira circunstância de exclusão social.
O preço pago pela sociedade por essa situação desastrosa em que se transformou a questão da mobilidade urbana é algo difícil de dimensionar, mas não há dúvidas de que, se nada for feito, a situação ainda pode piorar. Daí, o motivo pelo qual a discussão sobre mobilidade urbana precisa ser realizada com seriedade e urgência tanto pelas autoridades quanto pelo cidadão comum.
Pensar mobilidade urbana vai muito além de restringir a circulação de automóveis, ampliar o número de ciclovias ou de linhas de metrô, de priorizar o transporte coletivo em detrimento do particular.
Significa também encontrar alternativas de inserção segura e confortável de todas as pessoas na dinâmica da cidade, oferecendo múltiplas possibilidades para que elas possam ocupar o espaço público e por ele circular, transformando esse processo numa experiência rica de interação e integração social.
Esse talvez seja o sentido mais profundo que o conceito de mobilidade urbana deva ganhar, enriquecendo o próprio significado que se possa atribuir à ideia de urbanidade e cidadania.
(extraído de http://www.cartaeducacao.com.br/aulas/caminhos-alternativos/15.10.2015)
O período “No entanto, a forma como esse conceito vem sendo problematizado” transposto para a voz ativa teria a seguinte re-escritura:
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Pensar a mobilidade exige alternativas de inserção segura e confortável de todos na dinâmica da cidade.
José Carlos de Souza
Mobilidade urbana é um conceito que essencialmente se refere à ideia de deslocamento de uma pessoa de um ponto a outro da cidade. Numa abordagem mais ampla, ele ainda abrange o conjunto de aspectos que determinam as circunstâncias em que esse deslocamento se realiza: infraestrutura, gestão de trânsito, segurança. No entanto, a forma como esse conceito vem sendo problematizado, em razão do desafio em que se transformou o deslocamento das pessoas nos grandes centros urbanos, exige uma ampliação de seu significado.
O crescimento desordenado das cidades brasileiras, o adensamento populacional dos grandes centros urbanos, a priorização do carro em detrimento das alternativas de transporte coletivo e a falta de investimentos na infraestrutura viária criaram nos últimos anos um cenário caótico no que diz respeito ao deslocamento das pessoas.
Nos últimos dez anos, grande parte da população dobrou o tempo necessário para ir e vir do trabalho. O resultado é menos tempo para o lazer, para a educação, para o convívio com a família e amigos: uma verdadeira circunstância de exclusão social.
O preço pago pela sociedade por essa situação desastrosa em que se transformou a questão da mobilidade urbana é algo difícil de dimensionar, mas não há dúvidas de que, se nada for feito, a situação ainda pode piorar. Daí, o motivo pelo qual a discussão sobre mobilidade urbana precisa ser realizada com seriedade e urgência tanto pelas autoridades quanto pelo cidadão comum.
Pensar mobilidade urbana vai muito além de restringir a circulação de automóveis, ampliar o número de ciclovias ou de linhas de metrô, de priorizar o transporte coletivo em detrimento do particular.
Significa também encontrar alternativas de inserção segura e confortável de todas as pessoas na dinâmica da cidade, oferecendo múltiplas possibilidades para que elas possam ocupar o espaço público e por ele circular, transformando esse processo numa experiência rica de interação e integração social.
Esse talvez seja o sentido mais profundo que o conceito de mobilidade urbana deva ganhar, enriquecendo o próprio significado que se possa atribuir à ideia de urbanidade e cidadania.
(extraído de http://www.cartaeducacao.com.br/aulas/caminhos-alternativos/15.10.2015)
O emprego do acento indicador de crase no trecho “Esse talvez seja o sentido mais profundo que o conceito de mobilidade urbana deva ganhar, enriquecendo o próprio significado que se possa atribuir à ideia de urbanidade e cidadania” dá-se para marcar a fusão da preposição “A” com o artigo definido “A”. A exigência da preposição se faz por:
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Pensar a mobilidade exige alternativas de inserção segura e confortável de todos na dinâmica da cidade.
José Carlos de Souza
Mobilidade urbana é um conceito que essencialmente se refere à ideia de deslocamento de uma pessoa de um ponto a outro da cidade. Numa abordagem mais ampla, ele ainda abrange o conjunto de aspectos que determinam as circunstâncias em que esse deslocamento se realiza: infraestrutura, gestão de trânsito, segurança. No entanto, a forma como esse conceito vem sendo problematizado, em razão do desafio em que se transformou o deslocamento das pessoas nos grandes centros urbanos, exige uma ampliação de seu significado.
O crescimento desordenado das cidades brasileiras, o adensamento populacional dos grandes centros urbanos, a priorização do carro em detrimento das alternativas de transporte coletivo e a falta de investimentos na infraestrutura viária criaram nos últimos anos um cenário caótico no que diz respeito ao deslocamento das pessoas.
Nos últimos dez anos, grande parte da população dobrou o tempo necessário para ir e vir do trabalho. O resultado é menos tempo para o lazer, para a educação, para o convívio com a família e amigos: uma verdadeira circunstância de exclusão social.
O preço pago pela sociedade por essa situação desastrosa em que se transformou a questão da mobilidade urbana é algo difícil de dimensionar, mas não há dúvidas de que, se nada for feito, a situação ainda pode piorar. Daí, o motivo pelo qual a discussão sobre mobilidade urbana precisa ser realizada com seriedade e urgência tanto pelas autoridades quanto pelo cidadão comum.
Pensar mobilidade urbana vai muito além de restringir a circulação de automóveis, ampliar o número de ciclovias ou de linhas de metrô, de priorizar o transporte coletivo em detrimento do particular.
Significa também encontrar alternativas de inserção segura e confortável de todas as pessoas na dinâmica da cidade, oferecendo múltiplas possibilidades para que elas possam ocupar o espaço público e por ele circular, transformando esse processo numa experiência rica de interação e integração social.
Esse talvez seja o sentido mais profundo que o conceito de mobilidade urbana deva ganhar, enriquecendo o próprio significado que se possa atribuir à ideia de urbanidade e cidadania.
(extraído de http://www.cartaeducacao.com.br/aulas/caminhos-alternativos/15.10.2015)
O autor atribui uma circunstância de exclusão social a:
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Em assessoria de imprensa, é recomendável:
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Na divulgação de um evento que irá acontecer na empresa, a assessoria de imprensa deve:
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A vírgula está bem colocada na alternativa:
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As expressões a seguir são comumente utilizadas no dia-a-dia do jornalista. Todas as descrições estão corretas, exceto a que diz que:
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É comum dizer que uma informação vazou quando:
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Sobre os elementos da linguagem fotográfica, analise os itens abaixo e assinale a alternativa correta.
I. A capacidade para selecionar e dispor os elementos de uma fotografia depende em grande parte do ponto de vista do fotógrafo.
II. Os Planos determinam o distanciamento da câmera em relação ao objeto fotografado, levando-se em conta a organização dos elementos dentro do enquadramento realizado.
III. A maioria dos objetos de uso diário pode ser identificada apenas pelo seu contorno.
IV. A luz é dispensável à fotografia.
V. Linhas e formas podem ser usadas para criar imagens abstratas, subjetivas, ou para desviar a atenção do assunto principal de uma fotografia.
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José Carlos de Souza
Mobilidade urbana é um conceito que essencialmente se refere à ideia de deslocamento de uma pessoa de um ponto a outro da cidade. Numa abordagem mais ampla, ele ainda abrange o conjunto de aspectos que determinam as circunstâncias em que esse deslocamento se realiza: infraestrutura, gestão de trânsito, segurança. No entanto, a forma como esse conceito vem sendo problematizado, em razão do desafio em que se transformou o deslocamento das pessoas nos grandes centros urbanos, exige uma ampliação de seu significado.
O crescimento desordenado das cidades brasileiras, o adensamento populacional dos grandes centros urbanos, a priorização do carro em detrimento das alternativas de transporte coletivo e a falta de investimentos na infraestrutura viária criaram nos últimos anos um cenário caótico no que diz respeito ao deslocamento das pessoas.
Nos últimos dez anos, grande parte da população dobrou o tempo necessário para ir e vir do trabalho. O resultado é menos tempo para o lazer, para a educação, para o convívio com a família e amigos: uma verdadeira circunstância de exclusão social.
O preço pago pela sociedade por essa situação desastrosa em que se transformou a questão da mobilidade urbana é algo difícil de dimensionar, mas não há dúvidas de que, se nada for feito, a situação ainda pode piorar. Daí, o motivo pelo qual a discussão sobre mobilidade urbana precisa ser realizada com seriedade e urgência tanto pelas autoridades quanto pelo cidadão comum.
Pensar mobilidade urbana vai muito além de restringir a circulação de automóveis, ampliar o número de ciclovias ou de linhas de metrô, de priorizar o transporte coletivo em detrimento do particular.
Significa também encontrar alternativas de inserção segura e confortável de todas as pessoas na dinâmica da cidade, oferecendo múltiplas possibilidades para que elas possam ocupar o espaço público e por ele circular, transformando esse processo numa experiência rica de interação e integração social.
Esse talvez seja o sentido mais profundo que o conceito de mobilidade urbana deva ganhar, enriquecendo o próprio significado que se possa atribuir à ideia de urbanidade e cidadania.
(extraído de http://www.cartaeducacao.com.br/aulas/caminhos-alternativos/15.10.2015)
No trecho “O preço pago pela sociedade por essa situação desastrosa em que se transformou a questão da mobilidade urbana é algo difícil de dimensionar, mas não há dúvidas de que, se nada for feito, a situação ainda pode piorar”. A colocação pronominal está correta assim como está na alternativa:
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