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Paciente de 56 anos de idade, sexo masculino, ECOG PS0, queixa-se de congestão nasal progressiva há cerca de um ano, evoluindo nos últimos três meses com anestesia de hemiface esquerda e epistaxe. Ao exame, anestesia em região infraorbitária esquerda. Nasofibroscopia observou lesão ocupando ambas as fossas nasais. Ressonância magnética demonstrou lesão ocupando as fossas nasais, com extensão às paredes mediais de seios maxilares bilateralmente e ocupando todo o seio maxilar esquerdo.
Com referência ao caso precedente e a tumores de seios paranasais, julgue o item subsecutivo.
O paciente em questão tem apresentação clássica de neoplasia maligna de nasofaringe.
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Paciente de 56 anos de idade, sexo masculino, ECOG PS0, queixa-se de congestão nasal progressiva há cerca de um ano, evoluindo nos últimos três meses com anestesia de hemiface esquerda e epistaxe. Ao exame, anestesia em região infraorbitária esquerda. Nasofibroscopia observou lesão ocupando ambas as fossas nasais. Ressonância magnética demonstrou lesão ocupando as fossas nasais, com extensão às paredes mediais de seios maxilares bilateralmente e ocupando todo o seio maxilar esquerdo.
Com referência ao caso precedente e a tumores de seios paranasais, julgue o item subsecutivo.
O tipo histológico mais frequente nos tumores sinonasais é o carcinoma adenoide cístico, cujo desenvolvimento está associado à exposição ocupacional a serragem, compostos contendo níquel e produtos químicos utilizados na produção de couro.
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Paciente de 56 anos de idade, sexo masculino, ECOG PS0, queixa-se de congestão nasal progressiva há cerca de um ano, evoluindo nos últimos três meses com anestesia de hemiface esquerda e epistaxe. Ao exame, anestesia em região infraorbitária esquerda. Nasofibroscopia observou lesão ocupando ambas as fossas nasais. Ressonância magnética demonstrou lesão ocupando as fossas nasais, com extensão às paredes mediais de seios maxilares bilateralmente e ocupando todo o seio maxilar esquerdo.
Com referência ao caso precedente e a tumores de seios paranasais, julgue o item subsecutivo.
O estesioneuroblastoma é um tumor maligno com origem no epitélio olfatório, cujos achados em imuno-histoquímica demonstram forte imunorreatividade para sinaptofisina, proteína S-100.
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Mulher, de 45 anos de idade, buscou auxílio médico, com queixa de nódulo pré-auricular à direita havia um ano, sem comorbidades, nega tabagismo e etilismo. Ao exame físico, verificou-se nódulo duroelástico, móvel e indolor, medindo cerca de 2,0 cm em região pré-auricular direita, com mímica facial preservada.
Considerando esse caso clínico hipotético e assuntos a ele correlatos, julgue o item seguinte.
O tumor benigno de parótida mais comum é o cistoadenoma papilífero linfomatoso, sendo mais comum em homens, podendo ser bilateral em até 20% dos casos.
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Mulher, de 45 anos de idade, buscou auxílio médico, com queixa de nódulo pré-auricular à direita havia um ano, sem comorbidades, nega tabagismo e etilismo. Ao exame físico, verificou-se nódulo duroelástico, móvel e indolor, medindo cerca de 2,0 cm em região pré-auricular direita, com mímica facial preservada.
Considerando esse caso clínico hipotético e assuntos a ele correlatos, julgue o item seguinte.
O tumor de glândula salivar mais comum é o tumor misto (adenoma pleomórfico), que surge, aproximadamente, 60% na parótida, 30% na submandibular e o restante nas glândulas salivares menores.
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Mulher, de 45 anos de idade, buscou auxílio médico, com queixa de nódulo pré-auricular à direita havia um ano, sem comorbidades, nega tabagismo e etilismo. Ao exame físico, verificou-se nódulo duroelástico, móvel e indolor, medindo cerca de 2,0 cm em região pré-auricular direita, com mímica facial preservada.
Considerando esse caso clínico hipotético e assuntos a ele correlatos, julgue o item seguinte.
Das neoplasias malignas de glândula salivar, o tipo histológico mais comum é o carcinoma mucoepidermoide, em segundo o carcinoma adenoide cístico, seguido pelo adenocarcinoma
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Mulher, de 63 anos de idade, hígida, sem passado de tabagismo ou etilismo, refere massa cervical pulsátil à direita há cerca de dois anos. Nega queixas compressivas. Ao exame físico, apresenta nódulo fibroelástico pulsátil, com mobilidade anteroposterior, com menor mobilidade craniocaudal, medindo cerca de 6,0 cm, indolor, localizado em nível II direito. Videonasofibrolaringoscopia não apresentou lesões em trato aerodigestivo superior e demonstrou mobilidade preservada de pregas vocais.
A partir do caso clínico apresentado, julgue o próximo item.
O achado em exame físico de maior mobilidade lateral que craniocaudal é conhecido como sinal de Fontaine; à imuno-histoquímica, esses tumores coram positivamente com enolase neurônio-específica, cromogranina A, sinaptofisina, S-100 e focalmente com proteína acídica fibrilar glial.
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Mulher, de 63 anos de idade, hígida, sem passado de tabagismo ou etilismo, refere massa cervical pulsátil à direita há cerca de dois anos. Nega queixas compressivas. Ao exame físico, apresenta nódulo fibroelástico pulsátil, com mobilidade anteroposterior, com menor mobilidade craniocaudal, medindo cerca de 6,0 cm, indolor, localizado em nível II direito. Videonasofibrolaringoscopia não apresentou lesões em trato aerodigestivo superior e demonstrou mobilidade preservada de pregas vocais.
A partir do caso clínico apresentado, julgue o próximo item.
A principal hipótese diagnóstica para o caso em questão é de glomus de corpo carotídeo, ou paraganglioma de corpo carotídeo. Esses tumores podem estar associados a síndromes genéticas como neoplasia endócrina múltipla tipos 2A e 2B, neurofibromatose tipo 1, doença de Von-Hippel-Lindau e tríade de Carney.
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Mulher, de 63 anos de idade, hígida, sem passado de tabagismo ou etilismo, refere massa cervical pulsátil à direita há cerca de dois anos. Nega queixas compressivas. Ao exame físico, apresenta nódulo fibroelástico pulsátil, com mobilidade anteroposterior, com menor mobilidade craniocaudal, medindo cerca de 6,0 cm, indolor, localizado em nível II direito. Videonasofibrolaringoscopia não apresentou lesões em trato aerodigestivo superior e demonstrou mobilidade preservada de pregas vocais.
A partir do caso clínico apresentado, julgue o próximo item.
A principal hipótese diagnóstica para o caso em tela é um tumor proveniente de células da glia: schwannoma de nervo vago, também conhecido como neurilenoma.
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Com relação aos tumores de oculares e de órbita, julgue o item subsecutivo.
Tumores orbitários podem ser abordados por orbitotomias, enucleação de globo ocular ou exenteração de órbita, a depender de sua localização, dimensões e extensão.
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