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Julgue o próximo item, com relação a pacientes com fissura labiopalatina, uma má formação craniofacial que requer intervenção fonoaudiológica.
Alterações oclusais podem estar presentes nos casos de fissura labiopalatina, principalmente nos casos de fissuras que acometem a maxila e o processo alveolar.
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Julgue o próximo item, com relação a pacientes com fissura labiopalatina, uma má formação craniofacial que requer intervenção fonoaudiológica.
A intervenção fonoaudiológica para correção dos distúrbios obrigatórios começa desde a avaliação por meio da terapia diagnóstica, da seguinte maneira: o clínico guia o paciente a diminuir a pressão intraoral durante a produção de um fonema de pressão e observa o movimento velofaríngeo durante a avaliação instrumental e(ou) a emissão de ar nasal, definindo se há possibilidade de fechamento velofaríngeo e em quais fonemas ele ocorre.
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Julgue o próximo item, com relação a pacientes com fissura labiopalatina, uma má formação craniofacial que requer intervenção fonoaudiológica.
O fonoaudiólogo que atua no tratamento de pacientes com fissura labiopalatina não necessita saber se o paciente apresenta insuficiência ou incompetência velofaríngea, pois a indicação do tratamento é a mesma em qualquer caso.
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Julgue o próximo item, com relação a pacientes com fissura labiopalatina, uma má formação craniofacial que requer intervenção fonoaudiológica.
As alterações de fala decorrentes da disfunção velofaríngea são classificadas em distúrbios obrigatórios e distúrbios compensatórios.
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Julgue o próximo item, com relação a pacientes com fissura labiopalatina, uma má formação craniofacial que requer intervenção fonoaudiológica.
Após correções anatômicas da fissura labiopalatina, alterações como a disfunção velofaríngea podem permanecer, causando prejuízo à inteligibilidade da fala e à comunicação oral do indivíduo.
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Com relação à motricidade orofacial e ao estudo, à pesquisa, à prevenção, à avaliação, ao diagnóstico, ao desenvolvimento, à habilitação, ao aperfeiçoamento e à reabilitação dos aspectos estruturais e funcionais das regiões orofaciais e cervical, julgue o item subsecutivo.
O paciente com queixa de respiração oral não necessita de encaminhamentos para avaliação médica, pois o planejamento terapêutico fonoaudiológico independe de diagnósticos diferenciais.
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Com relação à motricidade orofacial e ao estudo, à pesquisa, à prevenção, à avaliação, ao diagnóstico, ao desenvolvimento, à habilitação, ao aperfeiçoamento e à reabilitação dos aspectos estruturais e funcionais das regiões orofaciais e cervical, julgue o item subsecutivo.
Na avaliação fonoaudiológica dos distúrbios da respiração, não se faz necessária a avaliação de alterações mastigatórias nem de deglutição ou da fala.
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Com relação à motricidade orofacial e ao estudo, à pesquisa, à prevenção, à avaliação, ao diagnóstico, ao desenvolvimento, à habilitação, ao aperfeiçoamento e à reabilitação dos aspectos estruturais e funcionais das regiões orofaciais e cervical, julgue o item subsecutivo.
O fonoaudiólogo deverá realizar avaliação completa da motricidade orofacial, incluindo a verificação da morfologia orofacial, da postura, da mobilidade e do tônus dos órgãos fonoarticulatórios e das funções orofaciais.
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Com relação à motricidade orofacial e ao estudo, à pesquisa, à prevenção, à avaliação, ao diagnóstico, ao desenvolvimento, à habilitação, ao aperfeiçoamento e à reabilitação dos aspectos estruturais e funcionais das regiões orofaciais e cervical, julgue o item subsecutivo.
A respiração oral traz inúmeras consequências, como alterações funcionais e morfológicas orofaciais, bem como alterações da coluna vertebral, da postura corporal, do palato e das arcadas dentárias.
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Com relação às concepções conceituais de linguagem, julgue o item seguinte.
Para a teoria dialética, a linguagem é uma faculdade específica resultante de um saber prévio, como uma criatividade biologicamente determinada.
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