Carlos é funcionário de uma escola. Ele notou uma das
alunas, Carolina, chorando em um canto da escola, na hora
do recreio. Aproximou-se dela e perguntou o que havia acontecido, ao que ela respondeu: “não sei por que a Isabel me
trata assim e me chama de sem-sal; eu nunca fiz nada para
ela!”.
Carlos decidiu ser preciso intervir na situação enfrentada
por Carolina. Qual é a medida aconselhada, segundo
Rosa e Prudente (em Camargo, 2009)?
Carlos é funcionário de uma escola. Ele notou uma das
alunas, Carolina, chorando em um canto da escola, na hora
do recreio. Aproximou-se dela e perguntou o que havia acontecido, ao que ela respondeu: “não sei por que a Isabel me
trata assim e me chama de sem-sal; eu nunca fiz nada para
ela!”.
De acordo com o que apresenta Camargo (2009), qual a
característica do bullying que fica evidenciada na fala de
Carolina?
De acordo com Abramovay et al. (2012), “a escola não
apenas reproduz as violências correntes na sociedade,
mas produz formas próprias, de diversas ordens, tipos e
escalas, que refletem as especificidades de seu cotidiano”. Isso significa que
Quando se discutem as regras escolares, há certo desprestígio e também muitas “incertezas quanto à existência, propriedade e eficácia dos regulamentos”. Para Abramovay et al. (2012), para que a normatividade se torne
modelo coletivo de conduta é preciso que seja
Juliana é funcionária de uma escola. Ao conversar com
um colega, este se queixou, dizendo: “Tem muita criança
de família desestruturada nessa escola. Por isso é que
tem tanto aluno problemático”.
Assinale a alternativa que apresenta uma resposta correta de Juliana a seu colega, se ancorada na perspectiva
defendida por Abramovay et al. (2012).
Para Abramovay et al. (2012), é importante reconhecer a
escola como espaço privilegiado de socialização. A esse
respeito, assinale a alternativa correta, sobre a instituição
escolar.