Foram encontradas 50 questões.
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I. O trecho sublinhado em “basta uma chamada de vídeo para tirar a tarefa da frente” está corretamente substituído do seguinte modo: “tirar-lhe”.
II. Em “a aceleração tecnológica levou aos grilhões da hiperconectividade, que demandam sempre nosso engajamento e mais trabalho”, a supressão da vírgula altera o sentido do trecho.
III. Sem prejuízo para o sentido, o trecho “um pano de fundo que sustenta a virtualidade das relações” está corretamente reescrito da seguinte forma: um pano de fundo no qual se sustenta relações virtuais.
Está correto o que se afirma apenas em
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Leia a letra da canção “Novo mundo”, de Arnaldo Antunes, para responder à questão.
Cada vez mais plástico e menos água
cada vez mais casca e menos substância
o veneno apenas fortalece a praga
e a nau da insensatez sem freio avança
o passado já não traz aprendizado
o futuro se tornou uma ameaça
todo espaço está policiado
e a conduta mais comum é a trapaça
a caixa de pandora escancarada
das redes liberou o ódio anônimo
o medo é a arma mais usada
e a pior derrota é o desânimo
bem-vindo ao novo mundo
que vai se desintegrar no próximo segundo
os emojis são os novos hieróglifos
não há como fugir dos algoritmos
agora querem extinguir os livros
por que será que ainda estamos vivos?<
certezas proliferam nas cabeças
na cela de uma tela estão ilesas
disparam sem parar nos olhos fixos
os movimentos de milhões de pixels
o fato é só mais uma narrativa
na desinformação radioativa
a água ferve no planeta Terra
não há como fugir dessa panela
ANTUNES, Arnaldo. Disponível em: https://www.vagalume.com.br/arnaldo-antunes/novo-mundo-citacao-mundanoh-part-vandal.html
“A nau dos insensatos é uma antiga alegoria muito usada na cultura ocidental, na literatura e nas artes visuais. Imbuída de um senso de autocrítica, ela descreve o mundo e seus habitantes humanos como uma nau, cujos passageiros perturbados não sabem e nem se importam em saber para onde estão indo. Em composições literárias e artísticas dos séculos XV e XVI, o motivo da nau dos insensatos era uma paródia da arca da salvação.”
Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/ Nau_dos_insensatos. Adaptado.
Considerando a alegoria destacada no texto, observa-se no verso “e a nau da insensatez sem freio avança”, sobretudo:
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Leia a letra da canção “Novo mundo”, de Arnaldo Antunes, para responder à questão.
Cada vez mais plástico e menos água
cada vez mais casca e menos substância
o veneno apenas fortalece a praga
e a nau da insensatez sem freio avança
o passado já não traz aprendizado
o futuro se tornou uma ameaça
todo espaço está policiado
e a conduta mais comum é a trapaça
a caixa de pandora escancarada
das redes liberou o ódio anônimo
o medo é a arma mais usada
e a pior derrota é o desânimo
bem-vindo ao novo mundo
que vai se desintegrar no próximo segundo
os emojis são os novos hieróglifos
não há como fugir dos algoritmos
agora querem extinguir os livros
por que será que ainda estamos vivos?<
certezas proliferam nas cabeças
na cela de uma tela estão ilesas
disparam sem parar nos olhos fixos
os movimentos de milhões de pixels
o fato é só mais uma narrativa
na desinformação radioativa
a água ferve no planeta Terra
não há como fugir dessa panela
ANTUNES, Arnaldo. Disponível em: https://www.vagalume.com.br/arnaldo-antunes/novo-mundo-citacao-mundanoh-part-vandal.html
Considerado o contexto, o verbo cujo sujeito é indeterminado, referindo-se à massa humana em geral, está sublinhado em:
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Leia a letra da canção “Novo mundo”, de Arnaldo Antunes, para responder à questão.
Cada vez mais plástico e menos água
cada vez mais casca e menos substância
o veneno apenas fortalece a praga
e a nau da insensatez sem freio avança
o passado já não traz aprendizado
o futuro se tornou uma ameaça
todo espaço está policiado
e a conduta mais comum é a trapaça
a caixa de pandora escancarada
das redes liberou o ódio anônimo
o medo é a arma mais usada
e a pior derrota é o desânimo
bem-vindo ao novo mundo
que vai se desintegrar no próximo segundo
os emojis são os novos hieróglifos
não há como fugir dos algoritmos
agora querem extinguir os livros
por que será que ainda estamos vivos?<
certezas proliferam nas cabeças
na cela de uma tela estão ilesas
disparam sem parar nos olhos fixos
os movimentos de milhões de pixels
o fato é só mais uma narrativa
na desinformação radioativa
a água ferve no planeta Terra
não há como fugir dessa panela
ANTUNES, Arnaldo. Disponível em: https://www.vagalume.com.br/arnaldo-antunes/novo-mundo-citacao-mundanoh-part-vandal.html
Na canção, o autor
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