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Foram encontradas 50 questões.

3711367 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: SEDUC-MT
Leia o texto para responder à questão.
Vivemos num presente alargado, no qual “viver no momento é a paixão dominante”, na definição de Christopher Lasch. O presente se torna alargado à mesma medida que o tempo corre veloz. Essa contradição só pode ser explicada pelo fato de que a aceleração tecnológica, conquanto implique “uma diminuição no tempo necessário para realizar processos cotidianos de produção e reprodução” (o que deveria levar a uma abundância de tempo livre), levou ao acúmulo quantitativo de atividades. Quanto mais a aceleração tecnológica avançou, mais trabalho se acumulou e menos tempo livre sobrou. Se já não temos uma vida profissional, mas especializações, se já não temos espaço para contemplar os locais que cruzamos, mas uma observação dirigida por algoritmos de afinidades eletivas, já deveríamos saber que a aceleração tecnológica levou aos grilhões da hiperconectividade, que demandam sempre nosso engajamento.
O resultado desse processo foi que a contínua aceleração do tempo social tornou o espaço muitas vezes indiferente, um mero detalhe, um pano de fundo que sustenta a virtualidade das relações. Ante a aceleração da vida, concebemos o espaço como um empecilho para aquilo que realmente queríamos fazer. “Ter que ir” e “ter que visitar” se tornaram tarefas “torturantes”, uma vez que basta uma chamada de vídeo para tirar a tarefa da frente. O isolamento tornou-se comum e mesmo os locais que sustentavam a ação da experiência subjetiva aparecem agora como lugares sem histórias, cada vez mais homogeneizados.
BARROS, Douglas. O que é identitarismo? São Paulo: Boitempo, 2024, edição digital. Adaptado.
A frase em que se respeitam as normas da concordância verbal está em:
 

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3711366 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: SEDUC-MT
Leia o texto para responder à questão.
Vivemos num presente alargado, no qual “viver no momento é a paixão dominante”, na definição de Christopher Lasch. O presente se torna alargado à mesma medida que o tempo corre veloz. Essa contradição só pode ser explicada pelo fato de que a aceleração tecnológica, conquanto implique “uma diminuição no tempo necessário para realizar processos cotidianos de produção e reprodução” (o que deveria levar a uma abundância de tempo livre), levou ao acúmulo quantitativo de atividades. Quanto mais a aceleração tecnológica avançou, mais trabalho se acumulou e menos tempo livre sobrou. Se já não temos uma vida profissional, mas especializações, se já não temos espaço para contemplar os locais que cruzamos, mas uma observação dirigida por algoritmos de afinidades eletivas, já deveríamos saber que a aceleração tecnológica levou aos grilhões da hiperconectividade, que demandam sempre nosso engajamento.
O resultado desse processo foi que a contínua aceleração do tempo social tornou o espaço muitas vezes indiferente, um mero detalhe, um pano de fundo que sustenta a virtualidade das relações. Ante a aceleração da vida, concebemos o espaço como um empecilho para aquilo que realmente queríamos fazer. “Ter que ir” e “ter que visitar” se tornaram tarefas “torturantes”, uma vez que basta uma chamada de vídeo para tirar a tarefa da frente. O isolamento tornou-se comum e mesmo os locais que sustentavam a ação da experiência subjetiva aparecem agora como lugares sem histórias, cada vez mais homogeneizados.
BARROS, Douglas. O que é identitarismo? São Paulo: Boitempo, 2024, edição digital. Adaptado.
No contexto em que se encontra, o verbo que admite transposição para a voz passiva está em:
 

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3711365 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: SEDUC-MT
Leia o texto para responder à questão.
Vivemos num presente alargado, no qual “viver no momento é a paixão dominante”, na definição de Christopher Lasch. O presente se torna alargado à mesma medida que o tempo corre veloz. Essa contradição só pode ser explicada pelo fato de que a aceleração tecnológica, conquanto implique “uma diminuição no tempo necessário para realizar processos cotidianos de produção e reprodução” (o que deveria levar a uma abundância de tempo livre), levou ao acúmulo quantitativo de atividades. Quanto mais a aceleração tecnológica avançou, mais trabalho se acumulou e menos tempo livre sobrou. Se já não temos uma vida profissional, mas especializações, se já não temos espaço para contemplar os locais que cruzamos, mas uma observação dirigida por algoritmos de afinidades eletivas, já deveríamos saber que a aceleração tecnológica levou aos grilhões da hiperconectividade, que demandam sempre nosso engajamento.
O resultado desse processo foi que a contínua aceleração do tempo social tornou o espaço muitas vezes indiferente, um mero detalhe, um pano de fundo que sustenta a virtualidade das relações. Ante a aceleração da vida, concebemos o espaço como um empecilho para aquilo que realmente queríamos fazer. “Ter que ir” e “ter que visitar” se tornaram tarefas “torturantes”, uma vez que basta uma chamada de vídeo para tirar a tarefa da frente. O isolamento tornou-se comum e mesmo os locais que sustentavam a ação da experiência subjetiva aparecem agora como lugares sem histórias, cada vez mais homogeneizados.
BARROS, Douglas. O que é identitarismo? São Paulo: Boitempo, 2024, edição digital. Adaptado.
Analise as afirmações.

I. O trecho sublinhado em “basta uma chamada de vídeo para tirar a tarefa da frente” está corretamente substituído do seguinte modo: “tirar-lhe”.
II. Em “a aceleração tecnológica levou aos grilhões da hiperconectividade, que demandam sempre nosso engajamento e mais trabalho”, a supressão da vírgula altera o sentido do trecho.
III. Sem prejuízo para o sentido, o trecho “um pano de fundo que sustenta a virtualidade das relações” está corretamente reescrito da seguinte forma: um pano de fundo no qual se sustenta relações virtuais.

Está correto o que se afirma apenas em
 

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3711364 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: SEDUC-MT
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Vivemos num presente alargado, no qual “viver no momento é a paixão dominante”, na definição de Christopher Lasch. O presente se torna alargado à mesma medida que o tempo corre veloz. Essa contradição só pode ser explicada pelo fato de que a aceleração tecnológica, conquanto implique “uma diminuição no tempo necessário para realizar processos cotidianos de produção e reprodução” (o que deveria levar a uma abundância de tempo livre), levou ao acúmulo quantitativo de atividades. Quanto mais a aceleração tecnológica avançou, mais trabalho se acumulou e menos tempo livre sobrou. Se já não temos uma vida profissional, mas especializações, se já não temos espaço para contemplar os locais que cruzamos, mas uma observação dirigida por algoritmos de afinidades eletivas, já deveríamos saber que a aceleração tecnológica levou aos grilhões da hiperconectividade, que demandam sempre nosso engajamento.
O resultado desse processo foi que a contínua aceleração do tempo social tornou o espaço muitas vezes indiferente, um mero detalhe, um pano de fundo que sustenta a virtualidade das relações. Ante a aceleração da vida, concebemos o espaço como um empecilho para aquilo que realmente queríamos fazer. “Ter que ir” e “ter que visitar” se tornaram tarefas “torturantes”, uma vez que basta uma chamada de vídeo para tirar a tarefa da frente. O isolamento tornou-se comum e mesmo os locais que sustentavam a ação da experiência subjetiva aparecem agora como lugares sem histórias, cada vez mais homogeneizados.
BARROS, Douglas. O que é identitarismo? São Paulo: Boitempo, 2024, edição digital. Adaptado.
O autor emprega paralelismo sintático no trecho:
 

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3711363 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: SEDUC-MT
Leia o texto para responder à questão.
Vivemos num presente alargado, no qual “viver no momento é a paixão dominante”, na definição de Christopher Lasch. O presente se torna alargado à mesma medida que o tempo corre veloz. Essa contradição só pode ser explicada pelo fato de que a aceleração tecnológica, conquanto implique “uma diminuição no tempo necessário para realizar processos cotidianos de produção e reprodução” (o que deveria levar a uma abundância de tempo livre), levou ao acúmulo quantitativo de atividades. Quanto mais a aceleração tecnológica avançou, mais trabalho se acumulou e menos tempo livre sobrou. Se já não temos uma vida profissional, mas especializações, se já não temos espaço para contemplar os locais que cruzamos, mas uma observação dirigida por algoritmos de afinidades eletivas, já deveríamos saber que a aceleração tecnológica levou aos grilhões da hiperconectividade, que demandam sempre nosso engajamento.
O resultado desse processo foi que a contínua aceleração do tempo social tornou o espaço muitas vezes indiferente, um mero detalhe, um pano de fundo que sustenta a virtualidade das relações. Ante a aceleração da vida, concebemos o espaço como um empecilho para aquilo que realmente queríamos fazer. “Ter que ir” e “ter que visitar” se tornaram tarefas “torturantes”, uma vez que basta uma chamada de vídeo para tirar a tarefa da frente. O isolamento tornou-se comum e mesmo os locais que sustentavam a ação da experiência subjetiva aparecem agora como lugares sem histórias, cada vez mais homogeneizados.
BARROS, Douglas. O que é identitarismo? São Paulo: Boitempo, 2024, edição digital. Adaptado.
O termo “mesmo” no trecho “mesmo os locais que sustentavam a ação da experiência subjetiva aparecem agora como lugares sem histórias” assemelha-se, pelo sentido, ao que está sublinhado em:
 

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3711362 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: SEDUC-MT
Leia o texto para responder à questão.
Vivemos num presente alargado, no qual “viver no momento é a paixão dominante”, na definição de Christopher Lasch. O presente se torna alargado à mesma medida que o tempo corre veloz. Essa contradição só pode ser explicada pelo fato de que a aceleração tecnológica, conquanto implique “uma diminuição no tempo necessário para realizar processos cotidianos de produção e reprodução” (o que deveria levar a uma abundância de tempo livre), levou ao acúmulo quantitativo de atividades. Quanto mais a aceleração tecnológica avançou, mais trabalho se acumulou e menos tempo livre sobrou. Se já não temos uma vida profissional, mas especializações, se já não temos espaço para contemplar os locais que cruzamos, mas uma observação dirigida por algoritmos de afinidades eletivas, já deveríamos saber que a aceleração tecnológica levou aos grilhões da hiperconectividade, que demandam sempre nosso engajamento.
O resultado desse processo foi que a contínua aceleração do tempo social tornou o espaço muitas vezes indiferente, um mero detalhe, um pano de fundo que sustenta a virtualidade das relações. Ante a aceleração da vida, concebemos o espaço como um empecilho para aquilo que realmente queríamos fazer. “Ter que ir” e “ter que visitar” se tornaram tarefas “torturantes”, uma vez que basta uma chamada de vídeo para tirar a tarefa da frente. O isolamento tornou-se comum e mesmo os locais que sustentavam a ação da experiência subjetiva aparecem agora como lugares sem histórias, cada vez mais homogeneizados.
BARROS, Douglas. O que é identitarismo? São Paulo: Boitempo, 2024, edição digital. Adaptado.
A conjunção que inicia o trecho “conquanto implique uma diminuição no tempo necessário para realizar processos cotidianos de produção e reprodução’” expressa, no contexto, ideia de
 

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3711361 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: SEDUC-MT
Leia o texto para responder à questão.
Vivemos num presente alargado, no qual “viver no momento é a paixão dominante”, na definição de Christopher Lasch. O presente se torna alargado à mesma medida que o tempo corre veloz. Essa contradição só pode ser explicada pelo fato de que a aceleração tecnológica, conquanto implique “uma diminuição no tempo necessário para realizar processos cotidianos de produção e reprodução” (o que deveria levar a uma abundância de tempo livre), levou ao acúmulo quantitativo de atividades. Quanto mais a aceleração tecnológica avançou, mais trabalho se acumulou e menos tempo livre sobrou. Se já não temos uma vida profissional, mas especializações, se já não temos espaço para contemplar os locais que cruzamos, mas uma observação dirigida por algoritmos de afinidades eletivas, já deveríamos saber que a aceleração tecnológica levou aos grilhões da hiperconectividade, que demandam sempre nosso engajamento.
O resultado desse processo foi que a contínua aceleração do tempo social tornou o espaço muitas vezes indiferente, um mero detalhe, um pano de fundo que sustenta a virtualidade das relações. Ante a aceleração da vida, concebemos o espaço como um empecilho para aquilo que realmente queríamos fazer. “Ter que ir” e “ter que visitar” se tornaram tarefas “torturantes”, uma vez que basta uma chamada de vídeo para tirar a tarefa da frente. O isolamento tornou-se comum e mesmo os locais que sustentavam a ação da experiência subjetiva aparecem agora como lugares sem histórias, cada vez mais homogeneizados.
BARROS, Douglas. O que é identitarismo? São Paulo: Boitempo, 2024, edição digital. Adaptado.
Uma proposição coerente com as ideias expressas no texto é:
 

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3711360 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: SEDUC-MT

Leia a letra da canção “Novo mundo”, de Arnaldo Antunes, para responder à questão.

Cada vez mais plástico e menos água
cada vez mais casca e menos substância
o veneno apenas fortalece a praga
e a nau da insensatez sem freio avança

o passado já não traz aprendizado
o futuro se tornou uma ameaça
todo espaço está policiado
e a conduta mais comum é a trapaça

a caixa de pandora escancarada
das redes liberou o ódio anônimo
o medo é a arma mais usada
e a pior derrota é o desânimo

bem-vindo ao novo mundo
que vai se desintegrar no próximo segundo

os emojis são os novos hieróglifos
não há como fugir dos algoritmos
agora querem extinguir os livros
por que será que ainda estamos vivos?<

certezas proliferam nas cabeças
na cela de uma tela estão ilesas
disparam sem parar nos olhos fixos
os movimentos de milhões de pixels

o fato é só mais uma narrativa
na desinformação radioativa
a água ferve no planeta Terra
não há como fugir dessa panela

ANTUNES, Arnaldo. Disponível em: https://www.vagalume.com.br/arnaldo-antunes/novo-mundo-citacao-mundanoh-part-vandal.html

“A nau dos insensatos é uma antiga alegoria muito usada na cultura ocidental, na literatura e nas artes visuais. Imbuída de um senso de autocrítica, ela descreve o mundo e seus habitantes humanos como uma nau, cujos passageiros perturbados não sabem e nem se importam em saber para onde estão indo. Em composições literárias e artísticas dos séculos XV e XVI, o motivo da nau dos insensatos era uma paródia da arca da salvação.”

Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/ Nau_dos_insensatos. Adaptado.

Considerando a alegoria destacada no texto, observa-se no verso “e a nau da insensatez sem freio avança”, sobretudo:

 

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3711359 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: SEDUC-MT

Leia a letra da canção “Novo mundo”, de Arnaldo Antunes, para responder à questão.

Cada vez mais plástico e menos água
cada vez mais casca e menos substância
o veneno apenas fortalece a praga
e a nau da insensatez sem freio avança

o passado já não traz aprendizado
o futuro se tornou uma ameaça
todo espaço está policiado
e a conduta mais comum é a trapaça

a caixa de pandora escancarada
das redes liberou o ódio anônimo
o medo é a arma mais usada
e a pior derrota é o desânimo

bem-vindo ao novo mundo
que vai se desintegrar no próximo segundo

os emojis são os novos hieróglifos
não há como fugir dos algoritmos
agora querem extinguir os livros
por que será que ainda estamos vivos?<

certezas proliferam nas cabeças
na cela de uma tela estão ilesas
disparam sem parar nos olhos fixos
os movimentos de milhões de pixels

o fato é só mais uma narrativa
na desinformação radioativa
a água ferve no planeta Terra
não há como fugir dessa panela

ANTUNES, Arnaldo. Disponível em: https://www.vagalume.com.br/arnaldo-antunes/novo-mundo-citacao-mundanoh-part-vandal.html

Considerado o contexto, o verbo cujo sujeito é indeterminado, referindo-se à massa humana em geral, está sublinhado em:

 

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3711358 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: SEDUC-MT

Leia a letra da canção “Novo mundo”, de Arnaldo Antunes, para responder à questão.

Cada vez mais plástico e menos água
cada vez mais casca e menos substância
o veneno apenas fortalece a praga
e a nau da insensatez sem freio avança

o passado já não traz aprendizado
o futuro se tornou uma ameaça
todo espaço está policiado
e a conduta mais comum é a trapaça

a caixa de pandora escancarada
das redes liberou o ódio anônimo
o medo é a arma mais usada
e a pior derrota é o desânimo

bem-vindo ao novo mundo
que vai se desintegrar no próximo segundo

os emojis são os novos hieróglifos
não há como fugir dos algoritmos
agora querem extinguir os livros
por que será que ainda estamos vivos?<

certezas proliferam nas cabeças
na cela de uma tela estão ilesas
disparam sem parar nos olhos fixos
os movimentos de milhões de pixels

o fato é só mais uma narrativa
na desinformação radioativa
a água ferve no planeta Terra
não há como fugir dessa panela

ANTUNES, Arnaldo. Disponível em: https://www.vagalume.com.br/arnaldo-antunes/novo-mundo-citacao-mundanoh-part-vandal.html

Na canção, o autor

 

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