Foram encontradas 50 questões.
“A ciência normal, atividade na qual a maioria dos cientistas
emprega inevitavelmente quase todo seu tempo, é baseada no
pressuposto de que a comunidade científica sabe como é o
mundo. Grande parte do sucesso do empreendimento deriva da
disposição da comunidade para defender esse pressuposto – com
custos consideráveis, se necessário. Por exemplo, a ciência
normal frequentemente suprime novidades fundamentais,
porque estas subvertem necessariamente seus compromissos
básicos”.
KUHN, Thomas S. A estrutura das revoluções científicas. São Paulo: Editora Perspectiva, 1998.
Com base na concepção de ciência normal proposta por Thomas Kuhn, o progresso científico se dá quando
KUHN, Thomas S. A estrutura das revoluções científicas. São Paulo: Editora Perspectiva, 1998.
Com base na concepção de ciência normal proposta por Thomas Kuhn, o progresso científico se dá quando
Provas
Questão presente nas seguintes provas
“Cantar, dançar e viver a experiência mágica de suspender o
céu é comum em muitas tradições. Suspender o céu é ampliar o
nosso horizonte; não o horizonte prospectivo, mas um
existencial. É enriquecer as nossas subjetividades, que é a
matéria que este tempo que nós vivemos quer consumir. Se
existe uma ânsia por consumir a natureza, existe também uma
por consumir subjetividades – as nossas subjetividades. Então
vamos vivê-las com a liberdade que formos capazes de inventar,
não botar ela no mercado. Já que a natureza está sendo assaltada
de uma maneira tão indefensável, vamos, pelo menos, ser
capazes de manter nossas subjetividades, nossas visões, nossas
poéticas sobre a existência”.
KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019.
No excerto, Ailton Krenak articula uma crítica que pode ser compreendida, do ponto de vista filosófico, como parte do esforço de descolonização epistêmica, pois
KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019.
No excerto, Ailton Krenak articula uma crítica que pode ser compreendida, do ponto de vista filosófico, como parte do esforço de descolonização epistêmica, pois
Provas
Questão presente nas seguintes provas
“Seria conveniente observar que o ceticismo, como filosofia,
não é simplesmente dúvida, mas o que se pode chamar dúvida
dogmática. O homem de ciência diz: ‘Penso que isto é assim e
assim, mas não tenho certeza’. O homem de curiosidade
intelectual diz: ‘Não sei como é, mas espero descobrir’. O filósofo
cético diz: ‘Ninguém sabe, e ninguém poderá jamais saber’”.
RUSSEL, Bertrand. História da filosofia ocidental – livro primeiro. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1957.
Diante da diferenciação apresentada por Russell, caracteriza-se como um princípio cético:
RUSSEL, Bertrand. História da filosofia ocidental – livro primeiro. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1957.
Diante da diferenciação apresentada por Russell, caracteriza-se como um princípio cético:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
“A filosofia não é como a física. Na física, há um amplo corpo
de verdades estabelecidas que os iniciantes têm de dominar. Na
filosofia, em contraste, tudo é controverso. Algumas das
questões fundamentais ainda estão em disputa. A filosofia é do
início ao fim um exercício de razão. Nós devemos abraçar as
ideias que são mais bem apoiadas pelos argumentos”.
RACHELS, James; RACHELS, Stuart. Os elementos da filosofia moral. Porto Alegre: AMGH, 2013. Adaptado.
Com base no excerto, a natureza do filosofar está relacionada
RACHELS, James; RACHELS, Stuart. Os elementos da filosofia moral. Porto Alegre: AMGH, 2013. Adaptado.
Com base no excerto, a natureza do filosofar está relacionada
Provas
Questão presente nas seguintes provas
“Os ‘positivistas lógicos’ [...] eram chamados assim porque
[...] eram vistos como parte de uma linha de comentários da
ciência que enfatizava o conhecimento científico como o
supremo [...], a mais autêntica forma de conhecimento, obtido
por meio do apoio positivo dado às teorias pelas observações
através do método científico”.
FRENCH, Steven. Ciência: conceitos-chave em filosofia. Porto Alegre: Artmed, 2009.
O grupo mencionado no excerto tinha por objetivo o desenvolvimento de uma filosofia que
FRENCH, Steven. Ciência: conceitos-chave em filosofia. Porto Alegre: Artmed, 2009.
O grupo mencionado no excerto tinha por objetivo o desenvolvimento de uma filosofia que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
“A cultura – feita em série, industrialmente, para o grande
número – passa a ser vista não como instrumento de livre
expressão [...], mas como produto trocável por dinheiro e que
deve ser consumido como se consome qualquer outra coisa. E
produto feito de acordo com as normas gerais em vigor: produto
padronizado, como uma espécie de kit para montar, um tipo de
pré-confecção feito para atender necessidades e gostos médios
de um público que não tem tempo de questionar o que
consome”.
COELHO, Teixeira. O que é indústria cultural. São Paulo: Brasiliense, 2001.
No excerto, a crítica à indústria cultural implica, para a dinâmica do indivíduo em sociedade, a ocorrência de:
COELHO, Teixeira. O que é indústria cultural. São Paulo: Brasiliense, 2001.
No excerto, a crítica à indústria cultural implica, para a dinâmica do indivíduo em sociedade, a ocorrência de:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Pode-se provar a existência de Deus por cinco vias. À primeira
[...] parte do movimento. Nossos sentidos atestam, com toda a
certeza, que neste mundo algumas coisas se movem. Ora, tudo o
que se move é movido por outro. [...] Assim, se o que move é
também movido, o é necessariamente por outro, e este por outro
ainda. Ora, não se pode continuar até o infinito [...]. É então
necessário chegar a um primeiro motor, não movido por nenhum
outro, e este, todos entendem: é Deus.
TOMÁS DE AQUINO. Suma Teológica. Vol. 1. 9. ed. São Paulo: Edições Loyola, 2009.
Na primeira via, Tomás de Aquino explica o movimento com base em um princípio da filosofia clássica, qual seja:
TOMÁS DE AQUINO. Suma Teológica. Vol. 1. 9. ed. São Paulo: Edições Loyola, 2009.
Na primeira via, Tomás de Aquino explica o movimento com base em um princípio da filosofia clássica, qual seja:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A democracia é, como o próprio nome indica, a forma de
governo na qual o povo exerce o poder político. Ora, o povo, viu-se, tem como grau de conhecimento máximo o conhecimento
que Platão designa de opinião [...]. Assim, a rigor, a democracia é
precisamente a forma de governo na qual a opinião pública é
livre para se realizar, por assim dizer.
COMPARINI, Julio de Souza; NUNES, Silvio Gabriel Serrano; TOMELIN, Georghio Alessandro. Democracia e opinião pública em Platão. Cadernos de Ética e Filosofia Política, São Paulo, v. 42, n. 2, p. 40–54, 2º sem. 2023.
Segundo o texto, o fundamento da crítica de Platão à democracia está na
COMPARINI, Julio de Souza; NUNES, Silvio Gabriel Serrano; TOMELIN, Georghio Alessandro. Democracia e opinião pública em Platão. Cadernos de Ética e Filosofia Política, São Paulo, v. 42, n. 2, p. 40–54, 2º sem. 2023.
Segundo o texto, o fundamento da crítica de Platão à democracia está na
Provas
Questão presente nas seguintes provas
“O primeiro a ter a ideia de usar linguagens artificiais na
Lógica foi Gottfried Leibniz, no século XVI. Sua ideia era de
desenvolver uma lingua philosophica, que seria uma linguagem
artificial espelhando a estrutura dos pensamentos. Ao lado disso,
ele propôs o desenvolvimento de um calculus ratiocinator, um
cálculo que permitiria tirar automaticamente conclusões a partir
de premissas representadas na lingua philosophica”.
MORTARI, César A. Introdução à lógica. São Paulo: UNESP, 2001. Adaptado.
De acordo com o excerto, a proposta lógica de Leibniz antecipa uma concepção segundo a qual a
MORTARI, César A. Introdução à lógica. São Paulo: UNESP, 2001. Adaptado.
De acordo com o excerto, a proposta lógica de Leibniz antecipa uma concepção segundo a qual a
Provas
Questão presente nas seguintes provas
“Maquiavel provoca uma ruptura com o saber repetido pelos
séculos. Trata-se de uma indagação radical e de uma nova
articulação sobre o pensar e fazer política [...]. A ordem, produto
necessário da política, [...] tem um imperativo: deve ser
construída pelos homens para se evitar o caos e a barbárie, e,
uma vez alcançada, ela não será definitiva, pois há sempre, em
germe, o seu trabalho em negativo, isto é, a ameaça de que seja
desfeita”.
SADEK, Maria Tereza. “Nicolau Maquiavel: o cidadão sem fortuna, o intelectual de virtù”. In: WEFFORT, Francisco Correia (org.). Os clássicos
da política. São Paulo: Ática, 2006. v. 1.
A ruptura promovida por Maquiavel, mencionada no excerto, põe fim à ideia de que
SADEK, Maria Tereza. “Nicolau Maquiavel: o cidadão sem fortuna, o intelectual de virtù”. In: WEFFORT, Francisco Correia (org.). Os clássicos
da política. São Paulo: Ática, 2006. v. 1.
A ruptura promovida por Maquiavel, mencionada no excerto, põe fim à ideia de que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container