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Paciente masculino, de 25 anos de idade, é trazido pelo pai para pronto atendimento. Apresenta-se com olhar perplexo e atitude suspicaz. Nas últimas três semanas, passou a se isolar, dizia para o pai que não podia sair de casa, pois estava jurado de morte pelos traficantes da área, ouve-os planejando sua morte, diz que seu celular lhe transmite essas informações que escuta, mas que os traficantes o monitoram pelo celular, ouvem tudo o que fala, jogou o celular no rio, mesmo assim ainda consegue escutá-los o ameaçando. Cerca de dois meses depois o paciente encontra-se em remissão do quadro. Considerando esse quadro, o diagnóstico e a conduta apropriada são, respectivamente:
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Paciente masculino, com 12 anos de idade, iniciou acompanhamento aos 07 anos de idade por quadro de dificuldade em interação social e comunicação. A mãe explica que apresentava movimentos repetitivos e estereotipados, principalmente quando se sentia frustrado ou “nervoso”. Não suporta determinados tipos de estímulos sensoriais como locais barulhentos ou o toque de determinados tecidos. Nessas situações fica extremamente agitado, e é cada vez mais difícil controlar a agitação com medidas ambientais. O filho apresenta um IMC atual de 39 kg/cm² e, no último episódio de agitação, a mãe fraturou o braço. A conduta terapêutica ideal é:
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Paciente feminina, com 24 anos de idade, chega ao ambulatório do endocrinologista queixando-se de cansaço e solicitando conduta terapêutica em função de achado de hipovitaminose. Apresenta IMC de 15,8 kg/cm², pele seca. Irregularidade menstrual desde a menarca, mantendo-se até os dias atuais. Relata que não ingere desde a infância alguns tipos de alimentos, pois teme uma má reação de seu organismo. Não come nada que seja amarelo ou tenha corante de qualquer tipo, não ingere alimentos verdes ou fibrosos, incluindo carne vermelha. Nunca foi uma pessoa que gostasse de se alimentar, assim passou a ingerir diversos suplementos alimentares para manter a saúde. Quase não frequenta restaurantes ou bares com os amigos, queixa-se de cansaço excessivo e desânimo. O correto diagnóstico para essa paciente é:
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Mulher de 45 anos de idade chega ao pronto-socorro com discreta sonolência. Ao exame, há rubor e coceira facial, boca seca e miose. Na avaliação dos sinais vitais, a paciente se encontra taquicárdica e levemente hipotensa. O diagnóstico e a conduta apropriada são, respectivamente:
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Policial com 35 anos de idade, 15 anos de profissão, procura atendimento por quadro de insônia, irritabilidade e explosividade. Relata isolamento social, com dificuldade de encontrar amigos ou ir a locais relacionados ao seu trabalho. Acorda inúmeras vezes à noite em função de pesadelos recorrentes, diversos com cenas de sua atuação profissional. Sente constantemente como se seu futuro estivesse abreviado, desesperança. O diagnóstico provável e a conduta indicada, nesse caso, são, respectivamente:
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Mulher de 30 anos de idade é trazida pela família à urgência de um hospital psiquiátrico, pois havia agredido fisicamente a cunhada por esta ter discordado dela. A paciente chega à urgência com quadro de elação do humor, fuga de ideias, irritabilidade e insônia importante. A família relata comportamentos impulsivos que gera risco de vida para a paciente, assim como períodos com humor depressivo e ideação suicida. A abordagem ideal, em relação a esse caso, é:
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Homem de 60 anos de idade, viúvo há 2 meses, procura atendimento ambulatorial com queixa principal de depressão. Diz que viveu 40 anos com a esposa e mora até hoje na mesma casa. Todos os dias sente uma sensação quase constante de vazio, percebe essa sensação e se lembra da esposa, chega a se sentir melhor durante o dia quando está no trabalho, mas ao chegar em casa a sensação de perda, de desesperança e de angústia são importantes. Em viagem recente com os filhos, sentiu-se bem por cerca de duas semanas. Ao voltar, retornou o desejo eventual de morrer, pois sente muita vontade de encontrá-la novamente. Culpabilidade excessiva por não ter dito mais vezes que a ama e pedido desculpas por situações que trouxeram sofrimento para ela. Com relação a esse caso, é correto afirmar que se trata de:
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Paciente feminina de 26 anos de idade, passa a se sentir constantemente preocupada com coisas pequenas do seu dia a dia, como prazos que tenha que cumprir, provas da faculdade e, até mesmo, com compras do supermercado. Essas preocupações parecem estar sempre em seus pensamentos. Há dois meses apresenta- se mais irritada do que o habitual, passou a apresentar insônia intermediária e se sente mais cansada do que o habitual. Percebeu que algo estava mal, pois constatou que só dorme bem caso tenha bebido um copo de vinho. Em relação a esse caso, pode-se afirmar corretamente que o mais provável é tratar-se de:
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Dentre as possíveis comorbidades do transtorno do pânico, aquela que apresente a maior prevalência como comorbidade é:
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Uma das mudanças na estruturação do DSM-5 foi a colocação do transtorno obsessivo compulsivo (TOC) em um capítulo diferente dos transtornos de ansiedade, junto com patologias que têm maior evidência de correlações neurobiológicas, de herdabilidade e de endofenótipo com o TOC. Uma patologia que NÃO faz parte deste capítulo é a:
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