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Considerando as síndromes hemorrágicas, o descolamento prematuro da placenta (DPP) ocorre em aproximadamente 1 a 2% das gestações. É das piores complicações obstétricas, com aumento muito importante da morbimortalidade materna, por maior incidência de hemorragia, de anemias, coagulopatias, hemotransfusões, cesárea, histerectomia e até morte materna; o DPP é descrito como a principal causa de óbito perinatal e a conduta está sempre associada ao grau de descolamento. Quando o parto vaginal é possível se iminente, desde que a vitalidade fetal esteja preservada e não haja comprometimento hemodinâmico materno, o trabalho de parto deve estar em franco progresso, a amniotomia deve ser realizada assim que possível, pois irá diminuir a pressão intrauterina com o escoamento do líquido amniótico, diminuindo tanto o sangramento do leito placentário quanto a passagem para a circulação materna de tromboplastina. Nessas circunstâncias, o descolamento é classificado como de grau:
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As síndromes hemorrágicas são complicações muito frequentes durante a gestação e o enfermeiro obstétrico precisa estar muito atento para junto à equipe médica evitar desfechos desfavoráveis relacionados a essa problemática. As síndromes hemorrágicas mais frequentes na segunda metade da gestação são:
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O abortamento representa uma das principais causas de mortalidade materna no Brasil. Estudo da mortalidade de mulheres de 10 a 49 anos de idade, com pesquisa realizada em 2002, em todas as capitais e no Distrito Federal, evidenciou a permanência de alta taxa de mortalidade materna no país (BRASIL, 2006). Ao lidar com o atendimento ao abortamento, a equipe de saúde necessita refletir sobre a influência de suas convicções pessoais em sua prática profissional, para que dessa forma possa ter uma atitude destituída de julgamentos arbitrários e rotulações. Uma mulher de aproximadamente 30 anos de idade, chega à unidade da saúde, apresentando elevação da temperatura, atraso menstrual, sangramento genital com odor fétido acompanhado de dores abdominais ou eliminação de secreção purulenta através do colo uterino. Esses sintomas correspondem:
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O abortamento é a interrupção da gravidez até a 20a ou 22a semana e com produto da concepção pesando menos que 500g. Aborto é o produto da concepção eliminado. São várias as causas de abortamento, contudo, na maioria das vezes, a causa permanece indeterminada. AMIU (Aspiração Manual Intrauterina) é o procedimento que utiliza cânulas de Karman, com diâmetros variáveis, de 4 a 12mm, acopladas a seringa com vácuo, promovendo a retirada dos restos ovulares mediante raspagem da cavidade uterina por aspiração. Esse procedimento só deve ser utilizado em gestações com idade gestacional (IG) de:
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Os serviços de saúde devem oferecer ações educativas individuais, ao casal e em grupo, e acesso a informações, meios, métodos e técnicas disponíveis para a regulação da fecundidade que não comprometam a vida e a saúde das pessoas, garantindo direitos iguais para a mulher, para o homem ou para o casal, num contexto de escolha livre e informada. A atuação dos profissionais de saúde, no que se refere ao planejamento reprodutivo, envolve, principalmente, três tipos de atividades: aconselhamento, atividades educativas e atividades clínicas. O aconselhamento consiste em:
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As intervenções não farmacológicas têm sido recomendadas para o alívio e o manejo da dor em RN, tendo eficácia comprovada e apresentando baixo risco para os bebês. NÃO representa um procedimento recomendado:
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- Prevenção e Controle da Infecção Relacionada à Assistência em saúde (IRAS)Tipos de Infecções relacionadas à assistência à saúde
A infecção do trato urinário (ITU) é uma complicação comum na gestação. Embora a prevalência das infecções baixas seja similar entre mulheres grávidas e não grávidas, elas representam um aumento do risco para o desenvolvimento de pielonefrite, decorrente das alterações fisiológicas e anatômicas que ocorrem na gestação. Em virtude dessa predisposição, deve ser rotina no pré-natal:
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A experiência de ter um filho inaugura um momento importantíssimo no ciclo vital da mulher e do homem, com grandes repercussões no meio familiar. Isso exige que os profissionais responsáveis pelos cuidados desse momento compreendam os processos psíquicos que se iniciam antes da concepção, permanecem durante o ciclo gravídico-puerperal e instalam-se, para sempre, na vida familiar. Para tanto, o profissional de saúde deve saber que:
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Até algumas décadas atrás, pensava-se que o recém-nascido (RN) era incapaz de sentir dor devido à ausência de mielinização das fibras nervosas, nessa fase do desenvolvimento. Entretanto, estudos demonstraram que os tratos nervosos nociceptivos da medula espinhal e do sistema nervoso central sofrem mielinização completa durante o 2º e 3º trimestres de gestação. São sinais fisiológicos de dor ou estresse no RN:
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Amamentar é muito mais do que alimentar. Além de nutrir, a amamentação promove o vínculo afetivo entre mãe e filho e tem repercussões na habilidade da criança de se defender de infecções, em sua fisiologia e em seu desenvolvimento cognitivo e emocional, e também na saúde física e psíquica da mãe. O profissional de saúde tem papel fundamental na promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno. Para exercer esse papel, o profissional de saúde precisa conhecer a fisiologia da lactação, portanto deve saber que:
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