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“O encaminhamento conduzido de forma não compartilhada faz com que o usuário que necessita de atendimento percorra diversos serviços de saúde e não receba atendimento adequado em nenhum deles.” Andrade et al (2016). Quanto ao cuidado em situações de crise em saúde mental, o encaminhamento evidencia-se como forma de articulação entre os pontos da RAPS. Dentre as características do encaminhamento, os autores citados NÃO incluem:
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Andrade et al (2016) discorrem acerca da articulação entre os pontos da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) no cuidado às situações de crise em saúde mental. Sob essa perspectiva, a conexão entre tais pontos com objetivo da humanização da assistência, do foco em recursos para o tratamento voltado ao sujeito e seus laços sociais e do favorecimento da integração entre distintas especialidades e profissões é estabelecida por:
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Vier & Boarini (2013) descrevem que a história do uso de drogas sempre esteve presente na humanidade. Entretanto, no século XIX, muitos países passaram a adotar medidas referentes ao campo da segurança e da justiça no que tange às drogas ilícitas, sendo a estratégia de guerra às drogas uma parte do modelo de intervenção adotado. A alternativa em que o único elemento que NÃO está incluído em tal estratégia é a:
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Ao falar sobre comunidade, Desviat (2018) comenta que, geralmente, reconhecemos grupos de pessoas que participam de um bem, uma necessidade ou um destino comum. No que diz respeito à atenção comunitária, exige-se um tipo específico de comunidade. Das características citadas abaixo, a que se encontra INCONGRUENTE com o tipo específico de comunidade trazida na discussão feita pelo autor é:
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Desviat (2018) descreve a importância da participação dos movimentos sociais de usuários e familiares nos ganhos obtidos ao longo da luta pela transformação da assistência à saúde mental. Ainda assim, aponta como um futuro compromisso transformar tais ganhos em:
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- Psicologia da SaúdePsicologia e Saúde
- Psicologia da SaúdeEquipes de Saúde, Multidisciplinaridade e Interdisciplinaridade
Andrade, Otani et al (2018), ao tratarem de um dos temas encontrados e definidos em sua pesquisa, afirmaram algumas relações no texto sobre o cuidado em saúde e o trabalho em equipe multiprofissional. Uma afirmativa NÃO condizente com o exposto pelos autores é que:
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Andrade e Otani al (2018) citam o conceito de projeto terapêutico singular (PTS) como instrumento potencial para mudar a prática da clínica tradicional rumo à clínica ampliada. O aparecimento e a valorização de um PTS seguiram do contexto da Reforma Psiquiátrica para o campo da Saúde Coletiva e, posteriormente, tiveram sua recomendação pela Política Nacional de Humanização. Com base nas referências citadas, o PTS é uma:
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- Psicologia da SaúdePsicologia e SaúdeSUS - Serviço Único de Saúde
- Psicologia da SaúdePsicologia Hospitalar
Com a finalidade de trazer ao debate a formação do profissional de psicologia e sua atuação em instituições hospitalares, Ribeiro e Dacal,(2012) discorrem sobre história e construção dos hospitais, suas práticas, tendências e transformações assistenciais no contexto internacional e enfocam a realidade hospitalar brasileira a partir da constituição do SUS. Com base nesses estudos, pode-se afirmar que:
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Na Política Nacional de Humanização (PNH), as diretrizes específicas estão organizadas por níveis de atenção. Considerando a Urgência e Emergência, nos pronto-socorros, nos pronto-atendimentos, na Assistência Pré-Hospitalar e outros, uma diretriz, que se pode citar é comprometer-se com a:
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Na Política Nacional de Humanização (PNH), o princípio do trabalho em equipe estimula a:
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