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Foram encontradas 39 questões.

Señale como errado (E) o correcto (C) el uso del régimen preposicional de los verbos destacados:
( ) No se acostumbra de vivir en este clima.
( ) No te fíes de Pablo.
( ) Este plato sabe a chile.
( ) Me he despertado con ganas de tomar dulce de leche.
( ) Gabriela se acercó de mi padre
 

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Indique a alternativa cuja figura de pensamento é o eufemismo:
 

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Indique a alternativa cuja classificação das palavras em destaque, pela ordem que aparecem na frase a seguir, está correta.
• O discente daquela escola, é para mim o mais estudioso da turma.
 

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Indique a alternativa cujo emprego da vírgula está correto.
 

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Assinale a alternativa cujas palavras em destaque na frase, estão acentuadas corretamente, de acordo com a nova regra ortográfica da língua portuguesa.
 

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Preencha os espaços em branco das frases a seguir craseando corretamente.
• Peguei ___ (a, à) caneta ___ (a, à) direita e escrevi ___ (a, à) poesia de abertura do livro.
• Roberto e Mariano foram ___ (a, à) escolinha de natação rever ___ (as, às) amigas Clara e Rosa.
 

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En cúal de las opciones abajo las palabras siguen esta clasificación según la sílabas tónicas:
1. Esdrújula
2. Llana o Grave
3. Aguda
 

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Variación lingüística
Se entiende por variación lingüística el uso de la lengua condicionado por factores de tipo geográfico, sociocultural, contextual o histórico. La forma como los hablantes emplean una lengua no es uniforme, sino que varía según sus circunstancias personales, el tiempo y el tipo de comunicación en que están implicados. En función del factor que determina el distinto empleo de una misma lengua, se consideran varios tipos de variaciones: la variación funcional o diafásica, la variación sociocultural o diastrática, la variación geográfica o diatópica y la variación histórica o diacrónica.
Con el nacimiento de la sociolingüística en los años 50 y 60 del siglo XX se destaca la importancia de la variación lingüística, si bien la dialectología o geografía lingüística ya había abordado en el siglo XIX el estudio de los dialectos o variedades diatópicas. En el caso del español, por ejemplo, son numerosos los trabajos que muestran la variedad dialectal dentro la unidad lingüística y cultural que caracteriza el español de ambos lados del Atlántico. También son tradicionales los trabajos filológicos sobre historia de la lengua que describen la variación que ha experimentado un idioma a lo largo de los siglos. Por su parte, los estudios en análisis del discurso destacan la proyección de la situación en la forma que adquiere un texto: su objeto de estudio esprecisamente el uso lingüístico determinado por las variables contextuales.
De todos modos, los estudios que interrelacionan los distintos tipos de variedades se desarrollan en el marco de la sociolingüística. La investigación empírica en este campo ha dado lugar al denominado variacionismo o sociolingüística cuantitativa urbana (Labov), rama que estudia la variación lingüística asociada a factores sociales que se dan en un hablante o en una comunidad de hablantes. En el análisis variacionista se parte del concepto de variable lingüística como unidad de análisis. Una variable lingüística es una unidad de la lengua (fónica, léxica, gramatical, discursiva) en cuya realización difieren los hablantes según variables sociales del tipo edad, sexo, nivel sociocultural, lugar de origen o grado de instrucción. Por otro lado, en la moderna sociolingüística se produce un cierto cambio en la percepción y la explicación de la variación diatópica: de concebir la lengua como un sistema propio de una determinada área geográfica, del que se derivarían los usos de las otras áreas, se habría pasado a la conciencia de la variación diatópica, que implica concebir todos las realizaciones lingüísticas como dialectos o variedades geográficas de una misma lengua.
Asesado en: 05 de marzo de 2015. Disponible en: http://cvc.cervantes.es/ensenanza/biblioteca_ele/diccio_ele/diccionario/variacionlinguistica.htm
Señale las corresponde entre las variedades diatópicas y apunte la alternativa correcta:
1. Cuadra A. Piso
2. Departamento B. Ordenador
3. Computadora C. Conducir
4. Durazno D. Melocotón
5. Carro E. Manzana
6. Manejar F. Coche
 

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A questão estão relacionadas ao texto abaixo transcrito.
(14 de março de 1885) (em Crônicas selecionadas: antologia, 2ª edição – São Paulo: Martin Claret, 2013. (Coleção a obra-prima de cada autor; 279). Trata-se de texto escrito por Machado de Assis, jornalista, contista, cronista, poeta, romancista e teatrólogo brasileiro.
Trago aqui no bolso um remédio contra os capoeiras. Nem tenho dúvida em dizer que é muito superior ao célebre Xarope do Bosque, que fez curas admiráveis e até milagrosas, até princípios de 1856, decaindo em seguida, como todas as coisas deste mundo. A minha droga pode dizer-se que tem em si o sinal da imortalidade.
Agora, principalmente, que a guarda urbana foi dissolvida, entregando ontem os refles, receiam alguns que haja uma explosão de capoeiragem (só para os moer), enquanto que outros creem que a substituição da guarda é bastante para fazer recuar os maus e tranquilizar os bons. Hão de perdoar-me: eu estou antes com o receio do que com a esperança, não tanto porque acredite na explosão referida, como porque desejo vender a minha droga. Pode ser que haja nesta confissão uma ou duas gramas de cinismo; mas o cinismo, que é a sinceridade dos patifes, pode contaminar uma consciência reta, pura e elevada, do mesmo modo que o bicho pode roer os mais sublimes livros do mundo.
Vamos, porém, à droga, e comecemos por dizer que estou em desacordo com todos os meus contemporâneos, relativamente ao motivo que leva o capoeira a plantar facadas nas nossas barrigas. Diz-se que é o gosto de fazer mal, de mostrar agilidade e valor, opinião unânime e respeitada como um dogma. Ninguém vê que é simplesmente absurda.
Com efeito, não duvido que um ou outro, excepcionalmente, nutra essa perversão de entranhas; mas a natureza humana não comporta a extensão de tais sentimentos. Não é crível que tamanho número de pessoas se divirtam em rasgar o ventre alheio, só para fazer alguma coisa. Não se trata de vivissecção, em que um certo abuso, por maior que seja, é sempre científico, e com o qual só padece cachorro, que não é gente, como se sabe. Mas como admitir tal coisa com homem e fora do gabinete?
Bastou-me fazer esta reflexão, para descobrir a causa das facadas anônimas e adventícias, e logo o medicamento apropriado. Veja o leitor se não concorda comigo?
Capoeira é homem. Um dos característicos do homem é viver com o seu tempo. Ora, o nosso tempo (nosso e do capoeira) padece de uma coisa que poderemos chamar – erotismo de publicidade. Uns poderão crer que é achaque, outros que é uma recrudescência de energia, porque o sentimento é natural. Seja o que for, o fato existe, e basta andar na aldeia sem ver as casas, para reconhecer que nunca esta espécie de afecção chegou ao grau em que a vemos.
Sou justo. Há casos em que acho a coisa natural. Na verdade, se eu, completando hoje cinquenta anos, janto com a família e dois ou três amigos, por que não farei participante do meu contentamento este respeitável público? Embarco, desembarco, dou ou recebo um mimo, nasce-me um porco com duas cabeças, qualquer caso desses pode muito bem figurar em letra redonda, que dá vida a coisas muito menos interessantes. E, depois, o nome da gente, em letra redonda, tem outra graça, que não em letra manuscrita; sai mais bonito, mais nítido, mete-se pelos olhos dentro, sem contar que pessoas que hão de ler, comprar as folhas, e a gente fica notória sem despender nada. Não nos envergonhemos de viver na rua; é muito mais fresco.
Aqui tocamos o ponto essencial. O capoeira está nesta matéria como Crébilon em matéria de teatro. Perguntou-se a este, por que compunha peças de fazer arrepiar os cabelos; ele respondeu que, tendo Racine tomado o céu para si e Corneille a terra, não lhe restava mais que o inferno em que se meteu. O mesmo acontece ao capoeira. Não pode distribuir mimos espirituais, ou drogas infalíveis, todos os porcos nascem-lhe com uma cabeça, nenhum meio de ocupar os outros com a sua preciosa pessoa. Recorre à navalha, espalha facadas, certo de que os jornais darão notícias das suas façanhas e divulgarão os nomes de alguns.
Já o leitor adivinhou o meu medicamento. Não se pode falar com gente esperta; mal se acaba de dizer uma coisa, conclui logo a coisa restante. Sim, senhor, adivinhou, é isso mesmo: não publicar mais nada, trancar a imprensa às valentias da capoeiragem. Uma vez que se não dê mais notícia, eles recolhem-se às tendas, aborrecidos de ver que a crítica não anima os operosos.
Logo depois a autoridade, tendo à mão algumas associações, becos e suspensórios ainda sem título, entra pelas tendas e oferece aos nossos Aquiles uma compensação de publicidade. Vitória completa: eles aceitam o derivativo, que os traz ao céu de Racine e à terra de Corneille, enquanto as navalhas, restituídas aos barbeiros, passarão a escanhoar os queixos da gente pacífica. Ex fumo dare lucem.
Qual o tema central do texto?
 

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UN HORRIBLE CRIMEN
Luis Mateo Díez
Bajo la luz del fle
xo la mosca se quedó quieta.
Alargué con cuidado el dedo índice de la mano derecha.
Poco antes de aplastarla se oyó un grito, después el golpe del cuerpo que caía.
En seguida llamaron a la puerta de mi habitación.
-La he matado -dijo mi vecino.
-Yo también -musité para mí sin comprenderle.
Las palabras destacadas pueden significar
1. quieta – que no tiene o no hace movimiento.
2. aplastar - deformar una cosa por presión o golpe.
3. musitar - susurrar o hablar entre dientes.
 

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