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Foram encontradas 40 questões.

2099933 Ano: 2021
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: CONTEMAX
Orgão: Pref. Vista Serrana-PB
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Ao atingir o nível , a criança passa a escrever pautando-se na marca da oralidade, considerando que a sílaba será separada em unidades menores. Tem consciência da função social que a escrita traz e que quando se escreve, é para que alguém possa ler. À medida que vão interagindo com a linguagem escrita, vão percebendo que a escrita não é uma representação fiel da fala e aparecem novos problemas de escrita. V/F, T/D, S/Z, J/G, H, O e E final de palavra, a separação das palavras entre outras. Nos primeiros períodos em que a criança apresenta sua escrita alfabética ainda podemos encontrar as seguintes características: - Omissões de letras nas sílabas.

Refere-se a que hipótese da escrita (segundo Emília Ferrero)?

 

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2099932 Ano: 2021
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: CONTEMAX
Orgão: Pref. Vista Serrana-PB
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O conjunto de princípios para explicar a aprendizagem constitui o que se denomina teorias da aprendizagem. Nessa perspectiva, conclui-se, corretamente, que a teoria:

I - Sociocultural tem como base a ideia de que a aprendizagem ocorre, principalmente, em processos de relações sociais, com a ajuda de pessoas mais experientes.

II - Sociocultural tem como base a ideia de que a aprendizagem é, diretamente, ligada à maturação e à inteligência emocional dos sujeitos aprendentes.

III - Comportamentalista tem como base a ideia de que a aprendizagem é processo subjetivo, diretamente, ligado às estruturas psicogenéticas dos sujeitos.

IV – Existencial tem-se o abandono das posições normativas e prescritivas do conhecimento e a adoção de posições explicativas e descritivas desse processo.

Somente está correto o apresentado em:

 

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2099931 Ano: 2021
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: CONTEMAX
Orgão: Pref. Vista Serrana-PB
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Referente à avaliação quantitativa – ANTROPOMETRIA, pode-se afirmar:

I – Os instrumentos padronizados utilizados na Antropometria são os paquímetros, feitos de metal;

II – A fita métrica é um dos instrumentos utilizado na Antropometria;

III – O paquímetro mede distâncias lineares projetivas entre 02 pontos no mesmo plano ou em planos vizinhos, como por exemplo altura do lábio inferior e altura do filtro;

 

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2099930 Ano: 2021
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: CONTEMAX
Orgão: Pref. Vista Serrana-PB
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A lei orgânica de saúde 8080/90 relata que o controle da prestação de serviços para recomendar e adotar as medidas de prevenção e controle das doenças ou agravos é área de abrangência da:
 

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2099929 Ano: 2021
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: CONTEMAX
Orgão: Pref. Vista Serrana-PB
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De acordo com os parâmetros assistenciais do Conselho Federal de Fonoaudiologia – CFFa, a análise acústica da voz e da fala tem como dimensionamento:
 

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2099928 Ano: 2021
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: CONTEMAX
Orgão: Pref. Vista Serrana-PB
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Pela classificação de Davis (1970-1978), Grau de handicap Severo tem como limiar auditivo a média tonal:
 

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2099927 Ano: 2021
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: CONTEMAX
Orgão: Pref. Vista Serrana-PB
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Pela Classificação de BIAP (1996), na deficiência auditiva moderada a fala é percebida se a voz é elevada; o sujeito entende melhor quando olha a pessoa que fala; percebe alguns ruídos familiares. Qual das médias tonais, abaixo, não se enquadra nessa classificação?
 

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Considere os seguintes símbolos representado as operações lógicas referidas:

. = E

• + := OU (não exclusivo)

• ⊕ := OU (exclusivo)

Enunciado 2099911-1 := NÃO A

Seja a tabela verdade abaixo.

Enunciado 2099911-2

A coluna x é obtida pela seguinte operação:

 

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2099892 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: CONTEMAX
Orgão: Pref. Vista Serrana-PB
TEXTO

Você reconhece quando chega a felicidade?
Ana Paula Padrão
Tenho uma forte antipatia pela obrigação de ser feliz que acompanha o Carnaval. Quem foge da folia ganha o rótulo de antissocial, depressivo ou chato. Nada contra o Carnaval. Apenas contra essa confusão de conceitos. Uma festa alegre não significa que você esteja plenamente feliz. E forçar uma situação de felicidade tem tudo para terminar em arrependimento e frustração. Aliás, você reconhece a felicidade quando ela chega? Sabe que está sendo feliz naquele momento? Espere um pouco antes de responder. Pense de novo.
Estamos falando de felicidade! Não de uma alegria qualquer. E qual é a diferença? Bem, descrever a felicidade não é fácil. Ela é muito recatada. Não fica ali, posando para foto, sabe? Mas um Manual de Reconhecimento da Felicidade diria mais ou menos o seguinte: Ela é mansa. Não faz barulho. Ao mesmo tempo é farta. Quando chega, ocupa um espaço danado. Apesar disso, você quase não repara que ela está ali. Se chamar a atenção, não é ela. É euforia. Alegria. A licenciosidade de uma noite de Carnaval. Ou um reles frenesi qualquer, disfarçado de felicidade.
A dita cuja é discreta. Discretíssima. E muito tranquila. Ela te faz dormir melhor. E olha, vou te contar uma coisa: a felicidade é inimiga da ansiedade. As duas não podem nem se ver. Essa é a melhor pista para o seu Manual de Reconhecimento da Felicidade. Se você se apaixonou e está naquela fase de pura ansiedade, mesmo que esteja superfeliz, não é felicidade. É excitação. Paixonite. Quando a ansiedade for embora, pode ser que a felicidade chegue. Mas ninguém garante.
É temperamental, a felicidade. Não vem por qualquer coisa. E para ficar então… hi, não conheço nenhum caso de alguém que a tenha tido por perto a vida inteira. Por isso é tão importante reconhecê-la quando ela chega. Entendeu agora por que a minha pergunta? Será que você sabe mesmo quando está feliz? Ou será que você só consegue saber que foi feliz quando a felicidade já passou?
Eu estudo muito a felicidade. Mas não consigo reconhecê-la. Talvez porque eu seja péssima fisionomista. Ou porque ela seja muito mais esperta do que eu. Mais sábia. Fato é que eu só sei que fui feliz depois. No futuro. Olho para o passado e reconheço: “Nossa, como eu fui feliz naquela época!” Mas no presente ela sempre me dá uma rasteira. Ando por aí, feliz da vida e nem sei que estou nesse estado. Por isso aproveito menos do que poderia a graça que é ter assim, tão pertinho, a tal da felicidade.
Nos últimos tempos, dei para fazer uma lista de momentos felizes. E aqui é importante deixar claro que esses momentos devem durar um certo período de tempo. Um episódio isolado feliz – como quatro dias de Carnaval, por exemplo – não significa felicidade. A felicidade, quando vem, não vem de passagem. Não dura para sempre, mas dura um tempinho. Gosta de uma certa estabilidade, a danada! O problema é saber que ela está ali na hora em que ela está ali. Mas, voltando à lista, até que ela é longa.
Já fui bastante feliz. Talvez não na maior parte do tempo. Mas acho que ninguém é. A lista é um grande exercício. Sabendo quando você foi feliz, é mais fácil descobrir por que você foi feliz. Para ser ainda mais funcional, é bom que a lista seja cronológica. Lendo a minha, constato que fico cada vez mais feliz e por mais tempo. Será que ela está aqui agora? Não sei dizer. Mas a paz de que desfruto agora é um sintoma dela.
E isso não tem nada a ver com a tal obrigação de ser feliz desfilando no Sambódromo. Continuo meus estudos. Já tenho certeza de que hoje sou mais amiga da felicidade do que jamais fui em qualquer tempo.
Disponível em: https://istoe.com.br/190975_VOCE+RECONHECE+Q UANDO+CHEGA+A+FELICIDADE+/
Em relação aos elementos coesivos empregados no texto, assinale a opção em que o elemento destacado NÃO apresenta papel anafórico:
 

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2099891 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: CONTEMAX
Orgão: Pref. Vista Serrana-PB
TEXTO

Você reconhece quando chega a felicidade?
Ana Paula Padrão
Tenho uma forte antipatia pela obrigação de ser feliz que acompanha o Carnaval. Quem foge da folia ganha o rótulo de antissocial, depressivo ou chato. Nada contra o Carnaval. Apenas contra essa confusão de conceitos. Uma festa alegre não significa que você esteja plenamente feliz. E forçar uma situação de felicidade tem tudo para terminar em arrependimento e frustração. Aliás, você reconhece a felicidade quando ela chega? Sabe que está sendo feliz naquele momento? Espere um pouco antes de responder. Pense de novo.
Estamos falando de felicidade! Não de uma alegria qualquer. E qual é a diferença? Bem, descrever a felicidade não é fácil. Ela é muito recatada. Não fica ali, posando para foto, sabe? Mas um Manual de Reconhecimento da Felicidade diria mais ou menos o seguinte: Ela é mansa. Não faz barulho. Ao mesmo tempo é farta. Quando chega, ocupa um espaço danado. Apesar disso, você quase não repara que ela está ali. Se chamar a atenção, não é ela. É euforia. Alegria. A licenciosidade de uma noite de Carnaval. Ou um reles frenesi qualquer, disfarçado de felicidade.
A dita cuja é discreta. Discretíssima. E muito tranquila. Ela te faz dormir melhor. E olha, vou te contar uma coisa: a felicidade é inimiga da ansiedade. As duas não podem nem se ver. Essa é a melhor pista para o seu Manual de Reconhecimento da Felicidade. Se você se apaixonou e está naquela fase de pura ansiedade, mesmo que esteja superfeliz, não é felicidade. É excitação. Paixonite. Quando a ansiedade for embora, pode ser que a felicidade chegue. Mas ninguém garante.
É temperamental, a felicidade. Não vem por qualquer coisa. E para ficar então… hi, não conheço nenhum caso de alguém que a tenha tido por perto a vida inteira. Por isso é tão importante reconhecê-la quando ela chega. Entendeu agora por que a minha pergunta? Será que você sabe mesmo quando está feliz? Ou será que você só consegue saber que foi feliz quando a felicidade já passou?
Eu estudo muito a felicidade. Mas não consigo reconhecê-la. Talvez porque eu seja péssima fisionomista. Ou porque ela seja muito mais esperta do que eu. Mais sábia. Fato é que eu só sei que fui feliz depois. No futuro. Olho para o passado e reconheço: “Nossa, como eu fui feliz naquela época!” Mas no presente ela sempre me dá uma rasteira. Ando por aí, feliz da vida e nem sei que estou nesse estado. Por isso aproveito menos do que poderia a graça que é ter assim, tão pertinho, a tal da felicidade.
Nos últimos tempos, dei para fazer uma lista de momentos felizes. E aqui é importante deixar claro que esses momentos devem durar um certo período de tempo. Um episódio isolado feliz – como quatro dias de Carnaval, por exemplo – não significa felicidade. A felicidade, quando vem, não vem de passagem. Não dura para sempre, mas dura um tempinho. Gosta de uma certa estabilidade, a danada! O problema é saber que ela está ali na hora em que ela está ali. Mas, voltando à lista, até que ela é longa.
Já fui bastante feliz. Talvez não na maior parte do tempo. Mas acho que ninguém é. A lista é um grande exercício. Sabendo quando você foi feliz, é mais fácil descobrir por que você foi feliz. Para ser ainda mais funcional, é bom que a lista seja cronológica. Lendo a minha, constato que fico cada vez mais feliz e por mais tempo. Será que ela está aqui agora? Não sei dizer. Mas a paz de que desfruto agora é um sintoma dela.
E isso não tem nada a ver com a tal obrigação de ser feliz desfilando no Sambódromo. Continuo meus estudos. Já tenho certeza de que hoje sou mais amiga da felicidade do que jamais fui em qualquer tempo.
Disponível em: https://istoe.com.br/190975_VOCE+RECONHECE+Q UANDO+CHEGA+A+FELICIDADE+/
Os vocábulos abaixo, retirados do texto, passaram pelo mesmo processo de formação de palavras, com EXCEÇÃO da alternativa:
 

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