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Adam Smith tomou nota da proibição absoluta que a Grã-Bretanha tinha imposto às suas
colônias da América do Norte de não construírem fornos para aço ou usinas de laminação; nem
fabricarem artigos acabados de ferro e aço, mesmo para seu próprio consumo [...]. Consciente
da injustiça de tais medidas, Smith condenou-as como “violação manifesta dos mais sagrados
direitos da humanidade”.
(LANDES, David. A riqueza e a pobreza das nações: por que algumas são tão ricas e outras são tão pobres.
Rio de Janeiro: Campus, 1998, p.345)
Adam Smith, ao considerar injustas as iniciativas da Grã-Bretanha no sentido de enquadrar a produção e circulação comercial de suas colônias na América,
Adam Smith, ao considerar injustas as iniciativas da Grã-Bretanha no sentido de enquadrar a produção e circulação comercial de suas colônias na América,
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A transformação dos Direitos do Homem nos direitos dos sans-culottes foi o ponto de inflexão
não só da Revolução Francesa como de todas as revoluções que se seguiram. Isso se deve em
não pequena medida ao fato de que Karl Marx, o maior teórico das revoluções de todos os
tempos, estava muito mais interessado na história do que na política e, portanto, deixou
praticamente de lado as intenções originais das revoluções, a instauração da liberdade e
concentrou a atenção de forma quase exclusiva no curso aparentemente objetivo dos
acontecimentos revolucionários. Em outras palavras, levou mais de meio século para que a
transformação dos Direitos do Homem nos direitos dos sans-cullotes, a renuncia à liberdade
perante os ditames das necessidades, encontrasse o seu teórico.
(ARENDT, Hannah. Sobre a Revolução. São Paulo: Cia. das Letras, 2011, p.94-95)
Para Hannah Arendt, a concepção de revolução em Karl Marx orientou-lhe a interpretação
(ARENDT, Hannah. Sobre a Revolução. São Paulo: Cia. das Letras, 2011, p.94-95)
Para Hannah Arendt, a concepção de revolução em Karl Marx orientou-lhe a interpretação
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[...]. Nos momentos de crise e mudanças históricas profundas - instauração do Império,
Proclamação da República, Revolução de 30 e Estado Novo -, as elites intelectuais marcaram
presença no cenário político, defendendo o direito de interferirem no processo de organização
nacional. [...]. É a partir da década de 1930 que elas passaram sistematicamente a direcionar
sua atuação para o âmbito do Estado, tendendo a identificá-lo como a representação superior da
ideia de nação. [...] (adaptada).
(VELLOSO, Monica Pimenta. Os intelectuais e a política cultural do Estado Novo. p,145-179. In.: FERREIRA, Jorge; DELGADO, Lucília de Almeida Neves. O Brasil Republicano – o tempo do nacional-estatismo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007.v.2. p. 147-148).
O Governo Vargas caracterizou-se pela forte presença de intelectuais em cargos e funções estratégicas, com objetivo de fomentar na população brasileira um sentimento e um comportamento comum ao fortalecimento da nação, observados
(VELLOSO, Monica Pimenta. Os intelectuais e a política cultural do Estado Novo. p,145-179. In.: FERREIRA, Jorge; DELGADO, Lucília de Almeida Neves. O Brasil Republicano – o tempo do nacional-estatismo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007.v.2. p. 147-148).
O Governo Vargas caracterizou-se pela forte presença de intelectuais em cargos e funções estratégicas, com objetivo de fomentar na população brasileira um sentimento e um comportamento comum ao fortalecimento da nação, observados
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- História GeralConflitos/Revoluções/Guerras 2Período Entre-Guerras; Crise de 1929 e seus desdobramentos
Na verdade, mesmo os orgulhosos EUA, longe de serem um porto seguro das convulsões de
continentes menos afortunados, se tornaram epicentro deste que foi o maior terremoto global
medido na escala Richter dos historiadores econômicos - a Grande Depressão do entreguerras.
Em suma: entre as guerras, a economia mundial capitalista pareceu desmoronar. Ninguém sabia
exatamente como se poderia recuperá-la. [...]
(HOBSBAWM, Eric. Era dos Extremos – O breve século XX 1914-1991. 2.ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2002).
O fragmento do livro de Eric Hobsbawm menciona a Grande Depressão que levou o presidente norteamericano Franklin Delano Roosevelt a aplicar um plano econômico, com o objetivo de resgatar o crescimento do país e, simultaneamente,
(HOBSBAWM, Eric. Era dos Extremos – O breve século XX 1914-1991. 2.ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2002).
O fragmento do livro de Eric Hobsbawm menciona a Grande Depressão que levou o presidente norteamericano Franklin Delano Roosevelt a aplicar um plano econômico, com o objetivo de resgatar o crescimento do país e, simultaneamente,
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De fato, no século XII as escolas se fixam, se organizam, se corporativizam, dando origem às
universidades. Na verdade, universitas designava qualquer comunidade ou associação, com o
termo passando a ser usado exclusivamente para uma corporação de professores e alunos apenas
a partir de fins do século XIV.
(FRANCO JR., Hilário. Idade Média: o nascimento do Ocidente. São Paulo: Brasiliense, 2001, p.117)
O surgimento das universidades no Ocidente, no período destacado no texto, é explicado
(FRANCO JR., Hilário. Idade Média: o nascimento do Ocidente. São Paulo: Brasiliense, 2001, p.117)
O surgimento das universidades no Ocidente, no período destacado no texto, é explicado
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[...]. Do Estado moderno, ‘da geração’, nas palavras de Hobbes, ‘daquele grande Leviatã, ou
antes daquele Deus Mortal, ao qual devemos, abaixo do Deus Imortal, nossa paz e defesa’,
ousaria dizer, concluindo, que os italianos o criaram, os franceses e ingleses o desenvolveram e
aos alemães restou o consolo de o interpretarem.
(FLORENZANO,Modesto. Sobre as Origens e o Desenvolvimento do Estado Moderno no Ocidente.p.37. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/ln/n71/01.pdf. Acesso em 06/11/2019.)
No processo de formação do Estado Moderno,
(FLORENZANO,Modesto. Sobre as Origens e o Desenvolvimento do Estado Moderno no Ocidente.p.37. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/ln/n71/01.pdf. Acesso em 06/11/2019.)
No processo de formação do Estado Moderno,
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[...]. A Igreja recomendava aos pais batizar seus filhos assim que possível. O batismo de crianças livres ou
escravas era ministrado por párocos ou capelães, sem delongas, para garantir aos inocentes que
morressem a chance de ir direto ao Céu sem passar pelo Purgatório. Escravos adultos eram batizados em
ritos extremamente sumários e, na maior parte, coletivos. Na intimidade, a preocupação com o
crescimento dos filhos era recorrente. Testamentos feitos entre os séculos XVII e XVIII registram
instantâneos de como se concebia a criação da prole: aos machos devia se ensinar a ler, escrever e
contar. s fêmeas, coser, lavar e os bons costumes; ambos deviam sempre ‘apartar-se do mal e chegarse ao bem [...].
(PRIORE, Mary Del. Ritos da vida privada. p.276-330. In: SOUZA, Laura de Mello. (Orgs.). História da Vida Privada no Brasil – Cotidiano e vida privada na América portuguesa. São Paulo: Companhia das Letras, 1997. v.1. p. 311).
A privacidade na colônia era realizada mediante diversos ritos cotidianos que
(PRIORE, Mary Del. Ritos da vida privada. p.276-330. In: SOUZA, Laura de Mello. (Orgs.). História da Vida Privada no Brasil – Cotidiano e vida privada na América portuguesa. São Paulo: Companhia das Letras, 1997. v.1. p. 311).
A privacidade na colônia era realizada mediante diversos ritos cotidianos que
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A história da Grécia e de Roma é testemunha e exemplo da estreita relação que há entre as ideias
da inteligência humana e o estado social de um povo. Observai as instituições dos antigos, sem
atentar para suas crenças; achá-las-eis obscuras, bizarras, inexplicáveis. Por que havia patrícios e
plebeus, patrões e clientes, eupátridas e tetas, e de onde vêm as diferenças nativas e indeléveis
que encontramos entre essas classes? Que significam essas instituições lacedemonianas, que nos
parecem tão contrárias à natureza? [...].
Disponivel: http://bibliotecadigital.puc-campinas.edu.br/services/e-books. Acesso em 09/11/2019.
O historiador francês Numa Denis Fustel de Coulanges, na obra acima, analisa a formação e o desenvolvimento das cidades antigas, ressaltando aspectos das civilizações grega e romana, como
Disponivel: http://bibliotecadigital.puc-campinas.edu.br/services/e-books. Acesso em 09/11/2019.
O historiador francês Numa Denis Fustel de Coulanges, na obra acima, analisa a formação e o desenvolvimento das cidades antigas, ressaltando aspectos das civilizações grega e romana, como
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O corpo escravo se constitui assim como o horizonte fantasmático universal das relações
sociais, como se o colonizador tivesse conseguido instaurar sua exploração do corpo da terra
como metáfora última das relações sociais. E, de fato, o corpo escravo é onipresente. Os jornais
nos falam regularmente da escravatura que ainda existe e que a polícia persegue. E há aquela
que a polícia não persegue. Um mal-estar permanente nas classes privilegiadas, com relação às
condições de indigência de uma grande parte da população, manifesta o sentimento de que
algo, no vínculo empregatício, ainda participe ou possa participar da escravatura.
(CALLIGARIS, Contardo. Hello, Brasil! – psicanálise da estranha civilização brasileira. São Paulo: Três Estrelas, 2017)
O texto conduz o leitor a uma reflexão em torno
O texto conduz o leitor a uma reflexão em torno
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Em setembro de 1914, em declarações citadas pela imprensa norte-americana, o biólogo
alemão e filósofo Ernst Haeckel fez a primeira referência registrada ao conflito como “Primeira
Guerra Mundial”, em sua previsão de que a luta que começava “se tornaria a primeira Guerra
Mundial no sentido pleno da palavra”. O rótulo de “Primeira Guerra Mundial” só se tornaria
corrente depois de 1939, quando a revista Time e uma série de outras publicações
popularizaram seu uso como corolário da expressão “Segunda Guerra Mundial”.
( SONDHAUSS, Lawrence. A Primeira Guerra Mundial. São Paulo: Contexto, 2013, p.13)
Para o autor, a definição “Primeira Guerra Mundial” atribuída ao conflito ocorrido entre 1914 e 1918 é considerada a expressão
Para o autor, a definição “Primeira Guerra Mundial” atribuída ao conflito ocorrido entre 1914 e 1918 é considerada a expressão
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