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Foram encontradas 40 questões.

2903175 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: PS Concursos
Orgão: Pref. Sombrio-SC
Das vantagens de ser bobo

O bobo, por não se ocupar com ambições, tem tempo para ver, ouvir e tocar no mundo.

– O bobo é capaz de ficar sentado quase sem se mexer por duas horas. Se perguntado por que não faz alguma coisa, responde: “Estou fazendo. Estou pensando.”

– Ser bobo às vezes oferece um mundo de saída porque os espertos só se lembram de sair por meio da esperteza, e o bobo tem originalidade, espontaneamente lhe vem à ideia.

– O bobo tem oportunidade de ver coisas que os espertos não veem.

– Os espertos estão sempre tão atentos às espertezas alheias que se descontraem diante dos bobos, e estes os veem como simples pessoas humanas. – O bobo ganha liberdade e sabedoria para viver.

– O bobo nunca parece ter tido vez. No entanto, muitas vezes o bobo é um Dostoiévski.

– Há desvantagem, obviamente. Uma boba, por exemplo, confiou na palavra de um desconhecido para a compra de um ar-refrigerado de segunda mão: ele disse que o aparelho era novo, praticamente sem uso porque se mudara para a Gávea onde é fresco. Vai a boba e compra o aparelho sem vê-lo sequer. Resultado: não funciona. Chamado um técnico, a opinião deste era a de que o aparelho estava tão estragado que o conserto seria caríssimo: mais valia comprar outro.

– Mas, em contrapartida, a vantagem de ser bobo é ter boa-fé, não desconfiar, e portanto estar tranquilo. Enquanto o esperto não dorme à noite com medo de ser ludibriado.

– O esperto vence com úlcera no estômago. O bobo nem nota que venceu.

– Aviso: não confundir bobos com burros.

– Desvantagem: pode receber uma punhalada de quem menos espera. É uma das tristezas que o bobo não prevê. César terminou dizendo a frase célebre: “Até tu, Brutus?”

[...]

É que só o bobo é capaz de excesso de amor. E só o amor faz o bobo.
Clarice Lispector
A respeito da partícula destacada abaixo, assinale a alternativa que apresente a sua classificação morfológica bem como a explicação adequada de seu uso:
Ah, quantos perdem por não nascer em Minas!
Alternativas:
 

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2903174 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: PS Concursos
Orgão: Pref. Sombrio-SC
Das vantagens de ser bobo

O bobo, por não se ocupar com ambições, tem tempo para ver, ouvir e tocar no mundo.

– O bobo é capaz de ficar sentado quase sem se mexer por duas horas. Se perguntado por que não faz alguma coisa, responde: “Estou fazendo. Estou pensando.”

– Ser bobo às vezes oferece um mundo de saída porque os espertos só se lembram de sair por meio da esperteza, e o bobo tem originalidade, espontaneamente lhe vem à ideia.

– O bobo tem oportunidade de ver coisas que os espertos não veem.

– Os espertos estão sempre tão atentos às espertezas alheias que se descontraem diante dos bobos, e estes os veem como simples pessoas humanas. – O bobo ganha liberdade e sabedoria para viver.

– O bobo nunca parece ter tido vez. No entanto, muitas vezes o bobo é um Dostoiévski.

– Há desvantagem, obviamente. Uma boba, por exemplo, confiou na palavra de um desconhecido para a compra de um ar-refrigerado de segunda mão: ele disse que o aparelho era novo, praticamente sem uso porque se mudara para a Gávea onde é fresco. Vai a boba e compra o aparelho sem vê-lo sequer. Resultado: não funciona. Chamado um técnico, a opinião deste era a de que o aparelho estava tão estragado que o conserto seria caríssimo: mais valia comprar outro.

– Mas, em contrapartida, a vantagem de ser bobo é ter boa-fé, não desconfiar, e portanto estar tranquilo. Enquanto o esperto não dorme à noite com medo de ser ludibriado.

– O esperto vence com úlcera no estômago. O bobo nem nota que venceu.

– Aviso: não confundir bobos com burros.

– Desvantagem: pode receber uma punhalada de quem menos espera. É uma das tristezas que o bobo não prevê. César terminou dizendo a frase célebre: “Até tu, Brutus?”

[...]

É que só o bobo é capaz de excesso de amor. E só o amor faz o bobo.
Clarice Lispector
Ao utilizar a célebre frase de Júlio César “Até tu, Brutus”, a autora estabelece com este fato histórico uma relação intertextual. A autora pretende com isso:
 

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2903173 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: PS Concursos
Orgão: Pref. Sombrio-SC
Das vantagens de ser bobo

O bobo, por não se ocupar com ambições, tem tempo para ver, ouvir e tocar no mundo.

– O bobo é capaz de ficar sentado quase sem se mexer por duas horas. Se perguntado por que não faz alguma coisa, responde: “Estou fazendo. Estou pensando.”

– Ser bobo às vezes oferece um mundo de saída porque os espertos só se lembram de sair por meio da esperteza, e o bobo tem originalidade, espontaneamente lhe vem à ideia.

– O bobo tem oportunidade de ver coisas que os espertos não veem.

– Os espertos estão sempre tão atentos às espertezas alheias que se descontraem diante dos bobos, e estes os veem como simples pessoas humanas. – O bobo ganha liberdade e sabedoria para viver.

– O bobo nunca parece ter tido vez. No entanto, muitas vezes o bobo é um Dostoiévski.

– Há desvantagem, obviamente. Uma boba, por exemplo, confiou na palavra de um desconhecido para a compra de um ar-refrigerado de segunda mão: ele disse que o aparelho era novo, praticamente sem uso porque se mudara para a Gávea onde é fresco. Vai a boba e compra o aparelho sem vê-lo sequer. Resultado: não funciona. Chamado um técnico, a opinião deste era a de que o aparelho estava tão estragado que o conserto seria caríssimo: mais valia comprar outro.

– Mas, em contrapartida, a vantagem de ser bobo é ter boa-fé, não desconfiar, e portanto estar tranquilo. Enquanto o esperto não dorme à noite com medo de ser ludibriado.

– O esperto vence com úlcera no estômago. O bobo nem nota que venceu.

– Aviso: não confundir bobos com burros.

– Desvantagem: pode receber uma punhalada de quem menos espera. É uma das tristezas que o bobo não prevê. César terminou dizendo a frase célebre: “Até tu, Brutus?”

[...]

É que só o bobo é capaz de excesso de amor. E só o amor faz o bobo.
Clarice Lispector
Os pronomes, em um aspecto geral, é uma classe de palavra que se ocupa em acompanhar ou substituir um substantivo, sendo um excelente elemento de coesão. Analise:
[...] e estes os veem como simples pessoas humanas.
O pronome oblíquo destacado acima exerce, neste contexto, a função sintática de:
 

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2903172 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: PS Concursos
Orgão: Pref. Sombrio-SC
Das vantagens de ser bobo

O bobo, por não se ocupar com ambições, tem tempo para ver, ouvir e tocar no mundo.

– O bobo é capaz de ficar sentado quase sem se mexer por duas horas. Se perguntado por que não faz alguma coisa, responde: “Estou fazendo. Estou pensando.”

– Ser bobo às vezes oferece um mundo de saída porque os espertos só se lembram de sair por meio da esperteza, e o bobo tem originalidade, espontaneamente lhe vem à ideia.

– O bobo tem oportunidade de ver coisas que os espertos não veem.

– Os espertos estão sempre tão atentos às espertezas alheias que se descontraem diante dos bobos, e estes os veem como simples pessoas humanas. – O bobo ganha liberdade e sabedoria para viver.

– O bobo nunca parece ter tido vez. No entanto, muitas vezes o bobo é um Dostoiévski.

– Há desvantagem, obviamente. Uma boba, por exemplo, confiou na palavra de um desconhecido para a compra de um ar-refrigerado de segunda mão: ele disse que o aparelho era novo, praticamente sem uso porque se mudara para a Gávea onde é fresco. Vai a boba e compra o aparelho sem vê-lo sequer. Resultado: não funciona. Chamado um técnico, a opinião deste era a de que o aparelho estava tão estragado que o conserto seria caríssimo: mais valia comprar outro.

– Mas, em contrapartida, a vantagem de ser bobo é ter boa-fé, não desconfiar, e portanto estar tranquilo. Enquanto o esperto não dorme à noite com medo de ser ludibriado.

– O esperto vence com úlcera no estômago. O bobo nem nota que venceu.

– Aviso: não confundir bobos com burros.

– Desvantagem: pode receber uma punhalada de quem menos espera. É uma das tristezas que o bobo não prevê. César terminou dizendo a frase célebre: “Até tu, Brutus?”

[...]

É que só o bobo é capaz de excesso de amor. E só o amor faz o bobo.
Clarice Lispector
No trecho abaixo a autora comete, de maneira proposital, um sutil desvio de norma culta ao usar a expressão “pessoas humanas”, sendo essa uma ideia repetitiva, pois sem exceção todas as pessoas são humanas. Este vício / figura de linguagem recebe o nome de:
[...] e estes os veem como simples pessoas humanas. Alternativas:
 

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2903171 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: PS Concursos
Orgão: Pref. Sombrio-SC
Das vantagens de ser bobo

O bobo, por não se ocupar com ambições, tem tempo para ver, ouvir e tocar no mundo.

– O bobo é capaz de ficar sentado quase sem se mexer por duas horas. Se perguntado por que não faz alguma coisa, responde: “Estou fazendo. Estou pensando.”

– Ser bobo às vezes oferece um mundo de saída porque os espertos só se lembram de sair por meio da esperteza, e o bobo tem originalidade, espontaneamente lhe vem à ideia.

– O bobo tem oportunidade de ver coisas que os espertos não veem.

– Os espertos estão sempre tão atentos às espertezas alheias que se descontraem diante dos bobos, e estes os veem como simples pessoas humanas. – O bobo ganha liberdade e sabedoria para viver.

– O bobo nunca parece ter tido vez. No entanto, muitas vezes o bobo é um Dostoiévski.

– Há desvantagem, obviamente. Uma boba, por exemplo, confiou na palavra de um desconhecido para a compra de um ar-refrigerado de segunda mão: ele disse que o aparelho era novo, praticamente sem uso porque se mudara para a Gávea onde é fresco. Vai a boba e compra o aparelho sem vê-lo sequer. Resultado: não funciona. Chamado um técnico, a opinião deste era a de que o aparelho estava tão estragado que o conserto seria caríssimo: mais valia comprar outro.

– Mas, em contrapartida, a vantagem de ser bobo é ter boa-fé, não desconfiar, e portanto estar tranquilo. Enquanto o esperto não dorme à noite com medo de ser ludibriado.

– O esperto vence com úlcera no estômago. O bobo nem nota que venceu.

– Aviso: não confundir bobos com burros.

– Desvantagem: pode receber uma punhalada de quem menos espera. É uma das tristezas que o bobo não prevê. César terminou dizendo a frase célebre: “Até tu, Brutus?”

[...]

É que só o bobo é capaz de excesso de amor. E só o amor faz o bobo.
Clarice Lispector
A crônica é um gênero textual oriundo da mistura entre a tradição literária e a linguagem jornalística. Sobre as características deste gênero listados nas alternativas abaixo, qual NÃO aparece na crônica de Clarice Lispector acima?
 

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2903170 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: PS Concursos
Orgão: Pref. Sombrio-SC
O rei que queria alcançar a Lua

Era uma vez um rei muito mimado e teimoso. Todo mundo tinha de fazer exatamente o que ele desejava. Certa noite ele olhou pela janela e cismou que queria tocar a Lua. Simplesmente não se conformava com o fato de que a Lua fica longe de todos nós, até mesmo dos reis. Mandou construir uma torre altíssima, que chegasse até o céu. Pensava que subindo no topo da torre alcançaria a Lua. Mandou chamar vários construtores e todos lhe diziam a mesma coisa:

– Majestade, é impossível fazer uma torre dessa altura. E o rei gritava:
– Impossível é uma palavra proibida neste reino. Eu quero a torre e ponto-final! Até que um carpinteiro falou:
– Majestade, se empilharmos mil móveis, acho que alcançaremos o céu!
O rei gostou tanto da ideia que obrigou todos os súditos a amontoar seus móveis. E pobre de quem se recusasse: era levado direto para a prisão!

Naturalmente, quando todos os móveis do reino foram empilhados, o rei descobriu que eles não conseguiam atingir o céu. Então, mandou cortar todas as árvores do reino para fabricar mais móveis e colocá-los na pilha. Quando os carpinteiros que ele contratara acabaram seu trabalho, o rei teimoso sorriu satisfeito. Sua torre de móveis alcançava as nuvens. Rindo, gritando, ele correu e começou a escalar a pilha até chegar ao topo. E, quando percebeu que nem assim era capaz de tocar a Lua, gritou furioso:

– Quero mais móveis! E um carpinteiro lhe respondeu:

– Impossível, não há mais madeira. E o rei ordenou:

– Tire o móvel que está na base da pilha e traga-o para o topo, porque a palavra impossível é proibida no meu reino.

O carpinteiro obedeceu e o que aconteceu já se sabe. A pilha desmoronou e o rei despencou lá de cima. E foi assim que terminou a história do rei teimoso.

Heloisa Prieto




















ire o móvel que está na base da pilha e traga-o para o topo, porque a palavra impossível é proibida no meu reino. O carpinteiro obedeceu e o que aconteceu já se sabe. A pilha desmoronou e o rei despencou lá de cima. E foi assim que terminou a história do rei teimoso.
Heloisa Prieto
Assinale a alternativa em que a separação silábica esteja INCORRETA:
 

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2903169 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: PS Concursos
Orgão: Pref. Sombrio-SC
O rei que queria alcançar a Lua

Era uma vez um rei muito mimado e teimoso. Todo mundo tinha de fazer exatamente o que ele desejava. Certa noite ele olhou pela janela e cismou que queria tocar a Lua. Simplesmente não se conformava com o fato de que a Lua fica longe de todos nós, até mesmo dos reis. Mandou construir uma torre altíssima, que chegasse até o céu. Pensava que subindo no topo da torre alcançaria a Lua. Mandou chamar vários construtores e todos lhe diziam a mesma coisa:

– Majestade, é impossível fazer uma torre dessa altura. E o rei gritava:
– Impossível é uma palavra proibida neste reino. Eu quero a torre e ponto-final! Até que um carpinteiro falou:
– Majestade, se empilharmos mil móveis, acho que alcançaremos o céu!
O rei gostou tanto da ideia que obrigou todos os súditos a amontoar seus móveis. E pobre de quem se recusasse: era levado direto para a prisão!

Naturalmente, quando todos os móveis do reino foram empilhados, o rei descobriu que eles não conseguiam atingir o céu. Então, mandou cortar todas as árvores do reino para fabricar mais móveis e colocá-los na pilha. Quando os carpinteiros que ele contratara acabaram seu trabalho, o rei teimoso sorriu satisfeito. Sua torre de móveis alcançava as nuvens. Rindo, gritando, ele correu e começou a escalar a pilha até chegar ao topo. E, quando percebeu que nem assim era capaz de tocar a Lua, gritou furioso:

– Quero mais móveis! E um carpinteiro lhe respondeu:

– Impossível, não há mais madeira. E o rei ordenou:

– Tire o móvel que está na base da pilha e traga-o para o topo, porque a palavra impossível é proibida no meu reino.

O carpinteiro obedeceu e o que aconteceu já se sabe. A pilha desmoronou e o rei despencou lá de cima. E foi assim que terminou a história do rei teimoso.

Heloisa Prieto




















ire o móvel que está na base da pilha e traga-o para o topo, porque a palavra impossível é proibida no meu reino. O carpinteiro obedeceu e o que aconteceu já se sabe. A pilha desmoronou e o rei despencou lá de cima. E foi assim que terminou a história do rei teimoso.
Heloisa Prieto
Das palavras retiradas do texto, assinale a alternativa que NÃO seja um substantivo:
 

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2903168 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: PS Concursos
Orgão: Pref. Sombrio-SC
O rei que queria alcançar a Lua

Era uma vez um rei muito mimado e teimoso. Todo mundo tinha de fazer exatamente o que ele desejava. Certa noite ele olhou pela janela e cismou que queria tocar a Lua. Simplesmente não se conformava com o fato de que a Lua fica longe de todos nós, até mesmo dos reis. Mandou construir uma torre altíssima, que chegasse até o céu. Pensava que subindo no topo da torre alcançaria a Lua. Mandou chamar vários construtores e todos lhe diziam a mesma coisa:

– Majestade, é impossível fazer uma torre dessa altura. E o rei gritava:
– Impossível é uma palavra proibida neste reino. Eu quero a torre e ponto-final! Até que um carpinteiro falou:
– Majestade, se empilharmos mil móveis, acho que alcançaremos o céu!
O rei gostou tanto da ideia que obrigou todos os súditos a amontoar seus móveis. E pobre de quem se recusasse: era levado direto para a prisão!

Naturalmente, quando todos os móveis do reino foram empilhados, o rei descobriu que eles não conseguiam atingir o céu. Então, mandou cortar todas as árvores do reino para fabricar mais móveis e colocá-los na pilha. Quando os carpinteiros que ele contratara acabaram seu trabalho, o rei teimoso sorriu satisfeito. Sua torre de móveis alcançava as nuvens. Rindo, gritando, ele correu e começou a escalar a pilha até chegar ao topo. E, quando percebeu que nem assim era capaz de tocar a Lua, gritou furioso:

– Quero mais móveis! E um carpinteiro lhe respondeu:

– Impossível, não há mais madeira. E o rei ordenou:

– Tire o móvel que está na base da pilha e traga-o para o topo, porque a palavra impossível é proibida no meu reino.

O carpinteiro obedeceu e o que aconteceu já se sabe. A pilha desmoronou e o rei despencou lá de cima. E foi assim que terminou a história do rei teimoso.

Heloisa Prieto




















ire o móvel que está na base da pilha e traga-o para o topo, porque a palavra impossível é proibida no meu reino. O carpinteiro obedeceu e o que aconteceu já se sabe. A pilha desmoronou e o rei despencou lá de cima. E foi assim que terminou a história do rei teimoso.
Heloisa Prieto
Leia o trecho abaixo retirado do texto:
Certa noite ele olhou pela janela e cismou que queria tocar a Lua.


Assinale a alternativa que contenha uma palavra com o sentido oposto da palavra sublinhada acima:
 

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2903167 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: PS Concursos
Orgão: Pref. Sombrio-SC
O rei que queria alcançar a Lua

Era uma vez um rei muito mimado e teimoso. Todo mundo tinha de fazer exatamente o que ele desejava. Certa noite ele olhou pela janela e cismou que queria tocar a Lua. Simplesmente não se conformava com o fato de que a Lua fica longe de todos nós, até mesmo dos reis. Mandou construir uma torre altíssima, que chegasse até o céu. Pensava que subindo no topo da torre alcançaria a Lua. Mandou chamar vários construtores e todos lhe diziam a mesma coisa:

– Majestade, é impossível fazer uma torre dessa altura. E o rei gritava:
– Impossível é uma palavra proibida neste reino. Eu quero a torre e ponto-final! Até que um carpinteiro falou:
– Majestade, se empilharmos mil móveis, acho que alcançaremos o céu!
O rei gostou tanto da ideia que obrigou todos os súditos a amontoar seus móveis. E pobre de quem se recusasse: era levado direto para a prisão!

Naturalmente, quando todos os móveis do reino foram empilhados, o rei descobriu que eles não conseguiam atingir o céu. Então, mandou cortar todas as árvores do reino para fabricar mais móveis e colocá-los na pilha. Quando os carpinteiros que ele contratara acabaram seu trabalho, o rei teimoso sorriu satisfeito. Sua torre de móveis alcançava as nuvens. Rindo, gritando, ele correu e começou a escalar a pilha até chegar ao topo. E, quando percebeu que nem assim era capaz de tocar a Lua, gritou furioso:

– Quero mais móveis! E um carpinteiro lhe respondeu:

– Impossível, não há mais madeira. E o rei ordenou:

– Tire o móvel que está na base da pilha e traga-o para o topo, porque a palavra impossível é proibida no meu reino.

O carpinteiro obedeceu e o que aconteceu já se sabe. A pilha desmoronou e o rei despencou lá de cima. E foi assim que terminou a história do rei teimoso.

Heloisa Prieto




















ire o móvel que está na base da pilha e traga-o para o topo, porque a palavra impossível é proibida no meu reino. O carpinteiro obedeceu e o que aconteceu já se sabe. A pilha desmoronou e o rei despencou lá de cima. E foi assim que terminou a história do rei teimoso.
Heloisa Prieto
Após amontoar todos os móveis do reino, e perceber que a torre ainda não era alta o suficiente, qual foi a solução encontrada pelo rei?
 

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2903166 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: PS Concursos
Orgão: Pref. Sombrio-SC
O rei que queria alcançar a Lua

Era uma vez um rei muito mimado e teimoso. Todo mundo tinha de fazer exatamente o que ele desejava. Certa noite ele olhou pela janela e cismou que queria tocar a Lua. Simplesmente não se conformava com o fato de que a Lua fica longe de todos nós, até mesmo dos reis. Mandou construir uma torre altíssima, que chegasse até o céu. Pensava que subindo no topo da torre alcançaria a Lua. Mandou chamar vários construtores e todos lhe diziam a mesma coisa:

– Majestade, é impossível fazer uma torre dessa altura. E o rei gritava:
– Impossível é uma palavra proibida neste reino. Eu quero a torre e ponto-final! Até que um carpinteiro falou:
– Majestade, se empilharmos mil móveis, acho que alcançaremos o céu!
O rei gostou tanto da ideia que obrigou todos os súditos a amontoar seus móveis. E pobre de quem se recusasse: era levado direto para a prisão!

Naturalmente, quando todos os móveis do reino foram empilhados, o rei descobriu que eles não conseguiam atingir o céu. Então, mandou cortar todas as árvores do reino para fabricar mais móveis e colocá-los na pilha. Quando os carpinteiros que ele contratara acabaram seu trabalho, o rei teimoso sorriu satisfeito. Sua torre de móveis alcançava as nuvens. Rindo, gritando, ele correu e começou a escalar a pilha até chegar ao topo. E, quando percebeu que nem assim era capaz de tocar a Lua, gritou furioso:

– Quero mais móveis! E um carpinteiro lhe respondeu:

– Impossível, não há mais madeira. E o rei ordenou:

– Tire o móvel que está na base da pilha e traga-o para o topo, porque a palavra impossível é proibida no meu reino.

O carpinteiro obedeceu e o que aconteceu já se sabe. A pilha desmoronou e o rei despencou lá de cima. E foi assim que terminou a história do rei teimoso.

Heloisa Prieto




















ire o móvel que está na base da pilha e traga-o para o topo, porque a palavra impossível é proibida no meu reino. O carpinteiro obedeceu e o que aconteceu já se sabe. A pilha desmoronou e o rei despencou lá de cima. E foi assim que terminou a história do rei teimoso.
Heloisa Prieto
Qual era o objetivo do rei ao empilhar os móveis?
 

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