A insuficiência renal, seja aguda ou crônica, altera a excreção de diversas substâncias,
incluindo medicamentos. Sobre creatinina, ureia e o manejo de antibióticos nesses pacientes,
assinale a alternativa correta.
As doenças psiquiátricas em idosos podem apresentar manifestações atípicas e
frequentemente se confundem com outras condições clínicas. Sobre esse tema, qual é a
alternativa certa?
A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, (DPOC), é uma condição frequente em idosos, associada,
principalmente, ao tabagismo e caracterizada por limitação persistente do fluxo aéreo. Sobre essa
doença, assinale a alternativa verdadeira.
Um homem de 78 anos é levado à emergência por familiares, devido a confusão mental
iniciada há dois dias. Apresenta desatenção, inversão do ciclo sono-vigília e períodos de
agitação alternados com sonolência. Tem histórico de hipertensão arterial, insuficiência
cardíaca e doença pulmonar obstrutiva crônica. Faz uso de múltiplas medicações. Nos últimos
dias, apresentou redução da ingestão alimentar e quadro de tosse produtiva. Ao exame,
encontra-se desorientado no tempo e espaço, com flutuação do nível de consciência ao longo
da avaliação.
Baseado no quadro descrito e nas particularidades do paciente idoso, indique a alternativa certa.
No envelhecimento humano, múltiplos sistemas sofrem alterações fisiológicas, que
impactam a apresentação, o diagnóstico e o manejo de doenças comuns em idosos. Levando-se
em consideração a interação entre envelhecimento biológico, doenças neuropsiquiátricas,
cardiovasculares e osteometabólicas, assinale a alternativa certa.
Uma mulher de 42 anos procura atendimento por dor articular há 4 meses, acometendo
mãos e punhos de forma bilateral, associada a rigidez matinal com duração aproximada de 90
minutos. Refere melhora parcial ao longo do dia. Nega febre. Ao exame, apresenta sinovite em
articulações metacarpofalângicas e interfalângicas proximais. Exames laboratoriais mostram
fator reumatoide negativo, PCR discretamente elevada e hemograma sem alterações. Qual é o
diagnóstico mais provável?
Um homem de 31 anos procura atendimento por lesão genital há cerca de 10 dias. Refere
que iniciou como pequena pápula indolor, evoluindo para úlcera única. Nega dor local
significativa. Nas últimas 48 horas, passou a apresentar aumento doloroso em região inguinal
direita. Ao exame: úlcera genital única, de bordas bem delimitadas, base limpa e endurecida.
Presença de linfonodo inguinal aumentado, doloroso, com sinais inflamatórios locais. Nega
febre. A partir do diagnóstico mais provável, qual é a hipótese principal?
Um homem de 58 anos, com Diabetes Mellitus tipo, 2 há 10 anos, em uso de metformina
2.000 mg/dia e glibenclamida, procura atendimento por controle glicêmico inadequado.
Apresenta HbA1c de 9,2%. Refere ganho ponderal recente e episódios ocasionais de
hipoglicemia leve. Tem história de infarto prévio há 3 anos e doença renal crônica estágio 3,
(TFG estimada: 48 mL/min/1,73m²). PA controlada. Levando-se em conta as diretrizes mais
recentes, qual é a melhor estratégia terapêutica para intensificação do tratamento?
Uma mulher de 34 anos procura atendimento por desconforto epigástrico recorrente há 4
meses, descrito como sensação de plenitude pós-prandial e saciedade precoce. Nega pirose ou
regurgitação. Sem perda ponderal, anemia, vômitos persistentes ou disfagia. Não faz uso de
anti-inflamatórios. Exame físico sem alterações. Considerando-se a melhor abordagem inicial
para esse quadro, qual é a conduta mais adequada?
Um homem de 41 anos, previamente hígido, residente em área rural, procura atendimento
por dor abdominal intermitente e episódios de diarreia há cerca de 2 semanas. Evolui com tosse
seca e sibilância nos últimos dias. Nega febre. Ao exame: abdome discretamente doloroso
difusamente e sibilos esparsos à ausculta pulmonar. Hemograma mostra leucocitose com
eosinofilia significativa. Parasitológico de fezes ainda não disponível. Tendo em vista o
diagnóstico mais provável, qual é a melhor conduta inicial?