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Paciente masculino de 42 anos, etilista de longa data, dá entrada em serviço hospitalar com
quadro de choque séptico. Durante anamnese com familiares, relatado que o mesmo
apresentava há aproximadamente 2 semanas quadro de febre e tosse com secreção pútrida,
mas que o mesmo apresentou perda de peso e episódios de hemoptise. Além disso, a família
referiu que por conta do etilismo, o paciente recentemente recebeu tratamento para pneumonia
aspirativa na cidade de origem. Foi feito a radiografia do tórax e observado massa arredondada,
com nível líquido e localizada no segmento pulmonar posterior. Qual a principal hipótese
diagnóstica para o caso?
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A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, (DPOC) é caracterizada pela limitação crônica ao
fluxo de ar, associada a resposta inflamatória anormal à inalação de partículas ou gases
nocivos. Seu diagnóstico deve ser suspeitado em pacientes com clínica e história de exposição
aos agentes nocivos. Para o seu tratamento, devem ser considerados critérios como a
intensidade dos sintomas e o perfil de risco de exacerbação. Um paciente apresentando quadro
de exacerbação da doença deve ser hospitalizado e iniciado tratamento adequado. Qual
alternativa traz a base do tratamento para o paciente que apresente a exacerbação da doença?
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Paciente feminino de 42 anos vem apresentando grande dificuldade no controle da pressão.
Atualmente se encontra em uso de três medicações anti-hipertensivas, sem melhora do quadro.
A mesma refere que, esporadicamente, apresenta crises hipertensivas associadas a cefaleia,
sudorese e palpitações. Qual hipótese diagnóstica deve ser levantada para a paciente?
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Paciente masculino de 67 anos, acompanha na Unidade Básica de Saúde devido ao
diagnóstico de Hipertensão Arterial Sistêmica. Faz uso de Captopril há aproximadamente 3 meses, desde então vem mantendo uma boa resposta no controle pressórico. No entanto, desde
que iniciou o uso da medicação, queixa-se de tosse seca diária. Após descartar diagnósticos
infecciosos, qual deve ser a conduta do médico assistente?
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Na medicina interna, os conhecimentos profundos funcionam apenas como base do
tratamento na população idosa, sendo necessário abranger o cuidado em conjunto a equipe
multiprofissional, para se obter sucesso no cuidado. Atualmente, a Avaliação Geriátrica Ampla,
(AGA), é um conjunto de ferramentas que permite avaliar, de maneira completa, a funcionalidade
do paciente idoso. Qual das alternativas apresenta uma das ferramentas utilizada na avaliação
do risco de demência do paciente idoso?
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Uma mulher de 42 anos procura atendimento por dor articular há 4 meses, acometendo
mãos e punhos de forma bilateral, associada a rigidez matinal com duração aproximada de 90
minutos. Refere melhora parcial ao longo do dia. Nega febre. Ao exame, apresenta sinovite em
articulações metacarpofalângicas e interfalângicas proximais. Exames laboratoriais mostram
fator reumatoide negativo, PCR discretamente elevada e hemograma sem alterações. Qual é o
diagnóstico mais provável?
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Um homem de 31 anos procura atendimento por lesão genital há cerca de 10 dias. Refere
que iniciou como pequena pápula indolor, evoluindo para úlcera única. Nega dor local
significativa. Nas últimas 48 horas, passou a apresentar aumento doloroso em região inguinal
direita. Ao exame: úlcera genital única, de bordas bem delimitadas, base limpa e endurecida.
Presença de linfonodo inguinal aumentado, doloroso, com sinais inflamatórios locais. Nega
febre. A partir do diagnóstico mais provável, qual é a hipótese principal?
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Um homem de 58 anos, com Diabetes Mellitus tipo, 2 há 10 anos, em uso de metformina
2.000 mg/dia e glibenclamida, procura atendimento por controle glicêmico inadequado.
Apresenta HbA1c de 9,2%. Refere ganho ponderal recente e episódios ocasionais de
hipoglicemia leve. Tem história de infarto prévio há 3 anos e doença renal crônica estágio 3,
(TFG estimada: 48 mL/min/1,73m²). PA controlada. Levando-se em conta as diretrizes mais
recentes, qual é a melhor estratégia terapêutica para intensificação do tratamento?
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Uma mulher de 34 anos procura atendimento por desconforto epigástrico recorrente há 4
meses, descrito como sensação de plenitude pós-prandial e saciedade precoce. Nega pirose ou
regurgitação. Sem perda ponderal, anemia, vômitos persistentes ou disfagia. Não faz uso de
anti-inflamatórios. Exame físico sem alterações. Considerando-se a melhor abordagem inicial
para esse quadro, qual é a conduta mais adequada?
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Um homem de 41 anos, previamente hígido, residente em área rural, procura atendimento
por dor abdominal intermitente e episódios de diarreia há cerca de 2 semanas. Evolui com tosse
seca e sibilância nos últimos dias. Nega febre. Ao exame: abdome discretamente doloroso
difusamente e sibilos esparsos à ausculta pulmonar. Hemograma mostra leucocitose com
eosinofilia significativa. Parasitológico de fezes ainda não disponível. Tendo em vista o
diagnóstico mais provável, qual é a melhor conduta inicial?
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