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Na implantação da cultura do sorgo, a população desejada é 140.000 plantas/ha. Na compra das sementes, o produtor deve considerar: porcentagem de emergência de 70% e massa de 1.000 sementes 25 g. Com base nesses dados, a quantidade de sementes adquirida para semeadura de um hectare será:
 

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Assinale a alternativa que apresenta apenas plantas armadilhas e/ou antagônicas utilizadas para o controle de nematoides.
 

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Sobre a Internet, é correto afirmar:
 

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Cientistas devem visitar escolas
Muitas vezes me perguntam como comecei a me interessar por ciência, se era coisa de criança ou se foi na adolescência.
Gostaria de responder que tive mentores desde cedo, que um físico ou um biólogo visitou minha escola quando eu estava na 3ª série e fiquei encantado com o mundo da ciência. Mas não foi isso o que ocorreu comigo e não é, ainda, o que ocorre com a maioria das crianças.
Cientistas e engenheiros raramente visitam escolas, públicas ou privadas, para falar às crianças sobre o que fazem e por que o fazem. Nem mesmo as escolas de seus próprios filhos. Isso não faz o menor sentido.
A verdade é que meu interesse por ciência foi um acidente, algo que veio de dentro, uma urgência para entender como o mundo funciona e como podemos nos relacionar de forma profunda com a natureza.
Tive a sorte de passar meus verões na casa de meus avós em Teresópolis, na Serra dos Órgãos, a cerca de duas horas do Rio. Lá, colecionei insetos e pedras, cacei morcegos, pesquei, subi e desci morro, corri de cobras, aprendi quais aranhas eram as mais peçonhentas, trepei em árvore e explorei matagais. Minha exposição à natureza foi direta, parte da infância.
Apenas mais tarde, quando comecei a ter aulas de física, química e biologia na escola, entendi que existia um método para estudar o mundo e as suas criaturas, um método que poderia se tornar uma carreira, uma escolha de vida.
Aos 13 anos, sabia que faria algo relacionado a ciências ou engenharia. Isso sem nunca ter visto ou conversado com um só cientista! Minha fonte de informação eram os livros, a TV e a minha família. (Que, aliás, até hoje não tem outro cientista.)
Toda escola deveria ter um programa que traz cientistas, matemáticos e engenheiros ao menos uma ou duas vezes ao ano para falar sobre suas pesquisas e suas vidas. Não precisam ser pesquisadores famosos; alunos de doutorado também deveriam participar, da astronomia à zoologia. Pense na diferença enorme que um contato desses pode fazer na vida de um jovem.
Imagine a classe de 30 alunos sentados em suas mesas assistindo a uma apresentação cheia de imagens incríveis sobre o mundo das partículas, sobre a importância da química em nossas vidas, sobre os avanços da medicina, sobre como construir pontes e represas ou microchips e sondas espaciais, sobre buracos negros e outros planetas, sobre a revolução genética, sobre como a ciência define o mundo em que vivemos, mesmo que poucos parem para pensar sobre isso. Se cinco se interessarem, está ótimo.
Faço isso com frequência no Brasil e nos EUA. E vejo os olhos da meninada brilhando - até os adolescentes param de mandar torpedos -, a curiosidade aguçada, a possibilidade de um futuro que, antes, nem sabiam ser viável.
Falamos muito em transformar o ensino em nosso país, em reformas curriculares, formação de professores etc. Tudo muito importante. Mas um primeiro passo simples e eficaz é que cientistas, engenheiros e matemáticos tomem a iniciativa, contatem escolas em sua vizinhança, começando com as de seus filhos, e façam uma ou duas apresentações por ano. São duas horas de seu tempo que podem transformar o futuro de milhares de jovens.
Marcelo Gleiser
(Disponível em http://www1.folha.uol.com.br. Acesso em 18/05/13.)
No texto “Cientistas devem visitar escolas”, o autor
 

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Cientistas devem visitar escolas
Muitas vezes me perguntam como comecei a me interessar por ciência, se era coisa de criança ou se foi na adolescência.
Gostaria de responder que tive mentores desde cedo, que um físico ou um biólogo visitou minha escola quando eu estava na 3ª série e fiquei encantado com o mundo da ciência. Mas não foi isso o que ocorreu comigo e não é, ainda, o que ocorre com a maioria das crianças.
Cientistas e engenheiros raramente visitam escolas, públicas ou privadas, para falar às crianças sobre o que fazem e por que o fazem. Nem mesmo as escolas de seus próprios filhos. Isso não faz o menor sentido.
A verdade é que meu interesse por ciência foi um acidente, algo que veio de dentro, uma urgência para entender como o mundo funciona e como podemos nos relacionar de forma profunda com a natureza.
Tive a sorte de passar meus verões na casa de meus avós em Teresópolis, na Serra dos Órgãos, a cerca de duas horas do Rio. Lá, colecionei insetos e pedras, cacei morcegos, pesquei, subi e desci morro, corri de cobras, aprendi quais aranhas eram as mais peçonhentas, trepei em árvore e explorei matagais. Minha exposição à natureza foi direta, parte da infância.
Apenas mais tarde, quando comecei a ter aulas de física, química e biologia na escola, entendi que existia um método para estudar o mundo e as suas criaturas, um método que poderia se tornar uma carreira, uma escolha de vida.
Aos 13 anos, sabia que faria algo relacionado a ciências ou engenharia. Isso sem nunca ter visto ou conversado com um só cientista! Minha fonte de informação eram os livros, a TV e a minha família. (Que, aliás, até hoje não tem outro cientista.)
Toda escola deveria ter um programa que traz cientistas, matemáticos e engenheiros ao menos uma ou duas vezes ao ano para falar sobre suas pesquisas e suas vidas. Não precisam ser pesquisadores famosos; alunos de doutorado também deveriam participar, da astronomia à zoologia. Pense na diferença enorme que um contato desses pode fazer na vida de um jovem.
Imagine a classe de 30 alunos sentados em suas mesas assistindo a uma apresentação cheia de imagens incríveis sobre o mundo das partículas, sobre a importância da química em nossas vidas, sobre os avanços da medicina, sobre como construir pontes e represas ou microchips e sondas espaciais, sobre buracos negros e outros planetas, sobre a revolução genética, sobre como a ciência define o mundo em que vivemos, mesmo que poucos parem para pensar sobre isso. Se cinco se interessarem, está ótimo.
Faço isso com frequência no Brasil e nos EUA. E vejo os olhos da meninada brilhando - até os adolescentes param de mandar torpedos -, a curiosidade aguçada, a possibilidade de um futuro que, antes, nem sabiam ser viável.
Falamos muito em transformar o ensino em nosso país, em reformas curriculares, formação de professores etc. Tudo muito importante. Mas um primeiro passo simples e eficaz é que cientistas, engenheiros e matemáticos tomem a iniciativa, contatem escolas em sua vizinhança, começando com as de seus filhos, e façam uma ou duas apresentações por ano. São duas horas de seu tempo que podem transformar o futuro de milhares de jovens.
Marcelo Gleiser
(Disponível em http://www1.folha.uol.com.br. Acesso em 18/05/13.)
Considere o seguinte trecho: São duas horas de seu tempo que podem transformar o futuro de milhares de jovens. Sobre o termo em destaque, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Retoma um termo expresso anteriormente.
( ) Antecipa um termo que aparecerá posteriormente.
( ) Refere-se diretamente a cientistas, engenheiros e matemáticos.
( ) É um pronome pessoal do caso oblíquo.
( ) É um pronome possessivo.
Assinale a sequência correta.
 

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Sobre manejo integrado de pragas, analise as afirmativas.
I - A identificação correta de espécies de pragas e dos fatores que influenciam o seu ataque às culturas faz parte do manejo.
II - Inimigos naturais das pragas não influenciam na avaliação para a tomada de decisão no manejo.
III - As estratégias e as táticas de manejo visam minimizar os danos causados por artrópodes-praga.
Estão corretas as afirmativas
 

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Para planejamento do preparo do solo numa área agrícola, analise as informações abaixo.
I - Mapeamento das áreas de preservação permanente.
II - Mapeamento pedológico dos solos das áreas de produção.
III - Histórico da área relativo à produtividade de culturas anteriores.
IV - Mapeamento da fertilidade dos solos das áreas de produção.
São informações necessárias a esse planejamento:
 

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Os dois minerais mais abundantes no organismo de um bovino são:
 

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Sobre implementos agrícolas, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) O arado de discos trabalha numa profundidade média de 20 cm e serve para incorporação parcial de restos culturais e plantas daninhas.
( ) Arado de aiveca trabalha numa profundidade de até 40 cm, sendo eficiente na distribuição de fertilizantes e corretivos.
( ) A grade aradora é eficiente para destorroar terrenos, trabalhando em solos com grande quantidade de plantas daninhas.
( ) O arado escarificador é utilizado na descompactação do solo, possibilitando que grande parte de resíduos culturais fiquem sobre a superfície.
Assinale a sequência correta.
 

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A calagem é uma prática muito utilizada pelos produtores. Sobre seus benefícios, considere:
I - Aumentar a eficiência dos adubos.
II - Aumentar a fixação de fósforo no solo.
III - Aumentar os teores de alumínio, ferro e manganês no solo.
IV - Aumentar a atividade microbiana e a liberação de nutrientes.
São benefícios da calagem:
 

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