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Foram encontradas 40 questões.

4007307 Ano: 2026
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Pilõezinhos-PB
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Considere as proposições a seguir:

R: Mateus é bancário.

S: Júlio tem 1,50m.

Com base nas estruturas lógicas básicas e nas equivalências de De Morgan, analise as assertivas a seguir:

I - A conjunção lógica das proposições S e R, respectivamente, corresponde a Júlio tem 1,50m e Mateus é bancário.

II - A operação lógica condicional das proposições R e S, respectivamente, corresponde a se Mateus é bancário, então Júlio tem 1,50m.

III - A proposição composta Mateus não é bancário e Júlio não tem 1,50m é equivalente a ¬ (R ^ S).

É CORRETO o que se afirma em:

 

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4007306 Ano: 2026
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Pilõezinhos-PB
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Em uma tecelagem, os operários estão distribuídos nos turnos: manhã, tarde e noite, de maneira que nenhum trabalha simultaneamente nos três turnos. Sabe-se ainda que:

• 120 trabalham pela manhã, 240 trabalham à tarde e 140 trabalham à noite;
• 20 trabalham, simultaneamente, nos turnos manhã e tarde e 60 trabalham, simultaneamente, nos turnos tarde e noite;
• 50 trabalham apenas à noite.

Com base nessas informações, determine quantosoperários trabalham no turno da manhã.
 

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4007305 Ano: 2026
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Pilõezinhos-PB
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Considere o argumento abaixo:

1. Se o carteiro trabalhar diariamente, então atingirá a meta.

2. O carteiro atingiu a meta.

3. Logo, o carteiro trabalhou diariamente.

Com base na lógica proposicional, analise as assertivas a seguir.

I - O argumento é do tipo modus tollens , pois representa uma afirmação do consequente.

II - O argumento é válido, pois representa uma inferência do tipo modus ponens.

III - O argumento é inválido, pois afirma o consequente para concluir o antecedente.

É CORRETO o que se afirma apenas em:

 

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4007304 Ano: 2026
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Pilõezinhos-PB
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Considere a proposição a seguir e analise as assertivas.

(P→Q) (R ↔P)

I - Trata-se de uma proposição composta, formada a partir de 3 outras proposições e mediante o emprego de operadores lógicos.

II - A tabela verdade correspondente à proposição é composta por 16 linhas.

III - A proposição é tautológica.

IV - A proposição é contingente.

É CORRETO o que se afirma apenas em:

 

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4007303 Ano: 2026
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Pilõezinhos-PB
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Considere as seguintes proposições simples:

T: O pedreiro foi contratado;

U: O pedreiro fez a seleção.

Desse modo, é CORRETO afirmar que:

 

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4007277 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Pilõezinhos-PB

Leia o Texto III e responda à questão.

Texto III



Enunciado 4950146-1


Fonte: https://www.instagram.com/p/DMfIRURBQx2/. Acesso em: 24 jul. 2025.

Assinale a alternativa em que a transposição do fragmento “Apressa-te a viver bem e pensa que cada dia é, por si só, uma vida” para o plural está gramaticalmente CORRETA.
 

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4007276 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Pilõezinhos-PB

Leia o Texto III e responda à questão.

Texto III



Enunciado 4950145-1


Fonte: https://www.instagram.com/p/DMfIRURBQx2/. Acesso em: 24 jul. 2025.

Na frase de autoria atribuída ao filósofo romano Sêneca “Apressa-te a viver bem e pensa que cada dia é, por si só, uma vida” observa-se o emprego de um pronome oblíquo de segunda pessoa.

A partir do fragmento apresentado, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.

I - Há um caso de colocação pronominal denominado ênclise, haja vista que o pronome oblíquo átono está empregado em posição anteposta ao verbo.

PORQUE

II - Na língua culta não se abre frase com o pronome oblíquo, embora seja possível iniciar a frase com pronome átono na conversação familiar, despreocupada.

A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
 

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4007275 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Pilõezinhos-PB

Leia o Texto II e responda à questão.

Texto II 



Águas de março


É o pau, é a pedra, é o fim do caminho

É um resto de toco, é um pouco sozinho

É um caco de vidro, é a vida, é o sol

É a noite, é a morte, é um laço, é o anzol

É peroba no campo, é o nó da madeira

Caingá candeia, é o matita-pereira

É madeira de vento, tombo da ribanceira

É o mistério profundo, é o queira ou não queira

É o vento vetando, é o fim da ladeira

É a viga, é o vão, festa da cumeeira

É a chuva chovendo, é conversa ribeira

Das águas de março, é o fim da canseira

É o pé, é o chão, é a marcha estradeira

Passarinho na mão, pedra de atiradeira

É uma ave no céu, é uma ave no chão

É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão

É o fundo do poço, é o fim do caminho

No rosto um desgosto, é um pouco sozinho

É um estepe, é um prego, é uma conta, é um conto

É um pingo pingando, é uma conta, é um ponto

É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando

É a luz da manhã, é o tijolo chegando

É a lenha, é o dia, é o fim da picada

É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada

É o projeto da casa, é o corpo na cama

É o carro enguiçado, é a lama, é a lama

É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã

É um resto de mato na luz da manhã

São as águas de março fechando o verão

É a promessa de vida no teu coração

É uma cobra, é um pau, é João, é José

É um espinho na mão, é um corte no pé

São as águas de março fechando o verão

É a promessa de vida no teu coração

É pau, é pedra, é o fim do caminho

É um resto de toco, é um pouco sozinho

É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã

É um belo horizonte, é uma febre terçã

São as águas de março fechando o verão

É a promessa de vida no teu coração

Pau, edra, im, inho

Esto, oco, ouco, inho

Aco, idro, ida, ol, oite, orte, aço, zol

São as águas de março fechando o verão

É a promessa de vida no teu coração

Fonte: JOBIM, Tom. Águas de Março. In: JOBIM, Tom. Matita Perê. Rio de Janeiro: Phonogram, 1973. Disponível em: https://www.letras.mus.br/tom-jobim/49022/. Acesso em: 27 jul. 2025.

Observa-se o uso repetido da forma verbal “é” no Texto II, como em: “É o pau, é a pedra, é o fim do caminho”

A partir dessa constatação, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.

I - A repetição observada é um recurso estilístico que confere ritmo à composição, porém a empobrece dada a falta de criatividade e coesão.

PORQUE

II -  contexto em análise, a repetição atua como eixo estruturante na construção textual, funcionando como recurso que articula e encadeia uma sequência de imagens e contribui para a musicalidade da composição.

A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
 

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4007274 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Pilõezinhos-PB

Leia o Texto II e responda à questão.

Texto II 



Águas de março


É o pau, é a pedra, é o fim do caminho

É um resto de toco, é um pouco sozinho

É um caco de vidro, é a vida, é o sol

É a noite, é a morte, é um laço, é o anzol

É peroba no campo, é o nó da madeira

Caingá candeia, é o matita-pereira

É madeira de vento, tombo da ribanceira

É o mistério profundo, é o queira ou não queira

É o vento vetando, é o fim da ladeira

É a viga, é o vão, festa da cumeeira

É a chuva chovendo, é conversa ribeira

Das águas de março, é o fim da canseira

É o pé, é o chão, é a marcha estradeira

Passarinho na mão, pedra de atiradeira

É uma ave no céu, é uma ave no chão

É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão

É o fundo do poço, é o fim do caminho

No rosto um desgosto, é um pouco sozinho

É um estepe, é um prego, é uma conta, é um conto

É um pingo pingando, é uma conta, é um ponto

É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando

É a luz da manhã, é o tijolo chegando

É a lenha, é o dia, é o fim da picada

É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada

É o projeto da casa, é o corpo na cama

É o carro enguiçado, é a lama, é a lama

É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã

É um resto de mato na luz da manhã

São as águas de março fechando o verão

É a promessa de vida no teu coração

É uma cobra, é um pau, é João, é José

É um espinho na mão, é um corte no pé

São as águas de março fechando o verão

É a promessa de vida no teu coração

É pau, é pedra, é o fim do caminho

É um resto de toco, é um pouco sozinho

É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã

É um belo horizonte, é uma febre terçã

São as águas de março fechando o verão

É a promessa de vida no teu coração

Pau, edra, im, inho

Esto, oco, ouco, inho

Aco, idro, ida, ol, oite, orte, aço, zol

São as águas de março fechando o verão

É a promessa de vida no teu coração

Fonte: JOBIM, Tom. Águas de Março. In: JOBIM, Tom. Matita Perê. Rio de Janeiro: Phonogram, 1973. Disponível em: https://www.letras.mus.br/tom-jobim/49022/. Acesso em: 27 jul. 2025.

Observe os versos abaixo e analise as afirmações que seguem acerca das ideias apresentadas no Texto II.

Verso I - “É o fundo do poço, é o fim do caminho”

Verso II - “É o carro enguiçado, é a lama, é a lama”

I - A expressão “fim do caminho” deve ser interpretada em seu sentido literal, indicando o final de uma estrada física.

II - A expressão “é o fundo do poço”, no contexto apresentado, pode significar momentos de dificuldade.

III -  O segundo verso retrata uma consequência das chuva, evidenciando como elementos naturais podem interferir na dinâmica cotidiana.

IV - A expressão “fim do caminho” pode assumir valor simbólico de encerramento de um ciclo.

É CORRETO o que se afirma apenas em:

 

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Questão presente nas seguintes provas
4007273 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Pilõezinhos-PB

Leia o Texto II e responda à questão.

Texto II 



Águas de março


É o pau, é a pedra, é o fim do caminho

É um resto de toco, é um pouco sozinho

É um caco de vidro, é a vida, é o sol

É a noite, é a morte, é um laço, é o anzol

É peroba no campo, é o nó da madeira

Caingá candeia, é o matita-pereira

É madeira de vento, tombo da ribanceira

É o mistério profundo, é o queira ou não queira

É o vento vetando, é o fim da ladeira

É a viga, é o vão, festa da cumeeira

É a chuva chovendo, é conversa ribeira

Das águas de março, é o fim da canseira

É o pé, é o chão, é a marcha estradeira

Passarinho na mão, pedra de atiradeira

É uma ave no céu, é uma ave no chão

É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão

É o fundo do poço, é o fim do caminho

No rosto um desgosto, é um pouco sozinho

É um estepe, é um prego, é uma conta, é um conto

É um pingo pingando, é uma conta, é um ponto

É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando

É a luz da manhã, é o tijolo chegando

É a lenha, é o dia, é o fim da picada

É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada

É o projeto da casa, é o corpo na cama

É o carro enguiçado, é a lama, é a lama

É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã

É um resto de mato na luz da manhã

São as águas de março fechando o verão

É a promessa de vida no teu coração

É uma cobra, é um pau, é João, é José

É um espinho na mão, é um corte no pé

São as águas de março fechando o verão

É a promessa de vida no teu coração

É pau, é pedra, é o fim do caminho

É um resto de toco, é um pouco sozinho

É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã

É um belo horizonte, é uma febre terçã

São as águas de março fechando o verão

É a promessa de vida no teu coração

Pau, edra, im, inho

Esto, oco, ouco, inho

Aco, idro, ida, ol, oite, orte, aço, zol

São as águas de março fechando o verão

É a promessa de vida no teu coração

Fonte: JOBIM, Tom. Águas de Março. In: JOBIM, Tom. Matita Perê. Rio de Janeiro: Phonogram, 1973. Disponível em: https://www.letras.mus.br/tom-jobim/49022/. Acesso em: 27 jul. 2025.

A canção “Águas de março” do compositor carioca Tom Jobim apresenta, em sua composição:
 

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