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3705364 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Novo Horizonte-SP

Insônia atinge 73 milhões de brasileiros

Mariana Varella

Para a maioria da população, em especial a das grandes cidades, dormir 8 horas por noite é luxo. O ritmo agitado da vida urbana e o estresse do dia a dia nos levam a dormir cada vez pior. Não à toa, a insônia é a queixa mais comum entre as pessoas com distúrbios de sono, seguida do ronco e da apneia.

Segundo a Associação Brasileira do Sono (ABS), 73 milhões de brasileiros sofrem de insônia. O pneumologista Maurício da Cunha Bagnato, integrante da Unidade de Medicina do Sono do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, afirmou que cerca de 30% a 40% dos indivíduos sofrerão de insônia em alguma fase da vida.

Insônia não é mera inconveniência; é um distúrbio associado ao aumento do risco de morte, doença cardiovascular, depressão, obesidade, dislipidemia (presença de índices elevados de gordura no sangue), hipertensão, fadiga e ansiedade. Nos quadros crônicos, está associada a acidentes automobilísticos, domésticos e no trabalho. A insônia pode ser caracterizada tanto pela dificuldade em pegar no sono como para voltar a dormir após despertares no meio da madrugada.

A insônia inicial, isto é, quando a pessoa custa a pegar no sono ao se deitar, está mais relacionada ao estresse e à ansiedade e atinge as pessoas que não conseguem se desvencilhar dos problemas na hora de dormir, ficam pensando neles e, com isso, estragam o início do sono. O despertar precoce, que ocorre no meio da noite, está mais associado à depressão. Segundo o Dr. Bagnato, “por uma série de mecanismos biológicos a pessoa até consegue dormir logo, mas 3 ou 4 horas depois desperta e vai amargar algumas horas de insônia”, esclarece o médico.

Fonte: https://drauziovarella.uol.com.br/neurologia/insonia-2/ - adaptado

Assinale a alternativa que apresenta um artigo, adjetivo e um substantivo, todos retirados do texto, nesta ordem.

 

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3705363 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Novo Horizonte-SP

Insônia atinge 73 milhões de brasileiros

Mariana Varella

Para a maioria da população, em especial a das grandes cidades, dormir 8 horas por noite é luxo. O ritmo agitado da vida urbana e o estresse do dia a dia nos levam a dormir cada vez pior. Não à toa, a insônia é a queixa mais comum entre as pessoas com distúrbios de sono, seguida do ronco e da apneia.

Segundo a Associação Brasileira do Sono (ABS), 73 milhões de brasileiros sofrem de insônia. O pneumologista Maurício da Cunha Bagnato, integrante da Unidade de Medicina do Sono do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, afirmou que cerca de 30% a 40% dos indivíduos sofrerão de insônia em alguma fase da vida.

Insônia não é mera inconveniência; é um distúrbio associado ao aumento do risco de morte, doença cardiovascular, depressão, obesidade, dislipidemia (presença de índices elevados de gordura no sangue), hipertensão, fadiga e ansiedade. Nos quadros crônicos, está associada a acidentes automobilísticos, domésticos e no trabalho. A insônia pode ser caracterizada tanto pela dificuldade em pegar no sono como para voltar a dormir após despertares no meio da madrugada.

A insônia inicial, isto é, quando a pessoa custa a pegar no sono ao se deitar, está mais relacionada ao estresse e à ansiedade e atinge as pessoas que não conseguem se desvencilhar dos problemas na hora de dormir, ficam pensando neles e, com isso, estragam o início do sono. O despertar precoce, que ocorre no meio da noite, está mais associado à depressão. Segundo o Dr. Bagnato, “por uma série de mecanismos biológicos a pessoa até consegue dormir logo, mas 3 ou 4 horas depois desperta e vai amargar algumas horas de insônia”, esclarece o médico.

Fonte: https://drauziovarella.uol.com.br/neurologia/insonia-2/ - adaptado

No trecho “a insônia é a queixa mais comum entre as pessoas com distúrbios de sono”, a palavra “com” é classificada como um(a):

 

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3705362 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Novo Horizonte-SP

Insônia atinge 73 milhões de brasileiros

Mariana Varella

Para a maioria da população, em especial a das grandes cidades, dormir 8 horas por noite é luxo. O ritmo agitado da vida urbana e o estresse do dia a dia nos levam a dormir cada vez pior. Não à toa, a insônia é a queixa mais comum entre as pessoas com distúrbios de sono, seguida do ronco e da apneia.

Segundo a Associação Brasileira do Sono (ABS), 73 milhões de brasileiros sofrem de insônia. O pneumologista Maurício da Cunha Bagnato, integrante da Unidade de Medicina do Sono do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, afirmou que cerca de 30% a 40% dos indivíduos sofrerão de insônia em alguma fase da vida.

Insônia não é mera inconveniência; é um distúrbio associado ao aumento do risco de morte, doença cardiovascular, depressão, obesidade, dislipidemia (presença de índices elevados de gordura no sangue), hipertensão, fadiga e ansiedade. Nos quadros crônicos, está associada a acidentes automobilísticos, domésticos e no trabalho. A insônia pode ser caracterizada tanto pela dificuldade em pegar no sono como para voltar a dormir após despertares no meio da madrugada.

A insônia inicial, isto é, quando a pessoa custa a pegar no sono ao se deitar, está mais relacionada ao estresse e à ansiedade e atinge as pessoas que não conseguem se desvencilhar dos problemas na hora de dormir, ficam pensando neles e, com isso, estragam o início do sono. O despertar precoce, que ocorre no meio da noite, está mais associado à depressão. Segundo o Dr. Bagnato, “por uma série de mecanismos biológicos a pessoa até consegue dormir logo, mas 3 ou 4 horas depois desperta e vai amargar algumas horas de insônia”, esclarece o médico.

Fonte: https://drauziovarella.uol.com.br/neurologia/insonia-2/ - adaptado

Qual das alternativas apresenta a contagem correta de fonemas da palavra “hospital”?

 

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3705361 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Novo Horizonte-SP

Insônia atinge 73 milhões de brasileiros

Mariana Varella

Para a maioria da população, em especial a das grandes cidades, dormir 8 horas por noite é luxo. O ritmo agitado da vida urbana e o estresse do dia a dia nos levam a dormir cada vez pior. Não à toa, a insônia é a queixa mais comum entre as pessoas com distúrbios de sono, seguida do ronco e da apneia.

Segundo a Associação Brasileira do Sono (ABS), 73 milhões de brasileiros sofrem de insônia. O pneumologista Maurício da Cunha Bagnato, integrante da Unidade de Medicina do Sono do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, afirmou que cerca de 30% a 40% dos indivíduos sofrerão de insônia em alguma fase da vida.

Insônia não é mera inconveniência; é um distúrbio associado ao aumento do risco de morte, doença cardiovascular, depressão, obesidade, dislipidemia (presença de índices elevados de gordura no sangue), hipertensão, fadiga e ansiedade. Nos quadros crônicos, está associada a acidentes automobilísticos, domésticos e no trabalho. A insônia pode ser caracterizada tanto pela dificuldade em pegar no sono como para voltar a dormir após despertares no meio da madrugada.

A insônia inicial, isto é, quando a pessoa custa a pegar no sono ao se deitar, está mais relacionada ao estresse e à ansiedade e atinge as pessoas que não conseguem se desvencilhar dos problemas na hora de dormir, ficam pensando neles e, com isso, estragam o início do sono. O despertar precoce, que ocorre no meio da noite, está mais associado à depressão. Segundo o Dr. Bagnato, “por uma série de mecanismos biológicos a pessoa até consegue dormir logo, mas 3 ou 4 horas depois desperta e vai amargar algumas horas de insônia”, esclarece o médico.

Fonte: https://drauziovarella.uol.com.br/neurologia/insonia-2/ - adaptado

Assinale a alternativa que apresenta a sílaba tônica, ou seja, a sílaba mais forte da palavra “ansiedade”.

 

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3705360 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Novo Horizonte-SP

Insônia atinge 73 milhões de brasileiros

Mariana Varella

Para a maioria da população, em especial a das grandes cidades, dormir 8 horas por noite é luxo. O ritmo agitado da vida urbana e o estresse do dia a dia nos levam a dormir cada vez pior. Não à toa, a insônia é a queixa mais comum entre as pessoas com distúrbios de sono, seguida do ronco e da apneia.

Segundo a Associação Brasileira do Sono (ABS), 73 milhões de brasileiros sofrem de insônia. O pneumologista Maurício da Cunha Bagnato, integrante da Unidade de Medicina do Sono do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, afirmou que cerca de 30% a 40% dos indivíduos sofrerão de insônia em alguma fase da vida.

Insônia não é mera inconveniência; é um distúrbio associado ao aumento do risco de morte, doença cardiovascular, depressão, obesidade, dislipidemia (presença de índices elevados de gordura no sangue), hipertensão, fadiga e ansiedade. Nos quadros crônicos, está associada a acidentes automobilísticos, domésticos e no trabalho. A insônia pode ser caracterizada tanto pela dificuldade em pegar no sono como para voltar a dormir após despertares no meio da madrugada.

A insônia inicial, isto é, quando a pessoa custa a pegar no sono ao se deitar, está mais relacionada ao estresse e à ansiedade e atinge as pessoas que não conseguem se desvencilhar dos problemas na hora de dormir, ficam pensando neles e, com isso, estragam o início do sono. O despertar precoce, que ocorre no meio da noite, está mais associado à depressão. Segundo o Dr. Bagnato, “por uma série de mecanismos biológicos a pessoa até consegue dormir logo, mas 3 ou 4 horas depois desperta e vai amargar algumas horas de insônia”, esclarece o médico.

Fonte: https://drauziovarella.uol.com.br/neurologia/insonia-2/ - adaptado

Assinale a alternativa que apresenta a correta separação silábica da palavra “associado”.

 

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3705359 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Novo Horizonte-SP

Insônia atinge 73 milhões de brasileiros

Mariana Varella

Para a maioria da população, em especial a das grandes cidades, dormir 8 horas por noite é luxo. O ritmo agitado da vida urbana e o estresse do dia a dia nos levam a dormir cada vez pior. Não à toa, a insônia é a queixa mais comum entre as pessoas com distúrbios de sono, seguida do ronco e da apneia.

Segundo a Associação Brasileira do Sono (ABS), 73 milhões de brasileiros sofrem de insônia. O pneumologista Maurício da Cunha Bagnato, integrante da Unidade de Medicina do Sono do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, afirmou que cerca de 30% a 40% dos indivíduos sofrerão de insônia em alguma fase da vida.

Insônia não é mera inconveniência; é um distúrbio associado ao aumento do risco de morte, doença cardiovascular, depressão, obesidade, dislipidemia (presença de índices elevados de gordura no sangue), hipertensão, fadiga e ansiedade. Nos quadros crônicos, está associada a acidentes automobilísticos, domésticos e no trabalho. A insônia pode ser caracterizada tanto pela dificuldade em pegar no sono como para voltar a dormir após despertares no meio da madrugada.

A insônia inicial, isto é, quando a pessoa custa a pegar no sono ao se deitar, está mais relacionada ao estresse e à ansiedade e atinge as pessoas que não conseguem se desvencilhar dos problemas na hora de dormir, ficam pensando neles e, com isso, estragam o início do sono. O despertar precoce, que ocorre no meio da noite, está mais associado à depressão. Segundo o Dr. Bagnato, “por uma série de mecanismos biológicos a pessoa até consegue dormir logo, mas 3 ou 4 horas depois desperta e vai amargar algumas horas de insônia”, esclarece o médico.

Fonte: https://drauziovarella.uol.com.br/neurologia/insonia-2/ - adaptado

Qual das alternativas apresenta uma palavra de sentido antônimo à “aumento” ?

 

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3705358 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Novo Horizonte-SP

Insônia atinge 73 milhões de brasileiros

Mariana Varella

Para a maioria da população, em especial a das grandes cidades, dormir 8 horas por noite é luxo. O ritmo agitado da vida urbana e o estresse do dia a dia nos levam a dormir cada vez pior. Não à toa, a insônia é a queixa mais comum entre as pessoas com distúrbios de sono, seguida do ronco e da apneia.

Segundo a Associação Brasileira do Sono (ABS), 73 milhões de brasileiros sofrem de insônia. O pneumologista Maurício da Cunha Bagnato, integrante da Unidade de Medicina do Sono do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, afirmou que cerca de 30% a 40% dos indivíduos sofrerão de insônia em alguma fase da vida.

Insônia não é mera inconveniência; é um distúrbio associado ao aumento do risco de morte, doença cardiovascular, depressão, obesidade, dislipidemia (presença de índices elevados de gordura no sangue), hipertensão, fadiga e ansiedade. Nos quadros crônicos, está associada a acidentes automobilísticos, domésticos e no trabalho. A insônia pode ser caracterizada tanto pela dificuldade em pegar no sono como para voltar a dormir após despertares no meio da madrugada.

A insônia inicial, isto é, quando a pessoa custa a pegar no sono ao se deitar, está mais relacionada ao estresse e à ansiedade e atinge as pessoas que não conseguem se desvencilhar dos problemas na hora de dormir, ficam pensando neles e, com isso, estragam o início do sono. O despertar precoce, que ocorre no meio da noite, está mais associado à depressão. Segundo o Dr. Bagnato, “por uma série de mecanismos biológicos a pessoa até consegue dormir logo, mas 3 ou 4 horas depois desperta e vai amargar algumas horas de insônia”, esclarece o médico.

Fonte: https://drauziovarella.uol.com.br/neurologia/insonia-2/ - adaptado

Qual expressão pode substituir “Segundo”, sem prejudicar o sentido do texto?

 

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3705357 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Novo Horizonte-SP

Insônia atinge 73 milhões de brasileiros

Mariana Varella

Para a maioria da população, em especial a das grandes cidades, dormir 8 horas por noite é luxo. O ritmo agitado da vida urbana e o estresse do dia a dia nos levam a dormir cada vez pior. Não à toa, a insônia é a queixa mais comum entre as pessoas com distúrbios de sono, seguida do ronco e da apneia.

Segundo a Associação Brasileira do Sono (ABS) Enunciado 4133019-1 73 milhões de brasileiros sofrem de insônia. O pneumologista Maurício da Cunha Bagnato, integrante da Unidade de Medicina do Sono do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, afirmou que cerca de 30% a 40% dos indivíduos sofrerão de insônia em alguma fase da vida.

Insônia não é mera inconveniência; é um distúrbio associado ao aumento do risco de morte, doença cardiovascular, depressão, obesidade, dislipidemia (presença de índices elevados de gordura no sangue), hipertensão, fadiga e ansiedade. Nos quadros crônicos, está associada a acidentes automobilísticos, domésticos e no trabalho. A insônia pode ser caracterizada tanto pela dificuldade em pegar no sono como para voltar a dormir após despertares no meio da madrugada.

A insônia inicial, isto é, quando a pessoa custa a pegar no sono ao se deitar, está mais relacionada ao estresse e à ansiedade e atinge as pessoas que não conseguem se desvencilhar dos problemas na hora de dormir, ficam pensando neles e, com isso, estragam o início do sono. O despertar precoce, que ocorre no meio da noite, está mais associado à depressão. Segundo o Dr. Bagnato, “por uma série de mecanismos biológicos a pessoa até consegue dormir logo, mas 3 ou 4 horas depois desperta e vai amargar algumas horas de insônia”, esclarece o médico.

Fonte: https://drauziovarella.uol.com.br/neurologia/insonia-2/ - adaptado

Qual sinal de pontuação substitui corretamente a figura em destaque no texto?

 

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3705356 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Novo Horizonte-SP

Insônia atinge 73 milhões de brasileiros

Mariana Varella

Para a maioria da população, em especial a das grandes cidades, dormir 8 horas por noite é luxo. O ritmo agitado da vida urbana e o estresse do dia a dia nos levam a dormir cada vez pior. Não à toa, a insônia é a queixa mais comum entre as pessoas com distúrbios de sono, seguida do ronco e da apneia.

Segundo a Associação Brasileira do Sono (ABS), 73 milhões de brasileiros sofrem de insônia. O pneumologista Maurício da Cunha Bagnato, integrante da Unidade de Medicina do Sono do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, afirmou que cerca de 30% a 40% dos indivíduos sofrerão de insônia em alguma fase da vida.

Insônia não é mera inconveniência; é um distúrbio associado ao aumento do risco de morte, doença cardiovascular, depressão, obesidade, dislipidemia (presença de índices elevados de gordura no sangue), hipertensão, fadiga e ansiedade. Nos quadros crônicos, está associada a acidentes automobilísticos, domésticos e no trabalho. A insônia pode ser caracterizada tanto pela dificuldade em pegar no sono como para voltar a dormir após despertares no meio da madrugada.

A insônia inicial, isto é, quando a pessoa custa a pegar no sono ao se deitar, está mais relacionada ao estresse e à ansiedade e atinge as pessoas que não conseguem se desvencilhar dos problemas na hora de dormir, ficam pensando neles e, com isso, estragam o início do sono. O despertar precoce, que ocorre no meio da noite, está mais associado à depressão. Segundo o Dr. Bagnato, “por uma série de mecanismos biológicos a pessoa até consegue dormir logo, mas 3 ou 4 horas depois desperta e vai amargar algumas horas de insônia”, esclarece o médico.

Fonte: https://drauziovarella.uol.com.br/neurologia/insonia-2/ - adaptado

Analise as afirmações a seguir sobre o texto:

I. As crises de insônia afetam somente o sono de uma pessoa durante a noite, não podendo causar nenhum tipo de acidentes durante o dia.

II. A insônia inicial caracteriza-se pela dificuldade de pegar no sono.

III. O despertar no meio da noite seguido da dificuldade em voltar a dormir também caracteriza a insônia.

Quais estão corretas?

 

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3705355 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Novo Horizonte-SP

Insônia atinge 73 milhões de brasileiros

Mariana Varella

Para a maioria da população, em especial a das grandes cidades, dormir 8 horas por noite é luxo. O ritmo agitado da vida urbana e o estresse do dia a dia nos levam a dormir cada vez pior. Não à toa, a insônia é a queixa mais comum entre as pessoas com distúrbios de sono, seguida do ronco e da apneia.

Segundo a Associação Brasileira do Sono (ABS), 73 milhões de brasileiros sofrem de insônia. O pneumologista Maurício da Cunha Bagnato, integrante da Unidade de Medicina do Sono do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, afirmou que cerca de 30% a 40% dos indivíduos sofrerão de insônia em alguma fase da vida.

Insônia não é mera inconveniência; é um distúrbio associado ao aumento do risco de morte, doença cardiovascular, depressão, obesidade, dislipidemia (presença de índices elevados de gordura no sangue), hipertensão, fadiga e ansiedade. Nos quadros crônicos, está associada a acidentes automobilísticos, domésticos e no trabalho. A insônia pode ser caracterizada tanto pela dificuldade em pegar no sono como para voltar a dormir após despertares no meio da madrugada.

A insônia inicial, isto é, quando a pessoa custa a pegar no sono ao se deitar, está mais relacionada ao estresse e à ansiedade e atinge as pessoas que não conseguem se desvencilhar dos problemas na hora de dormir, ficam pensando neles e, com isso, estragam o início do sono. O despertar precoce, que ocorre no meio da noite, está mais associado à depressão. Segundo o Dr. Bagnato, “por uma série de mecanismos biológicos a pessoa até consegue dormir logo, mas 3 ou 4 horas depois desperta e vai amargar algumas horas de insônia”, esclarece o médico.

Fonte: https://drauziovarella.uol.com.br/neurologia/insonia-2/ - adaptado

Assinale a alternativa que traz uma informação verdadeira sobre o texto.

 

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