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Foram encontradas 40 questões.

Segue o fragmento de uma reportagem exposta em Veja, 25/08/23. Feita a leitura, responda à questão.
A TODA VELOCIDADE
Mesmo com o fim da pandemia, a aviação executiva cresceu mais do que o esperado, a ponto de fabricantes terem de adiar a entrega de novos modelos
        [...] Em 2022, o país registrou um média mensal de 80.000 pousos e decolagens de jatos executivos, alta de 30% em relação a 2020. Durante a pandemia, em razão da falta de voos comerciais e do medo das pessoas de se exporem ao vírus em ambientes confinados, o mercado decolou – era o esperado, como ocorreu em outros lugares do mundo, especialmente nos EUA. Com o controle da crise sanitária, esperava-se o pouso ou até mesmo o recuo do fenômeno. Não foi assim.
[...]
         Não há dúvida: o horizonte brasileiro tem agora um novo desenho. Com o fortalecimento da economia, jatos e helicópteros tendem a ser ainda mais onipresentes. Há algo de novo no ar. 
No subtítulo da matéria, o adjunto adverbial “Mesmo com o fim da pandemia” estabelece com o restante da frase o sentido de:
 

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Leia o excerto da reportagem exposta em Veja, 20/10/23 e, em seguida, responda à questão.
DOUTOR, ROBÔ

A inteligência artificial protagoniza uma revolução sem precedentes na medicina
Ela aprimorando o diagnóstico e o cuidado dos pacientes, mas suscitando, em paralelo, dilemas sobre os limites de atuação da tecnologia
        [...] Caminho tecnológico sem volta, a inteligência artificial (IA) está mudando profundamente a maneira de aprender, trabalhar e – eis um salto inédito – se cuidar. No campo da saúde há uma revolução em andamento, interessante demais para ser negligenciada. Aideia de um robô capaz de substituir o doutor não se sustenta – pelo menos, por ora, ao pé da letra –, mas é inegável o papel que esse recurso já ocupa e ocupará na jornada de médicos e pacientes, com ganhos palpáveis para todo mundo, em clínicas particulares, nos hospitais público e privados, dentro de casa, no cotidiano doméstico.
        [...] Nada, é verdade, supera a sensibilidade humana no trato como o outro. Contudo, há claros indícios de avanços notáveis. A máquina já começa, por exemplo, a vencer o ser humano em momentos críticos, como a rápida detecção de um derrame. [...] As perspectivas são fascinantes.
        [...] A IA é aplaudida entre cientistas e clínicos pelo potencial de liberar os médicos para atender com mais tempo e atenção aos pacientes. É celebrada também por poder nortear escolhas de tratamento mais certeiras com base na análise em tempo real de milhares de estudos e otimizar a gestão da saúde coletiva. Para tanto, como pontua a OMS, será fundamental garantir transparência e qualidade de dados, bem como a realização de pesquisas atestando as possíveis vantagens da tecnologia. “Nossa nova orientação apoiará os países a regulamentar a área com mais eficácia para aproveitar seu potencial ao mesmo tempo que se minimizam eventuais riscos”, declarou Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS.
        Tais recomendações ganham relevo quando se olha para um novo capítulo dessa história, o uso da chamada IAgenerativa. Se antes o computador era treinado para reproduzir padrões após ler uma enxurrada de dados, agora a máquina aprende sozinha a fornecer soluções. Isso ficou mais claro no dia a dia com o advento do ChatGPT, programa que constrói conteúdos sob demanda. Na medicina, esse tipo de ferramenta dá insights preciosos na triagem de pacientes, na gestão de insumos necessários e no suporte a cirurgias. É a máquina aprimorando o engenho e o trabalho do homem. [...] há, claro, ressalvas que não podem ser relevadas. Os computadores não são infalíveis, e todo pequeno erro no trato com o corpo é grave – daí preocupações. [...] Existe, contudo, um consenso: com boa formação, por meio de cursos práticos, as equipes médicas atuarão com mais embasamento e agilidade, tendo a seu lado um copiloto virtual para apoiar as diferentes etapas do [...]
Após a leitura do período abaixo, analise as explicações fornecidas acerca de alguns recursos linguísticos nele presentes.
“Há, claro, ressalvas que não podem ser relevadas. Os computadores não são infalíveis, e todo pequeno erro no trato com o corpo é grave – daí preocupações.”
I- O adjetivo “claro”, no contexto mencionado, tem função modalizadora, com valor equivalente a um advérbio “claramente” ou uma locução adverbial “com certeza”. II- A vírgula usada antes da conjunção “E” é possível, porque na estrutura em análise, os sujeitos de cada oração são distintos. III- “Relevadas” é um adjetivo que assume na frase função de predicativo de objeto. IV- “Pequeno” é um advérbio que antecede o substantivo “erro”, com função de adjunto adverbial de intensidade.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
 

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Leia o excerto da reportagem exposta em Veja, 20/10/23 e, em seguida, responda à questão.
DOUTOR, ROBÔ

A inteligência artificial protagoniza uma revolução sem precedentes na medicina
Ela aprimorando o diagnóstico e o cuidado dos pacientes, mas suscitando, em paralelo, dilemas sobre os limites de atuação da tecnologia
        [...] Caminho tecnológico sem volta, a inteligência artificial (IA) está mudando profundamente a maneira de aprender, trabalhar e – eis um salto inédito – se cuidar. No campo da saúde há uma revolução em andamento, interessante demais para ser negligenciada. Aideia de um robô capaz de substituir o doutor não se sustenta – pelo menos, por ora, ao pé da letra –, mas é inegável o papel que esse recurso já ocupa e ocupará na jornada de médicos e pacientes, com ganhos palpáveis para todo mundo, em clínicas particulares, nos hospitais público e privados, dentro de casa, no cotidiano doméstico.
        [...] Nada, é verdade, supera a sensibilidade humana no trato como o outro. Contudo, há claros indícios de avanços notáveis. A máquina já começa, por exemplo, a vencer o ser humano em momentos críticos, como a rápida detecção de um derrame. [...] As perspectivas são fascinantes.
        [...] A IA é aplaudida entre cientistas e clínicos pelo potencial de liberar os médicos para atender com mais tempo e atenção aos pacientes. É celebrada também por poder nortear escolhas de tratamento mais certeiras com base na análise em tempo real de milhares de estudos e otimizar a gestão da saúde coletiva. Para tanto, como pontua a OMS, será fundamental garantir transparência e qualidade de dados, bem como a realização de pesquisas atestando as possíveis vantagens da tecnologia. “Nossa nova orientação apoiará os países a regulamentar a área com mais eficácia para aproveitar seu potencial ao mesmo tempo que se minimizam eventuais riscos”, declarou Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS.
        Tais recomendações ganham relevo quando se olha para um novo capítulo dessa história, o uso da chamada IAgenerativa. Se antes o computador era treinado para reproduzir padrões após ler uma enxurrada de dados, agora a máquina aprende sozinha a fornecer soluções. Isso ficou mais claro no dia a dia com o advento do ChatGPT, programa que constrói conteúdos sob demanda. Na medicina, esse tipo de ferramenta dá insights preciosos na triagem de pacientes, na gestão de insumos necessários e no suporte a cirurgias. É a máquina aprimorando o engenho e o trabalho do homem. [...] há, claro, ressalvas que não podem ser relevadas. Os computadores não são infalíveis, e todo pequeno erro no trato com o corpo é grave – daí preocupações. [...] Existe, contudo, um consenso: com boa formação, por meio de cursos práticos, as equipes médicas atuarão com mais embasamento e agilidade, tendo a seu lado um copiloto virtual para apoiar as diferentes etapas do [...]
Relacione as colunas, associando a classificação sintático-semântica proposta na primeira coluna à função dos termos ou orações em destaque nas frases expostas na segunda coluna.
Enunciado 4646023-1

A sequência de preenchimento CORRETA é:
 

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DOUTOR, ROBÔ

A inteligência artificial protagoniza uma revolução sem precedentes na medicina
Ela aprimorando o diagnóstico e o cuidado dos pacientes, mas suscitando, em paralelo, dilemas sobre os limites de atuação da tecnologia
        [...] Caminho tecnológico sem volta, a inteligência artificial (IA) está mudando profundamente a maneira de aprender, trabalhar e – eis um salto inédito – se cuidar. No campo da saúde há uma revolução em andamento, interessante demais para ser negligenciada. Aideia de um robô capaz de substituir o doutor não se sustenta – pelo menos, por ora, ao pé da letra –, mas é inegável o papel que esse recurso já ocupa e ocupará na jornada de médicos e pacientes, com ganhos palpáveis para todo mundo, em clínicas particulares, nos hospitais público e privados, dentro de casa, no cotidiano doméstico.
        [...] Nada, é verdade, supera a sensibilidade humana no trato como o outro. Contudo, há claros indícios de avanços notáveis. A máquina já começa, por exemplo, a vencer o ser humano em momentos críticos, como a rápida detecção de um derrame. [...] As perspectivas são fascinantes.
        [...] A IA é aplaudida entre cientistas e clínicos pelo potencial de liberar os médicos para atender com mais tempo e atenção aos pacientes. É celebrada também por poder nortear escolhas de tratamento mais certeiras com base na análise em tempo real de milhares de estudos e otimizar a gestão da saúde coletiva. Para tanto, como pontua a OMS, será fundamental garantir transparência e qualidade de dados, bem como a realização de pesquisas atestando as possíveis vantagens da tecnologia. “Nossa nova orientação apoiará os países a regulamentar a área com mais eficácia para aproveitar seu potencial ao mesmo tempo que se minimizam eventuais riscos”, declarou Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS.
        Tais recomendações ganham relevo quando se olha para um novo capítulo dessa história, o uso da chamada IAgenerativa. Se antes o computador era treinado para reproduzir padrões após ler uma enxurrada de dados, agora a máquina aprende sozinha a fornecer soluções. Isso ficou mais claro no dia a dia com o advento do ChatGPT, programa que constrói conteúdos sob demanda. Na medicina, esse tipo de ferramenta dá insights preciosos na triagem de pacientes, na gestão de insumos necessários e no suporte a cirurgias. É a máquina aprimorando o engenho e o trabalho do homem. [...] há, claro, ressalvas que não podem ser relevadas. Os computadores não são infalíveis, e todo pequeno erro no trato com o corpo é grave – daí preocupações. [...] Existe, contudo, um consenso: com boa formação, por meio de cursos práticos, as equipes médicas atuarão com mais embasamento e agilidade, tendo a seu lado um copiloto virtual para apoiar as diferentes etapas do [...]
No decorrer do texto várias expressões utilizadas dão pistas de que as descobertas provenientes do avanço da IA no campo da medicina não devem ser relegadas. Assinale a única alternativa em que a(s) palavra(s) sublinhada(s) e em negrito(s) consiste(m) em adjetivo qualificativo ou avaliativo.
 

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3790577 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Matinhas-PB
Leia o texto abaixo e responda à questão.
SILÊNCIO ENSURDECEDOR

Na era dos esportivos elétricos, além de assegurar a performance, modelos precisam manter vivo o ronco dos motores a combustão que tanto seduz os fãs - Por André Sollitto
    São celebrados – por quem gosta, é claro – os vilões do filme Mad Max: Estrada da Fúria, de 2015, do australiano George Miller. Devotos do “Culto do V8”, mistura de religião e filosofia militar, bebem da atração por carros velozes e seus poderosos motores a combustão, de onde tiram a força vital. O totem dessa seita ficcional é o propulsor do Ford Mustang. Ele pode ser reconhecido de longe pelo ronco agressivo, espalhafatoso, em forma de fetiche. No mundo das coisas reais, sem o exagero da imaginação cinematográfica, há uma turma com essa pegada – os petrolheads, viciados em veículos sobre quatro rodas, sobretudo se forem muito, mas muito ruidosos. Como então adaptar o amor eterno pelo escarcéu das máquinas com o atual empenho para levar às ruas e estradas os carros elétricos, ecológicos, menos poluentes, mas naturalmente mais silenciosos?
    Pode soar como indagação bizantina, mas não é. Trata-se de preocupação real do mercado, atento aos nós ambientais mas também ao gosto dos consumidores. Tome-se como o exemplo a própria Ford, que acaba de trazer ao Brasil o Mustang Mach-E, versão eletrificada do clássico esportivo e primeiro veículo totalmente elétrico da montadora no país. O visual mudou. Ele virou um SUV, maior e mais alto, de pegada familiar, mas rapidíssimo. É capaz de ir de 0 a 100 quilômetros por hora em apenas 3,7 segundos – ante 4,3 segundos do motor tradicional. Tudo isso, em calmaria sepulcral. Mas e aquele vruuuuuuuuum gostoso e infernal, afeito a não alijar os adoradores? Deu-se um jeito, com o apoio de tecnologia de ponta. Ao selecionar o modo de “condução esportiva”, o motorista pode optar por ativar uma simulação sonora de propulsão. [...] O resultado não é idêntico, mas quem sentiu e ouviu aprovou.
    Convém não desdenhar do zelo pelo que emana da lataria. O alemão Dieter Landenberger, diretor dos arquivos históricos da Porsche, chegou a definir o querido alarido da grife como uma “mistura única entre a melodia emocionante do motor boxer, o crescendo das válvulas e o trombetear do sistema de escapamento”. [...] Na Europa, a montadora tentou registrar uma patente para a simulação sonora que desenvolveu, mas as autoridades de propriedade intelectual acharam que o estrondo não era tão memorável para ser reconhecido como único, e disseram “não”. A empresa está recorrendo da decisão, afirmando se tratar de uma criação artificial desenvolvida por músicos e compositores de trilhas sonoras.
    A Porsche não está sozinha. ABMWcontratou Hans Zimmer, autor de várias trilhas de Hollywood, para criar o som de seu BMW i4. Para os saudosistas, há empresas que vendem kits específicos com caixas de som acopladas ao veículo, projetadas para reproduzir o saudoso ruído. É movimento que faz um barulhão danado, porque a civilização avança, mas o já conhecido demora para ser abandonado. Contudo, há quem caminhe na contramão, certo de abrir novas estradas. Achinesa BYD, que trouxe o esportivo Seal ao Brasil, assumiu o silêncio quase total a bordo da cabine, com apenas uma ligeira sonoridade futurista do motor elétrico, e incluiu apenas um alerta sonoro para pedestres. Os tempos estão mudando – mas é sempre bom não abandonar a história e desdenhar da cultura. (Veja, 20/10/23)

A respeito das estruturas oracionais introduzidas pela preposição PARAnos períodos I e II a seguir, é CORRETO afirmar:

Enunciado 4646014-1

 

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3790576 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Matinhas-PB
Leia o texto abaixo e responda à questão.
SILÊNCIO ENSURDECEDOR

Na era dos esportivos elétricos, além de assegurar a performance, modelos precisam manter vivo o ronco dos motores a combustão que tanto seduz os fãs - Por André Sollitto
    São celebrados – por quem gosta, é claro – os vilões do filme Mad Max: Estrada da Fúria, de 2015, do australiano George Miller. Devotos do “Culto do V8”, mistura de religião e filosofia militar, bebem da atração por carros velozes e seus poderosos motores a combustão, de onde tiram a força vital. O totem dessa seita ficcional é o propulsor do Ford Mustang. Ele pode ser reconhecido de longe pelo ronco agressivo, espalhafatoso, em forma de fetiche. No mundo das coisas reais, sem o exagero da imaginação cinematográfica, há uma turma com essa pegada – os petrolheads, viciados em veículos sobre quatro rodas, sobretudo se forem muito, mas muito ruidosos. Como então adaptar o amor eterno pelo escarcéu das máquinas com o atual empenho para levar às ruas e estradas os carros elétricos, ecológicos, menos poluentes, mas naturalmente mais silenciosos?
    Pode soar como indagação bizantina, mas não é. Trata-se de preocupação real do mercado, atento aos nós ambientais mas também ao gosto dos consumidores. Tome-se como o exemplo a própria Ford, que acaba de trazer ao Brasil o Mustang Mach-E, versão eletrificada do clássico esportivo e primeiro veículo totalmente elétrico da montadora no país. O visual mudou. Ele virou um SUV, maior e mais alto, de pegada familiar, mas rapidíssimo. É capaz de ir de 0 a 100 quilômetros por hora em apenas 3,7 segundos – ante 4,3 segundos do motor tradicional. Tudo isso, em calmaria sepulcral. Mas e aquele vruuuuuuuuum gostoso e infernal, afeito a não alijar os adoradores? Deu-se um jeito, com o apoio de tecnologia de ponta. Ao selecionar o modo de “condução esportiva”, o motorista pode optar por ativar uma simulação sonora de propulsão. [...] O resultado não é idêntico, mas quem sentiu e ouviu aprovou.
    Convém não desdenhar do zelo pelo que emana da lataria. O alemão Dieter Landenberger, diretor dos arquivos históricos da Porsche, chegou a definir o querido alarido da grife como uma “mistura única entre a melodia emocionante do motor boxer, o crescendo das válvulas e o trombetear do sistema de escapamento”. [...] Na Europa, a montadora tentou registrar uma patente para a simulação sonora que desenvolveu, mas as autoridades de propriedade intelectual acharam que o estrondo não era tão memorável para ser reconhecido como único, e disseram “não”. A empresa está recorrendo da decisão, afirmando se tratar de uma criação artificial desenvolvida por músicos e compositores de trilhas sonoras.
    A Porsche não está sozinha. ABMWcontratou Hans Zimmer, autor de várias trilhas de Hollywood, para criar o som de seu BMW i4. Para os saudosistas, há empresas que vendem kits específicos com caixas de som acopladas ao veículo, projetadas para reproduzir o saudoso ruído. É movimento que faz um barulhão danado, porque a civilização avança, mas o já conhecido demora para ser abandonado. Contudo, há quem caminhe na contramão, certo de abrir novas estradas. Achinesa BYD, que trouxe o esportivo Seal ao Brasil, assumiu o silêncio quase total a bordo da cabine, com apenas uma ligeira sonoridade futurista do motor elétrico, e incluiu apenas um alerta sonoro para pedestres. Os tempos estão mudando – mas é sempre bom não abandonar a história e desdenhar da cultura. (Veja, 20/10/23)
No texto é recorrente o uso do MAS, conjunção que assume funções sintáticas e semânticas diversas, conforme o contexto de ocorrência.
Analise as explicações fornecidas quanto a algumas estruturas presentes no texto, e reproduzidas abaixo.
I- “[...] há uma turma com essa pegada — os petrolheads, viciados em veículos sobre quatro rodas, sobretudo se forem muito, MAS muito ruidosos.” (Tem função focalizadora dentro do sintagma, contribuindo para enfatizar uma característica do carro.) II- “Como então adaptar o amor eterno pelo escarcéu das máquinas com o atual empenho para levar às ruas e estradas os carros elétricos, ecológicos, menos poluentes, MAS naturalmente mais silenciosos?” (Tem função adversativa e enfática, ligando duas orações coordenadas.) III- “[...] o motorista pode optar por ativar uma simulação sonora de propulsão. [...] O resultado não é idêntico, MAS quem sentiu e ouviu aprovou.” (Tem valor constrastivo, aliando adversidade e concessividade, ao ligar as orações coordenadas.) IV-Os tempos estão mudando – MAS é sempre bom não abandonar a história e desdenhar da cultura. ” (Tem função de mudança de tópico, evidenciado pelo uso do travessão, com valor comparativo)
É (são) CORRETA(S) a (s) explicação(ões) presentes apenas em:
 

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3790575 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Matinhas-PB
Leia o texto abaixo e responda à questão.
SILÊNCIO ENSURDECEDOR

Na era dos esportivos elétricos, além de assegurar a performance, modelos precisam manter vivo o ronco dos motores a combustão que tanto seduz os fãs - Por André Sollitto
    São celebrados – por quem gosta, é claro – os vilões do filme Mad Max: Estrada da Fúria, de 2015, do australiano George Miller. Devotos do “Culto do V8”, mistura de religião e filosofia militar, bebem da atração por carros velozes e seus poderosos motores a combustão, de onde tiram a força vital. O totem dessa seita ficcional é o propulsor do Ford Mustang. Ele pode ser reconhecido de longe pelo ronco agressivo, espalhafatoso, em forma de fetiche. No mundo das coisas reais, sem o exagero da imaginação cinematográfica, há uma turma com essa pegada – os petrolheads, viciados em veículos sobre quatro rodas, sobretudo se forem muito, mas muito ruidosos. Como então adaptar o amor eterno pelo escarcéu das máquinas com o atual empenho para levar às ruas e estradas os carros elétricos, ecológicos, menos poluentes, mas naturalmente mais silenciosos?
    Pode soar como indagação bizantina, mas não é. Trata-se de preocupação real do mercado, atento aos nós ambientais mas também ao gosto dos consumidores. Tome-se como o exemplo a própria Ford, que acaba de trazer ao Brasil o Mustang Mach-E, versão eletrificada do clássico esportivo e primeiro veículo totalmente elétrico da montadora no país. O visual mudou. Ele virou um SUV, maior e mais alto, de pegada familiar, mas rapidíssimo. É capaz de ir de 0 a 100 quilômetros por hora em apenas 3,7 segundos – ante 4,3 segundos do motor tradicional. Tudo isso, em calmaria sepulcral. Mas e aquele vruuuuuuuuum gostoso e infernal, afeito a não alijar os adoradores? Deu-se um jeito, com o apoio de tecnologia de ponta. Ao selecionar o modo de “condução esportiva”, o motorista pode optar por ativar uma simulação sonora de propulsão. [...] O resultado não é idêntico, mas quem sentiu e ouviu aprovou.
    Convém não desdenhar do zelo pelo que emana da lataria. O alemão Dieter Landenberger, diretor dos arquivos históricos da Porsche, chegou a definir o querido alarido da grife como uma “mistura única entre a melodia emocionante do motor boxer, o crescendo das válvulas e o trombetear do sistema de escapamento”. [...] Na Europa, a montadora tentou registrar uma patente para a simulação sonora que desenvolveu, mas as autoridades de propriedade intelectual acharam que o estrondo não era tão memorável para ser reconhecido como único, e disseram “não”. A empresa está recorrendo da decisão, afirmando se tratar de uma criação artificial desenvolvida por músicos e compositores de trilhas sonoras.
    A Porsche não está sozinha. ABMWcontratou Hans Zimmer, autor de várias trilhas de Hollywood, para criar o som de seu BMW i4. Para os saudosistas, há empresas que vendem kits específicos com caixas de som acopladas ao veículo, projetadas para reproduzir o saudoso ruído. É movimento que faz um barulhão danado, porque a civilização avança, mas o já conhecido demora para ser abandonado. Contudo, há quem caminhe na contramão, certo de abrir novas estradas. Achinesa BYD, que trouxe o esportivo Seal ao Brasil, assumiu o silêncio quase total a bordo da cabine, com apenas uma ligeira sonoridade futurista do motor elétrico, e incluiu apenas um alerta sonoro para pedestres. Os tempos estão mudando – mas é sempre bom não abandonar a história e desdenhar da cultura. (Veja, 20/10/23)
Abaixo estão reproduzidos título e sub-título da matéria. Indique qual (is) versão (ões) expostas na seqüência preserva(m) não só o conteúdo mas o efeito de sentido que provoca a estrutura original.

SILÊNCIO ENSURDECEDOR


Na era dos esportivos elétricos, além de assegurar a performance, modelos precisam manter vivo o ronco dos motores a combustão que tanto seduz os fãs - Por André Sollitto


I- Na era dos modelos esportivos, manter o ronco dos motores a combustão, tão sedutor para os fãs, é inquietante – mas como fica o cuidado com a performance? II- Na era dos esportivos elétricos, eis um dilema: modelos precisam não só assegurar a performance, mas também manter vivo o ronco dos motores a combustão que tanto atrai os fãs. III- Mais que manter vivo o ronco dos motores a combustão, que tanto seduz os fãs, assegurar a performance é um desafio para as empresas na era dos esportivos elétricos. IV- Desafios que as montadoras enfrentam na era dos esportivos elétricos: assegurar a performance e manter o escarcéu sonoro dos motores a combustão, que é o que atrai os fãs.
Qual (is) título(s) preserva(m) o sentido da estrutura original?
 

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3790574 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Matinhas-PB
Leia o texto abaixo e responda à questão.
SILÊNCIO ENSURDECEDOR

Na era dos esportivos elétricos, além de assegurar a performance, modelos precisam manter vivo o ronco dos motores a combustão que tanto seduz os fãs - Por André Sollitto
    São celebrados – por quem gosta, é claro – os vilões do filme Mad Max: Estrada da Fúria, de 2015, do australiano George Miller. Devotos do “Culto do V8”, mistura de religião e filosofia militar, bebem da atração por carros velozes e seus poderosos motores a combustão, de onde tiram a força vital. O totem dessa seita ficcional é o propulsor do Ford Mustang. Ele pode ser reconhecido de longe pelo ronco agressivo, espalhafatoso, em forma de fetiche. No mundo das coisas reais, sem o exagero da imaginação cinematográfica, há uma turma com essa pegada – os petrolheads, viciados em veículos sobre quatro rodas, sobretudo se forem muito, mas muito ruidosos. Como então adaptar o amor eterno pelo escarcéu das máquinas com o atual empenho para levar às ruas e estradas os carros elétricos, ecológicos, menos poluentes, mas naturalmente mais silenciosos?
    Pode soar como indagação bizantina, mas não é. Trata-se de preocupação real do mercado, atento aos nós ambientais mas também ao gosto dos consumidores. Tome-se como o exemplo a própria Ford, que acaba de trazer ao Brasil o Mustang Mach-E, versão eletrificada do clássico esportivo e primeiro veículo totalmente elétrico da montadora no país. O visual mudou. Ele virou um SUV, maior e mais alto, de pegada familiar, mas rapidíssimo. É capaz de ir de 0 a 100 quilômetros por hora em apenas 3,7 segundos – ante 4,3 segundos do motor tradicional. Tudo isso, em calmaria sepulcral. Mas e aquele vruuuuuuuuum gostoso e infernal, afeito a não alijar os adoradores? Deu-se um jeito, com o apoio de tecnologia de ponta. Ao selecionar o modo de “condução esportiva”, o motorista pode optar por ativar uma simulação sonora de propulsão. [...] O resultado não é idêntico, mas quem sentiu e ouviu aprovou.
    Convém não desdenhar do zelo pelo que emana da lataria. O alemão Dieter Landenberger, diretor dos arquivos históricos da Porsche, chegou a definir o querido alarido da grife como uma “mistura única entre a melodia emocionante do motor boxer, o crescendo das válvulas e o trombetear do sistema de escapamento”. [...] Na Europa, a montadora tentou registrar uma patente para a simulação sonora que desenvolveu, mas as autoridades de propriedade intelectual acharam que o estrondo não era tão memorável para ser reconhecido como único, e disseram “não”. A empresa está recorrendo da decisão, afirmando se tratar de uma criação artificial desenvolvida por músicos e compositores de trilhas sonoras.
    A Porsche não está sozinha. ABMWcontratou Hans Zimmer, autor de várias trilhas de Hollywood, para criar o som de seu BMW i4. Para os saudosistas, há empresas que vendem kits específicos com caixas de som acopladas ao veículo, projetadas para reproduzir o saudoso ruído. É movimento que faz um barulhão danado, porque a civilização avança, mas o já conhecido demora para ser abandonado. Contudo, há quem caminhe na contramão, certo de abrir novas estradas. Achinesa BYD, que trouxe o esportivo Seal ao Brasil, assumiu o silêncio quase total a bordo da cabine, com apenas uma ligeira sonoridade futurista do motor elétrico, e incluiu apenas um alerta sonoro para pedestres. Os tempos estão mudando – mas é sempre bom não abandonar a história e desdenhar da cultura. (Veja, 20/10/23)

Considere o período abaixo, que inicia o texto, e analise as propostas de análise sintática fornecidas para a estrutura da frase.

Enunciado 4646011-1

I- Estrutura oracional na voz passiva sintética, estando o sujeito “os vilões do filme Mad Max: Estrada da Fúria” posposto.

II- Estrutura oracional passiva em que o sujeito está oculto (carros com motores a combustão), e o agente da passiva está expresso.
III- Estrutura oracional em que se apresenta a princípio o agente verbal por uma forma indefinida, havendo necessidade de especificálo por meio de um aposto.
IV- A estrutura formal da frase representa a seguinte interpretação: todo aquele que gosta dos vilões do filme Mad Max: Estrada da Fúria gosta dos carros que fazem barulho.

A análise que se aplica à frase apresentada se apresenta apenas em:

 

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3790573 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Matinhas-PB
Leia o texto abaixo e responda à questão.
SILÊNCIO ENSURDECEDOR

Na era dos esportivos elétricos, além de assegurar a performance, modelos precisam manter vivo o ronco dos motores a combustão que tanto seduz os fãs - Por André Sollitto
    São celebrados – por quem gosta, é claro – os vilões do filme Mad Max: Estrada da Fúria, de 2015, do australiano George Miller. Devotos do “Culto do V8”, mistura de religião e filosofia militar, bebem da atração por carros velozes e seus poderosos motores a combustão, de onde tiram a força vital. O totem dessa seita ficcional é o propulsor do Ford Mustang. Ele pode ser reconhecido de longe pelo ronco agressivo, espalhafatoso, em forma de fetiche. No mundo das coisas reais, sem o exagero da imaginação cinematográfica, há uma turma com essa pegada – os petrolheads, viciados em veículos sobre quatro rodas, sobretudo se forem muito, mas muito ruidosos. Como então adaptar o amor eterno pelo escarcéu das máquinas com o atual empenho para levar às ruas e estradas os carros elétricos, ecológicos, menos poluentes, mas naturalmente mais silenciosos?
    Pode soar como indagação bizantina, mas não é. Trata-se de preocupação real do mercado, atento aos nós ambientais mas também ao gosto dos consumidores. Tome-se como o exemplo a própria Ford, que acaba de trazer ao Brasil o Mustang Mach-E, versão eletrificada do clássico esportivo e primeiro veículo totalmente elétrico da montadora no país. O visual mudou. Ele virou um SUV, maior e mais alto, de pegada familiar, mas rapidíssimo. É capaz de ir de 0 a 100 quilômetros por hora em apenas 3,7 segundos – ante 4,3 segundos do motor tradicional. Tudo isso, em calmaria sepulcral. Mas e aquele vruuuuuuuuum gostoso e infernal, afeito a não alijar os adoradores? Deu-se um jeito, com o apoio de tecnologia de ponta. Ao selecionar o modo de “condução esportiva”, o motorista pode optar por ativar uma simulação sonora de propulsão. [...] O resultado não é idêntico, mas quem sentiu e ouviu aprovou.
    Convém não desdenhar do zelo pelo que emana da lataria. O alemão Dieter Landenberger, diretor dos arquivos históricos da Porsche, chegou a definir o querido alarido da grife como uma “mistura única entre a melodia emocionante do motor boxer, o crescendo das válvulas e o trombetear do sistema de escapamento”. [...] Na Europa, a montadora tentou registrar uma patente para a simulação sonora que desenvolveu, mas as autoridades de propriedade intelectual acharam que o estrondo não era tão memorável para ser reconhecido como único, e disseram “não”. A empresa está recorrendo da decisão, afirmando se tratar de uma criação artificial desenvolvida por músicos e compositores de trilhas sonoras.
    A Porsche não está sozinha. ABMWcontratou Hans Zimmer, autor de várias trilhas de Hollywood, para criar o som de seu BMW i4. Para os saudosistas, há empresas que vendem kits específicos com caixas de som acopladas ao veículo, projetadas para reproduzir o saudoso ruído. É movimento que faz um barulhão danado, porque a civilização avança, mas o já conhecido demora para ser abandonado. Contudo, há quem caminhe na contramão, certo de abrir novas estradas. Achinesa BYD, que trouxe o esportivo Seal ao Brasil, assumiu o silêncio quase total a bordo da cabine, com apenas uma ligeira sonoridade futurista do motor elétrico, e incluiu apenas um alerta sonoro para pedestres. Os tempos estão mudando – mas é sempre bom não abandonar a história e desdenhar da cultura. (Veja, 20/10/23)
Avalie as seguintes afirmações a respeito da organização global do texto.
I- O texto aborda o interesse dos fabricantes na oferta de carros que atendam às demandas do mercado, sem ignorar as demandas ambientais e o valor da tradição, com rara exceção. II- O tema (ou foco) do texto é a exposição da competitividade das empresas na busca de oferecer carros elétricos com preços que atraiam o consumidor. III- A escrita é criativa, como revela o jogo com as palavras: caracteriza-se como ensurdecedor o silêncio, que é o fator desafiador na montagem dos carros; mas, ao se referir à reação contrária a essa tendência, diz-se tratar de um movimento que faz um barulhão.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
 

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3790572 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Matinhas-PB
Leia o texto abaixo, que trata da virada de posição da empresa Microsoft em relação à Apple, e responda à questão.
JOGADA INTELIGENTE
    Inovações em inteligência artificial e computação em nuvem levam a empresa a se tornar a de maior valor de mercado nos Estados Unidos
    Fundadas com a diferença de apenas um ano, Microsoft (nascida em abril de 1975) e Apple (abril de 1976) seguiram em suas trajetórias caminhos bem distintos. Enquanto a empresa criada por Bill Gates foi, durante muito tempo, sinônimo de software, a companhia da maçã ficou marcada pela genialidade inventiva de Steve Jobs. Em outras palavras: a Microsoft era necessária e a Apple, sexy. No século XXI, a discrepância se intensificou com o lançamento do iPhone, que conquistou a condição de objeto de desejo de consumidores do mundo inteiro. Não à toa, a Apple se tornou, em 2023, a primeira empresa da história a alcançar valor de mercado de 3 trilhões de dólares. Nos últimos meses, contudo, o jogo mudou, e a Microsoft voltou a ocupar o posto de corporação mais valiosa dos Estados Unidos, após três anos fora do topo. Aque se deve a virada?
    Há uma razão principal que explica o movimento: inovação. Depois de muito tempo — pelo menos desde a era da computação pessoal —, a Microsoft voltou a liderar uma transição tecnológica. Desta vez, ela está à frente da chamada inteligência artificial regenerativa, tecnologia que responde perguntas e gera imagens a partir de sugestões feitas por usuários. A mudança foi gestada em 2019, quando, por determinação do chefão global, Satya Nadella, a Microsoft investiu em uma startup desconhecida, a OpenAI, que estava desenvolvendo um novo sistema de inteligência artificial. Em 2022, o ChatGPT chegou ao mercado e o mundo foi tomado por uma revolução. [...]
    A IA não foi a única aposta certeira da Microsoft. Aempresa fez incursões bem-sucedidas no lucrativo negócio de computação em nuvem. [...] Enquanto isso, a Apple vive tempos desafiadores. Aempresa está atrasada na corrida da inteligência artificial e, para piorar, não há projeto consistente na área. [...] Como se não bastasse, as vendas de iPhone também não empolgam como antes. Asituação é tão complexa que, nos últimos dias, a Apple passou a dar descontos — algo inusual em sua história — nos smartphones vendidos na China, na tentativa de enfrentar a concorrência de marcas como Xiaomi e Huawei, que avançam sem parar. No ano passado, as vendas de iPhones no mercado chinês tombaram 30%. Ainda assim, a Apple fechou 2023 como líder do mercado global de smartphones.
    Empresas de tecnologia enfrentam o desafio permanente de se reinventar. Foi assim com a Microsoft, que encontrou na inteligência artificial um novo caminho promissor. A própria Apple sabe o que é isso — a empresa, afinal, deixou de ser só uma fabricante de computadores para revolucionar o mercado de aparelhos de celular. Nesta semana, a estratégia de diversificação foi revigorada com o lançamento dos óculos de realidade virtual Vision Pro. Será suficiente para dar novo fôlego à Apple? Ninguém sabe a resposta, mas não é recomendável duvidar de uma empresa que, assim como a Microsoft, mudou o mundo. (Publicado em VEJA de 19 de janeiro de 2024, edição nº 2876) 
Avalie as proposições a seguir a respeito da construção macro e micro estrutural do texto.
I- Ao tratar da trajetória da Microsoft e da Apple, o autor usa a estratégia da metáfora, associando a concorrência entre a empresas a uma disputa de futebol, como revelam os termos jogada, jogo, aposta e desafio. II- Do ponto de vista linguístico, as transformações ocorridas nas empresas são manifestadas por meio dos adjetivos presentes nos grupos nominais: jogada inteligente, aposta certeira, tempos desafiadores, caminho promissor. III- No texto, de natureza expositiva, apresentam-se as mudanças por que passaram as empresas, com alternâncias de poder – ora uma, ora outra sobressaindo em razão da capacidade de ambas de se reinventar. IV- Ao destacar a virada de posição da Microsoft sobre a Apple, há uma intenção de ironizar a situação de estagnação vivenciada pela Apple, conforme evidencia a citação “como se não bastasse, as vendas de iPhone também não empolgam como antes”.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
 

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