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Foram encontradas 60 questões.

133364 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: Pref. João Pessoa-PB
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As alternativas a seguir apresentam formas de superlativo de adjetivo, à exceção de uma. Assinale-a.
 

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133363 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: Pref. João Pessoa-PB
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Alguns substantivos formam o plural com alteração do timbre da vogal tônica.
Assinale a alternativa em que um dos vocábulos conserva no plural o e fechado do singular.
 

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133361 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: Pref. João Pessoa-PB

Observe a charge a seguir

Enunciado 133361-1

Com relação aos elementos linguísticos da charge, assinale a afirmativa correta.
 

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133359 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: Pref. João Pessoa-PB
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Quanto à flexão, os verbos podem ser regulares, irregulares, defectivos e abundantes. Assinale a alternativa que apresenta o verbo que deve ser considerado abundante.
 

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133357 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: Pref. João Pessoa-PB
Nosso ensino inferior 

    Não é para entrar em depressão, mas também não é para comemorar. Nos dois testes internacionais a que foi submetido esta semana – o do ensino médio e o do superior – o nosso sistema educacional não foi totalmente reprovado e até melhorou, mas também não “passou" com louvor. Sob certos aspectos, o desempenho foi medíocre. No primeiro exame, o Pisa, que avalia alunos de 15 anos de 65 países, o Brasil foi o que mais avançou em matemática entre 2003 e 2012, mas mesmo assim continua lá atrás, ficou em 58º lugar e, em leitura, foi pior, caiu dois pontos para a 55ª colocação. Em Ciências, permaneceu onde estava, na 59ª posição. O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, considerou o resultado “uma grande vitória", mas o responsável pelo Pisa, Andreas Schleicher, acha que temos que “acelerar muito o ritmo de melhoria", investindo mais em professores e dando aos alunos pobres melhores escolas, para não continuar fazendo feio.
    Se as conclusões do Pisa comportam interpretações que podem ser mais ou menos pessimistas, os dados referentes à educação superior não deixam dúvidas: foram péssimos. [....]   A nossa má performance não pode ser atribuída à falta de representação. O ensino superior brasileiro é composto por 2.377 instituições, das quais 85% são faculdades, 8% são universidades, 5,3% são centros tecnológicos e 1,6 são institutos tecnológicos.   O nosso problema, portanto, não é de quantidade, mas de qualidade.
(Zuenir Ventura, O Globo, 07/12/2013)
Ao dizer que “sob certos aspectos, o desempenho foi medíocre”, o autor do texto se refere
 

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133356 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: Pref. João Pessoa-PB
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Assinale a alternativa em que o artigo definido o tem valor demonstrativo.
 

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133354 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: Pref. João Pessoa-PB
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Observe as três orações a seguir.

I – Viu-se o crime de longe. 
II – O crime foi visto de longe. 
III – João viu o crime de longe.

Sobre as orações, assinale a afirmativa correta.
 

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133353 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: Pref. João Pessoa-PB
Nosso ensino inferior 

    Não é para entrar em depressão, mas também não é para comemorar. Nos dois testes internacionais a que foi submetido esta semana – o do ensino médio e o do superior – o nosso sistema educacional não foi totalmente reprovado e até melhorou, mas também não “passou" com louvor. Sob certos aspectos, o desempenho foi medíocre. No primeiro exame, o Pisa, que avalia alunos de 15 anos de 65 países, o Brasil foi o que mais avançou em matemática entre 2003 e 2012, mas mesmo assim continua lá atrás, ficou em 58º lugar e, em leitura, foi pior, caiu dois pontos para a 55ª colocação. Em Ciências, permaneceu onde estava, na 59ª posição. O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, considerou o resultado “uma grande vitória", mas o responsável pelo Pisa, Andreas Schleicher, acha que temos que “acelerar muito o ritmo de melhoria", investindo mais em professores e dando aos alunos pobres melhores escolas, para não continuar fazendo feio.
    Se as conclusões do Pisa comportam interpretações que podem ser mais ou menos pessimistas, os dados referentes à educação superior não deixam dúvidas: foram péssimos. [....]   A nossa má performance não pode ser atribuída à falta de representação. O ensino superior brasileiro é composto por 2.377 instituições, das quais 85% são faculdades, 8% são universidades, 5,3% são centros tecnológicos e 1,6 são institutos tecnológicos.   O nosso problema, portanto, não é de quantidade, mas de qualidade.
(Zuenir Ventura, O Globo, 07/12/2013)
Na frase inicial do texto – “Não é para entrar em depressão, mas também não é para comemorar” – o conector “mas também” traz as ideias de
 

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133352 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: Pref. João Pessoa-PB
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Os predicados nominais são formados por um verbo de ligação + um predicativo. Assinale a alternativa que apresenta a frase em que o verbo de estado não expressa o que está indicado.
 

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133351 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: Pref. João Pessoa-PB
Nosso ensino inferior 

    Não é para entrar em depressão, mas também não é para comemorar. Nos dois testes internacionais a que foi submetido esta semana – o do ensino médio e o do superior – o nosso sistema educacional não foi totalmente reprovado e até melhorou, mas também não “passou" com louvor. Sob certos aspectos, o desempenho foi medíocre. No primeiro exame, o Pisa, que avalia alunos de 15 anos de 65 países, o Brasil foi o que mais avançou em matemática entre 2003 e 2012, mas mesmo assim continua lá atrás, ficou em 58º lugar e, em leitura, foi pior, caiu dois pontos para a 55ª colocação. Em Ciências, permaneceu onde estava, na 59ª posição. O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, considerou o resultado “uma grande vitória", mas o responsável pelo Pisa, Andreas Schleicher, acha que temos que “acelerar muito o ritmo de melhoria", investindo mais em professores e dando aos alunos pobres melhores escolas, para não continuar fazendo feio.
    Se as conclusões do Pisa comportam interpretações que podem ser mais ou menos pessimistas, os dados referentes à educação superior não deixam dúvidas: foram péssimos. [....]   A nossa má performance não pode ser atribuída à falta de representação. O ensino superior brasileiro é composto por 2.377 instituições, das quais 85% são faculdades, 8% são universidades, 5,3% são centros tecnológicos e 1,6 são institutos tecnológicos.   O nosso problema, portanto, não é de quantidade, mas de qualidade.
(Zuenir Ventura, O Globo, 07/12/2013)
“...o responsável pelo Pisa, Andreas Schleicher, acha que temos que “acelerar muito o ritmo de melhoria", investindo mais em professores e dando aos alunos pobres melhores escolas, para não continuar fazendo feio".
A única inferência que não pode ser feita desse segmento do texto é que
 

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