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Eu me perdoo, eu te perdoo...
Para você, perdoar é fácil ou difícil? Sente gratidão por sua vida no momento presente? Ou está preso a experiências passadas em que alguém o magoou? É capaz de se perdoar pelos erros que cometeu? Tais questões são o foco central da psicologia positiva, já que evidências científicas nos mostram que saber perdoar é vital para nosso bem-estar físico e emocional. Por milhares de anos, os maiores líderes religiosos exaltaram o valor e o poder do perdão. Tanto as tradições do Oriente como as do Ocidente honram a habilidade de liberar-se de sentimentos como raiva e sofrimento em relação a eventos passados, e enaltecem a atitude sábia de livrar-se de tais emoções aprisionadoras.
Como psicólogo clínico, posso confirmar que proferir tais palavras com sinceridade todos os dias é extremamente benéfico. Tal oração nos purifica de emoções debilitantes, como amargura, ressentimento e desejo de vingança. Dessa maneira, podemos nos revitalizar e deixar para trás as mágoas do passado. Pesquisas médicas estão descobrindo que aqueles que perdoam grandes transgressões têm batimentos cardíacos e pressão sanguínea em níveis mais regulares em comparação àqueles que não perdoam. A Dra. Kathleen Row, da Universidade da Carolina do Leste, nos Estados Unidos, tem estudado extensivamente como hostilidade e perdão impactam o corpo humano. Descobriu-se, por exemplo, que a qualidade do sono é afetada pela tendência a nutrir pensamentos de vingança. No campo da psicologia, pesquisas apontam que mulheres têm maior predisposição para perdoar do que homens, no entanto são menos propensas a se perdoarem. Mas, à medida que envelhecemos, nossa tendência é de perdoar cada vez mais. Talvez porque, quanto mais vivemos, somos capazes de perceber com mais clareza o todo que nos cerca. Nesse sentido, a habilidade de perdoar é uma qualidade que todos nós deveríamos desenvolver se quisermos gerar mais oportunidades para a felicidade.
(HOFFMAN, Edward. Eu me perdoo, eu te perdoo... Revista Bons Fluídos, p. 18, junho de 2013. Adaptado.)
Considere a grafia do verbo ter no trecho: “Pesquisas médicas estão descobrindo que aqueles que perdoam grandes transgressões têm ‘batimentos cardíacos e pressão sanguínea em níveis mais regulares em comparação àqueles que não perdoam.”
Que aspecto gramatical abaixo explica a acentuação do ter no trecho?
 

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1339946 Ano: 2012
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
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Ao fonoaudiólogo, cabe verificar e analisar o comportamento do trato vocal observado pela laringoestroboscopia e nasolaringoscopia, durante situação de canto e fala espontânea. De acordo com alterações que possam ser encontradas, associe a primeira coluna com a segunda.
( 1 ) Nódulos vocais
( 2 ) Pólipos vocais
( 3 ) Edema de Reinke
( 4 ) Granuloma
( 5 ) Cisto vocal
( )Preferencialmente localizados na camada superficial da lâmina própria. Podem ser encontrados dois tipos: mucoso e epidermoide.
( )Pode ser uni ou bilateral, sendo o fonotrauma uma das razões para seu aparecimento, inicialmente sob forma de ulceração na região dos processos vocais e, depois, cicatrizando com a reposição de tecido de granulação.
( )É uma afecção benigna, também conhecida como degeneração polipoide.
( )São formações benignas da laringe que, usualmente, desenvolvem-se no meio da porção membranosa das pregas vocais, na camada superficial da lâmina própria, não comprometendo a membrana basal. Geralmente, unilaterais, são frequentemente atribuídos ao fonotrauma aliado a processos irritativos como: cigarro, inalantes, rinite alérgica, entre outros.
( )Geralmente bilaterais, simétricos, e localizados na porção média da parte membranosa das pregas vocais, consistindo de tecido
edematosos e/ou fibras colágenas.
Assinale a sequência CORRETA.
 

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1339944 Ano: 2012
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
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São sintomas do RGE, EXCETO
 

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1339865 Ano: 2012
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
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O fonoaudiólogo deve ser preparado adequadamente, a fim de promover estratégias favoráveis ao desenvolvimento das capacidades comunicativas de crianças com problemas de linguagem. Baseando-se nisso, em uma terapia fonoaudiológica, deve-se evitar, EXCETO
 

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Eu me perdoo, eu te perdoo...
Para você, perdoar é fácil ou difícil? Sente gratidão por sua vida no momento presente? Ou está preso a experiências passadas em que alguém o magoou? É capaz de se perdoar pelos erros que cometeu? Tais questões são o foco central da psicologia positiva, já que evidências científicas nos mostram que saber perdoar é vital para nosso bem-estar físico e emocional. Por milhares de anos, os maiores líderes religiosos exaltaram o valor e o poder do perdão. Tanto as tradições do Oriente como as do Ocidente honram a habilidade de liberar-se de sentimentos como raiva e sofrimento em relação a eventos passados, e enaltecem a atitude sábia de livrar-se de tais emoções aprisionadoras.
Como psicólogo clínico, posso confirmar que proferir tais palavras com sinceridade todos os dias é extremamente benéfico. Tal oração nos purifica de emoções debilitantes, como amargura, ressentimento e desejo de vingança. Dessa maneira, podemos nos revitalizar e deixar para trás as mágoas do passado. Pesquisas médicas estão descobrindo que aqueles que perdoam grandes transgressões têm batimentos cardíacos e pressão sanguínea em níveis mais regulares em comparação àqueles que não perdoam. A Dra. Kathleen Row, da Universidade da Carolina do Leste, nos Estados Unidos, tem estudado extensivamente como hostilidade e perdão impactam o corpo humano. Descobriu-se, por exemplo, que a qualidade do sono é afetada pela tendência a nutrir pensamentos de vingança. No campo da psicologia, pesquisas apontam que mulheres têm maior predisposição para perdoar do que homens, no entanto são menos propensas a se perdoarem. Mas, à medida que envelhecemos, nossa tendência é de perdoar cada vez mais. Talvez porque, quanto mais vivemos, somos capazes de perceber com mais clareza o todo que nos cerca. Nesse sentido, a habilidade de perdoar é uma qualidade que todos nós deveríamos desenvolver se quisermos gerar mais oportunidades para a felicidade.
(HOFFMAN, Edward. Eu me perdoo, eu te perdoo... Revista Bons Fluídos, p. 18, junho de 2013. Adaptado.)
O autor NÃO menciona ou relaciona o ato de perdoar com
 

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1339804 Ano: 2012
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
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Quando o bebê nasce, ele responde aos estímulos externos de forma global e reflexa. Com o passar dos meses, mediante atividades diárias, a criança conquista gradualmente maiores habilidades motoras e sensoriais que, aliadas ao início do desenvolvimento cortical, conduzem-na a comportamentos motores cada vez mais voluntários e dissociados. Os reflexos motores orais dividem-se basicamente em reflexos de alimentação e defesa. Como reflexos de alimentação, podemos citar, EXCETO
 

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Para você, perdoar é fácil ou difícil? Sente gratidão por sua vida no momento presente? Ou está preso a experiências passadas em que alguém o magoou? É capaz de se perdoar pelos erros que cometeu? Tais questões são o foco central da psicologia positiva, já que evidências científicas nos mostram que saber perdoar é vital para nosso bem-estar físico e emocional. Por milhares de anos, os maiores líderes religiosos exaltaram o valor e o poder do perdão. Tanto as tradições do Oriente como as do Ocidente honram a habilidade de liberar-se de sentimentos como raiva e sofrimento em relação a eventos passados, e enaltecem a atitude sábia de livrar-se de tais emoções aprisionadoras.
Como psicólogo clínico, posso confirmar que proferir tais palavras com sinceridade todos os dias é extremamente benéfico. Tal oração nos purifica de emoções debilitantes, como amargura, ressentimento e desejo de vingança. Dessa maneira, podemos nos revitalizar e deixar para trás as mágoas do passado. Pesquisas médicas estão descobrindo que aqueles que perdoam grandes transgressões têm batimentos cardíacos e pressão sanguínea em níveis mais regulares em comparação àqueles que não perdoam. A Dra. Kathleen Row, da Universidade da Carolina do Leste, nos Estados Unidos, tem estudado extensivamente como hostilidade e perdão impactam o corpo humano. Descobriu-se, por exemplo, que a qualidade do sono é afetada pela tendência a nutrir pensamentos de vingança. No campo da psicologia, pesquisas apontam que mulheres têm maior predisposição para perdoar do que homens, no entanto são menos propensas a se perdoarem. Mas, à medida que envelhecemos, nossa tendência é de perdoar cada vez mais. Talvez porque, quanto mais vivemos, somos capazes de perceber com mais clareza o todo que nos cerca. Nesse sentido, a habilidade de perdoar é uma qualidade que todos nós deveríamos desenvolver se quisermos gerar mais oportunidades para a felicidade.
(HOFFMAN, Edward. Eu me perdoo, eu te perdoo... Revista Bons Fluídos, p. 18, junho de 2013. Adaptado.)
Considere o trecho: “... têm batimentos cardíacos e pressão sanguínea em níveis mais regulares em comparação àqueles que não perdoam.”
Assinale a alternativa que explica o emprego do sinal indicativo de crase na palavra negritada.
 

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1339646 Ano: 2012
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
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O esfíncter velofaríngico (EFV) é a região delimitada pelas paredes posteriores e laterais da faringe e pelo palato mole. Sobre ele, pode-se afirmar:
I - É composto pelos músculos elevador do véu, tensor do véu, da úvula, constritor superior da faringe, palatofaríngico, palatoglosso e salpingofaríngico.
II - Nos indivíduos portadores de fissura palatina, os músculos que compõem o esfíncter velofaríngico se encontram alterados em sua anatomia e fisiologia.
III - Os músculos do EVF são inervados pelo plexo faríngico, exceção feita ao músculo tensor do véu, que é inervado pelo ramo mandibular do trigêmio, e ao músculo da úvula, que é inervado pelo nervo palatino menor. Os músculos constritor da faringe e elevador do véu parecem ter uma dupla inervação via plexo faríngico e nervo facial.
Marque a alternativa CORRETA.
 

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Eu me perdoo, eu te perdoo...
Para você, perdoar é fácil ou difícil? Sente gratidão por sua vida no momento presente? Ou está preso a experiências passadas em que alguém o magoou? É capaz de se perdoar pelos erros que cometeu? Tais questões são o foco central da psicologia positiva, já que evidências científicas nos mostram que saber perdoar é vital para nosso bem-estar físico e emocional. Por milhares de anos, os maiores líderes religiosos exaltaram o valor e o poder do perdão. Tanto as tradições do Oriente como as do Ocidente honram a habilidade de liberar-se de sentimentos como raiva e sofrimento em relação a eventos passados, e enaltecem a atitude sábia de livrar-se de tais emoções aprisionadoras.
Como psicólogo clínico, posso confirmar que proferir tais palavras com sinceridade todos os dias é extremamente benéfico. Tal oração nos purifica de emoções debilitantes, como amargura, ressentimento e desejo de vingança. Dessa maneira, podemos nos revitalizar e deixar para trás as mágoas do passado. Pesquisas médicas estão descobrindo que aqueles que perdoam grandes transgressões têm batimentos cardíacos e pressão sanguínea em níveis mais regulares em comparação àqueles que não perdoam. A Dra. Kathleen Row, da Universidade da Carolina do Leste, nos Estados Unidos, tem estudado extensivamente como hostilidade e perdão impactam o corpo humano. Descobriu-se, por exemplo, que a qualidade do sono é afetada pela tendência a nutrir pensamentos de vingança. No campo da psicologia, pesquisas apontam que mulheres têm maior predisposição para perdoar do que homens, no entanto são menos propensas a se perdoarem. Mas, à medida que envelhecemos, nossa tendência é de perdoar cada vez mais. Talvez porque, quanto mais vivemos, somos capazes de perceber com mais clareza o todo que nos cerca. Nesse sentido, a habilidade de perdoar é uma qualidade que todos nós deveríamos desenvolver se quisermos gerar mais oportunidades para a felicidade.
(HOFFMAN, Edward. Eu me perdoo, eu te perdoo... Revista Bons Fluídos, p. 18, junho de 2013. Adaptado.)
Assinale a alternativa que identifica a função de linguagem usada pelo autor ao iniciar sua argumentação fazendo perguntas ao leitor.
 

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1339531 Ano: 2012
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
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Sobre fissura, é correto afirmar, EXCETO
 

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