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Foram encontradas 20 questões.

1544961 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: ACAPLAM
Orgão: Pref. Ielmo Marinho-RN
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Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas

“O vereador, o relator e eu __________ nos últimos feriados para apresentar o parecer na próxima reunião conforme __________ prometido”.

 

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1544960 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: ACAPLAM
Orgão: Pref. Ielmo Marinho-RN
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Assinale o período em que a oração sublinhada indica a conseqüência do que foi declarado na oração anterior.

 

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1544959 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: ACAPLAM
Orgão: Pref. Ielmo Marinho-RN
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Assinale a opção cujo par apresenta, na flexão de plural, a mesma variação fônica encontrada em POVO / POVOS.

 

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1544958 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: ACAPLAM
Orgão: Pref. Ielmo Marinho-RN
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Na formação das palavras OUTRORA e PERNALTA o processo empregado caracteriza a:

 

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1544889 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: ACAPLAM
Orgão: Pref. Ielmo Marinho-RN

Assinale a opção incorreta quanto ao uso do acento indicativo de crase.

 

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1544888 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: ACAPLAM
Orgão: Pref. Ielmo Marinho-RN

Assinale o segmento cuja pontuação está correta:

 

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1544887 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: ACAPLAM
Orgão: Pref. Ielmo Marinho-RN

Assinale a seqüência em que todas as palavras são acentuadas em obediência à mesma regra.

 

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1544886 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: ACAPLAM
Orgão: Pref. Ielmo Marinho-RN

Marque a alternativa em que MAL e MAU estão empregados de maneira incorreta.

 

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1544885 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: ACAPLAM
Orgão: Pref. Ielmo Marinho-RN

As questões 15 e 16 referem-se ao texto seguinte:


A economia do crime


Especialistas em segurança atribuem o número crescente de seqüestros em São Paulo à eficiência no combate as outras categorias de crimes. “Quadrilhas agem como empresas”, diz – Antônio Carlos Biscaia, coordenador do Projeto Segurança Pública do Instituto Cidadania, do PT. “Quando aumenta a repressão a um certo delito, elas migram para outro mais rentável”, diz. Seguindo essa linha de raciocínio, os seqüestros tomaram o lugar de destaque antes ocupado por assaltos a banco e a carro-forte. “Roubar bancos anda cada vez mais complicado”, diz o advogado criminalista Adriano Salles Vanni. “As agências têm câmeras, portas automáticas e pouco dinheiro nos caixas. Para fazer um grande saque, é necessário avisar o gerente com antecedência”, exemplifica. De 1999 até hoje, os bancos brasileiros investiram R$ 1 bilhão em proteção. Houve um tempo em que seqüestros atingiam apenas pessoas ricas e envolviam quantias descomunais. Hoje, a modalidade de crime se banalizou, avançando sobre a classe média. “O criminoso começa pedindo R$ 500 mil e termina aceitando R$ 5 mil”, diz Vanni. “E a vítima é escolhida na rua, se o carro chama a atenção”, diz. Bandidos inexperientes usam o recurso do cativeiro para extorquir somas modestas. “Estão cada vez mais comuns os seqüestros amadores, sem estrutura sequer para esconder a vítima”, admite Wagner Giudice, da Delegacia Anti-Seqüestro paulista.

(Decio Viotto et al. A economia do crime. Época, 3/9/2001. P. 4, com adaptações.)

Das afirmações seguintes com relação ao texto:

I – A substituição do vocábulo “repressão” por “combate” não implica alteração semântica, uma vez que no texto as expressões são sinônimas.

II – Haverá alteração de sentido do texto, caso se substitua o vocábulo “delito” por “território”.

III – Graças aos novos equipamentos de proteção usados pelos assaltantes, roubar bancos tornou-se, nos últimos três anos, uma tarefa muito fácil.

 

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1544884 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: ACAPLAM
Orgão: Pref. Ielmo Marinho-RN

As questões 15 e 16 referem-se ao texto seguinte:


A economia do crime


Especialistas em segurança atribuem o número crescente de seqüestros em São Paulo à eficiência no combate as outras categorias de crimes. “Quadrilhas agem como empresas”, diz – Antônio Carlos Biscaia, coordenador do Projeto Segurança Pública do Instituto Cidadania, do PT. “Quando aumenta a repressão a um certo delito, elas migram para outro mais rentável”, diz. Seguindo essa linha de raciocínio, os seqüestros tomaram o lugar de destaque antes ocupado por assaltos a banco e a carro-forte. “Roubar bancos anda cada vez mais complicado”, diz o advogado criminalista Adriano Salles Vanni. “As agências têm câmeras, portas automáticas e pouco dinheiro nos caixas. Para fazer um grande saque, é necessário avisar o gerente com antecedência”, exemplifica. De 1999 até hoje, os bancos brasileiros investiram R$ 1 bilhão em proteção. Houve um tempo em que seqüestros atingiam apenas pessoas ricas e envolviam quantias descomunais. Hoje, a modalidade de crime se banalizou, avançando sobre a classe média. “O criminoso começa pedindo R$ 500 mil e termina aceitando R$ 5 mil”, diz Vanni. “E a vítima é escolhida na rua, se o carro chama a atenção”, diz. Bandidos inexperientes usam o recurso do cativeiro para extorquir somas modestas. “Estão cada vez mais comuns os seqüestros amadores, sem estrutura sequer para esconder a vítima”, admite Wagner Giudice, da Delegacia Anti-Seqüestro paulista.

(Decio Viotto et al. A economia do crime. Época, 3/9/2001. P. 4, com adaptações.)

Das afirmações seguintes com relação as idéias do texto:

I – Nos últimos três anos, a quantia investida pelos bancos em proteção foi inexpressiva.

II – As pessoas que dirigem carros de grande valor estão menos sujeitas a serem seqüestradas que as que andam a pé ou têm carros populares.

III – Atualmente, um indivíduo de classe média corre menos risco de ser seqüestrado que na década passada.

 

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