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Foram encontradas 25 questões.

1245036 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
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Em uma manhã de inverno em 1978, a assistente social Zélia Machado, 49 anos de idade, encontrou um bebê recém-nascido em um terreno baldio em frente de sua casa, em Curitiba. Era uma menina morena que chorava muito ainda com o cordão umbilical, embrulhada em uma sacola de papel. Zélia, uma descendente de ucranianos de olhos azuis, levou a criança ao hospital e, ignorando a opinião contrária de parentes e amigos, resolveu adotá-la. “Foi a melhor decisão da minha vida”, diz hoje. Aos dezoito anos, Patrícia, a filha adotiva, está se preparando para o vestibular e tem com a mãe um relacionamento melhor do que muitos filhos biológicos em outras famílias. “Às vezes até esqueço que fui adotada”, conta.
Histórias como essa compõem a primeira grande pesquisa sobre adoção no Brasil, feita pela psicóloga paranaense Lídia Weber em doze estados de diferentes regiões. O estudo, que acaba de ser apresentado no XXVI Congresso Internacional de Psicologia, realizado em Montreal, Canadá, desmente alguns mitos sobre adoção no país. Mostra, por exemplo, que a adoção é uma experiência muito mais tranqüila e gratificante do que se imagina para pais e filhos. “Oitenta e cinco por cento dos casos estudados foram bem-sucedidos”, atesta a pesquisadora. “Esse resultado desmente a tese de muitos psicólogos e psiquiatras segundo a qual a perda dos pais biológicos é irreparável e determinante de todos os problemas nas crianças adotadas.”
Perfil dos filhos adotivos...e dos pais que adotam
64% são brancos 91% estavam casados na época da adoção.
60% são mulheres 55% não podiam ter filhos.
69% eram recém-nascidos na época da adoção 45% já tinham filhos biológicos.
62% nunca tiveram notícias de seus pais biológicos 40% têm curso superior completo.
69% sempre souberam que eram adotivos 50% recebem mais de 1.500,00 reais por mês.
In: Veja, 18/9/1996 (com adaptações)
Assinale a alternativa que apresenta conclusão da pesquisa não comprovável pela tabela do texto:
 

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1244805 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
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LEIA O TEXTO
“Em nossa última conversa, dizia-me o grande amigo que não esperava viver muito tempo por ser um cardisplicente.
-O quê?
-Cardisplicente. Aquele que desdenha do próprio coração.
Entre um copo e outro de cerveja, fui ao dicionário.
- “Cardisplicente” não existe, você inventou – triunfei.
- Mas se eu inventei como é que não existe? – espantou-se meu amigo.
Semanas depois deixou em saudades fundas companheiros, parentes e bem-amadas.
Homens de bom coração não deveriam ser cardisplicentes.” – Conforme sugere o texto, “cardisplicente” é
Millor Fernandes – Ernani Terra Ed. Ática - pág. 78 - 2002
 

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1234174 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
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Se não tiverem organizado os documentos, o coordenador irá solicitar ajuda de outro departamento, se bem que não o tenham atendido em outra ocasião.
As orações destacadas expressam, respectivamente, as seguintes circunstâncias:
 

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1231158 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
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Os homens sempre se esquecem de que somos todos mortais. A oração destacada é substantiva
 

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1231131 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
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Em relação ao texto “Selinho, sim, mas só para poucos”, podemos afirmar que se trata de um texto predominantemente:
 

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1226981 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
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Assinale a opção em que a lacuna pode ser preenchida por qualquer das duas formas verbais indicadas entre parênteses.
 

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1225224 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
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A LINGUAGEM
A experiência da linguagem
Na abertura de sua obra Política, Aristóteles afirma que somente o homem é um “animal político”, isto é social, cívico, porque somente ele é dotado de linguagem. Os outros animais, escreve Aristóteles, possuem voz (phone) e com ela exprimem dor e prazer, mas o homem possui a palavra (logos) e, com ela, exprime o bom e o mau, o justo e o injusto. Exprimir e possuir em comum esses valores é o que torna possível a vida social e política e, dela, somente os homens são capazes.
Dizer que somos seres falantes significa dizer que temos e somos linguagem, que ela é uma criação humana (uma instituição sociocultural), ao mesmo tempo que nos cria como humanos (seres sociais e culturais). A linguagem é nossa via de acesso ao mundo e ao pensamento, ela nos envolve e nos habita, assim como a envolvemos e a habitamos. Ter experiência da linguagem é ter uma experiência espantosa: emitimos e ouvimos sons, escrevemos e lemos letras, mas sem que saibamos como, experimentamos sentidos, significados, significações, emoções, desejos, idéias.
Em primeiro plano, teremos que especificar melhor que tipo de signo é o signo lingüístico.
Por que uma palavra é diferente, por exemplo, da fumaça que indica fogo? Ou, se preferir, qual a diferença entre a fumaça - signo de fogo, que vejo, e a palavra fumaça que pronuncio ou escuto? A fumaça é uma coisa que indica outra coisa (fogo). A palavra fumaça, porém, é um símbolo, isto é, algo que indica, representa, exprime alguma coisa que é de natureza diferente dela.
O símbolo é um análogo(a bandeira simboliza a nação, por exemplo) e não um efeito da coisa indicada, representada ou exprimida, considerada então como símbolo não-verbal.
O símbolo verbal ou palavra me reenvia a coisas que não são palavras: coisas materiais, idéias, pessoas, valores, seres inexistentes, etc. A linguagem é simbólica e, pelas palavras, nos coloca em relação com o ausente. A linguagem é, pois, inseparável da imaginação.
Em outro plano, temos que especificar melhor as várias funções que atribuímos à linguagem (indicativa ou denotativa, comunicativa, expressiva, conotativa, fática ou metalinguística), e para isso precisamos indagar com o que a linguagem nos relaciona com o mundo e com outros seres humanos. Mas como se dá essa relação? Merece nesse ponto um amiúde estudo sobre Semiologia.
Convite à Filosofia – Marilena Chaui – editora ática, 2001 pág. 147
Em se tratando do estudo das funções da linguagem, o texto de Marilena Chaui é considerado predominantemente:
 

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1218284 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
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A LINGUAGEM
A experiência da linguagem
Na abertura de sua obra Política, Aristóteles afirma que somente o homem é um “animal político”, isto é social, cívico, porque somente ele é dotado de linguagem. Os outros animais, escreve Aristóteles, possuem voz (phone) e com ela exprimem dor e prazer, mas o homem possui a palavra (logos) e, com ela, exprime o bom e o mau, o justo e o injusto. Exprimir e possuir em comum esses valores é o que torna possível a vida social e política e, dela, somente os homens são capazes.
Dizer que somos seres falantes significa dizer que temos e somos linguagem, que ela é uma criação humana (uma instituição sociocultural), ao mesmo tempo que nos cria como humanos (seres sociais e culturais). A linguagem é nossa via de acesso ao mundo e ao pensamento, ela nos envolve e nos habita, assim como a envolvemos e a habitamos. Ter experiência da linguagem é ter uma experiência espantosa: emitimos e ouvimos sons, escrevemos e lemos letras, mas sem que saibamos como, experimentamos sentidos, significados, significações, emoções, desejos, idéias.
Em primeiro plano, teremos que especificar melhor que tipo de signo é o signo lingüístico.
Por que uma palavra é diferente, por exemplo, da fumaça que indica fogo? Ou, se preferir, qual a diferença entre a fumaça - signo de fogo, que vejo, e a palavra fumaça que pronuncio ou escuto? A fumaça é uma coisa que indica outra coisa (fogo). A palavra fumaça, porém, é um símbolo, isto é, algo que indica, representa, exprime alguma coisa que é de natureza diferente dela.
O símbolo é um análogo(a bandeira simboliza a nação, por exemplo) e não um efeito da coisa indicada, representada ou exprimida, considerada então como símbolo não-verbal.
O símbolo verbal ou palavra me reenvia a coisas que não são palavras: coisas materiais, idéias, pessoas, valores, seres inexistentes, etc. A linguagem é simbólica e, pelas palavras, nos coloca em relação com o ausente. A linguagem é, pois, inseparável da imaginação.
Em outro plano, temos que especificar melhor as várias funções que atribuímos à linguagem (indicativa ou denotativa, comunicativa, expressiva, conotativa, fática ou metalinguística), e para isso precisamos indagar com o que a linguagem nos relaciona com o mundo e com outros seres humanos. Mas como se dá essa relação? Merece nesse ponto um amiúde estudo sobre Semiologia.
Convite à Filosofia – Marilena Chaui – editora ática, 2001 pág. 147
Em sua estrutura textual, o referido texto pode ser considerado um texto:
 

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1218235 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
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Em relação às figuras de linguagem, assinale a figura predominante em “O trigo é a palavra de Deus.”
 

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1197845 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
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Dentre os períodos abaixo, um é composto por coordenação e contém uma oração coordenada sindética adversativa. Assinale a alternativa que corresponde a esse período.
 

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