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Foram encontradas 40 questões.

2932663 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Dona Inês-PB

Leia o Texto publicitário a seguir para responder à questão.



TEXTO 4


Enunciado 2932663-1


Fonte: https://jornal.usp.br/universidade/

No texto central do anúncio é visivel a sigla SOS, formada por meio de um acróstico, em destaque com tonalidade distinta do resto da oração. Esse recurso imagético reforça:
 

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2932662 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Dona Inês-PB

Leia o Texto publicitário a seguir para responder à questão.



TEXTO 4


Enunciado 2932662-1


Fonte: https://jornal.usp.br/universidade/

Lançado em 2020, o Texto acima compôs a campanha publicitária “Formando também melhores seres humanos: algumas atitudes não são toleráveis #NemUmaVez”, promovida pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP. Do ponto de vista da função comunicativa, qual das assertivas abaixo está CORRETA?
 

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2932661 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Dona Inês-PB

Leia o Texto 3 para responder à questão.



TEXTO 3



Enunciado 2932661-1


Fonte: humorcomciencia.com/blog/93-portugues/

As duas ocorrências do termo “grama”, no Texto 3 demonstra que são palavras
 

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2932660 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Dona Inês-PB

Leia o Texto 3 para responder à questão.



TEXTO 3



Enunciado 2932660-1


Fonte: humorcomciencia.com/blog/93-portugues/

Analise as afirmações sobre as características mórficas e semânticas do vocábulo “grama”, presente nos dois últimos quadrinhos:

I- no primeiro caso se refere a uma planta, no segundo caso define uma unidade de medida.
II- no primeiro caso é um substantivo feminino, no segundo caso trata-se de um adjetivo restritivo.
III- em ambos os casos as palavras pertencem a um mesmo campo semântico/esfera de sentido.
IV- no segundo quadrinho é um substantivo feminino e no terceiro é um substantivo masculino.

Está CORRETO o que se afirma apenas em:
 

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2932659 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Dona Inês-PB
Após a leitura do texto narrativo abaixo, responda à questão.

TEXTO 2
Ovo de óleo
O que havia de errado com a receita das rosquinhas de coco, que não ficavam iguais às de Bernadete? A menina de 10 anos, tomada de frustração, tentava decifrar o enigma. Durante suas férias no campo, ela observara atentamente, do degrau entre a cozinha e a sala, a mulher que preparava as rosquinhas mais macias e gostosas que ela já provara. De volta a sua casa, tentava reproduzir o feito. Sem sucesso.
Seria a falta do “ovo caipira”? As marcas de farinha disponíveis em Campinas seriam diferentes das de lá? Seria, talvez, a falta da mão confiante e experiente de Bernadete? Ou teria a mulher passado a mágica receita erradamente? Não, ela era atenciosa e bondosa demais para fazer algo do tipo.
É, talvez fosse mesmo a falta daquele ingrediente que ela não conseguia entender... “Cinco meias cascas de ovo de óleo.” O que seria um “ovo de óleo”? Na dúvida, pegava apenas cinco ovos “normais” e, um a um, ia acrescentando à massa somente o que cabia na metade da casca de cada um. E a massa ficava sempre ressecada, rígida, que droga!
Depois de duas tentativas fracassadas, a pequena, finalmente, venceu a vergonha de sua possível ignorância e perguntou à mãe o que seria o “ovo de óleo”. A mãe, ocupada e sem dar muita atenção à estranheza da questão — “coisas de crianças...” —, apenas disse que não existia animal algum chamado “óleo”, portanto, não teria como existir tal ovo.
Ao longo daquele ano, a menina tentou acertar a receita duas, três, cinco vezes. Desistiu. Resolveu que, nas próximas férias, pediria a Bernadete que preparasse novamente as rosquinhas, explicando-lhe detalhadamente o processo. Aí, sim, essa receita danada não mais lhe escaparia às mãos!
Passaram-se os meses e, depois de ela controlar, com muito custo, a enorme ansiedade, enfim, as férias! Foi então que veio a grande decepção: chegando à fazenda, a pequena aspirante a mestre-cuca perguntou pela “professora” e recebeu a trágica notícia de que ela havia deixado o emprego para trabalhar em outra cidade. Que tristeza, quanta falta de sorte... Parecia que aquelas rosquinhas queriam pertencer apenas a sua mestra criadora, e a mais ninguém!
Tal frustração fez com que a menina decidisse encerrar suas atividades culinárias. E “para sempre”! Era quase um sentimento de humilhação aquilo que a invadia, ao fim de tantas tentativas fracassadas. Não queria mais sentir aquilo. Mesmo sabendo da existência de outras milhares de receitas possíveis de serem executadas, o medo de não acertar e, então, sentir algo parecido a paralisava.
Anos se passaram e a pequena deixou de ser pequena. No alto de seus 17 anos, ela concluía, agora, o último ano de colégio. Pensando nas férias que se aproximavam, lembrou-se daquele sonho de menina interrompido por si diante da primeira dificuldade. Que bobagem! Resolveu, então, remexer um pouco nesse passado. Comprou um livro de receitas!
No ônibus escolar, na volta para casa, a jovem abriu o livro, folheou, folheou, folheou, escolheu encarar uma receita de bolo de coco. Na terceira linha de descrição dos ingredientes, ela leu “meia xícara (de chá) de açúcar”... E, depois, “uma colher (de sopa) de fermento”... E sorriu.
LEAH, Sandy. Ovo de óleo. Disponível em . Acesso em 19 de junho de 2023.
Releia o trecho: “No ônibus escolar, na volta para casa, a jovem abriu o livro, folheou, folheou, folheou, escolheu encarar uma receita de bolo de coco. Na terceira linha de descrição dos ingredientes, ela leu 'meia xícara (de chá) de açúcar'... E, depois, 'uma colher (de sopa) de fermento'... E sorriu”. Pode-se inferir que a personagem sorriu porque
 

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2932658 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Dona Inês-PB
Após a leitura do texto narrativo abaixo, responda à questão.

TEXTO 2
Ovo de óleo
O que havia de errado com a receita das rosquinhas de coco, que não ficavam iguais às de Bernadete? A menina de 10 anos, tomada de frustração, tentava decifrar o enigma. Durante suas férias no campo, ela observara atentamente, do degrau entre a cozinha e a sala, a mulher que preparava as rosquinhas mais macias e gostosas que ela já provara. De volta a sua casa, tentava reproduzir o feito. Sem sucesso.
Seria a falta do “ovo caipira”? As marcas de farinha disponíveis em Campinas seriam diferentes das de lá? Seria, talvez, a falta da mão confiante e experiente de Bernadete? Ou teria a mulher passado a mágica receita erradamente? Não, ela era atenciosa e bondosa demais para fazer algo do tipo.
É, talvez fosse mesmo a falta daquele ingrediente que ela não conseguia entender... “Cinco meias cascas de ovo de óleo.” O que seria um “ovo de óleo”? Na dúvida, pegava apenas cinco ovos “normais” e, um a um, ia acrescentando à massa somente o que cabia na metade da casca de cada um. E a massa ficava sempre ressecada, rígida, que droga!
Depois de duas tentativas fracassadas, a pequena, finalmente, venceu a vergonha de sua possível ignorância e perguntou à mãe o que seria o “ovo de óleo”. A mãe, ocupada e sem dar muita atenção à estranheza da questão — “coisas de crianças...” —, apenas disse que não existia animal algum chamado “óleo”, portanto, não teria como existir tal ovo.
Ao longo daquele ano, a menina tentou acertar a receita duas, três, cinco vezes. Desistiu. Resolveu que, nas próximas férias, pediria a Bernadete que preparasse novamente as rosquinhas, explicando-lhe detalhadamente o processo. Aí, sim, essa receita danada não mais lhe escaparia às mãos!
Passaram-se os meses e, depois de ela controlar, com muito custo, a enorme ansiedade, enfim, as férias! Foi então que veio a grande decepção: chegando à fazenda, a pequena aspirante a mestre-cuca perguntou pela “professora” e recebeu a trágica notícia de que ela havia deixado o emprego para trabalhar em outra cidade. Que tristeza, quanta falta de sorte... Parecia que aquelas rosquinhas queriam pertencer apenas a sua mestra criadora, e a mais ninguém!
Tal frustração fez com que a menina decidisse encerrar suas atividades culinárias. E “para sempre”! Era quase um sentimento de humilhação aquilo que a invadia, ao fim de tantas tentativas fracassadas. Não queria mais sentir aquilo. Mesmo sabendo da existência de outras milhares de receitas possíveis de serem executadas, o medo de não acertar e, então, sentir algo parecido a paralisava.
Anos se passaram e a pequena deixou de ser pequena. No alto de seus 17 anos, ela concluía, agora, o último ano de colégio. Pensando nas férias que se aproximavam, lembrou-se daquele sonho de menina interrompido por si diante da primeira dificuldade. Que bobagem! Resolveu, então, remexer um pouco nesse passado. Comprou um livro de receitas!
No ônibus escolar, na volta para casa, a jovem abriu o livro, folheou, folheou, folheou, escolheu encarar uma receita de bolo de coco. Na terceira linha de descrição dos ingredientes, ela leu “meia xícara (de chá) de açúcar”... E, depois, “uma colher (de sopa) de fermento”... E sorriu.
LEAH, Sandy. Ovo de óleo. Disponível em . Acesso em 19 de junho de 2023.
O efeito de humor suscitado na narrativa é provocado:
 

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2932656 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Dona Inês-PB
Após a leitura do texto narrativo abaixo, responda à questão.

TEXTO 2
Ovo de óleo
O que havia de errado com a receita das rosquinhas de coco, que não ficavam iguais às de Bernadete? A menina de 10 anos, tomada de frustração, tentava decifrar o enigma. Durante suas férias no campo, ela observara atentamente, do degrau entre a cozinha e a sala, a mulher que preparava as rosquinhas mais macias e gostosas que ela já provara. De volta a sua casa, tentava reproduzir o feito. Sem sucesso.
Seria a falta do “ovo caipira”? As marcas de farinha disponíveis em Campinas seriam diferentes das de lá? Seria, talvez, a falta da mão confiante e experiente de Bernadete? Ou teria a mulher passado a mágica receita erradamente? Não, ela era atenciosa e bondosa demais para fazer algo do tipo.
É, talvez fosse mesmo a falta daquele ingrediente que ela não conseguia entender... “Cinco meias cascas de ovo de óleo.” O que seria um “ovo de óleo”? Na dúvida, pegava apenas cinco ovos “normais” e, um a um, ia acrescentando à massa somente o que cabia na metade da casca de cada um. E a massa ficava sempre ressecada, rígida, que droga!
Depois de duas tentativas fracassadas, a pequena, finalmente, venceu a vergonha de sua possível ignorância e perguntou à mãe o que seria o “ovo de óleo”. A mãe, ocupada e sem dar muita atenção à estranheza da questão — “coisas de crianças...” —, apenas disse que não existia animal algum chamado “óleo”, portanto, não teria como existir tal ovo.
Ao longo daquele ano, a menina tentou acertar a receita duas, três, cinco vezes. Desistiu. Resolveu que, nas próximas férias, pediria a Bernadete que preparasse novamente as rosquinhas, explicando-lhe detalhadamente o processo. Aí, sim, essa receita danada não mais lhe escaparia às mãos!
Passaram-se os meses e, depois de ela controlar, com muito custo, a enorme ansiedade, enfim, as férias! Foi então que veio a grande decepção: chegando à fazenda, a pequena aspirante a mestre-cuca perguntou pela “professora” e recebeu a trágica notícia de que ela havia deixado o emprego para trabalhar em outra cidade. Que tristeza, quanta falta de sorte... Parecia que aquelas rosquinhas queriam pertencer apenas a sua mestra criadora, e a mais ninguém!
Tal frustração fez com que a menina decidisse encerrar suas atividades culinárias. E “para sempre”! Era quase um sentimento de humilhação aquilo que a invadia, ao fim de tantas tentativas fracassadas. Não queria mais sentir aquilo. Mesmo sabendo da existência de outras milhares de receitas possíveis de serem executadas, o medo de não acertar e, então, sentir algo parecido a paralisava.
Anos se passaram e a pequena deixou de ser pequena. No alto de seus 17 anos, ela concluía, agora, o último ano de colégio. Pensando nas férias que se aproximavam, lembrou-se daquele sonho de menina interrompido por si diante da primeira dificuldade. Que bobagem! Resolveu, então, remexer um pouco nesse passado. Comprou um livro de receitas!
No ônibus escolar, na volta para casa, a jovem abriu o livro, folheou, folheou, folheou, escolheu encarar uma receita de bolo de coco. Na terceira linha de descrição dos ingredientes, ela leu “meia xícara (de chá) de açúcar”... E, depois, “uma colher (de sopa) de fermento”... E sorriu.
LEAH, Sandy. Ovo de óleo. Disponível em . Acesso em 19 de junho de 2023.
Ainda sobre o Texto 2, infere-se que:

I- as ações narradas estão na memória do narrador.
II- os fatos são narrados em uma sequência linear.
III- narrador recorre a constantes flashbacks para exemplificar os fatos narrados.
IV- narrador não obedece a uma cronologia para apresentar os fatos narrados.
V- narrador se preocupa na descrição minuciosa do ambiente e do espaço para atiçar a imaginação do leitor.

Está CORRETO o que se afirma apenas em:
 

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Questão presente nas seguintes provas
2932655 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Dona Inês-PB
Após a leitura do texto narrativo abaixo, responda à questão.

TEXTO 2
Ovo de óleo
O que havia de errado com a receita das rosquinhas de coco, que não ficavam iguais às de Bernadete? A menina de 10 anos, tomada de frustração, tentava decifrar o enigma. Durante suas férias no campo, ela observara atentamente, do degrau entre a cozinha e a sala, a mulher que preparava as rosquinhas mais macias e gostosas que ela já provara. De volta a sua casa, tentava reproduzir o feito. Sem sucesso.
Seria a falta do “ovo caipira”? As marcas de farinha disponíveis em Campinas seriam diferentes das de lá? Seria, talvez, a falta da mão confiante e experiente de Bernadete? Ou teria a mulher passado a mágica receita erradamente? Não, ela era atenciosa e bondosa demais para fazer algo do tipo.
É, talvez fosse mesmo a falta daquele ingrediente que ela não conseguia entender... “Cinco meias cascas de ovo de óleo.” O que seria um “ovo de óleo”? Na dúvida, pegava apenas cinco ovos “normais” e, um a um, ia acrescentando à massa somente o que cabia na metade da casca de cada um. E a massa ficava sempre ressecada, rígida, que droga!
Depois de duas tentativas fracassadas, a pequena, finalmente, venceu a vergonha de sua possível ignorância e perguntou à mãe o que seria o “ovo de óleo”. A mãe, ocupada e sem dar muita atenção à estranheza da questão — “coisas de crianças...” —, apenas disse que não existia animal algum chamado “óleo”, portanto, não teria como existir tal ovo.
Ao longo daquele ano, a menina tentou acertar a receita duas, três, cinco vezes. Desistiu. Resolveu que, nas próximas férias, pediria a Bernadete que preparasse novamente as rosquinhas, explicando-lhe detalhadamente o processo. Aí, sim, essa receita danada não mais lhe escaparia às mãos!
Passaram-se os meses e, depois de ela controlar, com muito custo, a enorme ansiedade, enfim, as férias! Foi então que veio a grande decepção: chegando à fazenda, a pequena aspirante a mestre-cuca perguntou pela “professora” e recebeu a trágica notícia de que ela havia deixado o emprego para trabalhar em outra cidade. Que tristeza, quanta falta de sorte... Parecia que aquelas rosquinhas queriam pertencer apenas a sua mestra criadora, e a mais ninguém!
Tal frustração fez com que a menina decidisse encerrar suas atividades culinárias. E “para sempre”! Era quase um sentimento de humilhação aquilo que a invadia, ao fim de tantas tentativas fracassadas. Não queria mais sentir aquilo. Mesmo sabendo da existência de outras milhares de receitas possíveis de serem executadas, o medo de não acertar e, então, sentir algo parecido a paralisava.
Anos se passaram e a pequena deixou de ser pequena. No alto de seus 17 anos, ela concluía, agora, o último ano de colégio. Pensando nas férias que se aproximavam, lembrou-se daquele sonho de menina interrompido por si diante da primeira dificuldade. Que bobagem! Resolveu, então, remexer um pouco nesse passado. Comprou um livro de receitas!
No ônibus escolar, na volta para casa, a jovem abriu o livro, folheou, folheou, folheou, escolheu encarar uma receita de bolo de coco. Na terceira linha de descrição dos ingredientes, ela leu “meia xícara (de chá) de açúcar”... E, depois, “uma colher (de sopa) de fermento”... E sorriu.
LEAH, Sandy. Ovo de óleo. Disponível em . Acesso em 19 de junho de 2023.
Sobre o foco narrativo do Texto 2, é CORRETO afirmar que o relato é feito:
 

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Questão presente nas seguintes provas
2932651 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Dona Inês-PB

TEXTO 1



Enunciado 2932651-1


Fonte: https://twitter.com/folha/status/1668017774109638656?t=ZCa0sEgy2ic1rrr0hozTZA&s=19

Com relação à organização global e o sentido que o texto quer produzir, é CORRETO afirmar que

I- o efeito de humor aqui suscitado acontece na quebra de expectativa que o segundo plano do texto provoca no leitor em relação ao primeiro plano.

II- por apresentar elementos verbais e não-verbais, além de fazer uma crítica bem-humorada a um fato atual e cotidiano, o Texto 1 se configura como uma charge.

III- a quebra de expectativa suscitada no segundo plano do texto reforça o sentimento de decepção da personagem no primeiro plano.

IV- o Texto 1 ancora-se na ideia de que uma inteligência artificial, por mais sofisticada que seja, jamais irá conseguir produzir textos com a subjetividade de um ser-humano, a exemplo de uma carta de amor.

Está CORRETO o que se afirma apenas em:
 

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Questão presente nas seguintes provas
2932649 Ano: 2023
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Dona Inês-PB

Observe o texto a baixo sobre emprego e desemprego no Brasil:

Desemprego fica em 8,5% em abril e atinge 9,1 milhões...


A taxa de desemprego do Brasil atingiu 8,5% no trimestre encerrado em abril de 2023. A desocupação dos brasileiros havia sido de 8,4% no trimestre anterior (novembro, dezembro e janeiro). (...) Em números absolutos, há 9,1 milhões de desempregados no país. O resultado foi divulgado nesta 4ª feira (31.mai.2023). A taxa de desocupação caiu 2 pontos percentuais em comparação com o mesmo trimestre móvel de 2022, quando era de 10,5%.... A população ocupada foi de 98 milhões de pessoas no trimestre encerrado em abril. ...
(Disponível em: Acesso em: 16/06/2023). https://www.poder360.com.br/economia/desemprego-fica-em-85-em-abril-e-atinge-91-milhoes/

Considerando o texto acima, bem como outros aspectos relacionados com a realidade do emprego e o desemprego no Brasil, julgue as afirmações a seguir:
I- A população desempregada no Brasil supera, em números, a população empregada.
II- O desemprego e o trabalho informal são dois problemas que atingem grande parte da população.
III- Considera-se como população economicamente ativa todos os desempregados.

Está CORRETO o que se afirma em:
 

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