Foram encontradas 40 questões.
O texto a seguir será utilizado na resolução da questão.
ÍNDICES DE MATURIDADE
Completei 60 e reflito sobre sinais de que estou, de fato, entre as pessoas chamadas de "mais velhas". Descreverei tais sinais como "índices de maturidade", uma espécie de termômetro de mudança Não me refiro aos óbvios como "no meu tempo era assim"; à ênfase em tópicos como "remédios e doenças"; a achar que toda música está muito alta. Buscarei traços menos evidentes. Veja se você se enquadra em, no mínimo, três dos indicadores seguintes.
Cresce na sua preferência o gosto por sopas à noite, Lembra-se de que chegou a gostar de churrascadas até de madrugada? "Isso não lhe pertence mais", você ama caldos leves. Sopas noturnas trazem o selo Inmetro de maturidade.
O conforto derrotou a elegância. Sapato apertado, blusa colada, calça justa? Saiam! Que venham as roupas que abraçam, os tecidos com os quais o bem-estar derive menos do "caimento", da "aparência" e mais do "eu gosto desta camiseta".
O mesmo princípio anterior vale para a sociabilidade. Festas obrigatórias? Eventos longos e de pouco acréscimo à felicidade? Saem da agenda para encontros intimistas. Poucas coisas ficam tão sedutoras como a casa do indivíduo maduro, Quase sempre 22h passa a ser um bom horário para dormir, quando não antes.
A sinceridade cresce, As coisas incomodam menos, sim, mas, quando emitimos opinião, temos um compromisso conosco maior do que com a diplomacia. Crianças e velhos possuem essa aliança com o real Imediato. Aos 10, dizemos "eu quero". Aos 30, temos o "eu devo". Aos 60, é frequente o "tô nem aí"
Você gosta de relógio de pulso? Sente falta do rádio relógio? Prefere livros em papel? De quando em vez, acha importante falar ao vivo, não apenas por mensagens no Zap? As figurinhas não são essenciais na construção dos seus discursos comunicativos? São sintomas inegáveis de outro patamar tecnológico e de comunicação. Existe uma retórica da velhice.
Mais um sinal de avanço etário: a figura dos pais cresce e aproxima-se da perfeição. Geralmente, na terceira idade, já se foram os progenitores ... a memória melhora as lembranças. (Citamos frases e procedimentos, "Como dizia meu pai", "Como fazia minha mãe". Chegamos a recomendar métodos pedagógicos para os que lidam com adolescentes rebeldes ou crianças mimadas: "Em uma semana com minha mãe, ele voltaria outro!". Quando vivíamos limites educacionais estritos, dados pela geração anterior, achávamos tudo terrível; agora exaltamos as práticas e ideais que antes nos fizeram sofrer. A mudança chama-se idade. A memória é sempre uma invenção.
O silêncio o seduz de forma crescente. Mais - é capaz de fazer sem voz coisas de longos períodos, como pescar, ver um filme, escutar uma música. Não precisa mais emitir opinião a toda hora? Pode ser que você seja uma pessoa experiente. A capacidade de esvaziar a cabeça e mirar o vazio infinito não é apenas budista, ela é da idade ...
Para muitas pessoas, a maturidade é acompanhada do aumento do medo. Estou ficando obsoleto? Conseguirei continuar produzindo dinheiro? Meu corpo será acometido de quais males? A violência física do mundo vai me atingir? Serei assaltado? Conseguirei defender minha casa, meus filhos, meus bens? Talvez o aumento do medo seja o mais complexo e mais firme indicativo da idade.
Por fim, creio, existem maneiras de saber que estamos mais velhos, Um primeiro grupo adota a estratégia de nunca falar nisso. Fica incomodado com temas da senectude e silencia-se. Foge das palavras e das rodas onde o tema seja idade; evita símbolos, como o carão de estacionamento de idoso.
Um segundo grupo nega de forma veemente a ação do tempo e proclama, sem cessar, que não se sente com tal idade, que sua cabeça é jovem, que possui mais energia do que "muitos adolescentes por aí". Compara- se com pessoas mais novas, mostra como tem boa iniciativa e bons hábitos.
O terceiro grupo, por fim, exorciza seus medos, falando a todo instante sobre ter tal idade (e até, como eu, escrevendo textos sobre isso). Diante de uma situação de medo, há quem emudeça, há quem negue e há quem fale muito. As reações são variadas, a ansiedade é a mesma.
Compilado, Leandro Kamal, Disponível em (https.www.estadão.com brfc.llura/leandro-amalndices-de-matridade/) Publicado e consultado em 30.4.2023
Sobre o texto foram feitas as asseverações a seguir.
I. O autor enumera, entre o que chama de termômetro de mudança do envelhecimento, hábitos como a ênfase em assuntos relacionados a remédios e doenças, além da necessidade de escutar música em volume cada vez mais alto.
II. "Que venham as roupas que abraçam, os tecidos com os quais o bem-estar derive menos do 'caimento", da 'aparência', e mais do 'ou gosto desta camiseta" - neste trecho em particular Leandro Karnal torna clara sua opinião no sentido de que o passar do tempo nos torna menos escravos de modas e modismos e mais adeptos do conforto e do bem-estar.
IlI. O autor pondera que a maturidade nos torna mais diplomáticos, porém, menos sociáveis - não nos dispomos a comparecer a festas, antes obrigatórias, ou a eventos que pouco nos acrescentam. Temos, contudo, maior cuidado ao emitirmos uma opinião, avaliando, sempre, o impacto que pode produzir nas pessoas que nos cercam.
IV. Leandro Karnal avalia que o envelhecimento, para muitos, produz um recrudescimento do medo, inclusive, o de se tornar obsoleto. Entende, todavia, que as pessoas reagem a esse processo de maneiras diversas: enquanto alguns optam por não falar sobre o tema, outros negam veementemente a ação do tempo. Um terceiro grupo, por sua vez, aborda o assunto a todo momento, como estratégia para exorcizar seus medos.
São conclusões possiveis da leitura do texto o afirmado em:
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O texto a seguir será utilizado na resolução da questão.
ÍNDICES DE MATURIDADE
Completei 60 e reflito sobre sinais de que estou, de fato, entre as pessoas chamadas de "mais velhas". Descreverei tais sinais como "índices de maturidade", uma espécie de termômetro de mudança Não me refiro aos óbvios como "no meu tempo era assim"; à ênfase em tópicos como "remédios e doenças"; a achar que toda música está muito alta. Buscarei traços menos evidentes. Veja se você se enquadra em, no mínimo, três dos indicadores seguintes.
Cresce na sua preferência o gosto por sopas à noite, Lembra-se de que chegou a gostar de churrascadas até de madrugada? "Isso não lhe pertence mais", você ama caldos leves. Sopas noturnas trazem o selo Inmetro de maturidade.
O conforto derrotou a elegância. Sapato apertado, blusa colada, calça justa? Saiam! Que venham as roupas que abraçam, os tecidos com os quais o bem-estar derive menos do "caimento", da "aparência" e mais do "eu gosto desta camiseta".
O mesmo princípio anterior vale para a sociabilidade. Festas obrigatórias? Eventos longos e de pouco acréscimo à felicidade? Saem da agenda para encontros intimistas. Poucas coisas ficam tão sedutoras como a casa do indivíduo maduro, Quase sempre 22h passa a ser um bom horário para dormir, quando não antes.
A sinceridade cresce, As coisas incomodam menos, sim, mas, quando emitimos opinião, temos um compromisso conosco maior do que com a diplomacia. Crianças e velhos possuem essa aliança com o real Imediato. Aos 10, dizemos "eu quero". Aos 30, temos o "eu devo". Aos 60, é frequente o "tô nem aí"
Você gosta de relógio de pulso? Sente falta do rádio relógio? Prefere livros em papel? De quando em vez, acha importante falar ao vivo, não apenas por mensagens no Zap? As figurinhas não são essenciais na construção dos seus discursos comunicativos? São sintomas inegáveis de outro patamar tecnológico e de comunicação. Existe uma retórica da velhice.
Mais um sinal de avanço etário: a figura dos pais cresce e aproxima-se da perfeição. Geralmente, na terceira idade, já se foram os progenitores ... a memória melhora as lembranças. (Citamos frases e procedimentos, "Como dizia meu pai", "Como fazia minha mãe". Chegamos a recomendar métodos pedagógicos para os que lidam com adolescentes rebeldes ou crianças mimadas: "Em uma semana com minha mãe, ele voltaria outro!". Quando vivíamos limites educacionais estritos, dados pela geração anterior, achávamos tudo terrível; agora exaltamos as práticas e ideais que antes nos fizeram sofrer. A mudança chama-se idade. A memória é sempre uma invenção.
O silêncio o seduz de forma crescente. Mais - é capaz de fazer sem voz coisas de longos períodos, como pescar, ver um filme, escutar uma música. Não precisa mais emitir opinião a toda hora? Pode ser que você seja uma pessoa experiente. A capacidade de esvaziar a cabeça e mirar o vazio infinito não é apenas budista, ela é da idade ...
Para muitas pessoas, a maturidade é acompanhada do aumento do medo. Estou ficando obsoleto? Conseguirei continuar produzindo dinheiro? Meu corpo será acometido de quais males? A violência física do mundo vai me atingir? Serei assaltado? Conseguirei defender minha casa, meus filhos, meus bens? Talvez o aumento do medo seja o mais complexo e mais firme indicativo da idade.
Por fim, creio, existem maneiras de saber que estamos mais velhos, Um primeiro grupo adota a estratégia de nunca falar nisso. Fica incomodado com temas da senectude e silencia-se. Foge das palavras e das rodas onde o tema seja idade; evita símbolos, como o carão de estacionamento de idoso.
Um segundo grupo nega de forma veemente a ação do tempo e proclama, sem cessar, que não se sente com tal idade, que sua cabeça é jovem, que possui mais energia do que "muitos adolescentes por aí". Compara- se com pessoas mais novas, mostra como tem boa iniciativa e bons hábitos.
O terceiro grupo, por fim, exorciza seus medos, falando a todo instante sobre ter tal idade (e até, como eu, escrevendo textos sobre isso). Diante de uma situação de medo, há quem emudeça, há quem negue e há quem fale muito. As reações são variadas, a ansiedade é a mesma.
Compilado, Leandro Kamal, Disponível em (https.www.estadão.com brfc.llura/leandro-amalndices-de-matridade/) Publicado e consultado em 30.4.2023
"Isso não lhe pertence mais" - a regência do verbo enfatizado se repete naquele destacado no excerto de qual alternativa?
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Ao cotejarmos as duas charges podemos afirmar que:
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A charge a seguir será utilizada na resolução da questão.

Disponível em [https://sme.goiania.go.gov.br/conexaoescola/ensino_fundamental/produzindo- um-artigo-de-opinião/]. Consultado em 8.5.2023
A leitura da charge nos leva a entender que o personagem do garoto:
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A charge a seguir será utilizada na resolução da questão.

Disponível em [https://sme.goiania.go.gov.br/conexaoescola/ensino_fundamental/produzindo- um-artigo-de-opinião/]. Consultado em 8.5.2023
A lacuna presente na charge, respeitando-se os ditames da norma culta, deverá ser preenchida conforme opção apresentada em qual alternativa?
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A charge a seguir será utilizada na resolução da questão.

Disponível em [https://www.researchgale.neV/ligure/Figura-1-Charge-de-Luiz-Femando-Cazo- Figure-1-Cartoon-of-de-Luiz-Femando-Cezo_fig1_328754798J Consultado em 8.5.2023
"Tirei 10 em Matemática, 10 em Português, mas fui reprovado no exame de colesterol!" - o uso da conjunção "mas", no contexto:
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A charge a seguir será utilizada na resolução da questão.

Disponível em [https://www.researchgale.neV/ligure/Figura-1-Charge-de-Luiz-Femando-Cazo- Figure-1-Cartoon-of-de-Luiz-Femando-Cezo_fig1_328754798J Consultado em 8.5.2023
A leitura da charge acima nos leva à seguinte ilação:
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O texto a seguir será utilizado na resolução da questão.
I. Com base em dados de dois questionários respondidos por 1750 voluntários, pesquisadores brasileiros identificaram um conjunto de características que tornam uma pessoa mais propensa _(I)_ desenvolver transtorno mentais associados _(II)_ imagem corporal e _(III)_ alimentação. De acordo com o estudo, o problema afeta principalmente _(IV)_ mulheres, os mais jovens, os consumidores de suplementos fitness ou de substâncias farmacológicas para mudar a forma corporal. Também entram na lista os adeptos de dietas restritivas, os sedentários, as pessoas com diagnóstico de obesidade ou sobrepeso e que fazem uma avaliação ruim da própria alimentação.
II. O levantamento foi conduzido por pesquisadores das universidades Estadual Paulista (Unesp) e Federal de Alfenas (Unifal) e recebeu financiamento da FAPESP. Os resultados foram divulgados na revista Environmental Research and Public Health.
III. Segundo os autores, conhecer o perfil dos indivíduos mais vulneráveis a esse tipo de transtorno do corpo pode subsidiar estratégias preventivas e de promoção da saúde.
IV. "Há uma preocupação mundial com doenças como diabetes, hipertensão e obesidade, que afetam a saúde da população em grande proporção. Porém, existem outras condições, como os transtornos alimentares, que são subdiagnosticados e desconsiderados, embora também afetem substancialmente a saúde das pessoas. É preciso levar em conta que uma relação ruim com a comida pode anteceder uma série de problemas físicos e mentais", alerta Wanderson Roberto da Silva, professor da Unifal e coautor do artigo.
"Estudo de screve perfis propensos a transtornos de imagem e alimentação". Compilado. Mara Fernanda Ziegler. Disponível em [https:#frevistagalileu.globo.com/sociedade/comportamento/noticia/2023/05/estudo-descreve-perfis- propensos-a-transtornos-de-imagem-e-alimentacao.ghimij. Publicado e consultado em 7.5 2023.
"Wanderson Roberto da Silva, professor da Unifal e coautor do artigo" - o vocábulo enfatizado foi grafado sem hífen, em obediência ao acordo ortográfico vigente em território nacional. Dos termos em destaque a seguir, o único que deveria ser redigido empregando-se o hífen, e não o foi, é o presente em qual alternativa?
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O texto a seguir será utilizado na resolução da questão.
I. Com base em dados de dois questionários respondidos por 1750 voluntários, pesquisadores brasileiros identificaram um conjunto de características que tornam uma pessoa mais propensa _(I)_ desenvolver transtorno mentais associados _(II)_ imagem corporal e _(III)_ alimentação. De acordo com o estudo, o problema afeta principalmente _(IV)_ mulheres, os mais jovens, os consumidores de suplementos fitness ou de substâncias farmacológicas para mudar a forma corporal. Também entram na lista os adeptos de dietas restritivas, os sedentários, as pessoas com diagnóstico de obesidade ou sobrepeso e que fazem uma avaliação ruim da própria alimentação.
II. O levantamento foi conduzido por pesquisadores das universidades Estadual Paulista (Unesp) e Federal de Alfenas (Unifal) e recebeu financiamento da FAPESP. Os resultados foram divulgados na revista Environmental Research and Public Health.
III. Segundo os autores, conhecer o perfil dos indivíduos mais vulneráveis a esse tipo de transtorno do corpo pode subsidiar estratégias preventivas e de promoção da saúde.
IV. "Há uma preocupação mundial com doenças como diabetes, hipertensão e obesidade, que afetam a saúde da população em grande proporção. Porém, existem outras condições, como os transtornos alimentares, que são subdiagnosticados e desconsiderados, embora também afetem substancialmente a saúde das pessoas. É preciso levar em conta que uma relação ruim com a comida pode anteceder uma série de problemas físicos e mentais", alerta Wanderson Roberto da Silva, professor da Unifal e coautor do artigo.
"Estudo de screve perfis propensos a transtornos de imagem e alimentação". Compilado. Mara Fernanda Ziegler. Disponível em [https:#frevistagalileu.globo.com/sociedade/comportamento/noticia/2023/05/estudo-descreve-perfis- propensos-a-transtornos-de-imagem-e-alimentacao.ghimij. Publicado e consultado em 7.5 2023.
Da leitura do texto é possível inferir que:
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O texto a seguir será utilizado na resolução da questão.
I. Com base em dados de dois questionários respondidos por 1750 voluntários, pesquisadores brasileiros identificaram um conjunto de características que tornam uma pessoa mais propensa _(I)_ desenvolver transtorno mentais associados _(II)_ imagem corporal e _(III)_ alimentação. De acordo com o estudo, o problema afeta principalmente _(IV)_ mulheres, os mais jovens, os consumidores de suplementos fitness ou de substâncias farmacológicas para mudar a forma corporal. Também entram na lista os adeptos de dietas restritivas, os sedentários, as pessoas com diagnóstico de obesidade ou sobrepeso e que fazem uma avaliação ruim da própria alimentação.
II. O levantamento foi conduzido por pesquisadores das universidades Estadual Paulista (Unesp) e Federal de Alfenas (Unifal) e recebeu financiamento da FAPESP. Os resultados foram divulgados na revista Environmental Research and Public Health.
III. Segundo os autores, conhecer o perfil dos indivíduos mais vulneráveis a esse tipo de transtorno do corpo pode subsidiar estratégias preventivas e de promoção da saúde.
IV. "Há uma preocupação mundial com doenças como diabetes, hipertensão e obesidade, que afetam a saúde da população em grande proporção. Porém, existem outras condições, como os transtornos alimentares, que são subdiagnosticados e desconsiderados, embora também afetem substancialmente a saúde das pessoas. É preciso levar em conta que uma relação ruim com a comida pode anteceder uma série de problemas físicos e mentais", alerta Wanderson Roberto da Silva, professor da Unifal e coautor do artigo.
"Estudo de screve perfis propensos a transtornos de imagem e alimentação". Compilado. Mara Fernanda Ziegler. Disponível em [https:#frevistagalileu.globo.com/sociedade/comportamento/noticia/2023/05/estudo-descreve-perfis- propensos-a-transtornos-de-imagem-e-alimentacao.ghimij. Publicado e consultado em 7.5 2023.
"Há uma preocupação mundial com doenças como diabetes" - a flexão do verbo "haver", como neste fragmento, foi corretamente empregada em todos os exemplos a seguir, exceto em qual alternativa?
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