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Foram encontradas 50 questões.

3580378 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Aparecida-SP
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Presente na fundamentação da BNCC e do Currículo Paulista, a teoria de Bakthin (1992) traz a concepção de língua que enfatiza seu caráter de

 

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3580376 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Aparecida-SP
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No caso da língua portuguesa, uma rua que tenha um bosque vai convocar à consciência de grande parte dos leitores o nome Solidão, enquanto qualquer pedra que surgir no caminho fará aparecer no canto da página a silhueta magra de Drummond. É melhor que tudo isso esteja nos planos de quem escreve.

(Sérgio Rodrigues, “Como se tornar íntimo das palavras”. Folha de S.Paulo, 27.09.2023. Fragmento)

Com base em Koch e Elias (2011) e Marcuschi (2008), é correto afirmar que a produção de sentido do texto se dá com recorrência à

 

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3580374 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Aparecida-SP
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Koch e Elias (2011), ao compararem fala e escrita, ponderam que aquela se caracteriza por ser

 

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3580366 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Aparecida-SP
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Considere a imagem.

Enunciado 4197409-1

(Bortoni-Ricardo: 2004)

De acordo com Bortoni-Ricardo, considera-se um traço como descontínuo aquele que pode ser estigmatizado nas comunidades urbanas. O termo empregado por Chico Bento que exemplifica um traço descontínuo é

 

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3580357 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Aparecida-SP
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De acordo com a BNCC (Língua Portuguesa), no Ensino Fundamental – Anos Finais, “... as abordagens linguística, metalinguística e reflexiva ocorrem sempre a favor da prática de linguagem que está em evidência nos eixos de leitura, escrita ou oralidade.” Dessa afirmação, decorre a conclusão correta de que tais abordagens devem ser desenvolvidas

 

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3580329 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Aparecida-SP
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Leia o texto para responder às questões de números 35 a 42.

Professores que encantam: quem são e o que fazem

Na cultura oriental, afirma-se que nenhum profissional é tão admirado e respeitado quanto o professor. Para se ter uma ideia do grau de apreço que lhe é conferido no Japão, por exemplo, costuma-se dizer que a única pessoa que não precisa se curvar diante do imperador é exatamente o professor. Ainda que seja mito, esse tratamento distinto não deixa de ter algum fundamento lógico, especialmente se considerarmos que sem professores não podem existir “bons imperadores”, pelo menos nos países minimamente civilizados. Na verdade, seria um gesto de submissão da autoridade legal à autoridade que vem do conhecimento.

De fato, na base de todo o progresso que a nossa civilização tem experimentado, sempre encontramos o professor como personagem insubstituível no processo de produção e difusão do saber. Nas sociedades baseadas no conhecimento, é praticamente impossível encontrar alguém que, de alguma forma, não reconheça o valor desse profissional. Alguns conseguem encantar pelo esmero didático; outros, pela relevância das atividades de pesquisa a que se dedicam. Mas, no geral, professores que se tornam inesquecíveis são aqueles que marcam a vida dos seus alunos e da sociedade como um todo com o trabalho que realizam.

Importa esclarecer, contudo, que encantar não significa transformar a sala de aula ou os laboratórios num parque de diversões. Pelo contrário: encantar significa ajudar o aluno a pensar, a superar suas dificuldades e a dar um passo à frente rumo à concretização de seus ideais. Para tanto, não basta ministrar aulas atraentes ou divertidas. Mais que isso, é preciso transformar a sala de aula num espaço de superação das dificuldades, do preconceito, das barreiras familiares, sociais e das próprias limitações. Isso pressupõe humanizar-se a sala de aula, trabalhar valorizando-se as etnias, a diversidade cultural, as crenças, a individualidade do aluno, seus sonhos e seu projeto de vida.

Apesar de toda a dedicação e de todo o esforço que o professor empreende para promover o homem, alguns ainda são duramente ameaçados ou recebem como prêmio a morte no ambiente de trabalho, como temos visto recentemente. Triste é o país que desencanta, aniquila e mata seus professores. É bom lembrar que isso pode ser feito por diferentes meios. Assim agindo, a sociedade está matando o seu próprio futuro. Sim, porque a história comprova que sem professores e escolas capazes de “encantar” não há garantia de futuro melhor – e muito menos de justiça social.

(José Maria Dias Filho, “Professores que encantam: quem são e o que fazem”. Folha de S.Paulo, 29.07.2023. Adaptado)

O pronome destacado tem a função de retomar uma frase toda em:

 

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3580324 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Aparecida-SP
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Leia o texto para responder às questões de números 35 a 42.

Professores que encantam: quem são e o que fazem

Na cultura oriental, afirma-se que nenhum profissional é tão admirado e respeitado quanto o professor. Para se ter uma ideia do grau de apreço que lhe é conferido no Japão, por exemplo, costuma-se dizer que a única pessoa que não precisa se curvar diante do imperador é exatamente o professor. Ainda que seja mito, esse tratamento distinto não deixa de ter algum fundamento lógico, especialmente se considerarmos que sem professores não podem existir “bons imperadores”, pelo menos nos países minimamente civilizados. Na verdade, seria um gesto de submissão da autoridade legal à autoridade que vem do conhecimento.

De fato, na base de todo o progresso que a nossa civilização tem experimentado, sempre encontramos o professor como personagem insubstituível no processo de produção e difusão do saber. Nas sociedades baseadas no conhecimento, é praticamente impossível encontrar alguém que, de alguma forma, não reconheça o valor desse profissional. Alguns conseguem encantar pelo esmero didático; outros, pela relevância das atividades de pesquisa a que se dedicam. Mas, no geral, professores que se tornam inesquecíveis são aqueles que marcam a vida dos seus alunos e da sociedade como um todo com o trabalho que realizam.

Importa esclarecer, contudo, que encantar não significa transformar a sala de aula ou os laboratórios num parque de diversões. Pelo contrário: encantar significa ajudar o aluno a pensar, a superar suas dificuldades e a dar um passo à frente rumo à concretização de seus ideais. Para tanto, não basta ministrar aulas atraentes ou divertidas. Mais que isso, é preciso transformar a sala de aula num espaço de superação das dificuldades, do preconceito, das barreiras familiares, sociais e das próprias limitações. Isso pressupõe humanizar-se a sala de aula, trabalhar valorizando-se as etnias, a diversidade cultural, as crenças, a individualidade do aluno, seus sonhos e seu projeto de vida.

Apesar de toda a dedicação e de todo o esforço que o professor empreende para promover o homem, alguns ainda são duramente ameaçados ou recebem como prêmio a morte no ambiente de trabalho, como temos visto recentemente. Triste é o país que desencanta, aniquila e mata seus professores. É bom lembrar que isso pode ser feito por diferentes meios. Assim agindo, a sociedade está matando o seu próprio futuro. Sim, porque a história comprova que sem professores e escolas capazes de “encantar” não há garantia de futuro melhor – e muito menos de justiça social.

(José Maria Dias Filho, “Professores que encantam: quem são e o que fazem”. Folha de S.Paulo, 29.07.2023. Adaptado)

Com base em Koch e Elias (2011), na passagem do primeiro parágrafo – Ainda que seja mito, esse tratamento distinto não deixa de ter algum fundamento lógico... –, a expressão destacada é responsável pela coesão

 

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3580321 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Aparecida-SP
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Leia o texto para responder às questões de números 35 a 42.

Professores que encantam: quem são e o que fazem

Na cultura oriental, afirma-se que nenhum profissional é tão admirado e respeitado quanto o professor. Para se ter uma ideia do grau de apreço que lhe é conferido no Japão, por exemplo, costuma-se dizer que a única pessoa que não precisa se curvar diante do imperador é exatamente o professor. Ainda que seja mito, esse tratamento distinto não deixa de ter algum fundamento lógico, especialmente se considerarmos que sem professores não podem existir “bons imperadores”, pelo menos nos países minimamente civilizados. Na verdade, seria um gesto de submissão da autoridade legal à autoridade que vem do conhecimento.

De fato, na base de todo o progresso que a nossa civilização tem experimentado, sempre encontramos o professor como personagem insubstituível no processo de produção e difusão do saber. Nas sociedades baseadas no conhecimento, é praticamente impossível encontrar alguém que, de alguma forma, não reconheça o valor desse profissional. Alguns conseguem encantar pelo esmero didático; outros, pela relevância das atividades de pesquisa a que se dedicam. Mas, no geral, professores que se tornam inesquecíveis são aqueles que marcam a vida dos seus alunos e da sociedade como um todo com o trabalho que realizam.

Importa esclarecer, contudo, que encantar não significa transformar a sala de aula ou os laboratórios num parque de diversões. Pelo contrário: encantar significa ajudar o aluno a pensar, a superar suas dificuldades e a dar um passo à frente rumo à concretização de seus ideais. Para tanto, não basta ministrar aulas atraentes ou divertidas. Mais que isso, é preciso transformar a sala de aula num espaço de superação das dificuldades, do preconceito, das barreiras familiares, sociais e das próprias limitações. Isso pressupõe humanizar-se a sala de aula, trabalhar valorizando-se as etnias, a diversidade cultural, as crenças, a individualidade do aluno, seus sonhos e seu projeto de vida.

Apesar de toda a dedicação e de todo o esforço que o professor empreende para promover o homem, alguns ainda são duramente ameaçados ou recebem como prêmio a morte no ambiente de trabalho, como temos visto recentemente. Triste é o país que desencanta, aniquila e mata seus professores. É bom lembrar que isso pode ser feito por diferentes meios. Assim agindo, a sociedade está matando o seu próprio futuro. Sim, porque a história comprova que sem professores e escolas capazes de “encantar” não há garantia de futuro melhor – e muito menos de justiça social.

(José Maria Dias Filho, “Professores que encantam: quem são e o que fazem”. Folha de S.Paulo, 29.07.2023. Adaptado)

Com base na tipologia das perguntas de compreensão nos livros didáticos de Marcuschi (2008), se o texto “Professores que encantam: quem são e o que fazem” constasse em uma obra dessa natureza e houvesse, nas atividades de interpretação, as perguntas – Qual sua opinião sobre o trabalho do professor?, O que você acha da violência que tem chegado às escolas e aos professores?, Do seu ponto de vista, o professor tem papel importante quando se pensa em justiça social? – seriam do tipo

 

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3580318 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Aparecida-SP
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Leia o texto para responder às questões de números 35 a 42.

Professores que encantam: quem são e o que fazem

Na cultura oriental, afirma-se que nenhum profissional é tão admirado e respeitado quanto o professor. Para se ter uma ideia do grau de apreço que lhe é conferido no Japão, por exemplo, costuma-se dizer que a única pessoa que não precisa se curvar diante do imperador é exatamente o professor. Ainda que seja mito, esse tratamento distinto não deixa de ter algum fundamento lógico, especialmente se considerarmos que sem professores não podem existir “bons imperadores”, pelo menos nos países minimamente civilizados. Na verdade, seria um gesto de submissão da autoridade legal à autoridade que vem do conhecimento.

De fato, na base de todo o progresso que a nossa civilização tem experimentado, sempre encontramos o professor como personagem insubstituível no processo de produção e difusão do saber. Nas sociedades baseadas no conhecimento, é praticamente impossível encontrar alguém que, de alguma forma, não reconheça o valor desse profissional. Alguns conseguem encantar pelo esmero didático; outros, pela relevância das atividades de pesquisa a que se dedicam. Mas, no geral, professores que se tornam inesquecíveis são aqueles que marcam a vida dos seus alunos e da sociedade como um todo com o trabalho que realizam.

Importa esclarecer, contudo, que encantar não significa transformar a sala de aula ou os laboratórios num parque de diversões. Pelo contrário: encantar significa ajudar o aluno a pensar, a superar suas dificuldades e a dar um passo à frente rumo à concretização de seus ideais. Para tanto, não basta ministrar aulas atraentes ou divertidas. Mais que isso, é preciso transformar a sala de aula num espaço de superação das dificuldades, do preconceito, das barreiras familiares, sociais e das próprias limitações. Isso pressupõe humanizar-se a sala de aula, trabalhar valorizando-se as etnias, a diversidade cultural, as crenças, a individualidade do aluno, seus sonhos e seu projeto de vida.

Apesar de toda a dedicação e de todo o esforço que o professor empreende para promover o homem, alguns ainda são duramente ameaçados ou recebem como prêmio a morte no ambiente de trabalho, como temos visto recentemente. Triste é o país que desencanta, aniquila e mata seus professores. É bom lembrar que isso pode ser feito por diferentes meios. Assim agindo, a sociedade está matando o seu próprio futuro. Sim, porque a história comprova que sem professores e escolas capazes de “encantar” não há garantia de futuro melhor – e muito menos de justiça social.

(José Maria Dias Filho, “Professores que encantam: quem são e o que fazem”. Folha de S.Paulo, 29.07.2023. Adaptado)

A passagem do 3º parágrafo – ... encantar significa ajudar o aluno a pensar, a superar suas dificuldades e a dar um passo à frente rumo à concretização de seus ideais. [...] é preciso transformar a sala de aula num espaço de superação das dificuldades, do preconceito, das barreiras familiares, sociais e das próprias limitações. – é coerente com a ideia de

 

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3580312 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Aparecida-SP
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Leia o texto para responder às questões de números 35 a 42.

Professores que encantam: quem são e o que fazem

Na cultura oriental, afirma-se que nenhum profissional é tão admirado e respeitado quanto o professor. Para se ter uma ideia do grau de apreço que lhe é conferido no Japão, por exemplo, costuma-se dizer que a única pessoa que não precisa se curvar diante do imperador é exatamente o professor. Ainda que seja mito, esse tratamento distinto não deixa de ter algum fundamento lógico, especialmente se considerarmos que sem professores não podem existir “bons imperadores”, pelo menos nos países minimamente civilizados. Na verdade, seria um gesto de submissão da autoridade legal à autoridade que vem do conhecimento.

De fato, na base de todo o progresso que a nossa civilização tem experimentado, sempre encontramos o professor como personagem insubstituível no processo de produção e difusão do saber. Nas sociedades baseadas no conhecimento, é praticamente impossível encontrar alguém que, de alguma forma, não reconheça o valor desse profissional. Alguns conseguem encantar pelo esmero didático; outros, pela relevância das atividades de pesquisa a que se dedicam. Mas, no geral, professores que se tornam inesquecíveis são aqueles que marcam a vida dos seus alunos e da sociedade como um todo com o trabalho que realizam.

Importa esclarecer, contudo, que encantar não significa transformar a sala de aula ou os laboratórios num parque de diversões. Pelo contrário: encantar significa ajudar o aluno a pensar, a superar suas dificuldades e a dar um passo à frente rumo à concretização de seus ideais. Para tanto, não basta ministrar aulas atraentes ou divertidas. Mais que isso, é preciso transformar a sala de aula num espaço de superação das dificuldades, do preconceito, das barreiras familiares, sociais e das próprias limitações. Isso pressupõe humanizar-se a sala de aula, trabalhar valorizando-se as etnias, a diversidade cultural, as crenças, a individualidade do aluno, seus sonhos e seu projeto de vida.

Apesar de toda a dedicação e de todo o esforço que o professor empreende para promover o homem, alguns ainda são duramente ameaçados ou recebem como prêmio a morte no ambiente de trabalho, como temos visto recentemente. Triste é o país que desencanta, aniquila e mata seus professores. É bom lembrar que isso pode ser feito por diferentes meios. Assim agindo, a sociedade está matando o seu próprio futuro. Sim, porque a história comprova que sem professores e escolas capazes de “encantar” não há garantia de futuro melhor – e muito menos de justiça social.

(José Maria Dias Filho, “Professores que encantam: quem são e o que fazem”. Folha de S.Paulo, 29.07.2023. Adaptado)

Com base em Dolz, Noverraz e Schneuwly (2004), o texto é um

 

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