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“Homem, 66 anos, 54 Kg, com diagnóstico de hipertensão e AVC isquêmico prévio, em uso crônico de AAS e Enalapril 10 mg 2xd; refere início há duas horas de dor torácica em aperto, precordial, com irradiação para membro superior esquerdo, quando estava caminhando. Refere, ainda, episódio semelhante há doze horas, da mesma intensidade, que melhorou após o repouso. Realizou o eletrocardiograma apresentado a seguir. Após realização de isordil sublingual, o paciente apresentou melhora da dor e marcadores de necrose miocárdica vieram negativos, mesmo após nova dosagem.”

Qual o melhor momento para realização da estratificação do paciente?
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“Homem, 66 anos, 54 Kg, com diagnóstico de hipertensão e AVC isquêmico prévio, em uso crônico de AAS e Enalapril 10 mg 2xd; refere início há duas horas de dor torácica em aperto, precordial, com irradiação para membro superior esquerdo, quando estava caminhando. Refere, ainda, episódio semelhante há doze horas, da mesma intensidade, que melhorou após o repouso. Realizou o eletrocardiograma apresentado a seguir. Após realização de isordil sublingual, o paciente apresentou melhora da dor e marcadores de necrose miocárdica vieram negativos, mesmo após nova dosagem.”

Em relação ao tratamento, é correto afirmar que o estudo:
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“Homem, 66 anos, 54 Kg, com diagnóstico de hipertensão e AVC isquêmico prévio, em uso crônico de AAS e Enalapril 10 mg 2xd; refere início há duas horas de dor torácica em aperto, precordial, com irradiação para membro superior esquerdo, quando estava caminhando. Refere, ainda, episódio semelhante há doze horas, da mesma intensidade, que melhorou após o repouso. Realizou o eletrocardiograma apresentado a seguir. Após realização de isordil sublingual, o paciente apresentou melhora da dor e marcadores de necrose miocárdica vieram negativos, mesmo após nova dosagem.”

Qual a classificação TIMI do paciente?
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“Mulher, 52 anos, com diagnóstico de miocardiopatia chagásica (FEVE: 25%); evolui com piora de dispneia, náuseas, vômitos e palidez. Ao exame físico, além da propedêutica cardiovascular, foi detectada a presença de turgência jugular positiva, extremidades frias e tempo de enchimento capilar de cinco segundos. Ausculta pulmonar sem alterações. Pressão arterial de 85 x 40 mmHg e frequência cardíaca de 105 bpm.”
Após o manejo inicial, paciente evoluiu com piora do quadro clínico, sendo sugerida a passagem de balão intra-aórtico; observe:

É possível classificar a curva de ciclagem como:
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“Mulher, 52 anos, com diagnóstico de miocardiopatia chagásica (FEVE: 25%); evolui com piora de dispneia, náuseas, vômitos e palidez. Ao exame físico, além da propedêutica cardiovascular, foi detectada a presença de turgência jugular positiva, extremidades frias e tempo de enchimento capilar de cinco segundos. Ausculta pulmonar sem alterações. Pressão arterial de 85 x 40 mmHg e frequência cardíaca de 105 bpm.”
Após manejo inicial, paciente evoluiu com piora do quadro clínico, sendo indicada a passagem de balão intra-aórtico. Considere a curva a seguir:

De acordo com as informações anteriores, assinale a associação correta.
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“Mulher, 52 anos, com diagnóstico de miocardiopatia chagásica (FEVE: 25%); evolui com piora de dispneia, náuseas, vômitos e palidez. Ao exame físico, além da propedêutica cardiovascular, foi detectada a presença de turgência jugular positiva, extremidades frias e tempo de enchimento capilar de cinco segundos. Ausculta pulmonar sem alterações. Pressão arterial de 85 x 40 mmHg e frequência cardíaca de 105 bpm.”
Após manejo inicial, a paciente evoluiu com piora do quadro clínico, sendo indicada a passagem de balão intra-aórtico. São considerados efeitos hemodinâmicos do balão intra-aórtico, EXCETO:
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“Mulher, 52 anos, com diagnóstico de miocardiopatia chagásica (FEVE: 25%); evolui com piora de dispneia, náuseas, vômitos e palidez. Ao exame físico, além da propedêutica cardiovascular, foi detectada a presença de turgência jugular positiva, extremidades frias e tempo de enchimento capilar de cinco segundos. Ausculta pulmonar sem alterações. Pressão arterial de 85 x 40 mmHg e frequência cardíaca de 105 bpm.”
Qual o melhor manejo inicial dessa paciente?
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“Mulher, 52 anos, com diagnóstico de miocardiopatia chagásica (FEVE: 25%); evolui com piora de dispneia, náuseas, vômitos e palidez. Ao exame físico, além da propedêutica cardiovascular, foi detectada a presença de turgência jugular positiva, extremidades frias e tempo de enchimento capilar de cinco segundos. Ausculta pulmonar sem alterações. Pressão arterial de 85 x 40 mmHg e frequência cardíaca de 105 bpm.”
Qual a melhor classificação da descompensação da paciente?
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Mulher, 78 anos, com queixa de tontura há seis meses. Teve um episódio de síncope, onde procurou o pronto-socorro e realizou o seguinte eletrocardiograma:

Qual o diagnóstico mais provável?
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“Mulher, 44 anos, procura o pronto-socorro referindo mal-estar e cefaleia occipital. Ao exame físico, foi detectada a presença de 4ª bulha e pressão arterial: 190 x 110 mmHg. Realizou exames laboratoriais sem alterações significativas, bem como o seguinte eletrocardiograma:”

Assinale o melhor tratamento inicial para a paciente, além de mudanças do estilo de vida.
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