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A hidrocefalia obstrutiva, ou não-comunicante, desenvolve-se na criança, mais comumente, como conseqüência de anormalidade do aqueduto de Sylvius ou de alguma lesão no quarto ventrículo. A avaliação de criança portadora de hidrocefalia deve ser iniciada pela história clínica, visando identificar doenças infecciosas ocorridas na vida intra-uterina e indícios de malformações em antecedentes familiares. O aumento do perímetro craniano, regularmente acompanhado, é referencial importante para a suspeita da hidrocefalia. Julgue os itens a seguir, com relação a essa patologia.
A grande maioria dos portadores de malformação de Dandy- Walker desenvolve hidrocefalia.
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A hidrocefalia obstrutiva, ou não-comunicante, desenvolve-se na criança, mais comumente, como conseqüência de anormalidade do aqueduto de Sylvius ou de alguma lesão no quarto ventrículo. A avaliação de criança portadora de hidrocefalia deve ser iniciada pela história clínica, visando identificar doenças infecciosas ocorridas na vida intra-uterina e indícios de malformações em antecedentes familiares. O aumento do perímetro craniano, regularmente acompanhado, é referencial importante para a suspeita da hidrocefalia. Julgue os itens a seguir, com relação a essa patologia.
A hidrocefalia comunicante ou não-obstrutiva pode resultar de hemorragia subaracnóidea no prematuro.
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A hidrocefalia obstrutiva, ou não-comunicante, desenvolve-se na criança, mais comumente, como conseqüência de anormalidade do aqueduto de Sylvius ou de alguma lesão no quarto ventrículo. A avaliação de criança portadora de hidrocefalia deve ser iniciada pela história clínica, visando identificar doenças infecciosas ocorridas na vida intra-uterina e indícios de malformações em antecedentes familiares. O aumento do perímetro craniano, regularmente acompanhado, é referencial importante para a suspeita da hidrocefalia. Julgue os itens a seguir, com relação a essa patologia.
Os tumores da fossa posterior não causam estenose do aqueduto de Sylvius.
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A hidrocefalia obstrutiva, ou não-comunicante, desenvolve-se na criança, mais comumente, como conseqüência de anormalidade do aqueduto de Sylvius ou de alguma lesão no quarto ventrículo. A avaliação de criança portadora de hidrocefalia deve ser iniciada pela história clínica, visando identificar doenças infecciosas ocorridas na vida intra-uterina e indícios de malformações em antecedentes familiares. O aumento do perímetro craniano, regularmente acompanhado, é referencial importante para a suspeita da hidrocefalia. Julgue os itens a seguir, com relação a essa patologia.
A meningoencefalite produzida pelo vírus da caxumba adquirido na vida intra-uterina pode ser causa de obstrução do aqueduto de Sylvius.
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A hidrocefalia obstrutiva, ou não-comunicante, desenvolve-se na criança, mais comumente, como conseqüência de anormalidade do aqueduto de Sylvius ou de alguma lesão no quarto ventrículo. A avaliação de criança portadora de hidrocefalia deve ser iniciada pela história clínica, visando identificar doenças infecciosas ocorridas na vida intra-uterina e indícios de malformações em antecedentes familiares. O aumento do perímetro craniano, regularmente acompanhado, é referencial importante para a suspeita da hidrocefalia. Julgue os itens a seguir, com relação a essa patologia.
A estenose do aqueduto de Sylvius é uma alteração sempre adquirida.
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João nasceu de gravidez a termo em parto que se complicou com sofrimento fetal. Ao nascimento, foram verificados índices de Apgar 2 e 7 no primeiro e no quinto minutos de vida, respectivamente. Ainda na sala de parto, houve necessidade de submetê-lo a oxigenoterapia, para que ele assumisse a respiração normal. No exame neurológico evolutivo realizado aos nove meses de idade, o neuropediatra observou que o lactente apresentava reflexo da preensão palmar bem ativo e reflexo de Moro, bem como resposta muito viva do reflexo tônico-cervical. O médico explicou à mãe de João que o exame neurológico de seu filho mostrava alterações importantes porque os reflexos primitivos, que já deveriam ter desaparecido, persistiam.
Considerando a avaliação conclusiva a que chegou o pediatra diante do quadro clínico acima, julgue os itens seguintes.
O reflexo tônico-cervical deve desaparecer ao final do sétimo mês de vida.
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João nasceu de gravidez a termo em parto que se complicou com sofrimento fetal. Ao nascimento, foram verificados índices de Apgar 2 e 7 no primeiro e no quinto minutos de vida, respectivamente. Ainda na sala de parto, houve necessidade de submetê-lo a oxigenoterapia, para que ele assumisse a respiração normal. No exame neurológico evolutivo realizado aos nove meses de idade, o neuropediatra observou que o lactente apresentava reflexo da preensão palmar bem ativo e reflexo de Moro, bem como resposta muito viva do reflexo tônico-cervical. O médico explicou à mãe de João que o exame neurológico de seu filho mostrava alterações importantes porque os reflexos primitivos, que já deveriam ter desaparecido, persistiam.
Considerando a avaliação conclusiva a que chegou o pediatra diante do quadro clínico acima, julgue os itens seguintes.
O reflexo de Moro deve desaparecer ao final do quarto mês de vida.
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João nasceu de gravidez a termo em parto que se complicou com sofrimento fetal. Ao nascimento, foram verificados índices de Apgar 2 e 7 no primeiro e no quinto minutos de vida, respectivamente. Ainda na sala de parto, houve necessidade de submetê-lo a oxigenoterapia, para que ele assumisse a respiração normal. No exame neurológico evolutivo realizado aos nove meses de idade, o neuropediatra observou que o lactente apresentava reflexo da preensão palmar bem ativo e reflexo de Moro, bem como resposta muito viva do reflexo tônico-cervical. O médico explicou à mãe de João que o exame neurológico de seu filho mostrava alterações importantes porque os reflexos primitivos, que já deveriam ter desaparecido, persistiam.
Considerando a avaliação conclusiva a que chegou o pediatra diante do quadro clínico acima, julgue os itens seguintes.
O reflexo de Moro deve desaparecer ao final do oitavo mês de vida em crianças normais.
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João nasceu de gravidez a termo em parto que se complicou com sofrimento fetal. Ao nascimento, foram verificados índices de Apgar 2 e 7 no primeiro e no quinto minutos de vida, respectivamente. Ainda na sala de parto, houve necessidade de submetê-lo a oxigenoterapia, para que ele assumisse a respiração normal. No exame neurológico evolutivo realizado aos nove meses de idade, o neuropediatra observou que o lactente apresentava reflexo da preensão palmar bem ativo e reflexo de Moro, bem como resposta muito viva do reflexo tônico-cervical. O médico explicou à mãe de João que o exame neurológico de seu filho mostrava alterações importantes porque os reflexos primitivos, que já deveriam ter desaparecido, persistiam.
Considerando a avaliação conclusiva a que chegou o pediatra diante do quadro clínico acima, julgue os itens seguintes.
O reflexo de preensão palmar deve desaparecer ao final do quinto mês de vida.
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João nasceu de gravidez a termo em parto que se complicou com sofrimento fetal. Ao nascimento, foram verificados índices de Apgar 2 e 7 no primeiro e no quinto minutos de vida, respectivamente. Ainda na sala de parto, houve necessidade de submetê-lo a oxigenoterapia, para que ele assumisse a respiração normal. No exame neurológico evolutivo realizado aos nove meses de idade, o neuropediatra observou que o lactente apresentava reflexo da preensão palmar bem ativo e reflexo de Moro, bem como resposta muito viva do reflexo tônico-cervical. O médico explicou à mãe de João que o exame neurológico de seu filho mostrava alterações importantes porque os reflexos primitivos, que já deveriam ter desaparecido, persistiam.
Considerando a avaliação conclusiva a que chegou o pediatra diante do quadro clínico acima, julgue os itens seguintes.
Em crianças normais, o reflexo de preensão palmar deve desaparecer ao final do terceiro mês de vida.
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