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Com base nesse quadro clínico, julgue os próximos itens.
A medida inicial deve ser a manobra vagal, pois, quando aplicadas nesse tipo de situação, as manobras vagais têm chance de reversão ao ritmo sinusal em aproximadamente 30% dos casos.
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No que se refere à hemorragia subaracnoide (HSA), julgue os próximos itens.
O vasoespasmo manifesta-se clinicamente em torno de 80% dos casos e ocorre geralmente nas primeiras 24 h. Sua prevenção e tratamento incluem: redução da pressão arterial, suplementação de oxigênio com fração inspiratória de oxigênio (FIO2) elevada e sedação.
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No que se refere à hemorragia subaracnoide (HSA), julgue os próximos itens.
Cefaleia súbita, geralmente intensa e holocraniana, é o sintoma inicial mais frequente da HSA, sendo que aproximadamente 90% dos casos agudos podem ser diagnosticados pela tomografia de crânio, que geralmente demonstra imagem hiperatenuante ocupando as cisternas e sulcos cerebrais.
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Um paciente de 69 anos de idade apresentou subitamente diminuição da força nos membros superior e inferior direitos com desvio de rima labial à esquerda e relatou antecedentes de diabetes melito e dislipidemia. Ao chegar ao hospital, noventa minutos após o início dos sintomas, apresentava pressão arterial de 180 mmHg × 90 mmHg, estava consciente e orientado no tempo e espaço. O exame físico revelou: hemiparesia direita completa proporcionada com redução da força muscular e desvio de rima labial à esquerda. Os demais dados do exame físico e neurológico não apresentam alterações significativas. Enquanto realizava a tomografia de crânio sem contraste, cujo resultado foi normal, o paciente apresentou um episódio de crise convulsiva generalizada.
Tendo como referência as informações apresentadas nessa situação clínica, julgue os itens que se seguem.
Na conduta medicamentosa inicial, no momento da crise epilética, seria adequada a administração de diazepam intravenoso na velocidade de 1 mg a 2 mg por minuto até o controle da crise, em dose total de 10 mg a 20 mg. A seguir, também estaria indicada a administração de fenitoína endovenosa na dose de 15 a 20 mg/kg de peso, infundida na velocidade máxima de 50 mg por minuto.
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Um paciente de 69 anos de idade apresentou subitamente diminuição da força nos membros superior e inferior direitos com desvio de rima labial à esquerda e relatou antecedentes de diabetes melito e dislipidemia. Ao chegar ao hospital, noventa minutos após o início dos sintomas, apresentava pressão arterial de 180 mmHg × 90 mmHg, estava consciente e orientado no tempo e espaço. O exame físico revelou: hemiparesia direita completa proporcionada com redução da força muscular e desvio de rima labial à esquerda. Os demais dados do exame físico e neurológico não apresentam alterações significativas. Enquanto realizava a tomografia de crânio sem contraste, cujo resultado foi normal, o paciente apresentou um episódio de crise convulsiva generalizada.
Tendo como referência as informações apresentadas nessa situação clínica, julgue os itens que se seguem.
O paciente seria beneficiado da administração venosa do trombolítico (r-TPA) que deve ser feita em período de 60 min, sendo 10% da dose administrada em bolus durante um minuto.
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Uma paciente de 73 anos de idade, tabagista importante há 55 anos, está há 3 meses com tosse produtiva e dispneia aos médios esforços. A paciente relata quadro semelhante ao do ano passado, já que há 1 semana vem apresentando picos febris (> 38,5 ºC) e desde então com piora da dispneia e aumento da produção de escarro, que se tornou purulento. Ao exame: pressão arterial de 70 mmHg × 40 mmHg; frequência cardíaca = 48 bpm; frequência respiratória = 32 rpm; saturação de O2 em ar ambiente: 84%. Mal estado geral, dispneico, cianótico, torporoso (com períodos de inconsciência). Roncos e sibilos difusos bilateralmente à ausculta pulmonar. Ritmo cardíaco regular em 2 tempos, bulhas normofonéticas e sem sopros. Extremidades sem edema, com enchimento capilar lentificado. A radiografia de tórax revelou consolidação no lobo inferior do parênquima pulmonar direito.
A respeito desse quadro clínico, julgue os itens a seguir.
Trata-se de paciente cujo perfil é de grupo com alta taxa de mortalidade, segundo o escore de gravidade da Sociedade Britânica do Tórax (British Thoracic Society), aceito pelas últimas Diretrizes Brasileiras para Pneumonia.
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Uma paciente de 73 anos de idade, tabagista importante há 55 anos, está há 3 meses com tosse produtiva e dispneia aos médios esforços. A paciente relata quadro semelhante ao do ano passado, já que há 1 semana vem apresentando picos febris (> 38,5 ºC) e desde então com piora da dispneia e aumento da produção de escarro, que se tornou purulento. Ao exame: pressão arterial de 70 mmHg × 40 mmHg; frequência cardíaca = 48 bpm; frequência respiratória = 32 rpm; saturação de O2 em ar ambiente: 84%. Mal estado geral, dispneico, cianótico, torporoso (com períodos de inconsciência). Roncos e sibilos difusos bilateralmente à ausculta pulmonar. Ritmo cardíaco regular em 2 tempos, bulhas normofonéticas e sem sopros. Extremidades sem edema, com enchimento capilar lentificado. A radiografia de tórax revelou consolidação no lobo inferior do parênquima pulmonar direito.
A respeito desse quadro clínico, julgue os itens a seguir.
Após a intubação orotraqueal com sucesso, os ajustes iniciais do ventilador mecânico apropriados seriam: modo assistido controlado a volume, com pressão de platô de 40 cmH2O e frequência respiratória entre 12 a 20 ciclos por minuto. Deve-se também obter uma saturação arterial adequada com a maior fração inspirada de oxigênio possível.
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Uma mulher de 70 anos de idade, com diagnóstico de diabetes melito e hipertensão arterial sistêmica de longa data, há 5 anos apresentou quadro de infarto agudo do miocárdio sem terapia de reperfusão tendo evoluído desde então com dispneia aos grandes esforços. A paciente procurou assistência médica, pois há 2 dias passou a apresentar ortopneia, dispneia paroxística noturna e edema bilateral de membros inferiores. Hoje apresentou piora da dispneia. Ao exame físico: consciente e orientada; frequência cardíaca = 118 bpm; frequência respiratória = 26 rpm; saturação de O2: 90% e pressão arterial de 100 mmHg × 70 mmHg. Turgência jugular a 45º, estertores crepitantes bilaterais até ápices pulmonares, ictus cordis impulsivo no 6.º EICE, linha axilar anterior, ritmo cardíaco em galope (B3), sopro holossistólico em foco mitral com irradiação para axila esquerda 2+/6+, edema de membros inferiores 3+/6+.
Com relação a esse quadro clínico, julgue os itens seguintes.
A furosemida intravenosa deve ter efeito na melhora do fluxo pulmonar da paciente, em decorrência da sua ação de vasodilatação arterial pulmonar e redução da volemia pela diurese.
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Uma mulher de 70 anos de idade, com diagnóstico de diabetes melito e hipertensão arterial sistêmica de longa data, há 5 anos apresentou quadro de infarto agudo do miocárdio sem terapia de reperfusão tendo evoluído desde então com dispneia aos grandes esforços. A paciente procurou assistência médica, pois há 2 dias passou a apresentar ortopneia, dispneia paroxística noturna e edema bilateral de membros inferiores. Hoje apresentou piora da dispneia. Ao exame físico: consciente e orientada; frequência cardíaca = 118 bpm; frequência respiratória = 26 rpm; saturação de O2: 90% e pressão arterial de 100 mmHg × 70 mmHg. Turgência jugular a 45º, estertores crepitantes bilaterais até ápices pulmonares, ictus cordis impulsivo no 6.º EICE, linha axilar anterior, ritmo cardíaco em galope (B3), sopro holossistólico em foco mitral com irradiação para axila esquerda 2+/6+, edema de membros inferiores 3+/6+.
Com relação a esse quadro clínico, julgue os itens seguintes.
A levosimendana em bolus inicial, seguida de dose de manutenção, deve ser considerada como estratégia inicial.
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Uma mulher de 70 anos de idade, com diagnóstico de diabetes melito e hipertensão arterial sistêmica de longa data, há 5 anos apresentou quadro de infarto agudo do miocárdio sem terapia de reperfusão tendo evoluído desde então com dispneia aos grandes esforços. A paciente procurou assistência médica, pois há 2 dias passou a apresentar ortopneia, dispneia paroxística noturna e edema bilateral de membros inferiores. Hoje apresentou piora da dispneia. Ao exame físico: consciente e orientada; frequência cardíaca = 118 bpm; frequência respiratória = 26 rpm; saturação de O2: 90% e pressão arterial de 100 mmHg × 70 mmHg. Turgência jugular a 45º, estertores crepitantes bilaterais até ápices pulmonares, ictus cordis impulsivo no 6.º EICE, linha axilar anterior, ritmo cardíaco em galope (B3), sopro holossistólico em foco mitral com irradiação para axila esquerda 2+/6+, edema de membros inferiores 3+/6+.
Com relação a esse quadro clínico, julgue os itens seguintes.
Uma vez que a nitroglicerina é um vasodilatador direto, que atua pelo aumento da guanosina monofosfato cíclico intracelular, seu uso, nesse caso, poderia promover a redução da pressão capilar pulmonar e melhorar o débito cardíaco.
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