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Com relação aos problemas que afetam o recém-nascido de alto risco, julgue os itens de 64 a 76.
Suponha um recém-nascido de termo, vigoroso, produto de gestação de baixo risco, nascido por parto cesariano eletivo e que desenvolveu desconforto respiratório logo após nascer. O boletim de Sílverman-Anderson foi avaliado como 4 e a saturação de oxigênio sob capacete com fiO2 de 0,4 era de 92%. Nessa situação, o médico assistente deve indicar a progressão do suporte respiratório para ventilação mecânica.
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Com relação aos problemas que afetam o recém-nascido de alto risco, julgue os itens de 64 a 76.
Considere um prematuro de 32 semanas pós-concepcionais, pesando 1.300 g e aparentemente estável, que no terceiro dia de vida para de respirar por mais de 20 segundos. Apresenta bradicardia e cianose, sendo reanimado com sucesso. Nessa situação, o médico assistente deve administrar teofilina, na dose de ataque de 5 mg/kg e de manutenção de 1 a 2 mg/kg, a cada 12 horas, por via endovenosa, até completar 34 semanas ou até que se mantenha sem apneia por sete dias.
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Com relação aos problemas que afetam o recém-nascido de alto risco, julgue os itens de 64 a 76.
A primeira medida a ser feita em um recém-nascido de termo, nascido banhado em líquido amniótico tinto de mecônio e chorando forte, seria aspirá-lo sob intubação orotraqueal.
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Com relação aos problemas que afetam o recém-nascido de alto risco, julgue os itens de 64 a 76.
Considere o caso de um recém-nascido de termo, ventilado com pressão positiva e máscara ao nascer, que foi encaminhado para a UTIN com leve desconforto respiratório e cuja radiografia de tórax tenha mostrado discreto pneumomediastino e pneumotórax à esquerda, sem desvio mediastinal. Nessa situação, o médico deve observá-lo em ambiente rico em oxigênio e não indicar drenagem torácica.
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Com relação aos problemas que afetam o recém-nascido de alto risco, julgue os itens de 64 a 76.
O filho de uma mulher que tenha usado salicilatos durante toda a gestação terá risco aumentado de fechamento intrauterino do ducto arterioso e de hipertensão pulmonar persistente após o nascimento.
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Com relação aos problemas que afetam o recém-nascido de alto risco, julgue os itens de 64 a 76.
Um prematuro no terceiro dia de vida deve receber: fluidos: 150 mL/kg; taxa de infusão de glicose: 4 a 6 mg/kg/min; sódio: 3 mEq%; potássio: 5 mEq%; cálcio: 6 mEq/kg; fósforo: 2mEq/kg; magnésio: 1 mEq/kg.
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Com relação aos problemas que afetam o recém-nascido de alto risco, julgue os itens de 64 a 76.
Um prematuro grave, pesando 900 g e colocado em dieta enteral zero deve receber, a partir das primeiras 12 horas de vida, solução de aminoácidos, na dose inicial de 0,5 g/k/dia e aumentos sucessivos até 3 g/kg/dia, juntamente com hidratação por via venosa, para compensar seu catabolismo proteico.
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Com relação aos problemas que afetam o recém-nascido de alto risco, julgue os itens de 64 a 76.
Considere que após a estabilização de um prematuro pesando 1.000 g, no terceiro dia de vida, o intensivista neonatal decida iniciar dieta enteral. Nesse caso, deverá fazê-lo por sonda orogástrica, com leite cru da própria mãe, no volume de 60 mL/kg/dia, fracionando o volume total a cada 3 horas.
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Acerca da fisiopatologia, da epidemiologia, do diagnóstico e da terapêutica dos problemas que afetam o recém-nascido de alto risco, julgue os itens de 51 a 63.
Diminuição da quimiotaxia e fagocitose dos neutrófilos, diminuição do complemento sérico, redução da capacidade de opsonização e hipogamaglobulinemia são características imunológicas que podem favorecer o desenvolvimento de infecções bacterianas em um neonato prematuro extremo.
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Acerca da fisiopatologia, da epidemiologia, do diagnóstico e da terapêutica dos problemas que afetam o recém-nascido de alto risco, julgue os itens de 51 a 63.
Considere um recém-nascido prematuro com 12 horas de vida, apresentando dificuldade respiratória, cuja radiografia do tórax mostra infiltrado reticulogranular difuso, com broncograma aéreo ultrapassando limites cardíacos. Nesse caso, doença da membrana hialina, pneumonia por estreptococos betahemolítico do grupo B e hemorragia pulmonar são algumas patologias que devem ser consideradas no diagnóstico diferencial.
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