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Respondida
Considerando a Resolução CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente) nº 01, de 23 de janeiro de 1986, e a Resolução
CONAMA nº 11, de 18 de março de 1986, pode-se afirmar:
Respondida
Considerando o Código Florestal brasileiro, Lei nº 4.771/1965, em seu Artigo 3º, pode-se afirmar:
A
a supressão total ou parcial de florestas de preservação permanente só será admitida com prévia e exclusiva autorização
do Poder Executivo Estadual, quando for necessária à execução de obras, planos, atividades ou projetos de utilidade
pública ou interesse social.
B
apenas será admitida a supressão parcial de florestas de preservação permanente com exclusiva e prévia autorização do
Poder Executivo Estadual, quando for necessária à execução de obras, planos, atividades ou projetos de utilidade pública
ou interesse social.
C
a supressão total ou parcial de florestas de preservação permanente só será admitida com prévia autorização do Poder
Executivo Federal, quando for necessária à execução de obras, planos, atividades ou projetos de utilidade pública ou
interesse social.
D
a supressão total ou parcial de florestas de preservação permanente só será admitida com prévia autorização do Poder
Executivo Federal, quando for necessária à execução de obras, planos, atividades ou projetos privados voltados à
produção de alimentos.
E
nunca será permitida a supressão total ou parcial de florestas de preservação permanente.
Respondida
Considerando o Código Florestal brasileiro, Lei nº 4.771/1965, em seu Artigo 2º e com redação dada pela Lei nº 7.803/1989,
pode-se afirmar:
A
entre outras áreas, consideram-se de preservação permanente, pelo só efeito da Lei que institui em 1965 o Código
Florestal, as florestas e demais formas de vegetação natural situadas nas encostas ou parte destas, com declividade
superior a 90º (noventa graus), equivalente a 100% (cem porcento) na linha de menor declive.
B
consideram-se de preservação permanente, pelo só efeito da Lei que institui em 1965 o Código Florestal, apenas as
florestas e demais formas de vegetação natural situadas ao longo dos rios ou de qualquer curso d´água desde seu nível
mais alto em faixa marginal cuja largura mínima seja sempre de 500 (quinhentos) metros.
C
consideram-se de preservação permanente, pelo só efeito da Lei que institui em 1965 o Código Florestal, apenas as
florestas e demais formas de vegetação natural situadas ao longo dos rios ou de qualquer curso d´água desde seu nível
mais alto em faixa marginal cuja largura mínima seja sempre de cem (cem) metros.
D
consideram-se de preservação permanente, pelo só efeito da Lei que institui em 1965 o Código Florestal, apenas as
florestas e demais formas de vegetação natural situadas ao longo dos rios ou de qualquer curso d´água desde seu nível
mais alto em faixa marginal cuja largura mínima seja sempre de 50 (cinqüenta) metros.
E
entre outras áreas, consideram-se de preservação permanente, pelo só efeito da Lei que institui em 1965 o Código
Florestal, as florestas e demais formas de vegetação natural situadas no topo de morros, montes, montanhas e serras.
Respondida
Considerando os impactos ambientais negativos causados pela aqüicultura, o uso de água de superfície e subterrânea
A
pode produzir os seguintes impactos: redução na irrigação de plantações, recalque do solo, intrusão de água salgada em
corpos aquáticos e em áreas agrícolas, e salinização de aqüíferos de água doce.
B
produz certamente, e no mínimo, os seguintes impactos: aumento na irrigação de plantações, recalque do solo, intrusão de
água salgada em corpos aquáticos e em áreas agrícolas, e salinização de aqüíferos de água doce.
C
pode produzir os seguintes impactos: competição resultando em alta de preços de rações e fertilizantes para outras
atividades, crescimento de empregos nas empresas produtoras de rações e fertilizantes.
D
pode produzir os seguintes impactos: aumento na irrigação de plantações, decalque do solo, intrusão de água salgada em
corpos aquáticos e em áreas agrícolas, e salinização de aqüíferos de água salgada.
E
produz certamente apenas o decalque do solo, sendo os outros apenas impactos positivos.
Respondida
Quanto ao projeto Rurbano, apoiado pela FAPESP e pelo PRONEX/CNPq-FINEP, que tem como expoentes pesquisadores
como José Graziano da Silva e Mauro Eduardo Del Grossi:
Respondida
Para CAFÉ, em geral, as recomendações para uso de corretivos e de fertilizantes consideram, apenas:
Respondida
Para CITROS, em geral, as recomendações para uso de corretivos e de fertilizantes consideram, apenas:
Respondida
A absorção de nutrientes do solo pelas raízes dá-se
Respondida
De acordo com o sistema de capacidade de uso do solo, NÃO contém exemplos de fatores limitantes da terra e do uso do solo:
Respondida
O sistema de capacidade de uso do solo foi desenvolvido pelo Serviço Nacional de Conservação do Solo dos Estados Unidos em 1951. As especificações para o Brasil são apresentadas em trabalho de LEPSCH et al. (1983). Este sistema, no Brasil, apresenta a seguinte relação entre Grupos de Solos e Classes de Solos:
A
Grupo A – Classes: boa e regular; Grupo B – Classes: restrita e inapta.
B
Grupo A – Classes: I, II, III e IV; Grupo B – Classes: V, VI e VII; Grupo C – Classe: VIII. O crescimento da
Classe (de I para VIII) implica no aumento da adaptabilidade e da liberdade de escolha de uso.
C
Grupo A – Classe: I, V, VI e VII; Grupo B – Classes: II, III, IV e VIII. O crescimento da Classe (de I para VIII)
implica no aumento das limitações e dos riscos de uso. Não há grupo C.
D
Grupo A – Classe: I; Grupo B – Classes: V, VI e VII; Grupo C – Classes: II, III, IV e VIII. O crescimento da
Classe (de I para VIII) implica no aumento da adaptabilidade e da liberdade de escolha de uso.
E
Grupo A – Classes: I, II, III e IV; Grupo B – Classes: V, VI e VII; Grupo C – Classe: VIII. O crescimento da
Classe (de I para VIII) implica no aumento das limitações e dos riscos de uso.