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Considerando a abertura de protocolo de morte encefálica e a Resolução nº 2.173/2017 do Conselho Federal de Medicina, assinale a afirmativa INCORRETA.
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O pronto reconhecimento da insuficiência hepática aguda e o encaminhamento precoce ao centro com experiência são essenciais para o diagnóstico e o tratamento da criança em falência hepática. NÃO faz parte dos critérios para o diagnóstico de IHA:
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Os critérios para o diagnóstico de pancreatite aguda elaborados pela Conferência de Atlanta, que também são utilizados em crianças, consistem em:
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A população pediátrica é particularmente suscetível a desenvolver distúrbio respiratório de maior gravidade, em decorrência dos seguintes fatores inter-relacionados que favorecem essa evolução, EXCETO:
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Paciente, 2 anos, apresenta história de cansaço e diarreia aquosa e volumosa há 2 dias. Ao exame físico, está taquipneico; hipocorado +/4+; hipohidratado; com mucosas secas e olhos encovados. TEC: 3seg; ACV: RCR 2T; BNF S/sopros; FC: 153 bpm; AR: MVUA S/RA; FR: 50 ipm; Sat 97%; Abd: depressível; RHA +; sem massas e/ou visceromegalias. Colhida gasometria: pH 7,15; pO2 95 mmHg; pCO2 20 mmHg; HCO3 8mEq/l; e, BE –15. Assinale, a seguir, o distúrbio do equilíbrio acidobásico que o paciente apresenta.
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Criança, 5 anos, apresentando febre há 3 dias, cefaleia, mialgia, dor retro-orbitária e petéquias em membros e tronco, realizou o teste rápido para dengue com resultado positivo. O hematócrito atual é de 38,5%, com plaquetas normais e leucopenia. Está alerta, eupneico, com sinais vitais normais; nega episódios de vômitos e/ou diarreia. Recomenda-se a hidratação da criança da seguinte forma:
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Na parada cardiorrespiratória de uma criança internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), em ventilação mecânica, em tratamento de sepse bacteriana de foco pulmonar, a melhor conduta é iniciar compressões torácicas e:
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Escolar, 8 anos, previamente hígido, dá entrada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) com história de febre e vômitos há 24 horas, evoluindo para queda do estado geral, torpor, pele moteada, com glicemia capilar de 300 mg/dL. Ao exame físico, FC = 140 bpm; FR = 35 ipm; satO2 86%; PA 100 x 60 mmHg; temperatura axilar 37° C. A gasometria arterial evidencia: pH 7,28; pCO2 33; pO2 58; HCO3 14,6; BE –10; e, SatO2 85%. Ao exame urinário pH 6,5; densidade 1.030; ausência de piúria; cetonúria; ptn +; e, nitrito negativo. Hemograma com leucocitose e predomínio de neutrófilos com 10% de bastões. O diagnóstico mais provável é:
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Lactente, 1 ano e 3 meses, sofreu queda de escada, com altura aproximada de 3 m, sendo prontamente levado ao pronto- -socorro. Feito o atendimento inicial foi providenciada a tomografia de crânio e encaminhamento à Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica (UTIP). A melhor opção para a hidratação nas primeiras 48 horas da internação trata-se de solução:
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Considere uma criança de 10 anos, que apresenta pneumonia grave e que está em ventilação mecânica com os seguintes parâmetros: Pip 25; Peep 10; Tinsp 1; FR 20 ipm; FiO2 80%; e, MAP 15. A última gasometria evidencia: pH 7,25; pCO2 45; pO2 60; HCO3 18; e, BE -6. De acordo com o índice de oxigenação, é possível afirmar que se trata de síndrome do desconforto respiratório pediátrico classificada como:
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