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Foram encontradas 50 questões.

59768 Ano: 2004
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFRJ
Orgão: INT

O valor correspondente à totalidade dos bens da pessoa física ou jurídica é o definido na Norma NBR – 14653-1 como valor:

 

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59767 Ano: 2004
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFRJ
Orgão: INT

A benfeitoria que visa simples deleite ou recreio, sem aumentar o uso normal é definida na Norma NBR – 14653-1 – como benfeitoria:

 

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59766 Ano: 2004
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFRJ
Orgão: INT

Segundo a Norma – NBR 8977 –, é gravame sobre bens móveis:

 

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59765 Ano: 2004
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFRJ
Orgão: INT

A avaliação que é feita, segundo a Norma – NBR 8977 –, em função da renda real ou estimativa, durante o prazo estabelecido ou previsto de sua duração é a relativa a:

 

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59764 Ano: 2004
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFRJ
Orgão: INT

A avaliação prevista na Norma – NBR 8977 –, que leva em conta o valor do bem com a sua situação dominial regularizada, deduzida a parcela correspondente às despesas e ao tempo necessário à sua regularização é a que se refere a:

 

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59763 Ano: 2004
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFRJ
Orgão: INT

Na avaliação de máquinas, equipamentos, instalações e complexos industriais são utilizados os métodos diretos e/ou indiretos. Os métodos classificados como diretos na Norma – NBR 8977 – são os:

 

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59762 Ano: 2004
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFRJ
Orgão: INT

O valor de um bem ou de suas partes constituintes é obtido pelo método comparativo previsto na Norma – NBR 8977 – através:

 

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59761 Ano: 2004
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFRJ
Orgão: INT

O método previsto na Norma – NBR 8977 –, que geralmente é utilizado para a avaliação de glebas suscetíveis de urbanização, cuja vocação é marcantemente industrial, é o:

 

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TEXTO

EM DEFESA DA RAZÃO

Isaías Raw

Durante décadas, lutei desesperadamente para trazer racionalidade às gerações que me sucederiam, acreditando na ciência e nas suas conquistas. A caminhada do homem na Lua, as fotos dos planetas distantes, os computadores, a televisão direta dos satélites, as vacinas que eliminaram da face da Terra a varíola, a poliomielite, os remédios desenhados em computadores que curam o câncer quando detectado a tempo, os transplantes de coração e rins, a biotecnologia gerando plantas mais resistentes e mais produtivas, que liquidaram com a profecia de Malthus, afastando o perigo da fome universal. E, apesar disso, o que colhemos? Uma geração de crédulos sem capacidade crítica.

Até mesmo pessoas que seguiram carreira técnico científica não entendem a racionalidade da ciência. Consomem toneladas de pseudomedicamentos sem nenhum efeito positivo para o organismo. Engolem comprimidos de vitaminas que serão eliminadas na urina. Consomem extratos de plantas com substâncias tóxicas e abandonam o tratamento médico. Gastam fortunas com diferentes marcas de xampu que contêm sempre o mesmo detergente, mas anunciam “alimentos” para os cabelos, quando estes recebem nutrientes diretamente do sangue que irriga suas raízes. Há os que untam o rosto com colágeno – geléia de mocotó – e ovos e acham que estão rejuvenescendo. [....]

Fico pasmado ao ver que, às portas do ano 2000, as pessoas lêem horóscopos sem jamais comparar as previsões da véspera com o que realmente aconteceu. Desconfiam dos cientistas, mas acreditam nas cartomantes, que prevêem o óbvio. Formamos uma geração de pseudo-educados, que querem ser enganados nas farmácias, pelos curandeiros que enfiam agulhas em seus pés e manipulam sua coluna, pelos ufologistas, que vêem extraterrestes chegar e sair sem ser detectados pelos radares. Uma geração que se deixa levar por benzedeiras e charlatães com suas poções, por anúncios desonestos na televisão e por pregadores a quem entregam parte do salário. Saem as descobertas e as experiências científicas e entram os duendes, anjos e bruxos.

Veja, 4 /9/1996

“Até mesmo pessoas que seguiram carreira técnico científica não entendem a racionalidade da ciência”; isso significa uma verdade que está de acordo com um ditado popular, que é:

 

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TEXTO

EM DEFESA DA RAZÃO

Isaías Raw

Durante décadas, lutei desesperadamente para trazer racionalidade às gerações que me sucederiam, acreditando na ciência e nas suas conquistas. A caminhada do homem na Lua, as fotos dos planetas distantes, os computadores, a televisão direta dos satélites, as vacinas que eliminaram da face da Terra a varíola, a poliomielite, os remédios desenhados em computadores que curam o câncer quando detectado a tempo, os transplantes de coração e rins, a biotecnologia gerando plantas mais resistentes e mais produtivas, que liquidaram com a profecia de Malthus, afastando o perigo da fome universal. E, apesar disso, o que colhemos? Uma geração de crédulos sem capacidade crítica.

Até mesmo pessoas que seguiram carreira técnico científica não entendem a racionalidade da ciência. Consomem toneladas de pseudomedicamentos sem nenhum efeito positivo para o organismo. Engolem comprimidos de vitaminas que serão eliminadas na urina. Consomem extratos de plantas com substâncias tóxicas e abandonam o tratamento médico. Gastam fortunas com diferentes marcas de xampu que contêm sempre o mesmo detergente, mas anunciam “alimentos” para os cabelos, quando estes recebem nutrientes diretamente do sangue que irriga suas raízes. Há os que untam o rosto com colágeno – geléia de mocotó – e ovos e acham que estão rejuvenescendo. [....]

Fico pasmado ao ver que, às portas do ano 2000, as pessoas lêem horóscopos sem jamais comparar as previsões da véspera com o que realmente aconteceu. Desconfiam dos cientistas, mas acreditam nas cartomantes, que prevêem o óbvio. Formamos uma geração de pseudo-educados, que querem ser enganados nas farmácias, pelos curandeiros que enfiam agulhas em seus pés e manipulam sua coluna, pelos ufologistas, que vêem extraterrestes chegar e sair sem ser detectados pelos radares. Uma geração que se deixa levar por benzedeiras e charlatães com suas poções, por anúncios desonestos na televisão e por pregadores a quem entregam parte do salário. Saem as descobertas e as experiências científicas e entram os duendes, anjos e bruxos.

Veja, 4 /9/1996

Clara ou implicitamente, o autor do texto condena uma série de campos do conhecimento ou da atividade; entre esses alvos de crítica só NÃO está a/o:

 

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