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A rainha má mandou chamar um lenhador e instruiu-o a levar Branca de Neve para a floresta, matá-la, desfazer-se do corpo e voltar para ganhar sua recompensa. Mas o lenhador poupou Branca de Neve. Toda a história depende da compaixão de um lenhador sobre o qual não se sabe nada. Seu nome e sua biografia não constam em nenhuma versão do conto. A rainha má é a rainha má, claramente um arquétipo, e os arquétipos não precisam de nome. O Príncipe Encantado, que aparecerá no fim da história, também não precisa. É um símbolo reincidente, talvez nem a Branca de Neve se dê ao trabalho de descobrir seu nome. Mas o personagem principal da história, sem o qual a história não existiria e os outros personagens não se tornariam famosos, não é símbolo de nada. Ele só entra na trama para fazer uma escolha, mas toda a narrativa fica em suspenso até que ele faça a escolha certa, pois se fizer a errada não tem história. O lenhador compadecido representa dois segundos de livre-arbítrio que podem desregular o mundo dos deuses e dos heróis. Por isso é desprezado como qualquer intruso e nem aparece nos créditos.
Muitas histórias mostram como são os figurantes anônimos que fazem a história, ou como, no fim, é a boa consciência que move o mundo. Mas uma das pessoas do grupo em que conversávamos sobre esses anônimos discordou dessa tese, e disse que a entrada do lenhador simbolizava um problema da humanidade, que é a dificuldade de conseguir empregados de confiança, que façam o que lhes for pedido.
(Adaptado de Luiz Fernando Verissimo, Banquete com os deuses)
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A rainha má mandou chamar um lenhador e instruiu-o a levar Branca de Neve para a floresta, matá-la, desfazer-se do corpo e voltar para ganhar sua recompensa. Mas o lenhador poupou Branca de Neve. Toda a história depende da compaixão de um lenhador sobre o qual não se sabe nada. Seu nome e sua biografia não constam em nenhuma versão do conto. A rainha má é a rainha má, claramente um arquétipo, e os arquétipos não precisam de nome. O Príncipe Encantado, que aparecerá no fim da história, também não precisa. É um símbolo reincidente, talvez nem a Branca de Neve se dê ao trabalho de descobrir seu nome. Mas o personagem principal da história, sem o qual a história não existiria e os outros personagens não se tornariam famosos, não é símbolo de nada. Ele só entra na trama para fazer uma escolha, mas toda a narrativa fica em suspenso até que ele faça a escolha certa, pois se fizer a errada não tem história. O lenhador compadecido representa dois segundos de livre-arbítrio que podem desregular o mundo dos deuses e dos heróis. Por isso é desprezado como qualquer intruso e nem aparece nos créditos.
Muitas histórias mostram como são os figurantes anônimos que fazem a história, ou como, no fim, é a boa consciência que move o mundo. Mas uma das pessoas do grupo em que conversávamos sobre esses anônimos discordou dessa tese, e disse que a entrada do lenhador simbolizava um problema da humanidade, que é a dificuldade de conseguir empregados de confiança, que façam o que lhes for pedido.
(Adaptado de Luiz Fernando Verissimo, Banquete com os deuses)
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A rainha má mandou chamar um lenhador e instruiu-o a levar Branca de Neve para a floresta, matá-la, desfazer-se do corpo e voltar para ganhar sua recompensa. Mas o lenhador poupou Branca de Neve. Toda a história depende da compaixão de um lenhador sobre o qual não se sabe nada. Seu nome e sua biografia não constam em nenhuma versão do conto. A rainha má é a rainha má, claramente um arquétipo, e os arquétipos não precisam de nome. O Príncipe Encantado, que aparecerá no fim da história, também não precisa. É um símbolo reincidente, talvez nem a Branca de Neve se dê ao trabalho de descobrir seu nome. Mas o personagem principal da história, sem o qual a história não existiria e os outros personagens não se tornariam famosos, não é símbolo de nada. Ele só entra na trama para fazer uma escolha, mas toda a narrativa fica em suspenso até que ele faça a escolha certa, pois se fizer a errada não tem história. O lenhador compadecido representa dois segundos de livre-arbítrio que podem desregular o mundo dos deuses e dos heróis. Por isso é desprezado como qualquer intruso e nem aparece nos créditos.
Muitas histórias mostram como são os figurantes anônimos que fazem a história, ou como, no fim, é a boa consciência que move o mundo. Mas uma das pessoas do grupo em que conversávamos sobre esses anônimos discordou dessa tese, e disse que a entrada do lenhador simbolizava um problema da humanidade, que é a dificuldade de conseguir empregados de confiança, que façam o que lhes for pedido.
(Adaptado de Luiz Fernando Verissimo, Banquete com os deuses)
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Analisando os níveis de tensão gerados no subleito, decorrentes da implantação de dois tipos distintos de pavimento, observase uma nítida diferença entre pavimentos asfálticos, com revestimento asfáltico e base granular, e pavimentos rígidos, com placas de concreto de cimento Portland.
Com relação às tensões geradas no subleito, é correto afirmar que pavimento
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Com relação à restauração de pavimentos existentes, é correto afirmar:
I. A restauração de um pavimento asfáltico, com a aplicação de concreto de cimento Portland em placas, é denominada de Whitetopping.
II. O procedimento DNER-PRO–011/79 contempla a possibilidade de fresagem do revestimento asfáltico.
III. O procedimento DNER-PRO–269/94 contempla a possibilidade de fresagem do revestimento asfáltico.
IV. O raio de curvatura é um indicador da capacidade estrutural do pavimento, sendo que valores elevados representam pavimentos em más condições estruturais.
Está correto o que consta APENAS em
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Uma mistura asfáltica do tipo concreto asfáltico é composta de cimento asfáltico de petróleo (CAP) e agregados graúdos e miúdos. As quantidades de cada material devem ser determinadas a fim de que a mistura atinja características mínimas e máximas que garantam o bom desempenho da referida mistura na pista. O processo de determinação destas quantidades é a dosagem da mistura, no qual, fixada uma granulometria, varia-se o teor de CAP.
O método de dosagem mais utilizado no Brasil é o Marshall, do qual resultam duas propriedades mecânicas, designadas por
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O raio de curvatura é um parâmetro deflectométrico recomendado pelo procedimento DNER − PRO − 011/79. Ele é um indicador do arqueamento da deformada, sendo que valores de raio de curvatura inferiores a 100 m indicam pavimentos com deficiências estruturais. Para o cálculo deste parâmetro, é necessário executar o levantamento deflectométrico, sendo utilizadas as deflexões com afastamentos do ponto de aplicação da carga igual a
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Os agregados utilizados em pavimentação devem possuir características adequadas para o bom desempenho da estrutura de pavimento. Para tanto, devem ser realizados ensaios de laboratório visando a classificar o material. Para utilização de agregado graúdo em mistura de CBUQ, a especificação DNIT 031/2006 − ES − Pavimentos flexíveis − Concreto asfáltico recomenda que sejam analisados
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