Foram encontradas 70 questões.
A maior reserva de carbono no oceano é o carbono inorgânico dissolvido (CID), que é o total dos íons de CO2, bicarbonato (HCO3) e carbonato (CO3) dissolvidos na água. O pH da água do mar depende da predominância de um destes íons. Atualmente o pH da água do mar se situa mais na faixa básica, entre 7,9 – 9,0.
A esse respeito, analise as afirmativas a seguir.
I. As concentrações do íon carbonato aumentam com o aumento do pH e quanto mais CO2 é dissolvido na água, mais ela se acidifica.
II. O íon carbonato pode reagir com íons de cálcio que estejam em excesso na água do mar para formar o carbonato de cálcio, matéria que forma as conchas de moluscos, o esqueleto de corais e o exoesqueleto de algumas microalgas.
III. A adição ou retirada de dióxido de carbono que afete temporariamente o equilíbrio atmosférico muda o pH mas não muda a alcalinidade (composição de carbonato) da água.
Assinale:
Provas
Na água do mar pode ser encontrado material dissolvido da crosta terrestre, bem como materiais liberados por organismos. Os componentes mais importantes da água do mar que influenciam as formas de vida são a salinidade, a temperatura, os gases dissolvidos (principalmente oxigênio e dióxido de carbono), os nutrientes e o pH.
A partir do fragmento acima, analise as afirmativas a seguir.
I. Os organismos marinhos não são afetados por mudanças na salinidade, devido ao processo de osmose, que é a capacidade da água de entrar e sair de células vivas, em resposta à concentração de um material dissolvido até que se atinja o equilíbrio.
II. Considerando-se a porção de sub-superfície dos oceanos observa-se que eles são verticalmente estratificados em relação à variação de temperatura, sendo reconhecidos basicamente três estratos: estrato superior misto, termoclina e águas profundas.
III. Quando grandes massas de água, com diferentes densidades, se encontram, a massa de água menos densa passa sob a massa de água mais densa, o que explica a existência de alguns modelos de circulação profunda nos oceanos.
Assinale:
Provas
Considere uma onda com a altura de 2m, deslocando-se em direção à praia sem interferência de vento. Assinale a alternativa que indica a profundidade em que ocorrerá a quebra dessa onda.
Provas
A água do mar contém em seu peso 3,5 % de sais, mas também gases, substâncias orgânicas e material particulado. A presença adicional dos sais influencia na maioria das propriedades físicas da água do mar (densidade, compressibilidade, ponto de congelamento, temperatura da densidade máxima) em algum grau, mas não é o fator que as condiciona.
Com relação às propriedades da água do mar, analise as afirmativas a seguir.
I. A condutividade e a pressão osmótica são determinadas pela quantidade de sais na água.
II. Os oceanos costumam apresentar sensíveis variações em sua densidade devido ao aporte de sais oriundos das fendas oceânicas e de atividades vulcânicas.
III. Os sais que se encontram dissolvidos na água do mar são provenientes da ação do intemperismo nas rochas da superfície terrestre e das atividades vulcânicas continentais e subaquáticas.
Assinale:
Provas
Em relação à cadeia trófica e aos elos de uma cadeia alimentar, assinale a alternativa que apresenta, em ordem crescente, a sequência completa e correta.
Provas
As alternativas a seguir apresentam fatores que influenciam no crescimento das algas (macrófitas) em lagos, reservatórios e estuários, à exceção de uma. Assinale-a.
Provas
Em relação à biomagnificação do Hg na cadeia trófica, assinale a afirmativa correta.
Provas
O estado trófico de um manancial refere-se ao estado nutricional de um lago ou reservatório, sempre descrito em termos de atividade biológica que ocorre como resultado dos níveis nutricionais.
Com relação a um ambiente oligotrófico, assinale a afirmativa correta.
Provas
Só falta a política de redução de riscos
Entre 1990 e 2010, mais de 96 milhões de pessoas foram afetadas por desastres no Brasil, como demonstra o Atlas dos Desastres Naturais do Brasil. Destas, mais de 6 milhões tiveram de deixar suas moradias, cerca de 480 mil sofreram algum agravo ou doença e quase 3,5 mil morreram imediatamente após os mesmos. Desastres como o de Petrópolis, que resultaram em dezenas de óbitos, não existem em um vácuo. Se por um lado exigem a presença de ameaças naturais, como chuvas fortes, por outro não se realizam sem condições de vulnerabilidade, constituídas através dos processos sociais relacionados à dinâmica do desenvolvimento econômico e da proteção social e ambiental. Isto significa que os debates em torno do desastre devem ir além das cobranças que ano após ano ficam restritas à Defesa Civil.
A redução de riscos de desastres deve hoje constituir o cerne da política brasileira para os desastres. Isto significa combinar um conjunto de políticas não só para o durante os riscos e situações de desastres, o que avançamos bem, mas também e principalmente para o antes e o depois dos mesmos.
Particularmente, após o desastre da Região Serrana (RJ) em 2011, uma série de iniciativas importantes ocorreu. Criou-se o Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais, a Força-Tarefa de Apoio Técnico e Emergência, a Força Nacional do SUS e reestruturou-se o Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos de Desastres. Estas iniciativas ainda estão concentradas no monitoramento, alerta e respostas aos desastres. Faltam políticas integradas para redução de riscos.
Dados do IBGE revelam que apenas 1,2% dos municípios possuíam plano municipal de redução de riscos em 2011. Nos municípios maiores, com mais de 500 mil habitantes, que não ultrapassam quatro dezenas, este percentual superava 50%. De modo inverso, nos municípios menores, com menos de 20 mil habitantes, em torno de quatro mil, este percentual era de 3,3%. É uma situação bastante preocupante relacionada aos municípios de grande porte e drástica nos municípios de pequeno porte.
Há necessidade urgente de se investir em políticas integradas. E que ofereçam suporte aos municípios de menor porte. Na outra ponta, políticas de recuperação e reconstrução após desastres deveriam permitir o retorno à normalidade da vida "cotidiana", não prolongando os efeitos dos desastres, como temos visto.
(Carlos Machado - O Globo, 01/04/2013)
Com relação às formas verbais sublinhadas, é correto afirmar que
Provas
Só falta a política de redução de riscos
Entre 1990 e 2010, mais de 96 milhões de pessoas foram afetadas por desastres no Brasil, como demonstra o Atlas dos Desastres Naturais do Brasil. Destas, mais de 6 milhões tiveram de deixar suas moradias, cerca de 480 mil sofreram algum agravo ou doença e quase 3,5 mil morreram imediatamente após os mesmos. Desastres como o de Petrópolis, que resultaram em dezenas de óbitos, não existem em um vácuo. Se por um lado exigem a presença de ameaças naturais, como chuvas fortes, por outro não se realizam sem condições de vulnerabilidade, constituídas através dos processos sociais relacionados à dinâmica do desenvolvimento econômico e da proteção social e ambiental. Isto significa que os debates em torno do desastre devem ir além das cobranças que ano após ano ficam restritas à Defesa Civil.
A redução de riscos de desastres deve hoje constituir o cerne da política brasileira para os desastres. Isto significa combinar um conjunto de políticas não só para o durante os riscos e situações de desastres, o que avançamos bem, mas também e principalmente para o antes e o depois dos mesmos.
Particularmente, após o desastre da Região Serrana (RJ) em 2011, uma série de iniciativas importantes ocorreu. Criou-se o Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais, a Força-Tarefa de Apoio Técnico e Emergência, a Força Nacional do SUS e reestruturou-se o Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos de Desastres. Estas iniciativas ainda estão concentradas no monitoramento, alerta e respostas aos desastres. Faltam políticas integradas para redução de riscos.
Dados do IBGE revelam que apenas 1,2% dos municípios possuíam plano municipal de redução de riscos em 2011. Nos municípios maiores, com mais de 500 mil habitantes, que não ultrapassam quatro dezenas, este percentual superava 50%. De modo inverso, nos municípios menores, com menos de 20 mil habitantes, em torno de quatro mil, este percentual era de 3,3%. É uma situação bastante preocupante relacionada aos municípios de grande porte e drástica nos municípios de pequeno porte.
Há necessidade urgente de se investir em políticas integradas. E que ofereçam suporte aos municípios de menor porte. Na outra ponta, políticas de recuperação e reconstrução após desastres deveriam permitir o retorno à normalidade da vida "cotidiana", não prolongando os efeitos dos desastres, como temos visto.
(Carlos Machado - O Globo, 01/04/2013)
Entre os vocábulos sublinhados há uma clara intensificação semântica, que também ocorre em
Provas
Caderno Container