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Admitindo que o risco de uma cheia ocorra nos próximos quatro anos seja de 6,01%, assinale a alternativa que indica o período de retorno resultante dessa vazão crítica.

 

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A figura a seguir mostra o perfil longitudinal de um rio.

Enunciado 3836277-1

Em se tratando de geomorfologia fluvial, assinale a afirmativa correta.

 

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A hidrometria e as medições de vazões são importantes em Hidrologia para formação de séries históricas que servem de base para determinação das vazões de projeto e dimensionamento de estruturas hidráulicas.

Em relação ao tema, assinale a afirmativa correta.

 

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Um dos métodos de preenchimento de falhas em séries hidrológicas é o método da ponderação regional. Sabendo que a média das precipitações das séries históricas de quatro postos M, N, O e P, da mesma região hidrometeorológica, são:

M = 80 mm; N = 100 mm; O = 90 mm; P = 120 mm.

E que no momento em que se perdeu o registro do posto O, as outras estações registraram:

M = 100 mm; N = 140 mm; O = perdido; P = 160 mm.

Assinale a alternativa que indica a precipitação perdida do posto O, pelo método da ponderação regional.

 

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Em um período, uma barragem recebeu 330 mm de chuva, sofreu uma evaporação expectativa de 85 mm e uma perda para o lençol de águas subterrâneas de 25 mm. Considerando a área do reservatório de 20 km2, a chuva excedente esperada, em m3, e o coeficiente de runoff, respectivamente, são

 

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A tabela a seguir mostra a resposta de uma bacia hidrográfica à ação de uma chuva com altura de 15 mm e duração de uma hora.

Tempo (h) 0 1 2 3 4 5 6
Vazão (m3/s) 0 3 15 12 8 3 0

Se ocorrer nesta bacia uma precipitação de três horas, com altura de 15 mm na primeira hora, de 45 mm na segunda hora e de 30 mm na terceira hora, o valor da vazão de pico é de

 

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Para medir a vazão em uma seção transversal de um curso d’água foi utilizado o método de traçadores com injeção contínua, uma vez que o corpo d’água era suficientemente turbulento para permitir a mistura completa e o traçador não estava presente na água.

Sabendo que a concentração da solução com traçador injetada foi de 2 g/L, que a taxa de injeção desta solução foi de 8,4 x 10–6m3/s e, que as concentrações observadas em três pontos equidistantes de uma mesma seção transversal à jusante do ponto de lançamento foram: 6,28 x 10–6 g/L; 6,14 x 10–6 g/L e 6,48 x 10–6 g/L, a vazão foi de

 

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3476938 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: FGV
Orgão: INEA-RJ

Albedo é a razão entre a irradiância electromagnética refletida, de forma direta ou difusa e a quantidade de radiação incidente, variando de superfície para superfície.

A superfície que apresenta o menor albedo é

 

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Em uma bacia hidrográfica, o perfil hidrogeológico da camada impermeável segue o perfil dos divisores topográficos da bacia e não existem fugas da água subterrânea para outra bacia.

Se na bacia em questão o total anual precipitado é de 1988 mm e a vazão média anual no exutório foi de 20 L/s/km2, considerando que o período de tempo é longo o suficiente para que se despreze o volume armazenado na bacia, o valor da evapotranspiração total neste ano é de

 

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1422698 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: INEA-RJ
Provas:
Texto I

Só falta a política de redução de riscos

Entre 1990 e 2010, mais de 96 milhões de pessoas foram afetadas por desastres no Brasil, como demonstra o Atlas dos Desastres Naturais do Brasil. Destas, mais de 6 milhões tiveram de deixar suas moradias, cerca de 480 mil sofreram algum agravo ou doença e quase 3,5 mil morreram imediatamente após os mesmos. Desastres como o de Petrópolis, que resultaram em dezenas de óbitos, não existem em um vácuo. Se por um lado exigem a presença de ameaças naturais, como chuvas fortes, por outro não se realizam sem condições de vulnerabilidade, constituídas através dos processos sociais relacionados à dinâmica do desenvolvimento econômico e da proteção social e ambiental. Isto significa que os debates em torno do desastre devem ir além das cobranças que ano após ano ficam restritas à Defesa Civil.

A redução de riscos de desastres deve hoje constituir o cerne da política brasileira para os desastres. Isto significa combinar um conjunto de políticas não só para o durante os riscos e situações de desastres, o que avançamos bem, mas também e principalmente para o antes e o depois dos mesmos.

Particularmente, após o desastre da Região Serrana (RJ) em 2011, uma série de iniciativas importantes ocorreu. Criou-se o Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais, a Força-Tarefa de Apoio Técnico e Emergência, a Força Nacional do SUS e reestruturou-se o Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos de Desastres. Estas iniciativas ainda estão concentradas no monitoramento, alerta e respostas aos desastres. Faltam políticas integradas para redução de riscos.

Dados do IBGE revelam que apenas 1,2% dos municípios possuíam plano municipal de redução de riscos em 2011. Nos municípios maiores, com mais de 500 mil habitantes, que não ultrapassam quatro dezenas, este percentual superava 50%. De modo inverso, nos municípios menores, com menos de 20 mil habitantes, em torno de quatro mil, este percentual era de 3,3%. É uma situação bastante preocupante relacionada aos municípios de grande porte e drástica nos municípios de pequeno porte.

Há necessidade urgente de se investir em políticas integradas. E que ofereçam suporte aos municípios de menor porte. Na outra ponta, políticas de recuperação e reconstrução após desastres deveriam permitir o retorno à normalidade da vida "cotidiana", não prolongando os efeitos dos desastres, como temos visto.

(Carlos Machado - O Globo, 01/04/2013)

"Criou-se o Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais, a Força-Tarefa de Apoio Técnico e Emergência, a Força Nacional do SUS e reestruturou-se o Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos de Desastres".

Com relação às formas verbais sublinhadas, é correto afirmar que
 

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