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Tradicionalmente, e isto ainda é patente em livros de didáticos de ensino de literatura, apresenta-se a produção literária tripartida nos gêneros épico, lírico e dramático, com o épico correspondendo a obras narrativas em verso e prosa, o lírico correspondendo à poesia sentimental ou reflexiva, e o dramático correspondendo à produção teatral escrita. Mediante a diversidade de obras literárias, a teoria vigente que mais se fixou no ensino de literatura quanto à tripartição de gênero corresponde ao
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Leia o texto a seguir.
Em 1907 foi apresentada e aprovada pela Academia Brasileira de Letras (ABL) uma reforma ortográfica do português brasileiro. Em 1943, a ABL apresentou o Formulário Ortográfico, para regular a grafia do português no Brasil. Em 1945, apresentou-se o Acordo Ortográfico, decorrente das relações entre a ABL e a Academia das Ciências de Lisboa, que foi rejeitado, logo, manteve-se o Formulário Ortográfico de 1943. Em 1971, uma nova reforma ortográfica foi apresentada e aprovada. Atualmente tem-se o Acordo Ortográfico de 1990 como ortografia unificada do português, assinado por Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe, com adesão do Timor-Leste em 2004. Entre 1898 e 1907, o Brasil viveu a Política do Café com Leite, sob a presidência de Afonso Pena. De 1943 a 1945, o Brasil viveu a Era Vargas. Em 1971, o país estava sob o regime da Ditadura Militar. E, entre 1985 e 1990, o país estava, como ainda está, sob o regime que ficou conhecido como Abertura Democrática.
Elaborado pelo(a) autor(a).
Mediante tais informações e considerações, as reformas ortográficas no Brasil foram modificações na grafia do português brasileiro mediante
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A sentença “Nós fala errado porque nós quer, pois, instruído nós é” indica
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A variação recorrente no uso de falantes do português brasileiro entre os fones [dʒ] e [d], a exemplo da palavra “dia”, que não produz mudança fonológica, é um caso de
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Leia o caso a seguir.
Considere uma realidade em que uma trabalhadora chamada J. jamais faltou ao trabalho, nunca chegou atrasada nem saiu antes da hora, e que J. era torcedora fervorosa de um dado time de futebol. Em dado dia, o time para o qual J. torce jogará em horário de expediente. Colegas do trabalho de J. se organizam para irem ao jogo, mesmo sob o risco de terem o ponto cortado. Uma colega fala sobre convidar J. Alguém comenta: “Ela não vai topar essa”.
Elaborado pelo(a) autor(a).
Em termos de usos da língua, nesse caso, o comentário decorre de J.
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Na sentença “O farol está aberto”, usual no português brasileiro, o termo “farol” não se refere a uma estrutura elevada, comumente em formato de torre, com um aparelho óptico de fontes de luz e espelhos, visível a longa distância e que serve como base de auxílio marinho quanto à prestação de socorro, pois referencia o aparelho conhecido como “semáforo”, devido a um
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Em Moderna Gramática Portuguesa, Evanildo Bechara (2009, p. 54) afirma que a “parte central da gramática pura é a morfossintaxe”. Seguindo essa afirmação de Bechara, a gramática propriamente dita tem a morfossintaxe como base porque essa área da descrição da língua corresponde à
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Com relação ao uso de gêneros para a socialização dos estudos e pesquisas na sala de aula de língua portuguesa no Ensino Médio, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) propõe uma
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A consolidação do domínio de gêneros do discurso/gêneros textuais está entre os itens enumerados pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para a progressão das aprendizagens e habilidades. Tendo em vista os princípios bakhtinianos acerca dos gêneros, uma proposta de ensino de língua portuguesa pautada nos gêneros do discurso deve
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Considerando os estudos de Roxane Rojo (2005) acerca dos gêneros, que relações podem ser estabelecidas entre as teorias dos gêneros textuais e dos gêneros do discurso?
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