Foram encontradas 20 questões.
Leia o TEXTO IV a seguir para responder a questão.
O drama de Juan e das centenas de crianças venezuelanas que cruzam sozinhas a fronteira com o Brasil
[...]
Juan foi encontrado vagando pelas ruas de Pacaraima, após cruzar a fronteira "sozinho e faminto", segundo relatório da equipe que atendeu a criança. Um senhor venezuelano o resgatou, deu abrigo e comida por uma noite e levou o menino ao centro de triagem, onde defensores públicos da União entrevistam e analisam cada caso de criança e adolescente que chega ao Brasil.
Encaminhado depois ao Conselho Tutelar de Pacaraima, o menino foi reconhecido por uma conselheira que confirmou que ele tentava migrar sozinho para o Brasil pela segunda vez, "pedindo ajuda para fugir dos maus-tratos dos pais".
Na primeira tentativa, foi devolvido à Venezuela e encaminhado ao Conselho Tutelar da cidade de Santa Elena, após os conselheiros venezuelanos garantirem às autoridades brasileiras que ele seria encaminhado para um abrigo.
Pelo visto, foi devolvido aos pais e à vida na rua.
"Observa-se inúmeras marcas no corpo da criança e ele afirma que são todas causadas pelas agressões físicas cometidas por seus pais", diz o relatório do comitê de triagem a que a BBC News Brasil teve acesso.
Para impedir que o menino fosse entregue novamente aos pais, os defensores federais o encaminharam para uma casa de acolhimento de crianças e adolescentes na capital de Roraima, "para que seja cuidado pela legislação brasileira".
Juan é uma das 1.896 crianças e adolescentes que, para fugir da violência e da miséria na Venezuela, cruzaram a fronteira até o Brasil sozinhos ou acompanhados de pessoas que não são seus responsáveis legais, entre agosto de 2018 e junho deste ano.
Quase 400 deles chegaram à cidade de Pacaraima totalmente desacompanhados, segundo dados inéditos obtidos pela BBC News Brasil junto à Defensoria Pública da União.
[...]
Qual das afirmações abaixo melhor explica a opinião conclusiva da repórter:
“Pelo visto, foi devolvido aos pais e à vida na rua”.
Essa opinião se explica:
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Leia o TEXTO IV a seguir para responder a questão.
O drama de Juan e das centenas de crianças venezuelanas que cruzam sozinhas a fronteira com o Brasil
[...]
Juan foi encontrado vagando pelas ruas de Pacaraima, após cruzar a fronteira "sozinho e faminto", segundo relatório da equipe que atendeu a criança. Um senhor venezuelano o resgatou, deu abrigo e comida por uma noite e levou o menino ao centro de triagem, onde defensores públicos da União entrevistam e analisam cada caso de criança e adolescente que chega ao Brasil.
Encaminhado depois ao Conselho Tutelar de Pacaraima, o menino foi reconhecido por uma conselheira que confirmou que ele tentava migrar sozinho para o Brasil pela segunda vez, "pedindo ajuda para fugir dos maus-tratos dos pais".
Na primeira tentativa, foi devolvido à Venezuela e encaminhado ao Conselho Tutelar da cidade de Santa Elena, após os conselheiros venezuelanos garantirem às autoridades brasileiras que ele seria encaminhado para um abrigo.
Pelo visto, foi devolvido aos pais e à vida na rua.
"Observa-se inúmeras marcas no corpo da criança e ele afirma que são todas causadas pelas agressões físicas cometidas por seus pais", diz o relatório do comitê de triagem a que a BBC News Brasil teve acesso.
Para impedir que o menino fosse entregue novamente aos pais, os defensores federais o encaminharam para uma casa de acolhimento de crianças e adolescentes na capital de Roraima, "para que seja cuidado pela legislação brasileira".
Juan é uma das 1.896 crianças e adolescentes que, para fugir da violência e da miséria na Venezuela, cruzaram a fronteira até o Brasil sozinhos ou acompanhados de pessoas que não são seus responsáveis legais, entre agosto de 2018 e junho deste ano.
Quase 400 deles chegaram à cidade de Pacaraima totalmente desacompanhados, segundo dados inéditos obtidos pela BBC News Brasil junto à Defensoria Pública da União.
[...]
Em relação às palavras sublinhadas no TEXTO IV, assinale a alternativa CORRETA quanto à acentuação gráfica:
I. Duas palavras acentuadas atendem à regra das palavras monossílabas tônicas.
II. Três palavras acentuadas atendem à regra das palavras paroxítonas.
III. Três palavras acentuadas atendem à regra das palavras oxítonas.
IV. Duas palavras acentuadas atendem à regra das palavras proparoxítonas
V. Uma palavra acentuada atende à regra das palavras com hiato.
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Leia o TEXTO IV a seguir para responder a questão.
O drama de Juan e das centenas de crianças venezuelanas que cruzam sozinhas a fronteira com o Brasil
[...]
Juan foi encontrado vagando pelas ruas de Pacaraima, após cruzar a fronteira "sozinho e faminto", segundo relatório da equipe que atendeu a criança. Um senhor venezuelano o resgatou, deu abrigo e comida por uma noite e levou o menino ao centro de triagem, onde defensores públicos da União entrevistam e analisam cada caso de criança e adolescente que chega ao Brasil.
Encaminhado depois ao Conselho Tutelar de Pacaraima, o menino foi reconhecido por uma conselheira que confirmou que ele tentava migrar sozinho para o Brasil pela segunda vez, "pedindo ajuda para fugir dos maus-tratos dos pais".
Na primeira tentativa, foi devolvido à Venezuela e encaminhado ao Conselho Tutelar da cidade de Santa Elena, após os conselheiros venezuelanos garantirem às autoridades brasileiras que ele seria encaminhado para um abrigo.
Pelo visto, foi devolvido aos pais e à vida na rua.
"Observa-se inúmeras marcas no corpo da criança e ele afirma que são todas causadas pelas agressões físicas cometidas por seus pais", diz o relatório do comitê de triagem a que a BBC News Brasil teve acesso.
Para impedir que o menino fosse entregue novamente aos pais, os defensores federais o encaminharam para uma casa de acolhimento de crianças e adolescentes na capital de Roraima, "para que seja cuidado pela legislação brasileira".
Juan é uma das 1.896 crianças e adolescentes que, para fugir da violência e da miséria na Venezuela, cruzaram a fronteira até o Brasil sozinhos ou acompanhados de pessoas que não são seus responsáveis legais, entre agosto de 2018 e junho deste ano.
Quase 400 deles chegaram à cidade de Pacaraima totalmente desacompanhados, segundo dados inéditos obtidos pela BBC News Brasil junto à Defensoria Pública da União.
[...]
Em relação ao que diz o TEXTO IV, assinale a alternativa CORRETA:
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Leia o TEXTO III a seguir para responder a questão.
Sozinhos
Esta ideia para um conto de terror é tão terrível que, logo depois de tê-la, me arrependi. Mas já estava tida, não adiantava mais. Você, leitor, no entanto, tem uma escolha. Pode parar aqui, e se poupar, ou ler até o fim e provavelmente nunca mais dormir. Vejo que decidiu continuar. Muito bem, vamos em frente. Talvez, posta no papel, a ideia perca um pouco do seu poder de susto. Mas não posso garantir nada. É assim:
Um casal de velhos mora sozinho numa casa. Já criaram os filhos, os netos já estão grandes, só lhes resta implicar um com o outro.
– Ronca.
– Não ronco.
– Ele diz que não ronca – comenta ela, impaciente, como se falasse com uma terceira pessoa.
Mas não existe outra pessoa na casa. Os filhos raramente visitam. Os netos, nunca. A empregada vem de manhã, faz o almoço, deixa o jantar e sai cedo.
Ficam os dois sozinhos.
– Eu devia gravar os seus roncos, pra você se convencer – diz ela. E em seguida tem a ideia infeliz. – É o que eu vou fazer! Esta noite, quando você dormir, vou ligar o gravador e gravar os seus roncos.
– Humrfm – diz o velho.
Você, leitor, já deve estar sentindo o que vai acontecer. Pare de ler, leitor. Eu não posso parar de escrever. As ideias não podem ser desperdiçadas, mesmo que nos custem amigos, a vida ou o sono.
Sozinhos. Os velhos sozinhos na casa. Os dois vão para a cama. Quando o velho dorme, a velha liga o gravador. Mas em poucos minutos a velha também dorme. O gravador fica ligado, gravando. Pouco depois a fita acaba.
Na manhã seguinte, certa do seu triunfo, a velha roda a fita. Ouvem-se alguns minutos de silêncio. Depois, alguém roncando.
– Rarrá! – diz a velha, feliz.
Pouco depois ouve-se o ronco de outra pessoa, a velha também ronca!
– Rarrá! – diz o velho, vingativo.
E em seguida, por cima do contraponto de roncos, ouve-se um sussurro. Uma voz sussurrando, leitor. Uma voz indefinida. Pode ser de homem, de mulher ou de criança. A princípio – por causa dos roncos – não se distingue o que ela diz. Mas aos poucos as palavras vão ficando claras. São duas vozes.
É um diálogo sussurrado.
“Estão prontos?”
“Não, acho que ainda não…”
“Então vamos voltar amanhã…”
Assinale a única alternativa em que a expressão entre parênteses NÃO representa um sinônimo da palavra destacada nas frases retiradas do TEXTO III.
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Leia o TEXTO III a seguir para responder a questão.
Sozinhos
Esta ideia para um conto de terror é tão terrível que, logo depois de tê-la, me arrependi. Mas já estava tida, não adiantava mais. Você, leitor, no entanto, tem uma escolha. Pode parar aqui, e se poupar, ou ler até o fim e provavelmente nunca mais dormir. Vejo que decidiu continuar. Muito bem, vamos em frente. Talvez, posta no papel, a ideia perca um pouco do seu poder de susto. Mas não posso garantir nada. É assim:
Um casal de velhos mora sozinho numa casa. Já criaram os filhos, os netos já estão grandes, só lhes resta implicar um com o outro. Retomam com novo fervor uma discussão antiga. Ela diz que ele ronca quando dorme, ele diz que é mentira.
– Ronca.
– Não ronco.
– Ele diz que não ronca – comenta ela, impaciente, como se falasse com uma terceira pessoa.
Mas não existe outra pessoa na casa. Os filhos raramente visitam. Os netos, nunca. A empregada vem de manhã, faz o almoço, deixa o jantar e sai cedo.
Ficam os dois sozinhos.
– Eu devia gravar os seus roncos, pra você se convencer – diz ela. E em seguida tem a ideia infeliz. – É o que eu vou fazer! Esta noite, quando você dormir, vou ligar o gravador e gravar os seus roncos.
– Humrfm – diz o velho.
Você, leitor, já deve estar sentindo o que vai acontecer. Pare de ler, leitor. Eu não posso parar de escrever. As ideias não podem ser desperdiçadas, mesmo que nos custem amigos, a vida ou o sono. Imagine se Shakespeare tivesse se horrorizado com suas próprias ideias e deixado de escrevê-las, por puro comedimento. Não que eu queira me comparar a Shakespeare. Shakespeare era bem mais magro. Tenho que exercer este ofício, esta danação. Você, no entanto, não é obrigado a me acompanhar, leitor. Vá passear, vá tomar um sol. Uma das maneiras de controlar a demência solta no mundo é deixar os escritores falando sozinhos, exercendo sozinhos a sua profissão malsã, o seu vício solitário. Você ainda está lendo. Você é pior do que eu, leitor. Você tinha escolha.
Sozinhos. Os velhos sozinhos na casa. Os dois vão para a cama. Quando o velho dorme, a velha liga o gravador. Mas em poucos minutos a velha também dorme. O gravador fica ligado, gravando. Pouco depois a fita acaba.
Na manhã seguinte, certa do seu triunfo, a velha roda a fita. Ouvem-se alguns minutos de silêncio. Depois, alguém roncando.
– Rarrá! – diz a velha, feliz.
Pouco depois ouve-se o ronco de outra pessoa, a velha também ronca!
– Rarrá! – diz o velho, vingativo.
E em seguida, por cima do contraponto de roncos, ouve-se um sussurro. Uma voz sussurrando, leitor. Uma voz indefinida. Pode ser de homem, de mulher ou de criança. A princípio – por causa dos roncos – não se distingue o que ela diz. Mas aos poucos as palavras vão ficando claras. São duas vozes.
É um diálogo sussurrado.
“Estão prontos?”
“Não, acho que ainda não…”
“Então vamos voltar amanhã…”
Sobre o TEXTO III , assinale a alternativa CORRETA:
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Leia o TEXTO II a seguir para responder a questão.
Adultos jogam mais videogame do que adolescentes no Brasil
E as mulheres são maioria: 53% do público fã de jogos eletrônicos é do sexo feminino, segundo levantamento nacional
Pare e pense em alguém que curte videogame. Provavelmente, você imaginou um homem jovem, certo? Bem, talvez esteja na hora de rever essa imagem. De acordo com a Pesquisa Games Brasil 2019, os brasileiros fãs de joguinhos eletrônicos são adultos e, a maioria, mulheres.
A sexta edição do levantamento – conduzido pelas instituições Sioux Group, Go Gamers, Blend e ESPM – aponta que as mulheres compõem 53% dos gamers no país. E a faixa etária predominante, tanto entre elas quanto entre eles, não são adolescentes: os jogadores convictos têm entre 25 e 54 anos. A maioria, inclusive, está à frente de uma família: 35% moram com os filhos e o cônjuge; aqueles que declararam morar com os pais são 27%.
O celular é a plataforma favorita dos 3.251 brasileiros entrevistados: 83% costumam jogar diretamente pelo smartphone. Os consoles vêm em segundo lugar – 48,5% disseram que preferem videogames como PlayStation e Xbox.
Para 89% dos participantes da pesquisa, os joguinhos são um método de relaxamento, algo que fazem quando estão em casa. Somente 4,7% jogam quando estão no trânsito ou no transporte público.
A cada 10 jogadores, apenas três se consideram gamers hardcore: eles podem até não jogar todos os dias, mas estão sempre por dentro dos lançamentos, preferem partidas mais longas, gostam de jogar em consoles e gastam mais de R$ 1.000 por ano com games.
A maior parte dos voluntários é de gamers casuais. Embora não se interessem tanto pelos avanços tecnológicos nem gastem dinheiro com isso, dedicam bastante tempo para essa atividade: costumam jogar três vezes por semana e podem ficar até três horas jogando sem parar.
Ainda em relação ao TEXTO II, considere a seguinte frase:
A maior parte dos gamers no país são e a maioria dos participantes da pesquisa consideram o jogo como uma forma de quando estão em casa. A plataforma preferida dos gamers é e eles podem ficar até jogando sem parar.
De acordo com as informações do texto, a alternativa que preenche adequadamente as lacunas é:
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Leia o TEXTO II a seguir para responder a questão.
Adultos jogam mais videogame do que adolescentes no Brasil
E as mulheres são maioria: 53% do público fã de jogos eletrônicos é do sexo feminino, segundo levantamento nacional
Pare e pense em alguém que curte videogame.
A sexta edição do levantamento – conduzido pelas instituições Sioux Group, Go Gamers, Blend e ESPM – aponta que as mulheres compõem 53% dos gamers no país. E a faixa etária predominante, tanto entre elas quanto entre eles, não são adolescentes: os jogadores convictos têm entre 25 e 54 anos. A maioria, inclusive, está à frente de uma família: 35% moram com os filhos e o cônjuge; aqueles que declararam morar com os pais são 27%.
O celular é a plataforma favorita dos 3.251 brasileiros entrevistados: 83% costumam jogar diretamente pelo smartphone. Os consoles vêm em segundo lugar – 48,5% disseram que preferem videogames como PlayStation e Xbox.
Para 89% dos participantes da pesquisa, os joguinhos são um método de relaxamento, algo que fazem quando estão em casa. Somente 4,7% jogam quando estão no trânsito ou no transporte público.
A cada 10 jogadores, apenas três se consideram gamers hardcore: eles podem até não jogar todos os dias, mas estão sempre por dentro dos lançamentos, preferem partidas mais longas, gostam de jogar em consoles e gastam mais de R$ 1.000 por ano com games.
A maior parte dos voluntários é de gamers casuais. Embora não se interessem tanto pelos avanços tecnológicos nem gastem dinheiro com isso, dedicam bastante tempo para essa atividade: costumam jogar três vezes por semana e podem ficar até três horas jogando sem parar.
No parágrafo destacado do TEXTO II, o autor faz a seguinte pergunta: Provavelmente, você imaginou um homem jovem, certo?
O autor faz essa pergunta ao leitor porque…
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Leia o TEXTO II a seguir para responder a questão.
Adultos jogam mais videogame do que adolescentes no Brasil
E as mulheres são maioria: 53% do público fã de jogos eletrônicos é do sexo feminino, segundo levantamento nacional
Pare e pense em alguém que curte videogame. Provavelmente, você imaginou um homem jovem, certo? Bem, talvez esteja na hora de rever essa imagem. De acordo com a Pesquisa Games Brasil 2019, os brasileiros fãs de joguinhos eletrônicos são adultos e, a maioria, mulheres.
A sexta edição do levantamento – conduzido pelas instituições Sioux Group, Go Gamers, Blend e ESPM – aponta que as mulheres compõem 53% dos gamers no país. E a faixa etária predominante, tanto entre elas quanto entre eles, não são adolescentes: os jogadores convictos têm entre 25 e 54 anos. A maioria, inclusive, está à frente de uma família: 35% moram com os filhos e o cônjuge; aqueles que declararam morar com os pais são 27%.
O celular é a plataforma favorita dos 3.251 brasileiros entrevistados: 83% costumam jogar diretamente pelo smartphone. Os consoles vêm em segundo lugar – 48,5% disseram que preferem videogames como PlayStation e Xbox.
Para 89% dos participantes da pesquisa, os joguinhos são um método de relaxamento, algo que fazem quando estão em casa. Somente 4,7% jogam quando estão no trânsito ou no transporte público.
A cada 10 jogadores, apenas três se consideram gamers hardcore: eles podem até não jogar todos os dias, mas estão sempre por dentro dos lançamentos, preferem partidas mais longas, gostam de jogar em consoles e gastam mais de R$ 1.000 por ano com games.
A maior parte dos voluntários é de gamers casuais. Embora não se interessem tanto pelos avanços tecnológicos nem gastem dinheiro com isso, dedicam bastante tempo para essa atividade: costumam jogar três vezes por semana e podem ficar até três horas jogando sem parar.
Leia as seguintes afirmações com relação ao TEXTO II:
I - Textos informativos como esse buscam a neutralidade dos dados apresentados em suas matérias através do uso de uma linguagem mais pessoal e rebuscada.
II - O título apresentado resume a informação mais relevante do texto.
III - Os dados estatísticos apresentados embasam a informação transmitida pelo texto.
Considerando cada afirmação acima, assinale a alternativa que apresenta as afirmações CORRETAS:
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Leia o TEXTO I a seguir para responder a questão.
Sinopse - O Rei Leão
O Rei Leão, da Disney, dirigido por Jon Favreau, retrata uma jornada pela savana africana, onde nasce o futuro rei da Pedra do Reino, Simba. O pequeno leão que idolatra seu pai, o rei Mufasa, é fiel ao seu destino de assumir o reinado. Mas nem todos no reino pensam da mesma maneira. Scar, irmão de Mufasa e ex-herdeiro do trono, tem seus próprios planos. A batalha pela Pedra do Reino é repleta de traição, eventos trágicos e drama, o que acaba resultando no exílio de Simba. Com a ajuda de dois novos e inusitados amigos, Simba terá que crescer e voltar para recuperar o que é seu por direito.
No período Mas nem todos no reino pensam da mesma maneira a palavra sublinhada expressa, em relação ao período anterior, a ideia de:
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Leia o TEXTO I a seguir para responder a questão.
Sinopse - O Rei Leão
O Rei Leão, da Disney, dirigido por Jon Favreau, retrata uma jornada pela savana africana, onde nasce o futuro rei da Pedra do Reino, Simba. O pequeno leão que idolatra seu pai, o rei Mufasa, é fiel ao seu destino de assumir o reinado. Mas nem todos no reino pensam da mesma maneira. Scar, irmão de Mufasa e ex-herdeiro do trono, tem seus próprios planos. A batalha pela Pedra do Reino é repleta de traição, eventos trágicos e drama, o que acaba resultando no exílio de Simba. Com a ajuda de dois novos e inusitados amigos, Simba terá que crescer e voltar para recuperar o que é seu por direito.
No período, Com a ajuda de dois novos e inusitados amigos, Simba terá que crescer e voltar para recuperar o que é seu por direito, a palavra sublinhada pode ser substituída, sem prejuízo ao seu sentido, por:
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