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Quando eu deixei de acreditar em mim
Mayara Godoy
Quando foi que essa dúvida se abateu sobre minhas tão sólidas certezas? Quando foi que deixei de acreditar na única pessoa em quem deveria confiar sempre?
Dia desses, me peguei tentando me lembrar quando foi que eu deixei de acreditar em mim mesma.
Eu sempre fui uma pessoa autoconfiante. Pelo menos em alguns aspectos da vida. Desde pequena, eu sempre fui estudiosa, e ia bem na escola. Isso não foi um problema para mim, nem mesmo quando tive de pular um ano no prezinho e acabei fi cando adiantada, estudando com crianças mais velhas que eu.
Lá pela sexta série, eu já tinha uma clareza de qual carreira gostaria de seguir, e me matriculei na faculdade sem nenhuma dúvida de que aquele seria meu caminho.
Fiz estágios, trabalhos voluntários, me metia em tudo que era evento aleatório, apenas na ânsia de aprender. Tinha sede do mundo, sede de conhecimento, pressa de avançar. Tinha um brilho no olhar que parecia difícil de apagar.
Ao me formar, rapidamente consegui empregos, sempre fui bem recomendada pelos ex-chefes, e sempre fui adiante de cabeça erguida.
Olhando hoje, é muito nítido o quanto eu seguia em frente sem hesitar, o quanto eu tinha certeza de cada passo que dava. Talvez, fosse só imaturidade juvenil, aquela pseudoarrogância típica de quem não viveu muito ainda, aquela ingenuidade que chega a ser bonita. Talvez.
Com o passar dos anos, eu sempre continuei perseguindo o conhecimento, as experiências, o crescimento. Sempre segui estudando, me dedicando, dando o meu melhor.
Mas, em algum momento, isso mudou. Hoje me olho no espelho e não sei mais quem sou. E percebo que não é uma crise com a minha profissão especificamente, é comigo mesma. Aquela autoconfiança, aquela segurança, aquela ousadia, tudo sumiu. Hoje me sinto incapaz, obsoleta, perdida e irrelevante.
Em que momento eu deixei de acreditar em mim? Em que momento meu espírito foi quebrado dessa maneira? Eu sinceramente não sei responder. Não sei se foi um acúmulo de experiências negativas com o passar dos anos, ou se foi alguma situação pontual, mas sinto que algo em mim morreu; o combustível que alimentava esse fogo acabou.
Alguma parte fundamental do meu ser, algum elemento estrutural que me sustentava, ruiu. Como uma coluna de sustentação de um prédio derrubada por engano, sinto que algum dos meus pilares cedeu. Talvez seja o que as pessoas chamam de crise existencial, crise de meia idade, crise dos 30 (e poucos), ou talvez alguma outra ainda não nominada.
Mas, a sensação é a de ter sido completamente dominada pela síndrome da impostora, de ter sucumbido a ela, de ter perdido a vontade de provar que quem duvida de mim está errado. Hoje, eu duvido e faço coro com essas pessoas.
Sei que parece um tanto triste usar este espaço para um desabafo assim, tão pessoal, mas tendo a acreditar que não sou a única. Acredito que mais gente por aí se identifique com esse sentimento – e quem sabe alguém possa me contar como a gente se livra dele?
Fonte: https://cronicasdecategoria.com/2024/03/05/quando-eu-deixei-de-acreditar-em-mim/. Acesso em 22/12/2024
“Lá pela sexta série, eu já tinha uma clareza de qual carreira gostaria de seguir” (3º parágrafo). As palavras destacadas podem ser classificadas, respectivamente, como:
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Em uma caixa foram colocados apenas sete livros de Álgebra, nove livros de Aritmética e x livros de Geometria. Escolhendo-se ao acaso um desses livros, a probabilidade de o livro escolhido ser de Geometria é igual a 20%. Portanto, o total de livros contido nessa caixa é igual a:
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Referente à Portaria de Consolidação nº 5, de 28 de setembro de 2017, Anexo IV, que regulamenta os critérios técnicos para coleta, processamento e liberação de sangue, componentes e derivados, está em conformidade com os requisitos para a liberação de componentes de sangue após a coleta, no que se refere à realização de exames laboratoriais e de outros controles obrigatórios:
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Considere um cenário no qual o socorrista precisa realizar a RCP com uma pessoa que apresenta pulso e respiração ausentes. Segundo as diretrizes de 2020 da American Heart Association (AHA) para Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP) e Cuidados Cardiovasculares de Emergência, a abordagem recomendada para a sequência de compressões torácicas e ventilação durante a RCP em adultos é:
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Um idoso de 75 anos deu entrada na emergência queixando-se de dor torácica, dificuldade para respirar, pressão arterial de 180/110 mmHg, palidez e sudorese intensa. Ele relata que faz uso de medicamentos para diabetes mellitus tipo 2 e hipertensão arterial. Diante desse quadro clínico, de acordo com o Ministério da Saúde, a classificação de risco mais adequada para esse atendimento é:
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Durante a transfusão de um concentrado de hemácias, a paciente apresentou febre, calafrios e dor lombar. A conduta imediata a ser adotada pelo técnico de enfermagem responsável pelo caso é:
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Em consonância com a RDC 34/2014, que regulamenta as boas práticas de funcionamento dos serviços de hemoterapia, a conduta que o técnico de enfermagem deve adotar durante o processo de coleta de sangue para transfusão é representada em:
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A Resolução COFEN 709/2022 regulamenta as atribuições dos profissionais de enfermagem, especificando os limites e as responsabilidades do técnico de enfermagem. O papel do técnico de enfermagem, conforme essa resolução, pauta-se em:
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Paciente de 58 anos, submetido a uma colecistectomia laparoscópica devido a cálculos biliares, relata dor abdominal difusa que piora com a palpação, apresenta ansiedade leve, oligúria, hipotensão moderada, taquicardia e taquipneia. Diante de uma perda sanguínea de aproximadamente 1200 ml, a classificação de choque hemorrágico adequada para o caso descrito é:
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O Decreto nº 94.406, de 8 de junho de 1987, estabelece as diretrizes para a organização e a competência do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS). Com base nos preceitos desse decreto, as atribuições do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária consiste na:
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