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As desordens hemorrágicas da fase proteica, como a Doença de von Willebrand e as deficiências dos fatores de coagulação, são avaliadas por testes laboratoriais específicos. A avaliação da função do fator von Willebrand é realizada pelo teste:
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As desordens hemorrágicas da fase proteica são investigadas por meio de testes laboratoriais de triagem, que avaliam a funcionalidade da cascata de coagulação. Os testes mais comuns incluem o tempo de protrombina (TP), o tempo de tromboplastina parcial ativada (TTPa) e o tempo de trombina (TT). Um paciente que apresenta, após uma cirurgia, sangramento prolongado, além de TTPa prolongado e TP normal, tem deficiência provável no fator de coagulação:
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Um paciente de 45 anos, com queixas de cansaço extremo, palidez e infecções recorrentes foi submetido a um hemograma, que revelou pancitopenia. A biópsia de medula óssea mostrou hipocelularidade acentuada e ausência de infiltração tumoral. Após investigações adicionais, foram descartadas deficiências nutricionais. O diagnóstico mais provável é:
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O sistema hematopoiético é responsável pela produção e renovação das células sanguíneas, processo que ocorre na medula óssea a partir das células-tronco hematopoiéticas (CTHs), que possuem a capacidade de autorrenovação e de diferenciação em todas as linhagens hematopoiéticas e são influenciadas por fatores de crescimento. O fator de crescimento que está diretamente relacionado à diferenciação das células-tronco hematopoiéticas em megacariócitos é:
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A hemovigilância é um sistema que monitora e investiga eventos adversos relacionados à transfusão de sangue e hemocomponentes, garantindo a segurança do paciente. Os eventos adversos podem ser classificados como infecciosos ou não infecciosos e podem ocorrer imediatamente ou de forma tardia, após a transfusão. O evento adverso não infeccioso mais comumente observado em uma transfusão é:
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Um paciente de 30 anos com anemia severa foi encaminhado para transfusão de concentrado de hemácias. Durante as provas de compatibilidade, observou-se aglutinação no teste de Coombs indireto com as hemácias do doador. Após verificar o controle de qualidade do antissoro utilizado, o laboratório confirmou que ele estava dentro do prazo de validade e armazenado corretamente. A conduta mais adequada é:
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A pesquisa e a identificação de anticorpos irregulares (PAI) são fundamentais para prevenir reações hemolíticas em transfusões e na gravidez. Esses anticorpos podem ser classificados como aloanticorpos, formados contra antígenos eritrocitários ausentes no próprio indivíduo (ex.: em transfusões ou gestação), ou autoanticorpos, que reagem contra os próprios antígenos eritrocitários. Diferenciar esses anticorpos é essencial para um manejo clínico adequado. A diferenciação entre autoanticorpos e aloanticorpos em testes de pesquisa de anticorpos irregulares (PAI) tem como característica:
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Os testes imuno-hematológicos são fundamentais para identificar antígenos eritrocitários e seus anticorpos, prevenindo reações transfusionais e hemólise. Cada sistema sanguíneo, como ABO, Rh, Lewis, MNSs, Kell, Duffy e Kidd, possui características específicas e anticorpos associados, que podem ser clinicamente significativos dependendo de sua capacidade de causar reações adversas. Das característica do sistema Kidd (Jk), a descrição consiste em:
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Um paciente de 33 anos procurou o serviço de saúde para triagem após possível exposição ao HIV duas semanas antes da consulta. Os testes rápidos sorológicos foram não reagentes, mas o médico solicitou a realização de um exame molecular (PCR – Reação em Cadeia da Polimerase). O resultado identificou RNA viral detectável. A interpretação mais adequada do caso é:
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A triagem laboratorial de doenças infecciosas em doadores de sangue é fundamental para garantir a segurança da transfusão. Os testes sorológicos para detecção de infecções como HIV (1+2), HBV, HCV e HTLV I/II são obrigatórios, conforme regulamentado pela ANVISA e pelo Ministério da Saúde. Esses exames buscam identificar marcadores sorológicos ou moleculares de infecções transmissíveis pelo sangue, garantindo que os hemocomponentes estejam livres de agentes infecciosos. O marcador sorológico utilizado para a identificação da infecção pelo vírus da hepatite B (HBV) é:
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