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Homem, 55 anos, com histórico de uso crônico de ácido acetilsalicílico devido à
doença arterial coronariana é admitido no hospital após um episódio de hematêmese. Ele está
hemodinamicamente estável e é submetido a uma EDA, que revela uma úlcera duodenal de 2 cm com
vaso visível não sangrante. O laudo endoscópico classifica a lesão como Forrest IIa. Qual é a melhor
conduta terapêutica para esse paciente?
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Homem, 68 anos, com histórico de artrite reumatoide em uso crônico de AINEs,
apresenta dor epigástrica de início súbito associada à hematêmese. Na admissão, está
hemodinamicamente estável, e a EDA mostra uma úlcera gástrica, sem estigmas de sangramento
ativo. O teste para Helicobacter pylori foi negativo. O paciente relata o uso de omeprazol, mas de
maneira inconsistente. Qual é o próximo passo mais apropriado no manejo desse paciente?
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Homem, 65 anos, com histórico de cirrose hepática e varizes esofágicas, é admitido
no pronto-socorro com hematêmese maciça e sinais de choque hipovolêmico. Ele apresenta
taquicardia (120 bpm), pressão arterial de 80/50 mmHg e confusão mental. Após estabilização inicial
com reposição volêmica, está indicada uma EDA. Qual é a melhor conduta prévia ao procedimento
para esse paciente?
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Mulher, 68 anos, previamente saudável, é admitida com hematoquezia de grande
volume e está hemodinamicamente estável após a administração de fluidos. Após exame físico e
exames laboratoriais, uma colonoscopia é indicada. Em que local deve ser realizada essa colonoscopia
e qual é o preparo recomendado?
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Mulher, 65 anos, com múltiplas comorbidades (ASA classe 4), é admitida com melena
e instabilidade hemodinâmica. Após reposição volêmica e estabilização, a EDA é indicada. Qual é o
momento ideal para a realização do procedimento?
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Homem, 86 anos, residente de uma instituição de longa permanência, é levado ao
pronto-socorro com quadro de dor abdominal difusa, distensão abdominal, náuseas e episódios de
vômito nos últimos dois dias. Ele tem histórico de constipação crônica e faz uso de opioides para
controle da dor por uma osteoartrite avançada. No exame físico, o abdome está distendido, e é
palpada uma massa endurecida em região retal. Qual é o diagnóstico mais provável e a abordagem
inicial mais indicada?
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Mulher, 58 anos, tabagista, com histórico de hipotireoidismo tratado e artrite
reumatoide, apresenta quadro de diarreia aquosa não sanguinolenta há 3 meses. Ela descreve a
diarreia como crônica, com episódios de aumento na frequência das evacuações, sem dor abdominal
significativa. Não houve melhora com a suspensão de Anti-inflamatórios Não Esteroides (AINEs), que
ela usava regularmente para controle da artrite. A colonoscopia recente foi normal, sem evidência de
lesões macroscópicas, mas várias biópsias foram realizadas. Com base nesse quadro, qual é o próximo
passo diagnóstico ou terapêutico mais indicado?
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Homem, 52 anos, sem história de asma ou alergias, apresenta tosse seca persistente
há 6 meses, pior à noite e após refeições. Ele também relata ocasional rouquidão, sensação de
garganta irritada e episódios esporádicos de regurgitação ácida. Não há história de febre, perda de
peso ou dispneia. O exame físico revela otoscopia normal, sem sinais de infecção respiratória superior,
e laringoscopia mostra leve hiperemia das cordas vocais. O paciente nega dor torácica ou queimação
retroesternal. Com base nesse quadro clínico, qual é o próximo passo mais adequado na investigação?
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Homem, 45 anos, previamente saudável, apresenta dor abdominal intensa, de início
súbito, localizada no epigástrio, com irradiação para as costas. Ele descreve a dor como “latejante” e
incapacitante. O paciente refere náuseas e vômitos nas últimas 24 horas. Ao exame físico, ele está
em posição semifletida, inclinado para frente, em evidente desconforto. Apresenta taquicardia, com
frequência cardíaca de 110 bpm e exame abdominal com percussão dolorosa no epigástrio, ruídos
hidroaéreos diminuídos e leve rigidez abdominal. Não há sinais de peritonismo generalizado. Exames
laboratoriais mostram leucocitose de 15.000/mm³, elevação de amilase e lipase séricas.
Ultrassonografia de abdome não evidencia cálculos biliares. Qual é o próximo passo diagnóstico mais
adequado para esse paciente?
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Homem, 62 anos, previamente saudável, apresenta dor abdominal há dois dias,
localizada no quadrante inferior esquerdo (LLQ), de caráter constante e opressivo. Relata febre de
38,5°C, constipação e náuseas, sem vômitos. Ao exame físico, apresenta dor à palpação no quadrante
inferior esquerdo, além de massa palpável no local. Não há sinais de peritonite generalizada. Exames
laboratoriais mostram leucocitose com desvio à esquerda. O médico solicitou uma TC do abdome, que
confirmou o diagnóstico de diverticulite aguda com abscesso pericólico (Hinchey I). Com base no caso
apresentado, qual é a conduta mais adequada para esse paciente?
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