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Paciente feminina, 32 anos, procura atendimento relatando dor
pélvica, corrimento vaginal, dispareunia e disúria.
Ao exame físico: dor abdominal à palpação, presença de sinais de cervicite mucopurulenta ao exame especular e dor à mobilização do colo uterino; PA: 120x70 mmHg; FC: 87 bpm; FR: 17 irpm.
Assinale a opção que indica o esquema terapêutico preferencial para esse caso.
Ao exame físico: dor abdominal à palpação, presença de sinais de cervicite mucopurulenta ao exame especular e dor à mobilização do colo uterino; PA: 120x70 mmHg; FC: 87 bpm; FR: 17 irpm.
Assinale a opção que indica o esquema terapêutico preferencial para esse caso.
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Paciente masculino, 64 anos, internado com diagnóstico de
infarto agudo do miocárdio, com boa resposta à trombólise,
evoluiu um dia após o início dos sintomas de infarto com dor
torácica, ventilatório-dependente, agravada por inspiração
profunda e aliviada quando o paciente flete o tórax
anteriormente, além de febre baixa.
Ao exame paciente com fácies de dor, hemodinamicamente estável, sem esforço respiratório. Presença de atrito cardíaco no exame cardiovascular e sem alterações no exame pulmonar.
Assinale a opção que indica o diagnóstico mais provável para esse quadro clínico.
Ao exame paciente com fácies de dor, hemodinamicamente estável, sem esforço respiratório. Presença de atrito cardíaco no exame cardiovascular e sem alterações no exame pulmonar.
Assinale a opção que indica o diagnóstico mais provável para esse quadro clínico.
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Paciente feminina, 59 anos, história prévia de hipertensão
arterial sistêmica, dislipidemia, hipotireoidismo e obesidade, em
uso de losartana, anlodipina, sinvastatina e levotiroxina. Procura
atendimento na emergência com quadro de dor torácica tipo
aperto com irradiação para membro superior esquerdo, que dura
mais de 30 minutos, de forte intensidade, associada a sudorese e
náuseas. Tem história familiar de corononariopatia.
Ao exame está lúcida, orientada no tempo e no espaço, corada, febril, eupneica. PA: 130 x 70mmHg; FC: 85bpm; FR: 16irpm. Exame cardiovascular e respiratório sem alterações. Eletrocardiograma evidenciou supradesnivelamento de ST de V1 a V3.
Assinale a opção que indica a parede cardíaca provavelmente acometida nesse quadro.
Ao exame está lúcida, orientada no tempo e no espaço, corada, febril, eupneica. PA: 130 x 70mmHg; FC: 85bpm; FR: 16irpm. Exame cardiovascular e respiratório sem alterações. Eletrocardiograma evidenciou supradesnivelamento de ST de V1 a V3.
Assinale a opção que indica a parede cardíaca provavelmente acometida nesse quadro.
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Paciente masculino, 69 anos, é levado para emergência devido a
quadro de dor abdominal dilacerante, com irradiação para região
sacra seguida por episódio de síncope. A dor é intensa, sem
queixas gastrointestinais ou urinárias.
História prévia de tratamento de hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus tipo 2 e dislipidemia. Tabagista, 40 maços/ano. Ao exame: lúcido, orientado no tempo e no espaço, afebril, pálido, sudoreico, anictérico. PA: 90 x 50mmHg; FC: 105 BPM; FR: 17 IRPM. Ausculta cardíaca e pulmonar sem alterações. Exame abdominal doloroso, sem sinais de irritação peritoneal.
Assinale a opção que indica o diagnóstico mais provável para esse quadro clínico.
História prévia de tratamento de hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus tipo 2 e dislipidemia. Tabagista, 40 maços/ano. Ao exame: lúcido, orientado no tempo e no espaço, afebril, pálido, sudoreico, anictérico. PA: 90 x 50mmHg; FC: 105 BPM; FR: 17 IRPM. Ausculta cardíaca e pulmonar sem alterações. Exame abdominal doloroso, sem sinais de irritação peritoneal.
Assinale a opção que indica o diagnóstico mais provável para esse quadro clínico.
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A insuficiência hepática pode ser classificada em aguda, subaguda
e crônica. A insuficiência hepática aguda pode ter uma evolução
rápida e dramática.
Em relação a insuficiência hepática, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.
( ) Na Grã-Bretanha, a principal causa de insuficiência hepática aguda é por intoxicação por paracetamol.
( ) No restante do mundo a principal causa de insuficiência hepática aguda é por causas virais.
( ) O chá verde, amplamente usado em diversos países, pode causar hepatite aguda e insuficiência hepática aguda.
As afirmativas são, na ordem apresentada, respectivamente,
Em relação a insuficiência hepática, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.
( ) Na Grã-Bretanha, a principal causa de insuficiência hepática aguda é por intoxicação por paracetamol.
( ) No restante do mundo a principal causa de insuficiência hepática aguda é por causas virais.
( ) O chá verde, amplamente usado em diversos países, pode causar hepatite aguda e insuficiência hepática aguda.
As afirmativas são, na ordem apresentada, respectivamente,
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Paciente feminina, 18 anos, estudante de Medicina, é levada para
atendimento no Pronto Socorro com queixa de dispneia, placas
avermelhadas difusas pelo corpo, após comer amendoim.
Ao exame encontra-se lúcida, orientada no tempo e no espaço,
afebril, agitada taquipneica, PA: 85 x 50mmHg e FC: 118 bpm.
Assinale a opção que apresenta a medicação de escolha para esse quadro.
Assinale a opção que apresenta a medicação de escolha para esse quadro.
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Sobre urgência hipertensiva e emergência hipertensiva, analise as
afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a
falsa.
( ) Urgência hipertensiva caracteriza-se por uma elevação acentuada da pressão arterial, com lesão progressiva de órgão alvo, com maior risco de óbito.
( ) Emergência hipertensiva caracteriza-se por uma elevação pressórica acentuada, sem lesão aguda e progressiva de órgão alvo.
( ) Eclampsia e síndrome HELLP são exemplos de urgências hipertensivas.
( ) Pré-eclampsia e hipertensão associada a aneurisma de aorta não dissecante são exemplos de emergências hipertensivas.
As afirmativas são, na ordem apresentada, respectivamente,
( ) Urgência hipertensiva caracteriza-se por uma elevação acentuada da pressão arterial, com lesão progressiva de órgão alvo, com maior risco de óbito.
( ) Emergência hipertensiva caracteriza-se por uma elevação pressórica acentuada, sem lesão aguda e progressiva de órgão alvo.
( ) Eclampsia e síndrome HELLP são exemplos de urgências hipertensivas.
( ) Pré-eclampsia e hipertensão associada a aneurisma de aorta não dissecante são exemplos de emergências hipertensivas.
As afirmativas são, na ordem apresentada, respectivamente,
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Relacione o tipo de envenenamento à respetiva serpente.
1. Brotópico 2. Laquético 3. Crotálico 4. Elapídico
( ) Surucucu ( ) Jararaca ( ) Coral verdadeira ( ) Cascavel
Assinale a opção que indica a relação correta, na ordem apresentada.
1. Brotópico 2. Laquético 3. Crotálico 4. Elapídico
( ) Surucucu ( ) Jararaca ( ) Coral verdadeira ( ) Cascavel
Assinale a opção que indica a relação correta, na ordem apresentada.
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A sepse é uma doença grave que, se não identificada e tratada
corretamente, pode ter uma evolução desfavorável.
Em relação à sepse, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.
( ) Sepse é uma disfunção de órgãos potencialmente fatal, causada por uma resposta desregulada e exagerada do hospedeiro perante uma infecção.
( ) Choque séptico é a sepse associada a hipotensão arterial, responsivo à reposição volêmica.
( ) A disfunção de órgãos é um importante parâmetro na graduação do estado de gravidade da sepse.
As afirmativas são, na ordem apresentada, respectivamente.
Em relação à sepse, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.
( ) Sepse é uma disfunção de órgãos potencialmente fatal, causada por uma resposta desregulada e exagerada do hospedeiro perante uma infecção.
( ) Choque séptico é a sepse associada a hipotensão arterial, responsivo à reposição volêmica.
( ) A disfunção de órgãos é um importante parâmetro na graduação do estado de gravidade da sepse.
As afirmativas são, na ordem apresentada, respectivamente.
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Paciente masculino, 66 anos, obeso, tabagista, com diagnóstico
de diabetes mellitus, procura atendimento na emergência com
quadro de dor torácica ventilatória-dependente no hemitórax
esquerdo. O quadro iniciou há 4 dias com febre alta, tosse
secretiva e dispneia.
Ao exame: paciente lúcido, orientado no tempo e no espaco, afebril, corado, PA = 100 x 60mmHG, FC 89 BPM, FR 19 IRPM, Sat O2 97%, exame cardiovascular normal, ausculta pulmonar com presença de estertores crepitantes em base esquerda. Exames laboratoriais – glicemia: 156mg/dL, creatinina: 1,0, ureia: 45, hematócrito: 45%, leucócitos: 14.300 e plaquetas: 280 mil.
Avalie o escore de risco desse paciente e assinale a conduta correta, considerando o diagnóstico mais provável para esse quadro clínico.
Ao exame: paciente lúcido, orientado no tempo e no espaco, afebril, corado, PA = 100 x 60mmHG, FC 89 BPM, FR 19 IRPM, Sat O2 97%, exame cardiovascular normal, ausculta pulmonar com presença de estertores crepitantes em base esquerda. Exames laboratoriais – glicemia: 156mg/dL, creatinina: 1,0, ureia: 45, hematócrito: 45%, leucócitos: 14.300 e plaquetas: 280 mil.
Avalie o escore de risco desse paciente e assinale a conduta correta, considerando o diagnóstico mais provável para esse quadro clínico.
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