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Um adolescente de 17 anos de idade procura atendimento em função de tosse vespertina, febre e hemoptise em pequena quantidade. Refere sudorese noturna e perda de peso. A tomografia de tórax apresenta nódulos centrolobulares com padrão de árvore em brotamento, além de pequenas cavitações espessas e de paredes irregulares, bem como brônquios espessados em segmento posterior do lobo inferior direito, conforme a imagem a seguir.

Acervo Pessoal.
Tendo em vista esse caso clínico, a imagem apresentada e os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Está indicada a coleta de BAAR e PCR para Mycobacterium tuberculosis no escarro. Caso dê negativo, pode ser realizada a coleta de lavado brônquico para diagnóstico.
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Um adolescente de 17 anos de idade procura atendimento em função de tosse vespertina, febre e hemoptise em pequena quantidade. Refere sudorese noturna e perda de peso. A tomografia de tórax apresenta nódulos centrolobulares com padrão de árvore em brotamento, além de pequenas cavitações espessas e de paredes irregulares, bem como brônquios espessados em segmento posterior do lobo inferior direito, conforme a imagem a seguir.

Acervo Pessoal.
Tendo em vista esse caso clínico, a imagem apresentada e os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Tuberculose pulmonar é o diagnóstico provável.
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Uma paciente de 55 anos de idade realizou exames de imagem de rotina. É ex-tabagista e fez, a pedido, tomografia computadorizada de tórax. É assintomática e previamente hígida. Nega cirurgias prévias. A tomografia de tórax evidenciou uma lesão sólida com halo de vidro fosco periférico, medindo 0,9 cm em topografia de lobo inferior direito, além de linfonodos de 1,2 cm e de 1,4 cm, respectivamente, em cadeias paratraqueal direita e subcarinal. O EBUS demonstrou células malignas atípicas. A mediastinoscopia relevou tratar-se de um tumor de pequenas células metastático. O PET-CT e a RNM de crânio não mostraram metástases a distância. As lesões eram hipercaptantes, apresentando SUV 16, 12,5 e 8,7, respectivamente. Sem metástases a distância.
Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatados, julgue os itens a seguir.
A paciente não deveria ter realizado EBUS e, sim, mediastinoscopia cervical.
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Uma paciente de 55 anos de idade realizou exames de imagem de rotina. É ex-tabagista e fez, a pedido, tomografia computadorizada de tórax. É assintomática e previamente hígida. Nega cirurgias prévias. A tomografia de tórax evidenciou uma lesão sólida com halo de vidro fosco periférico, medindo 0,9 cm em topografia de lobo inferior direito, além de linfonodos de 1,2 cm e de 1,4 cm, respectivamente, em cadeias paratraqueal direita e subcarinal. O EBUS demonstrou células malignas atípicas. A mediastinoscopia relevou tratar-se de um tumor de pequenas células metastático. O PET-CT e a RNM de crânio não mostraram metástases a distância. As lesões eram hipercaptantes, apresentando SUV 16, 12,5 e 8,7, respectivamente. Sem metástases a distância.
Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatados, julgue os itens a seguir.
Adjuvância com bevacizumabe está indicada.
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Uma paciente de 55 anos de idade realizou exames de imagem de rotina. É ex-tabagista e fez, a pedido, tomografia computadorizada de tórax. É assintomática e previamente hígida. Nega cirurgias prévias. A tomografia de tórax evidenciou uma lesão sólida com halo de vidro fosco periférico, medindo 0,9 cm em topografia de lobo inferior direito, além de linfonodos de 1,2 cm e de 1,4 cm, respectivamente, em cadeias paratraqueal direita e subcarinal. O EBUS demonstrou células malignas atípicas. A mediastinoscopia relevou tratar-se de um tumor de pequenas células metastático. O PET-CT e a RNM de crânio não mostraram metástases a distância. As lesões eram hipercaptantes, apresentando SUV 16, 12,5 e 8,7, respectivamente. Sem metástases a distância.
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Lobectomia inferior direita seguida de linfadenectomia mediastinal está indicada.
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Uma paciente de 55 anos de idade realizou exames de imagem de rotina. É ex-tabagista e fez, a pedido, tomografia computadorizada de tórax. É assintomática e previamente hígida. Nega cirurgias prévias. A tomografia de tórax evidenciou uma lesão sólida com halo de vidro fosco periférico, medindo 0,9 cm em topografia de lobo inferior direito, além de linfonodos de 1,2 cm e de 1,4 cm, respectivamente, em cadeias paratraqueal direita e subcarinal. O EBUS demonstrou células malignas atípicas. A mediastinoscopia relevou tratar-se de um tumor de pequenas células metastático. O PET-CT e a RNM de crânio não mostraram metástases a distância. As lesões eram hipercaptantes, apresentando SUV 16, 12,5 e 8,7, respectivamente. Sem metástases a distância.
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Em relação aos demais tipos histológicos, o tumor de pulmão dessa paciente apresenta comportamento menos agressivo e com melhor prognóstico.
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Uma paciente de 55 anos de idade realizou exames de imagem de rotina. É ex-tabagista e fez, a pedido, tomografia computadorizada de tórax. É assintomática e previamente hígida. Nega cirurgias prévias. A tomografia de tórax evidenciou uma lesão sólida com halo de vidro fosco periférico, medindo 0,9 cm em topografia de lobo inferior direito, além de linfonodos de 1,2 cm e de 1,4 cm, respectivamente, em cadeias paratraqueal direita e subcarinal. O EBUS demonstrou células malignas atípicas. A mediastinoscopia relevou tratar-se de um tumor de pequenas células metastático. O PET-CT e a RNM de crânio não mostraram metástases a distância. As lesões eram hipercaptantes, apresentando SUV 16, 12,5 e 8,7, respectivamente. Sem metástases a distância.
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O tipo histológico apresentado pela paciente é o tipo mais comum de câncer de pulmão no mundo.
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Uma paciente de 55 anos de idade realizou exames de imagem de rotina. É ex-tabagista e fez, a pedido, tomografia computadorizada de tórax. É assintomática e previamente hígida. Nega cirurgias prévias. A tomografia de tórax evidenciou uma lesão sólida com halo de vidro fosco periférico, medindo 0,9 cm em topografia de lobo inferior direito, além de linfonodos de 1,2 cm e de 1,4 cm, respectivamente, em cadeias paratraqueal direita e subcarinal. O EBUS demonstrou células malignas atípicas. A mediastinoscopia relevou tratar-se de um tumor de pequenas células metastático. O PET-CT e a RNM de crânio não mostraram metástases a distância. As lesões eram hipercaptantes, apresentando SUV 16, 12,5 e 8,7, respectivamente. Sem metástases a distância.
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Como na maioria dos países, o câncer de pulmão é a principal causa de mortalidade por câncer no Brasil.
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Uma paciente de 55 anos de idade realizou exames de imagem de rotina. É ex-tabagista e fez, a pedido, tomografia computadorizada de tórax. É assintomática e previamente hígida. Nega cirurgias prévias. A tomografia de tórax evidenciou uma lesão sólida com halo de vidro fosco periférico, medindo 0,9 cm em topografia de lobo inferior direito, além de linfonodos de 1,2 cm e de 1,4 cm, respectivamente, em cadeias paratraqueal direita e subcarinal. O EBUS demonstrou células malignas atípicas. A mediastinoscopia relevou tratar-se de um tumor de pequenas células metastático. O PET-CT e a RNM de crânio não mostraram metástases a distância. As lesões eram hipercaptantes, apresentando SUV 16, 12,5 e 8,7, respectivamente. Sem metástases a distância.
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EGFR, ALK e PDL-1 devem ser testados no anatomopatológico dessa paciente.
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Uma paciente de 55 anos de idade realizou exames de imagem de rotina. É ex-tabagista e fez, a pedido, tomografia computadorizada de tórax. É assintomática e previamente hígida. Nega cirurgias prévias. A tomografia de tórax evidenciou uma lesão sólida com halo de vidro fosco periférico, medindo 0,9 cm em topografia de lobo inferior direito, além de linfonodos de 1,2 cm e de 1,4 cm, respectivamente, em cadeias paratraqueal direita e subcarinal. O EBUS demonstrou células malignas atípicas. A mediastinoscopia relevou tratar-se de um tumor de pequenas células metastático. O PET-CT e a RNM de crânio não mostraram metástases a distância. As lesões eram hipercaptantes, apresentando SUV 16, 12,5 e 8,7, respectivamente. Sem metástases a distância.
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Trata-se de um tumor primário de pulmão tipo pequenas células, estadiamento clínico T1aN2M0.
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