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No que tange à relação da doença periodontal com o aumento da idade, julgue os itens a seguir.
Estudos epidemiológicos demonstram maior prevalência e gravidade das periodontites em idosos, mesmo quando os dados são ajustados para covariáveis importantes, como nível de higiene bucal ou acesso a cuidados odontológicos.
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No que tange à relação da doença periodontal com o aumento da idade, julgue os itens a seguir.
Achados epidemiológicos de estudos correlacionando idade e saúde periodontal usualmente estão confundidos por covariáveis, como comorbidades, uso de medicações e condições nutricionais.
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No que tange à relação da doença periodontal com o aumento da idade, julgue os itens a seguir.
Embora exista um aumento pronunciado da perda de inserção com a idade, este não se manifesta preferencialmente como aprofundamento das bolsas periodontais, mas como recessão gengival.
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No que tange à relação da doença periodontal com o aumento da idade, julgue os itens a seguir.
A relação entre idade e doença periodontal está bem estabelecida em estudos de fatores de risco. Hoje se reconhece o “efeito idade” como o conceito de que a perda de inserção é consequência natural do processo de envelhecimento do periodonto.
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Dos tabagistas que tentam parar de fumar (aproximadamente 50%), apenas a minoria recebe aconselhamento de um profissional de saúde a respeito de como parar, e uma parte ainda menor recebe acompanhamento adequado. O tratamento para a cessação do tabagismo, em particular o cigarro comum, apresenta elevado custo-efetividade e aumenta significativamente as chances de o usuário obter abstinência definitiva. Logo, todos os profissionais de saúde devem estar preparados (e sensibilizados) para estimular e apoiar os respectivos pacientes a pararem de fumar. As abordagens para cessação do tabagismo são classificadas como (1) mínima (ou breve), (2) básica ou (3) intensiva, a partir do tempo investido no contato entre a pessoa e o profissional de saúde – respectivamente, menor que 3 minutos, entre 3 e 10 minutos, e maior que 10 minutos.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde.
Departamento de Atenção Básica. Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica: o cuidado da pessoa tabagista. (Caderno de Atenção Básica, n. 40).
Brasília: Ministério da Saúde, 2015.
O tratamento em grupo permite que um número maior de pessoas seja tratado, tornando-se mais viável e custo-efetivo que a abordagem individual, além de possibilitar a troca de experiências entre os participantes, aspecto terapêutico de grande valia e que contribui significativamente para o processo de cessação.
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Dos tabagistas que tentam parar de fumar (aproximadamente 50%), apenas a minoria recebe aconselhamento de um profissional de saúde a respeito de como parar, e uma parte ainda menor recebe acompanhamento adequado. O tratamento para a cessação do tabagismo, em particular o cigarro comum, apresenta elevado custo-efetividade e aumenta significativamente as chances de o usuário obter abstinência definitiva. Logo, todos os profissionais de saúde devem estar preparados (e sensibilizados) para estimular e apoiar os respectivos pacientes a pararem de fumar. As abordagens para cessação do tabagismo são classificadas como (1) mínima (ou breve), (2) básica ou (3) intensiva, a partir do tempo investido no contato entre a pessoa e o profissional de saúde – respectivamente, menor que 3 minutos, entre 3 e 10 minutos, e maior que 10 minutos.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde.
Departamento de Atenção Básica. Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica: o cuidado da pessoa tabagista. (Caderno de Atenção Básica, n. 40).
Brasília: Ministério da Saúde, 2015.
As modalidades individual ou em grupo da abordagem intensiva apresentam eficácias semelhantes para a cessação do tabagismo.
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Dos tabagistas que tentam parar de fumar (aproximadamente 50%), apenas a minoria recebe aconselhamento de um profissional de saúde a respeito de como parar, e uma parte ainda menor recebe acompanhamento adequado. O tratamento para a cessação do tabagismo, em particular o cigarro comum, apresenta elevado custo-efetividade e aumenta significativamente as chances de o usuário obter abstinência definitiva. Logo, todos os profissionais de saúde devem estar preparados (e sensibilizados) para estimular e apoiar os respectivos pacientes a pararem de fumar. As abordagens para cessação do tabagismo são classificadas como (1) mínima (ou breve), (2) básica ou (3) intensiva, a partir do tempo investido no contato entre a pessoa e o profissional de saúde – respectivamente, menor que 3 minutos, entre 3 e 10 minutos, e maior que 10 minutos.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde.
Departamento de Atenção Básica. Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica: o cuidado da pessoa tabagista. (Caderno de Atenção Básica, n. 40).
Brasília: Ministério da Saúde, 2015.
A abordagem intensiva (também denominada específica) apresenta as maiores taxas de sucesso para cessação definitiva do tabagismo, devendo ser a opção sempre que possível.
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Dos tabagistas que tentam parar de fumar (aproximadamente 50%), apenas a minoria recebe aconselhamento de um profissional de saúde a respeito de como parar, e uma parte ainda menor recebe acompanhamento adequado. O tratamento para a cessação do tabagismo, em particular o cigarro comum, apresenta elevado custo-efetividade e aumenta significativamente as chances de o usuário obter abstinência definitiva. Logo, todos os profissionais de saúde devem estar preparados (e sensibilizados) para estimular e apoiar os respectivos pacientes a pararem de fumar. As abordagens para cessação do tabagismo são classificadas como (1) mínima (ou breve), (2) básica ou (3) intensiva, a partir do tempo investido no contato entre a pessoa e o profissional de saúde – respectivamente, menor que 3 minutos, entre 3 e 10 minutos, e maior que 10 minutos.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde.
Departamento de Atenção Básica. Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica: o cuidado da pessoa tabagista. (Caderno de Atenção Básica, n. 40).
Brasília: Ministério da Saúde, 2015.
A abordagem intensiva, ao contrário das anteriores, exige treinamento mais extensivo e atuação mais intensiva, devendo ser realizada pelo médico, e não por outros profissionais de saúde.
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Dos tabagistas que tentam parar de fumar (aproximadamente 50%), apenas a minoria recebe aconselhamento de um profissional de saúde a respeito de como parar, e uma parte ainda menor recebe acompanhamento adequado. O tratamento para a cessação do tabagismo, em particular o cigarro comum, apresenta elevado custo-efetividade e aumenta significativamente as chances de o usuário obter abstinência definitiva. Logo, todos os profissionais de saúde devem estar preparados (e sensibilizados) para estimular e apoiar os respectivos pacientes a pararem de fumar. As abordagens para cessação do tabagismo são classificadas como (1) mínima (ou breve), (2) básica ou (3) intensiva, a partir do tempo investido no contato entre a pessoa e o profissional de saúde – respectivamente, menor que 3 minutos, entre 3 e 10 minutos, e maior que 10 minutos.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde.
Departamento de Atenção Básica. Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica: o cuidado da pessoa tabagista. (Caderno de Atenção Básica, n. 40).
Brasília: Ministério da Saúde, 2015.
A abordagem básica é mais recomendada que a mínima porque prevê o retorno do usuário para acompanhamento na fase crítica da abstinência.
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Dos tabagistas que tentam parar de fumar (aproximadamente 50%), apenas a minoria recebe aconselhamento de um profissional de saúde a respeito de como parar, e uma parte ainda menor recebe acompanhamento adequado. O tratamento para a cessação do tabagismo, em particular o cigarro comum, apresenta elevado custo-efetividade e aumenta significativamente as chances de o usuário obter abstinência definitiva. Logo, todos os profissionais de saúde devem estar preparados (e sensibilizados) para estimular e apoiar os respectivos pacientes a pararem de fumar. As abordagens para cessação do tabagismo são classificadas como (1) mínima (ou breve), (2) básica ou (3) intensiva, a partir do tempo investido no contato entre a pessoa e o profissional de saúde – respectivamente, menor que 3 minutos, entre 3 e 10 minutos, e maior que 10 minutos.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde.
Departamento de Atenção Básica. Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica: o cuidado da pessoa tabagista. (Caderno de Atenção Básica, n. 40).
Brasília: Ministério da Saúde, 2015.
Em geral, aconselhamentos dados por médicos apresentam maior efetividade na cessação do tabagismo do que os concedidos por outros profissionais, como dentistas, enfermeiros e psicólogos.
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