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Qual é a melhor indicação para solicitar tomossíntese mamária?
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Paciente feminina de 37 anos, previamente hígida, procura atendimento médico queixando-se de sensibilidade local e percepção de um cordão endurecido na parede lateral da mama esquerda, próximo à região axilar, que surgiu há alguns dias. Relata dor leve à palpação, sem sinais sistêmicos de infecção. Ao exame físico, identifica-se um cordão fibrótico subcutâneo, sem eritema importante e sem aumento da temperatura local.
Esse quadro clínico é mais compatível com:
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Uma das principais técnicas de reconstrução mamária após mastectomia é a utilização do retalho miocutâneo transverso do reto abdominal (TRAM). Conhecer a anatomia do músculo é fundamental para a técnica cirúrgica. Qual é, respectivamente, a origem e a inserção do músculo reto abdominal?
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Muitas mulheres se submetem à colocação de implantes mamários para fins estéticos. Para reduzir o prejuízo na visualização do tecido mamário e aumentar a sensibilidade do rastreamento mamográfico, qual o nome da técnica especial que deve ser solicitada?
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Uma paciente de 49 anos, previamente saudável, apresenta nódulo palpável em mama esquerda durante autoexame. Ao exame físico, observa-se pequeno nódulo endurecido no quadrante superolateral da mama esquerda, medindo cerca de 0,5 cm, móvel, sem sinais de retração cutânea. Palpação axilar revela linfonodo único aumentado, móvel, com cerca de 1,5 cm de diâmetro. Ultrassonografia mamária confirma nódulo sólido de 0,5 x 0,6 cm e linfonodo axilar de morfologia alterada. Biópsia core do nódulo revela carcinoma ductal invasivo, subtipo triplo-negativo (receptores hormonais e HER2 negativos), com Ki-67 elevado. Punção aspirativa do linfonodo confirma metástase axilar. Estadiamento sistêmico (radiografia de tórax, USG abdominal e cintilografia óssea) sem evidências de metástases à distância.
Com base nesse quadro, qual a conduta inicial mais adequada?
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Paciente de 45 anos, previamente hígida, é avaliada após a detecção de um nódulo na mama direita. Ao exame físico, palpa-se um nódulo único de aproximadamente 2,5 cm no quadrante superior externo da mama direita, de consistência endurecida, móvel, sem retração cutânea ou descarga papilar. O exame físico da axila direita revela ausência de linfonodos palpáveis. Ultrassonografia mamária confirma lesão sólida de 2,4 x 2,6 cm, sem outras alterações associadas. Ultrassonografia de axila não evidencia linfonodomegalias suspeitas. Biópsia core da lesão revela carcinoma invasivo de mama, subtipo HER2-positivo, receptor hormonal negativo, Ki-67 elevado. Exames de estadiamento sistêmico (radiografia de tórax, ultrassonografia abdominal e cintilografia óssea) não mostram evidência de metástases.
Com base nesse quadro, qual a conduta inicial mais apropriada?
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Uma paciente de 59 anos, sem comorbidades, foi submetida à cirurgia conservadora da mama esquerda associada à biópsia do linfonodo sentinela. O exame histopatológico revelou metástases, com dimensão 0,15 mm no linfonodo sentinela, sem evidência de envolvimento macroscópico. Considerando a classificação TNM para câncer de mama, como essas células devem ser classificadas?
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Pacientes com câncer de mama HER2-positivo ou triplo-negativo que realizam quimioterapia neoadjuvante e não atingem resposta patológica completa (pCR) se beneficiam de estratégias adjuvantes específicas que aumentam a sobrevida, conforme evidenciado em estudos recentes. Quais são as medicações indicadas para essas pacientes?
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Paciente de 47 anos, previamente submetida a mamoplastia de aumento há 9 anos com implantes texturizados, procura atendimento com queixa de inchaço súbito da mama direita. Ao exame físico, observa-se seroma volumoso peri-implantar, sem sinais de infecção. A ultrassonografia confirma acúmulo de líquido ao redor do implante. Considerando o principal diagnóstico diferencial para esse quadro, qual a neoplasia mais associada?
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Uma paciente de 48 anos procura atendimento com queixa de aumento progressivo da mama esquerda nos últimos 4 meses, associado a eritema difuso e edema em “casca de laranja”, sem formação de massa palpável única. Ao exame físico nota-se endurecimento difuso da mama esquerda e linfonodomegalia axilar esquerda fixada e conglomerada.
Não há evidências clínicas ou radiológicas de metástases à distância.
Com base nesse quadro, qual é o estadiamento clínico correto segundo o sistema TNM (7a edição AJCC)?
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