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Homem de 67 anos é atendido com quadro de dor no quadrante inferior direito iniciado há 2 dias. O histórico é relevante para hipertensão arterial, insuficiência cardíaca e nefrolitíase. Ele relata um episódio de sangue nas fezes há alguns meses. Sinais vitais: temperatura: 38 ºC; pressão arterial: 130 × 76 mmHg; frequência cardíaca: 92 bpm. Exame abdominal: dor moderada à palpação no quadrante inferior direito, sem dor epigástrica ou nos flancos. O toque retal mostra fezes normais. O restante do exame físico não é relevante. Os exames laboratoriais revelam uma contagem de leucócitos de 16.000 células/mm3, além de eletrólitos e função renal normais. O exame de urina também é normal.
O próximo passo, no manejo desse paciente, é:
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Homem de 45 anos é atendido em consulta de retorno. Ele tem hipertensão arterial em uso de ramipril e bisoprolol. O histórico também é relevante para transtorno bipolar em tratamento prolongado com lítio, escitalopram e quetiapina. Exame físico: pressão arterial: 130 × 80 mmHg; não há edema periférico. Exames séricos: creatinina 2,1 mg/dL; cálcio sérico ajustado 12,6 mg/dL (normal: 8,5 a 10,5); hormônio da paratireoide: 18,7 pmol/L (normal: 0,9 a 5,4); proteínas totais: 7,5 g/dL; albumina: 4,5 g/dL. O cálcio urinário é baixo.
A causa mais provável da hipercalcemia é:
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Homem de 56 anos é atendido em consulta de rotina. O histórico é notável para estenose mitral muito sintomática, que foi reparada com uma válvula protética. Ele retomou a atividade física e busca manter sua saúde atual. Ele deseja aconselhamento sobre procedimentos futuros e possíveis riscos de infecção.
Constitui o procedimento que justifica a profilaxia antibiótica para prevenir endocardite nesse paciente:
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Homem de 75 anos com histórico de diabetes mellitus tipo 2 há cerca de 30 anos é avaliado em consulta de retorno. O histórico também é relevante para doença renal crônica estágio G3b, doença arterial coronariana, fibrilação atrial, hipertensão arterial, dislipidemia, neuropatia diabética e retinopatia diabética leve. O tratamento atual é: insulina glargina (80 UI/dia); metformina (1.000 mg/dia); empagliflozina (25 mg/dia); glipizida (10 mg/dia). Além disso, a semaglutida (1 mg/semana) foi iniciada na última consulta. O paciente verifica a glicemia capilar principalmente pela manhã e relata que os valores geralmente ficam entre 180 e 190 mg/dL. O valor atual da hemoglobina glicada (HbA1c) é 7,5%. Ele descreve episódios de suores noturnos, que ocorrem uma vez por semana, e relata ter perdido 6,8 kg desde o início da semaglutida. O IMC atual é 29,5 kg/m2.
Considerando as evidências científicas atuais, a próxima melhor conduta no manejo desse paciente é:
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Homem de 21 anos apresenta queixas de erupção cutânea com coceira intensa que se formou na sola do pé e está se espalhando lentamente. Refere que viajou recentemente para praia, onde ficou 5 dias. Ao exame físico, observa-se uma lesão do tipo serpiginosa com formação de bolhas no local afetado. Quanto à principal hipótese diagnóstica, o tratamento inicial recomendado é:
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Em relação à doença celíaca, o teste recomendado para triagem, em caso de suspeita da condição, é:
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Homem de 47 anos inicia um regime de interferon alfa para hepatite C crônica. Três meses depois, relata palpitações, tremores de extremidades e perda de peso de 2,3 kg. Não há desconforto ocular, problemas de visão ou dor cervical. Frequência cardíaca: 108 bpm. Tireoide: sem dor, nódulos ou sopro; peso estimado de 25 gramas. Exames séricos: TSH < 0,01 mU/L (normal: 0,5 a 4,5); T4 livre: 2,4 ng/dL (normal: 0,8 a 1,8); título de anticorpos anti-TPO: 230 UI/mL (normal: < 2,0 UI/mL). Captação de iodo radioativo em 24 horas: 0,4%.
O hepatologista interrompe o interferon alfa. A próxima conduta que deve ser recomendada agora é:
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Mulher de 23 anos é levada ao pronto-socorro após passar mal em um show de rock. Ao exame físico, ela apresenta parestesias periorais e espasmos carpopodais. Constitui a mais provável explicação para essa condição:
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Mulher de 35 anos realiza exames laboratoriais de rotina, para um exame admissional de emprego, que revelam: leucócitos: 5.100/mm3; hemoglobina: 12,7 g/dL; creatinina: 1,0 mg/dL. O exame de urina mostra bactérias 2+/4, sem leucocitúria; urocultura: crescimento de Escherichia coli com mais de 100.000 unidades formadoras de colônias. Ela teve infecções urinárias ocasionais no passado, mas nenhuma no último ano. No geral, seu histórico médico é negativo, em uso apenas de anticoncepcional oral. O beta-HCG urinário é negativo. Os sinais vitais e o exame físico são normais. A melhor conduta nessa paciente é:
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Homem de 64 anos apresenta quadro de 6 horas de evolução com fraqueza no lado direito do corpo e fala “arrastada” persistentes. O histórico é relevante para hipertensão arterial e diabetes tipo 2, em uso de metformina e lisinopril. Sinais vitais: pressão arterial: 206 × 108 mmHg; frequência cardíaca: 75 bpm. Glicemia capilar: 135 mg/dL. O exame neurológico confirma a hemiparesia direita e disartria; o restante do exame é normal. Hemograma, eletrólitos, função renal e coagulograma são normais. Eletrocardiograma: sem alterações. A tomografia de crânio mostra uma área de isquemia discreta sem hemorragia associada. Nesse momento, a intervenção mais importante é:
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