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Foram encontradas 50 questões.

3765739 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: EsFCEx

Homem de 72 anos, tabagista há 40 anos (20 cigarros/dia), etilista social, apresenta disfonia progressiva há oito meses, associada a dispneia aos médios esforços nas últimas semanas. Nasofibrolaringoscopia mostrou lesão ulceroinfiltrativa em supraglote, envolvendo a prega vestibular e a prega ariepiglótica à direita, paralisia da hemilaringe direita. Tomografia computadorizada e ressonância magnética evidenciam lesão com invasão da cartilagem tireoide, sem extensão extralaríngea, e presença de linfonodo cervical no nível IIA homolateral de 2,5 cm, sem sinais de ruptura capsular. PET-CT confirma captação em lesão primária e linfonodo cervical, sem evidência de metástases à distância. Após laringectomia total com esvaziamento cervical radical modificado à direita e esvaziamento cervical seletivo II-IV à esquerda, o exame anatomopatológico revela: carcinoma espinocelular moderadamente diferenciado, com 3,8 cm no maior diâmetro, invasão da cartilagem tireoide, margens cirúrgicas livres, ausência de embolização vascular e linfática e invasão perineural ausente, com metástase em quatro de 32 linfonodos dissecados, sem ruptura capsular, homolaterais ao tumor primário.

Qual a conduta mais adequada no pós-operatório?

 

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3765738 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: EsFCEx

Paciente do sexo masculino, com 68 anos, tabagista há 35 anos (30 cigarros/dia), etilista crônico, apresenta disfonia progressiva há nove meses, com relato de piora nos últimos dois meses associada a odinofagia e sensação de “bolo” na garganta. Durante laringofibroscopia ambulatorial, foi evidenciada lesão vegetante em prega vocal direita, com extensão para comissura anterior e invasão superficial da prega vocal contralateral, com mobilidade preservada de ambas as pregas vocais. A comissura anterior somente foi acessível com o exame fibroscópico, sendo de difícil visibilização com telescópio, e o paciente tem um grau moderado de retrognatia. Tomografia computadorizada com contraste e cortes finos (1 mm) evidencia lesão restrita à glote, com mínima invasão de cartilagem tireoide na face interna da quilha dela, com espessamento de pregas vocais e extensão para comissura anterior. Não há evidência de linfonodomegalias cervicais ou metástases à distância.

Considerando o estadiamento TNM (8a edição) e as diretrizes atuais de tratamento, qual a conduta mais adequada para esse caso?

 

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3765736 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: EsFCEx

Mulher de 45 anos, não tabagista e não etilista, apresenta tumor em base de língua com 2,5 cm de diâmetro, com evolução de seis meses. Ao exame físico, observa-se lesão nodular submucosa em hemibase de língua à direita, além de presença de múltiplos linfonodos cervicais bilaterais, o maior com 1,8 cm à direita. A biópsia da lesão primária revela carcinoma de células escamosas não queratinizante. A imuno-histoquímica é positiva para p16. A tomografia computadorizada e a ressonância magnética confirmam lesão restrita à base de língua e presença de múltiplos linfonodos cervicais bilaterais, sem sinais de ruptura capsular. PET-CT evidencia captação em lesão primária e em linfonodos cervicais bilaterais, sem evidência de metástases à distância. Após tratamento com quimiorradioterapia definitiva (70 Gy + cisplatina), a paciente apresenta resposta completa clínica e radiológica. Dois anos após o tratamento, a paciente permanece sem evidência de doença, mas apresenta xerostomia grau 2, disfagia leve para alimentos sólidos e hipotireoidismo em tratamento.

Assinale a alternativa correta sobre esse caso.

 

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3765734 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: EsFCEx

Homem de 52 anos, etilista social e não tabagista, apresenta tumor em região da tonsila palatina direita com 3,2 cm de diâmetro, indolor, com evolução de dois meses. Ao exame físico, observa-se lesão exofítica em tonsila palatina direita, sem ulceração, e presença de linfonodo cervical ipsilateral de 2,5 cm, móvel, indolor. A biópsia da lesão primária revela carcinoma de células escamosas moderadamente diferenciado. A imuno-histoquímica é positiva para p16. A tomografia computadorizada e a ressonância magnética confirmam lesão restrita à amígdala palatina e presença de dois linfonodos cervicais ipsilaterais, o maior com 2,8 cm, sem sinais de ruptura capsular. PET-CT não evidencia metástases à distância.

Considerando o estadiamento TNM (8ª edição) para carcinoma de orofaringe p16 positivo e as diretrizes atuais de tratamento, qual a conduta mais adequada para esse caso?

 

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3765684 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: EsFCEx

Paciente do sexo feminino, de 58 anos, não tabagista e não etilista, apresenta lesão leucoplásica em soalho bucal com 1,8 cm de diâmetro, com áreas eritematosas e endurecimento à palpação. A paciente relata crescimento progressivo da lesão nos últimos seis meses e dor leve relacionada a alimentação. A biópsia incisional revela carcinoma espinocelular bem diferenciado com invasão superficial do tecido conjuntivo. A ressonância magnética mostra lesão restrita ao assoalho bucal sem invasão de estruturas adjacentes e sem evidência de comprometimento linfonodal. PET-CT não evidencia metástases à distância ou linfonodais. Após ressecção cirúrgica com margens de 1 cm, o exame anatomopatológico revela: carcinoma espinocelular bem diferenciado com 1,5 cm no maior diâmetro, profundidade de invasão de 6 mm, invasão perineural presente em pequenos filetes nervosos, invasão linfovascular presente, margens cirúrgicas livres, porém exíguas.

Qual a conduta mais adequada para essa paciente no pós-operatório?

 

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3765682 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: EsFCEx

Paciente do sexo masculino, de 62 anos, tabagista há 40 anos (20 cigarros/dia), etilista crônico, apresenta lesão ulcerada na língua há três meses. Ao exame loco-regional, observa-se, em borda direita de língua, uma lesão predominantemente infiltrativa com 3,5 cm de diâmetro, endurecida, que dista 2,0 cm do V lingual e 1,5 cm da linha média, sem acometimento do soalho da boca. Na palpação do pescoço, apresenta linfonodo cervical ipsilateral palpável, fixo, endurecido e indolor, com 1,5 cm de diâmetro em nível IB. A biópsia incisional do tumor primário confirma carcinoma espinocelular moderadamente diferenciado. A tomografia computadorizada cervical evidencia lesão restrita à língua sem invasão de estruturas adjacentes e presença de linfonodo cervical ipsilateral irregular com necrose central de 1,8 cm. Não há evidência de metástases à distância.

Considerando o estadiamento TNM (8a edição) e as diretrizes atuais de tratamento, qual a conduta mais adequada para esse caso?

 

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3765680 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: EsFCEx

Homem de 60 anos, com diagnóstico de carcinoma papilífero da tireoide, sem evidências de metástases linfonodais nem à distância, foi submetido a tireoidectomia total, e o exame anatomopatológico mostrou carcinoma papilífero clássico com 3,0 cm no maior diâmetro e extensão extratireoidiana microscópica aos tecidos extratireoidianos vizinhos.

Qual é a estratificação de risco para esse caso, de acordo com os guidelines da American Thyroid Association?

 

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3765676 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: EsFCEx

Paciente do sexo feminino, com 22 anos, apresenta nódulo tireoidiano único de 3,2 cm em lobo direito, descoberto em exame de rotina. Nega sintomas compressivos, disfagia ou disfonia. Não há histórico familiar de câncer de tireoide. Ao exame físico, observa-se nódulo palpável, mas não visível, móvel à deglutição, sem linfonodomegalias cervicais. A função tireoidiana está normal (TSH: 1,8 mUI/L; T4 livre: 1,2 ng/dL). A ultrassonografia evidencia nódulo sólido, isoecogênico, com margens regulares, sem microcalcificações, mais largo do que alto, classificado como TIRADS 3. A punção aspirativa por agulha fina (PAAF) revela Bethesda II (benigno), compatível com nódulo coloide.

Qual a conduta mais adequada para esse caso?

 

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3765674 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: EsFCEx

Homem de 68 anos, com doença renal crônica dialítica há sete anos, apresenta dor óssea difusa, fraqueza muscular progressiva e prurido generalizado. Exames laboratoriais mostram: cálcio sérico: 8,9 mg/dL (VR: 8,5 – 10,5); fósforo: 6,8 mg/dL (VR: 2,5 – 4,5); PTH: 380 pg/mL (VR: 15 – 65); fosfatase alcalina: 420 U/L (VR: 40 – 150); 25-OH-vitamina D: 18 ng/mL (VR: > 30). A radiografia de mãos evidencia reabsorção subperiosteal em falanges, e a cintilografia com sestamibi mostra hipercaptação difusa em topografia de paratireoides, sem focos dominantes.

Qual o diagnóstico mais provável e a conduta terapêutica inicial mais adequada, respectivamente?

 

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3765673 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: EsFCEx

Paciente do sexo feminino, com 62 anos, apresenta queixas de fadiga, fraqueza muscular proximal, poliúria e constipação intestinal há oito meses. Relata episódio de cólica renal há dois meses. Exames laboratoriais mostram: cálcio sérico: 12,2 mg/dL (VR: 8,5 – 10,5); fósforo: 2,1 mg/dL (VR: 2,5 – 4,5); PTH: 180 pg/mL (VR: 15 – 65); creatinina: 1,1 mg/dL; calciúria de 24 horas: 450 mg (VR: < 250). A densitometria óssea evidencia T-score de – 2,8 em terço distal do rádio, – 2,3 em colo femoral e – 1,8 em coluna lombar. A ultrassonografia cervical mostra nódulo hipoecogênico de 2,1 cm em topografia de paratireoide inferior direita, sem outras alterações, e cintilografia com Tecnécio sestamibi confirma captação do isótopo na mesma topografia.

Qual a conduta terapêutica mais adequada para esse caso?

 

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